Os encarnados já fizeram muito mal – Adjunto Romar

Escravizar pessoas ou torná-las servas foi uma prática de quase
todas as culturas, por milhares de anos.


“Todos nós já fomos vitimizadores. Fizemos as outras pessoas sofrerem, porque escolhemos mal os pensamentos, os sentimentos, as emoções, as sensações e as crenças a serem cultivadas”.

Um assaltante mata um homem honesto. Uma tragédia, com certeza. uma injustiça, pois ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém. O espírito se desprende do corpo sem vida e segue sua vida espiritual. Muito provavelmente o espírito que hoje é vítima se lembrará das muitas mortes que foi o responsável (foi o vitimizador).

Os espíritos encarnados na face do planeta Terra já tiveram centenas de outras encarnações . Já viveram em muitas culturas, com características corporais e sociais diferentes. Partiram de uma condição menos evoluída e foram adquirindo aos poucos habilidades e qualidades nobres. Ou seja, vivendo em culturas diferentes e em níveis menos evoluídos de consciência cometeram atrocidades e deixaram um rastro de vítimas de suas ações.

Todos nós já matamos alguém, já abusamos de alguém, já prejudicamos muito alguém.

Este passado faz parte da vida do espírito que somos nós.

Mesmo tendo praticado (e sofrido) muitas violências estamos encarnados com a vida que temos hoje. Será que a merecemos? Sim e não, é a resposta.

Nossos espíritos se esforçaram muito, seja no plano espiritual, seja em encarnações passadas, para evoluir, amadurecer e superar traumas, bloqueios e condicionamentos.

Nós também somos beneficiados pela misericórdia divina . Deus sabe que somos limitados e mais propensos ao erro por causa de nossas imaturidades. Deus sabe que precisamos do seu perdão e apoio. Ele age para diminuir nosso sofrimento, pois sabe que o positivo gera muito mais evolução que o negativo (o amor ensina mais que o ódio, o perdão mais que o rancor, e assim por diante). Ele nos ajuda propiciando ensinamentos,experiência benéficas , emanando boas vibrações , entre outros benefícios.

Adjunto Romar Mestre Romulo Acioly

Condensa Natanry – Kazagrande

A história da Condessa Natanry, começa antes do episódio da Queda da Bastilha, marco da Revolução Francesa, entre o fim do século XVIII e início do século XIX. Época do ano (mês de julho) em que muitos jaguares revivem estas tristes vibrações e, por vezes, sofrem ainda as consequências do que desajustamos por não saber amar.

Revolucionários que não concordavam com o regime monarquista na França invadiam nas casas dos nobres, cometendo atrocidades, assassinando os moradores e, por fim, marcavam estas casas com cruzes de sangue.

Tia Neiva contava ser a Condessa era uma mulher rica, poderosa, altiva e muito influente na sociedade francesa daquela época. Antes da tomada do poder pelos rebeldes, seu marido foi acusado injustamente de fazer parte desse movimento revolucionário.

A Condessa assistiu ao julgamento de seu marido e, mesmo com todo o seu poder e influência, não pode evitar a condenação e enforcamento de seu inocente esposo. Em virtude desta injustiça, a Condessa passou a dedicar suas forças na luta pelo fortalecimento da justiça, passando a participar de todos os julgamentos da época.

Nos planos espirituais, quando um líder se desvia do roteiro traçado para sua encarnação, correndo o risco de colocar a perder muitos outros espíritos pela sua condição de liderança, existe um julgamento, denominado: Leilão.
O Leilão ocorre quando os Mentores deste líder, em conjunto com Entidades de grande hierarquia, julgam se devem ou não o desencarnar; considerando que sua conduta desviada pode levar inocentes a agravarem seus Karmas.

Quando a Condessa desencarnou, a Espiritualidade a colocou atuando junto a estes Leilões. Ela ainda se veste de preto por ter sido viúva de um homem injustiçado e por representar a “testemunha dos tempos”.
Sabemos que atualmente é uma Entidade de altíssima hierarquia e teve outras encarnações junto aos Jaguares.

A primeira Ninfa preparada para representar a Condessa foi Teresinha Bastos(*foto), nossa querida “Teresinha Cantora”, a quem Tia Neiva também entregou a missão de interpretar nossos mantras cantados. Ela assumiu esse papel nos primeiros rituais.

No ano de 1982, por determinação de Pai Seta Branca, Tia Neiva iniciou o trabalho de Julgamento. Preparou, então, a representante da Condessa Natanry, na qualidade de testemunha dos tempos vividos pelos Jaguares, figura que se tornou obrigatória nos Julgamentos e Aramês, perante a qual os prisioneiros e prisioneiras devem passar e prestar reverência antes de retirarem suas atacas e exês. Ela representa o espírito da justiça zelando pelo cobrado e pelo cobrador.

Ser representante da Condessa Natanry é ter o compromisso de zelar pela sua conduta e equilíbrio perante o corpo mediúnico, tornando-se um referencial positivo para seus irmãos e irmãs da Doutrina do Amanhecer.
Importante lembrar que as representantes não são uma falange missionária específica, podendo pertencer a qualquer outra falange.

Observação: Não é Condessa de “Natharry”, como muitos da falam pela tradição de usar a partícula “DE” indicando origem do local do condado. O nome desta grandiosa Entidade é Natanry (pronuncia-se NA-TAN-RRY), com “N” no “meio” e sem o “DE”, pois é seu nome próprio e não a origem do local que provém. Resgatemos esta lembrança: Condessa NATANRY!

Kazagrande