-0-// Jaguares Estrela Candente – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Sempre quando havia alguma movimentação que representasse perigo, seja na forma de guerras, ou mesmo desastres naturais os Trinos deste Amanhecer(outorgados por Tia Neiva) convoca o corpo mediúnico para uma escalada, ou mesmo um trabalho de unificação para que minimizasse esses episódios, diminuindo seus impactos e mesmo os desencarnes.
Quando esse episódio é uma demanda territorial, e essa, é motivada por questões religiosas ou de propriedades , na grande maioria das vezes, o fator transcendental é a mola que impulsiona esses desatinos e por trás de tudo isso existe a presença de espíritos milenares que não satisfeito com a situação em que ele ainda se sente lesado e mesmo após seu desencarne o ódio passa a ser multiplicado. Ele então começa a formar tropas com espíritos que estão na mesma condição vibratória, e esse passam a atuar, a assediar mais pessoas , e quando essa situação envolve povos essa condição se multiplica em função dessas heranças transcendais, Pai Seta Branca e os Cavaleiros da legião do Divino Mestre Lázaro sai na captura desses espíritos.
E onde entra nossa parte ou seja, médiuns de outras doutrina e religiões; através de rituais, preces ,cânticos fornecem seu ectoplasma para que os Santos,Anjos e espíritos de luz, conduzam através da ação desobsessiva dos médiuns esses médiuns para os albergues e hospitais espirituais, dessa forma eles retomam sua caminhada espiritual.
Nos desastres naturais , Tia Neiva sempre falou da ação do Tanoaê e Tanuay , que são ventos destruidores e ou reparadores que podem atenuar o sofrimento de milhares de pessoas.
Deus Pai Todo Poderoso, ouvindo nossas preces pode intervir nesses fenômenos,também diminuindo o sofrimento dos povos.
Porém, existem situações que o carma dessas populações não pode ser alterados, e Pai Seta Branca afirma que não abre mão de seu cumprimento.
Certa feita fui indagado sobre um áudio de Tia Neiva que dizia que chegaria uma grande epidemia, mas que não seriamos atendidos, mas na covid, perdemos muitos Jaguares, então indagaram porque houve essas mortes, inclusive de grandes Mestres.
Quando Tia Neiva estava em terra, éramos um só povo,uma só voz vibrando em uma só sintonia, mas fomos sutilmente sendo divididos e saindo dessa unidade , não conseguimos movimentar a grande força desobsessiva de nossa doutrina. Rituais e leis foram alteradas, classificações outorgadas por pessoas que não detinham a condição para faze-las, a estrela candente do templo Mãe sem o nome de seu responsável e várias outras situações conhecidas.
E mesmo com a herança do Arjuna-rama com a sina de guerrear contra seus irmãos, vamos tentando encontrar uma forma de recuperarmos nossa hegemonia de ser novamente um só povo, uma só voz…Quem sabe, a segunda turma de Araken tenha a mente adaptada para captar melhor as energias que chegam dos planos superiores e tenhamos cumprido nossa missão.
Enquanto isso não chega, não crie barreiras doutrinárias, não segregue teu irmão, tenham amor a doutrina de Tia Neiva, se ame, se respeite , cultive o Cristo em seu coração, pois os Senhor habita seu intimo. Quem vive pelas classificações receberá o que tem direito, emitirá, mas poderá não ser ouvido, faça de suas conquistas a sua bandeira.
Gilmar
Adjunto Adelano
NOvembr/2024

Emissões e Hierarquia – Adjunto Adejã

Meus irmãos, Salve Deus!!!

A quem possa interessar, exponho a seguir a minha opinião a respeito de Adjunto e das alterações nas emissões, tão bem definidas por nossa Mãe Clarividente até então, sem entrar no mérito de quem está certo ou errado.

Segundo nossa Mãe Clarividente nas legiões onde os Ministros consagram um Adjunto aqui na Terra, são responsáveis por ele, desde que ele Adjunto disponha de uma força decrescente, porque o Adjunto Koatay 108 (RAIZ) dispõe de uma energia que é designada a grandes fenômenos sensoriais, ou seja fenômenos físicos (carta de 10/09/79).

Escreveu, também, em 1983, que o Adjunto é um 7º Raio do seu Ministro e todos são sétimos. É uma contagem septenária, universal, que jamais se desfaz, mesmo que o Adjunto desencarne, ele continua sendo 7º Raio do seu Ministro e este é responsável pelo Adjunto e seu povo, trabalhando juntos, na força cabalística, para servir a humanidade. Então, não consigo admitir que um Mestre deixe o Ministro que o consagrou aqui na Terra e assuma o Ministro do seu Adjunto de origem.

Quanto à emissão dos Arcanos e Arcanos Presidentes de Templos que emitem na ordem do Ministro Raiz e passam agora a emitir na ordem do Adjunto que assumiu o Ministro Raiz, deve-se observar os seguintes fatores:

a) não pode excluir da emissão o Ministro e colocar o Adjunto, mesmo que ele tenha a mesma denominação do Ministro;

b) os Arcanos, hierarquicamente, pelas suas consagrações, não podem ser componentes de outros Adjuntos que estão no mesmo nível ou nível inferior em termos de consagrações ou heranças e;

c) a Tia Neiva por volta de 1983, a pedido do Trino Ajarã, consagrou 16 Presidentes como Arcanos e a emissão desses Mestres, orientada por ela, é a mesma que existe até hoje. Daí pra frente seguiu-se o mesmo critério nas consagrações posteriores.

Adjuntos Arcanos, Presidentes, Missionárias e Missionários, peço-lhes de coração, não alterem as suas emissões.

A Clarividente deixou tudo pronto, existe um padrão deixado por ela e é o que devemos seguir.

Podemos correr o risco de não ultrapassar o NEUTRON e não chegar aos planos espirituais é o que deseja os vales negros.

Antes dela desencarnar deixou as forças implantadas, trouxe as raízes, Tumuchy, Araken, Sumanã e depois Ajarã para a criação dos Templos. Não estou falando do homem que representou aqui no plano físico estes poderes e sim dos Raios de Luz que representam o Verbo Divino, a tríade universal da criação, Pai, Filho e Espírito Santo.

É o que tenho a esclarecer no momento e estarei sempre à disposição.

Adjunto Adejã
Mestre Froes.
2° Filho de Devas.

Mensagem de Pai Seta Branca – 1979

Salve Deus, Meu Filho Jaguar!
Filhos queridos do meu coração:
Sinto as vossas mentes em harmonia, no trabalho do verdadeiro Deus, que governa todo esse Universo.
Resulta, portanto, que nos vossos pensamentos e esclarecimentos, vivereis cada dia melhor a força criadora das coisas deste Universo.
Emanando e doutrinando, assumistes o grande compromisso no aperfeiçoamento das boas obras, principalmente filhos, neste quinto ciclo do cérebro, em que o homem não é bom nem mau, e sofre a insuficiência do meio, na negra dimensão.
A terra, sem precipitação, é vista do alto como uma grande nave, onde seus passageiros não sabem como e nem onde irão desembarcar.
Então, as experiências das vidas para outras vidas, a seriedade do Doutrinador no Espírito Espartano, o farão despertar em Cristo Jesus, que só ele o conduzirá a um porto seguro.
Vós outros, meus filhos, somente vós outros, raios do Sol e da Lua, pelas conquistas outras, sabereis o rumo certo do homem pássaro.
Filhos, nesta terra brevemente vereis pássaros com faces humanas, voando nas proximidades, à vista do olhar físico, que atravessarão os leitos dos adormecidos.
Sim, quando chegar a hora, vereis, do outro lado do caminho, tribos realizando cerimônias e oferecendo sacrifícios nos ricos altares, diante das imagens, também pesadas, da ostentação, da tradição e do medo.
E prosseguindo mais um pouco na viagem que, sem fechar a porta do seu Templo, serão arrastados para o oceano.
Então, filhos Jaguares, o homem ainda verá seus grandes tesouros, suas tradições, seus velhos papiros, suas leis e escrituras religiosas, tudo filhos, levado pela água e devorado pelo fogo… numa espécie, filho, de luto e temor… é um país? Não filho, é um poder escravizado, na sua fase de libertação.

Pai Seta Branca

Vale do Amanhecer, 31 de dezembro de 1979.

Emissões erradas e submissão à hierarquia superior – Vale do Jaguar

Salve Deus!

A nossa Doutrina do Amanhecer foi cuidadosamente trazida pela nossa mãe clarividente. As leis dos rituais e emissões têm de ser cuidadosamente respeitados e seguidos para trazermos todo o poder iniciático que o nosso sistema doutrinário carrega no seu formato original (ditado pelos planos superiores através de Tia Neiva).

Como jaguares, principalmente a partir da consagração de Centúria, urge e temos cada vez mais o dever de conhecer as leis e todo o Acervo Doutrinário que regem este Amanhecer.

Em várias encarnações passadas seguimos a hierarquia superior cegamente, e com isso causamos grande destruição e sofrimento que traduziu-se em pesadas dívidas cármicas que ainda hoje trazem prejuízos e complicações nas nossa vidas actuais. Hoje, nesta vida presente (que deverá ser a nossa última encarnação – e respectivo retorno à origem) temos necessidade de fazer diferente daquilo que fizemos em relação as decisões que aceitamos das hierarquias superiores. Há que ter consciência que estamos e estaremos sempre, a cada instante, subordinados á hierarquia maior desta doutrina (a Espiritualidade Maior), e que antes de tudo isso impera a nossa consciência daquilo que é certo ou errado, do conhecimento doutrinário que temos (ou deveríamos ter e adquirir progressivamente de forma diária), conhecimento este que deve ser claro, límpido, genuíno e racional.

Não viemos para cometer os mesmos erros de vidas passadas, não viemos para ser ovelhas de rebanho que seguem cegamente a hierarquia superior, e esperar que não teremos também responsabilidade (ainda que teremos responsabilidade em menor grau) daquilo que aceitarmos das hierarquias superiores, e que inevitavelmente levará a um endividamento cármico – o que poderá adiar o nosso retorno á tão desejada e ansiada Origem!

Rituais fora das leis deixadas por Tia Neiva e registadas nos livros de lei, nos acervos, nos áudios, e nas cartas levarão a que esses rituais percam força espiritual e prejudiquem tanto pacientes como médiuns, assim e por consequente, toda a energia do templo, e em último análise, deste planeta tão necessitado que a nossa doutrina trabalhe no seu máximo de potência, para ajudar na transição planetária.

Emissões fora da lei, fora do compêndio original, nada movimentarão espiritualmente, nunca abrirão o neutrôm – em hipótese alguma! Qualquer ideia contrária a isto são devaneios e delírios de mentes atrofiadas pela confusão mental, pela ignorância e pelas obsessões espirituais! Semear a ideia e a crença que uma emissão errada feita com amor moverá uma força espiritual é tudo aquilo que o Lado Negro quer!

A emissão errada é como um míssil incapaz de subir e voar até o céu: vai acabar por cair na terra e o seu propósito nunca se vai cumprir!

Se cada médium jaguar soubesse a importância de ter a sua emissão correcta, e com isso, conquistar a grandeza e o benefício de abrir o neutrôm, se certificariam se dispõem de uma emissão correcta, e caso a emissão estiver errada, a corrigiriam com algum Filho de Devas que siga o compêndio das emissões originais. Hoje o conhecimento doutrinário (e o acervo doutrinário) com o mundo digital e os avanços tecnológicos, está disponível e acessível para todos os que o procuram!

Vale do Jaguar

“Salve Deus! Meus filhos jaguares, o mestre que alterar a sua emissão terá sobre si a responsabilidade de não ultrapassar o neutrôm e consequentemente não será ouvido e nem registrada pelos planos espirituais. Com carinho, a mãe em Cristo Jesus.”

Tia Neiva

O vale dos Espíritos – Trino Tumuchy

Posições no Vale do Amanhecer

Doutrinas religiosas Não é permitido, aos médiuns da Corrente, fazer críticas ou censuras a quaisquer doutrinas ou religiões. Tanto que, na livraria existente no Vale, são vendidos livros de quaisquer religiões ou doutrinas, selecionados, apenas, pela seriedade com que abordam o problema. O Vale do Amanhecer não é ligado a qualquer organização doutrinária ou religiosa da Terra. Identifica-se com o Espiritismo, pela crença básica na reencarnação. Na verdade, o reencarnacionismo não é privativo do Espiritismo, mas pertence à mais remota tradição iniciática.
Ritual A prática doutrinária dos Templos do Amanhecer é feita mediante rituais, com o uso da imagem, do som, da movimentação, da cor, dos objetos e tudo o mais que tenha sentido ritualístico. Algumas dessas práticas se parecem com usos de outros grupos doutrinários, mas isso é apenas coincidência, sem implicações filiativas. Na verdade, o ritual do Vale é muito original, e apenas se assemelha, em algumas facetas, com rituais conhecidos. Na essência, entretanto, tais rituais têm um sentido às vezes muito diferente.


Pretos Velhos e Caboclos
O Vale só trabalha e aceita auxílio de espíritos que já atingiram o estágio da Luz, que já superaram a faixa cármica, que estão acima do Bem e do Mal, conforme conceito da Terra. Tais espíritos, no Vale chamados de Mentores, se apresentam com as roupagens que proporcionam melhor resultado no seu trabalho através dos médiuns. Por isso, eles usam os “macacões” de Pretos Velhos, ou os “penachos” dos Caboclos. Mesmo assim, esses espíritos dispensam o “personalismo” habitual dessas figuras e jamais interferem no livre arbítrio dos espíritos encarnados. Também não fazem uso de objetos, bebidas, charutos etc., pois seu trabalho é iniciático. A Doutrina do Amanhecer não é Umbanda, Candomblé, Quimbanda, Kardecismo, Induísmo, Teosofia ou Catolicismo. É, apenas, uma Doutrina com sentido universal, com base no Sistema Crístico.


Assistência social
O Vale do Amanhecer não se propõe a fazer serviço social ou de assistência aos pobres. Por isso, sua organização formal é muito simples, não havendo convênios, ambulatórios, escolas e as coisas habituais para esse tipo de trabalho. O Vale proporciona, apenas, assistência espiritual, que dê às pessoas a oportunidade de se reequilibrar e se adaptar ao meio. Também, não tem serviço de internamento de doentes, fazendo apenas exceção ao tratamento em pequena escala do alcoolismo, mediante internamento por períodos curtos. Outra exceção é em relação a menores abandonados, que são aceitos em pequeno número, dentro das possibilidades de um orçamento limitado.
Na verdade, as crianças do Vale – ou “os meus meninos e meninas”, como diz Tia Neiva – são os casos excepcionais, que resultam de algumas consultas ou pedidos pessoais a ela. Ela os considera como seus filhos e sua permanência não se compara aos sistemas de orfanatos habituais. Eles têm as mesmas regalias de quaisquer outros menores, vivem sem regimes rígidos ou coerções de qualquer espécie, e encontram, no Vale, um ambiente físico e social que lhes permite reformular suas personalidades e corrigir seus traumas.


Seres e veículos extraterrestres
A Doutrina do Amanhecer considera o relacionamento interplanetário, entre a Terra e os outros corpos celestes, como coisa natural e própria da mecânica do universo. Através dos milhões de anos, seres e coisas de todos os tipos, concebíveis e inconcebíveis, viajam, chegam até a Terra e dela partem, no que poderia se chamar de “osmose cósmica”, na qual não existe descontinuidade ou vazios.
No presente ciclo, com base na sensatez do Sistema Crístico, traduzido na Escola do Caminho do Mestre Jesus, cujas assertivas não fogem, necessariamente, ao senso comum e à verificação de nossa consciência, o quadro se apresenta assim: existem comunicações entre os espíritos encarnados na Terra (que, nesse caso, poderiam ser chamados “terráqueos”) e espíritos “encarnados” num conjunto planetário, existente no outro lado do Sol. Por razões que ainda não foram convenientemente explicadas, dá-se a esse conjunto o nome de Capela, que é a maior estrela da constelação do Cocheiro, de nossas cartas celestes.
Pela nossa visão do problema, todos os espíritos encarnados na Terra vieram de Capela, e, algum dia, retornarão para aquele mundo. Os Capelinos são físicos, embora não se possa afirmar que sejam da nossa natureza física. Sabemos, apenas, que sua forma é semelhante à nossa, ou melhor, nós nos assemelhamos a eles. Entre Capela e a Terra existem planos intermediários, que também poderiam ser chamados de “lugares” ou “etapas”, da trajetória dos espíritos que vêm ou que vão, nesse percurso entre dois pontos físicos.
Nesses pontos intermediários, os espíritos se revestem de corpos adequados às leis que regem esses planos. Dada à quase impossibilidade da descrição desses estados da matéria espiritual, nós os descrevemos, generalizadamente, de “corpos etéricos” ou “estado etérico”. Conclui-se, então, que os espíritos viajam, mas os seus corpos físicos não. Para os espíritos se deslocarem, eles deixam seus corpos físicos e se revestem de corpos etéricos.
Assim, todos os fenômenos de contatos extraterrestres seriam feitos “em etérico”, cuja organização molecular não é perceptível aos sentidos normais, razão pela qual eles são chamados de “extrasensoriais” ou “paranormais”. O registro, no campo consciencional, das atividades etéricas, é feito de maneira diferente das atividades sensoriais; ele é feito e traduzido para a percepção e elaboração mental de acordo com os dados preexistentes no banco de memória cerebral. Por este fato básico é que as coisas do Céu são concebidas de acordo com as coisas da Terra.
Portanto, não existe coisa mais terráquea do que os discos voadores que, comprovadamente, são vistos. Com isso, voltamos à proposição básica de que “o mundo não é como é e, sim, como nós o vemos”… Nessa tentativa de explicar o que é normalmente inexplicável, deve ser destacado um dado básico: existe um etérico terrestre, sujeito às leis do planeta, dentro dos seus círculos gravitacionais, e o extraetérico, ou seja, as camadas etéricas de Capela.
Aceitando-se o fato de ser Capela o nosso “Céu”, ou destino final, seu etérico seria o mundo espiritual, enquanto o etérico da Terra seria o mundo psicológico, ambos tendo, também, um mundo físico. Por essa razão é que muitos fenômenos considerados extraterrestres deveriam ser encarados, apenas, como extrafísicos. Sabendo-se, como se sabe, das propriedades extraordinárias do ectoplasma, e tendo-se em conta a tendência natural para o antropomorfismo humano, será relativamente fácil de se presumir a existência de fenômenos extrasensoriais que passam por extraterrestres.
Nesse sentido, aqui fica a última posição do Vale do Amanhecer: Se os seres que se apresentam com suas naves forem apenas espíritos da Terra, isto é, espíritos desencarnados que habitam o etérico da Terra, eles são os construtores dessas naves e podem ser vistos e palpados, uma vez que são materiais ou materializados; se, porém, forem seres de Capela, eles serão vistos, apenas, pela visão etérica – também chamada de mediúnica – uma vez que essa é a maneira natural de se relacionarem conosco, maneira essa que não interfere com a Lei da Terra e respeita o livre arbítrio do Homem.
A confusão entre os dois fenômenos apenas existe porque o Homem conhece pouco de si mesmo e sua ciência ainda ser limitada pelo conceito bipolarizado de positivo e negativo, e não sabendo que esses dois pólos se fundem num só, chamado espírito. Eventualmente, e mediante a manipulação de energias mais sutis que o ectoplasma, os Capelinos podem se manifestar fisicamente, como já o fizeram no passado remoto. Esse dispêndio energético, entretanto, não é feito, pelo simples fato de que sua mensagem é transmitida pelo processo mediúnico, como foi dito acima, o qual não dispensa a participação voluntária do Homem, não interferindo, assim, no livre arbítrio. Pelo que nos diz Tia Neiva de seus transportes, as naves de Capela, no Vale do Amanhecer chamadas chalanas ou estufas, são bem diferentes, na forma e na constituição, dos chamados discos voadores.


A Cruz e a Elipse
Ao chegar ao Vale do Amanhecer, logo depois do portão de entrada, o visitante se deparava com uma cruz envolta com um pano branco. Chamada a “Cruz do Cristianismo”, estava plantada ao nível do chão. Logo depois, na porta do Templo do Amanhecer, existe uma elipse de ferro. Na Estrela Candente do Solar dos Médiuns, existe uma igual e outra fixada no alto dum morro. Além da função captadora de energias, a elipse nos traz uma importante mensagem: a evolução do Cristianismo, de sua fase do martírio para sua fase científica. O martírio se relaciona diretamente com o carma, e a necessidade de sua redenção pela dor. Entretanto, já estamos no limiar do próximo milênio, no qual a razão e a atitude científica predominarão sobre a dor e o sofrimento. Esse fato é verificado, experimentalmente, pelos mestres do Vale do Amanhecer.
Mediunidade
Essa atitude científica é que faz com que os médiuns do Vale sejam considerados cientistas espirituais. Isso se tornou possível graças à criação, pela Clarividente Neiva, da figura do Doutrinador. Até então, confundia-se mediunidade com incorporação, fato esse que conceituava de médium somente a pessoa que manifestasse fenômenos visíveis de relacionamento com a outra dimensão. Com a criação do Doutrinador, o médium que trabalha com o sistema nervoso ativo e cujas manifestações mediúnicas se fazem através de sua expressão sensorial normal, essa interpretação da mediunidade tende a desaparecer.
Todos os seres humanos são médiuns, isto é, todos são intermediários entre os diferentes campos vibratórios que compõem o mundo. Existem múltiplas formas de mediunidade, que vão desde o transformismo energético dos alimentos até as mais altas manifestações de sensibilidade espiritual. Faltava, apenas, a demonstração viva do Doutrinador e a admissão de que os planetas e corpos celestes não são apenas o físico denso, concreto e palpável, mas são compostos de várias camadas vibratórias.


Ciência do Homem
A Doutrina do Amanhecer é, apenas, a Doutrina de Jesus adequada aos tempos atuais. Como resultante dessa atualização, ela forma nova perspectiva, uma visão mais objetiva da realidade humana. Para o caro leitor e eventual visitante do Vale do Amanhecer, é importante ter isso em mira, se quiser realmente conhecer o Vale. O conceito trinário do Homem – corpo, alma e espírito – abre, automaticamente, para a Ciência, uma nova possibilidade de interpretação correta dos fenômenos psicológicos.
Na verdade esse conceito é transmitido aos médiuns de forma mais técnica, mais científica, do que a Doutrina apresentada ao visitante ou ao corpo mediúnico em massa. A vida humana é controlada pelos chamados centros coronários, que se localizam na região do umbigo, no plexo solar. Também chamado de sistema coronário, esse núcleo de comando da vida é organizado pelo sistema universal do átomo, tomado nos seus aspectos básicos de três partículas: o ANION, o NEUTRON e o CATION.
O perispírito é o espírito revestido de energia adequada à sua permanência na Terra. A alma é o microcosmo, ou seja, o princípio ativo coordenador, modelador, redutor, que determina o ”estar” do espírito na situação de encarnado. É ela que modifica o estado de “ser” do espírito para a situação de “estar” desse mesmo espírito. Ela é a barreira entre os vários planos vibratórios do SER e que mantém esse SER na posição planejada, que busca, pesquisa, informa e fornece elementos de decisão para o EU, ao mesmo tempo em que estabelece os limites da movimentação do ser humano. É por isso que o centro coronário da alma é portador dos sentidos, da mente, do mecanismo da razão e tem, como base, o sistema nervoso.
O centro coronário do corpo é o mundo da energia condensada, o controlador do quantum físico, o plano da matéria. É ele que determina a Lei Física e regula os aspectos quantitativos e qualitativos da organização celular. Há, portanto, uma lei do espírito e uma lei do corpo, mas é a alma que determina a Lei do Homem. Homem é sinônimo de espírito encarnado. O espírito-ion, ou o espírito ionizado, ou, ainda, o perispírito, age no campo da influência controlado pela alma-neutron ou alma neutronizadora.
O centro coronário espiritual exerce sua ação limitada pelo centro coronário anímico. O mesmo acontece com o corpo-cation ou centro coronário físico, que atende às exigências do centro coronário neutron ou centro coronário da alma. O Homem equilibrado é o que tem seus três centros coronários em harmonia, ou seja, que recebe a proporção exata de influência de cada um dos dois outros centros coronários – do espírito e do corpo – nos limites estabelecidos pelo centro coronário da alma, ou seja, do neutron.


A Ciência do cosmos
“Assim na Terra como no Céu…” nos diz o Pai Nosso. O microcosmos tem a mesma organização do macrocosmos. O sistema atômico tanto se aplica à menor unidade da matéria que se possa conceber, como se aplica à maior unidade, ou seja, o maior concebível, o cosmos, o universo. Na visão astronômica, por exemplo, podemos conceber uma região anion, outra neutron e outra cation. Assim é o relacionamento interplanetário, no qual sempre existe uma zona neutrônica, uma aniônica e outra catiônica, sendo esta última o mundo físico de cada planeta.
Isto nos leva a outra premissa, uma analogia muito plausível: a existência de um espírito, de uma alma e de um corpo da Terra. Temos, assim, um mundo espiritual (anion), um mundo anímico (neutron) e um mundo físico (cation), todos englobados num mundo único, ou seja, a Terra. Se aplicarmos o mesmo princípio aos outros corpos do universo, podemos conceber um relacionamento no plano do espírito, outro no plano da alma e outro no plano físico, cada um regulado pelas suas próprias limitações ou áreas de influência, controladas pelo neutron.
Isso explica a autonomia de cada unidade e, também, o porque não existe relacionamento físico entre os corpos astronômicos físicos, uma vez que não é possível ultrapassar a barreira do neutron. Se, por uma hipótese absurda, se eliminasse o neutron, o anion pulverizaria o cation, e vice-versa, se o cation ultrapassasse a barreira do neutron e atingisse o anion, seria pulverizado, desintegrado por ele. Assim, o espírito chega ao corpo neutronizado, o mesmo acontecendo com o corpo em relação ao espírito. É nossa alma que age, busca, informa e possibilita ao nosso EU as decisões.
Aceito esse princípio, lógico e verificável individualmente, nós temos que admitir, por extrapolação, que nenhuma partícula física, formada no princípio do mundo físico, portanto na Terra física, pode atingir outro mundo físico, a não ser que, depois de neutronizado, tome nova organização, de acordo com esse outro mundo. Isso explica, inclusive, porque os meteoros e meteoritos, se oriundos de outros corpos celestes, chegam à superfície com a mesma composição físico-química da Terra física. Ao penetrarem na zona neutrônica da Terra, eles são desintegrados e se reintegram nas leis da zona catiônica da Terra.
Ou, talvez, sejam os meteoros e meteoritos partículas oriundas da própria Terra física, que se desprendem, atingem os limites neutrônicos, e voltam para sua zona catiônica de origem. Com isso, temos chegado à explicação do fenômeno da desintegração, integração e reintegração. Entretanto, a Lei da Conservação da Matéria nunca foi violada, nem mesmo quando seres extraterrestres, em épocas de vácuos civilizatórios do planeta Terra, aqui chegaram fisicamente.
Eles chegaram, é verdade, mediante o sistema de desintegração, integração e reintegração. Os limites neutrônicos foram sempre obedecidos. Seres extraplanetários aqui na Terra tiveram corpos físicos, mas da física terrena. As diferenças, como no caso dos Equitumans (vide “2.000 – Conjunção de Dois Planos”, Ed. Vale do Amanhecer) foram preestabelecidas a priori, antes da vinda (eles não nasceram como nós outros), de acordo com a época e a missão.


O invisível da Terra
A zona neutrônica da Terra é a fonte das especulações de religiões, filosofias e teologia de todos os tempos. A linguagem mais comum (que no Brasil se usa até mesmo para ironizar estados psicológicos) é se falar em “astral”. Segundo o “Grande Dicionário Etimológico Prosódico”, de Silveira Bueno (Ed. Saraiva, 1963), astral é um adjetivo, espécie de véu que envolve a alma, doutrina de Paracelso retomada pelos espíritas (do Latim, astralis ou astrale – corpus). Paracelso foi um alquimista do Século XV, que estabeleceu certa relação entre partes do organismo humano e os astros, dentre suas várias teorias.
Por outro lado, a palavra astral significa, também, corpos celestes – do Céu. Na qualidade de “um véu que envolve a alma”, pode-se perceber a natureza neutrônica do que chamamos de astral. As divisões que fazemos, de astral superior e astral inferior, ou baixo astral, indicam, somente, as posições entre o núcleo e a periferia do neutron, que é uma energia contrátil e expansiva (forças centrípeta e centrífuga). Da mesma forma que a palavra astral, se usa a palavra etérica, que seria um fluido sutilíssimo (admitido pelos físicos), espalhado por todo o universo (vide o mesmo dicionário).
A similitude com a descrição do neutron é a mesma que a do astral. Por esse motivo, e por uma questão de semântica, consideramos as descrições de planos astrais e planos etéricos úteis para nos servir como adjetivação – maneira de dar nomes, qualificar as coisas – mas, nunca como “coisas”. O principal, porém, é não confundir os planos vibracionais do neutron e do anion, fazendo passar por espiritual o que é apenas invisível.


O Proselitismo
O Vale do Amanhecer é muito rígido nessa questão de proselitismo, evitando, sempre que possível, ter que “vender” suas idéias a respeito de como as pessoas devem se comportar em termos religiosos. É preciso que não se confunda a posição do cliente que apenas vai ai Vale para receber assistência espiritual e, com isso resolve seus problemas, e aquele outro que apresenta uma situação de anormalidade mediúnica.
Esse último está num quadro de patologia mediúnica e precisa, por uma questão de honestidade, ser advertido disso. Nesse caso, ele é aconselhado a se desenvolver onde ele achar melhor, sem que se afaste a possibilidade de isso acontecer no Vale. Isso acontece, entretanto, com apenas meio por cento dos freqüentadores. Uma em cada duzentas pessoas apresenta sintomas de mediunidade aflorada, que precisa de cuidados técnico-mediúnicos.


A Estrela Candente
Esse trabalho ritualístico do Vale do Amanhecer merece uma explicação à parte, uma vez que mais chama a atenção do visitante pela sua originalidade. O conjunto, chamado Solar dos Médiuns, que inclui uma estrela de seis pontas – dois triângulos equiláteros cruzados, invertidos – , é a base física adequada para a manipulação de energias diversas. Cada detalhe ou divisão representa uma linha de força espiritual, todas se reunindo na cerimônia final da Estrela Candente. A base dessa manipulação de forças é o médium em grau de Mestrado, o qual é desenvolvido e iniciado para esse fim.
Toda a cerimônia é executada pelos Mestres Sol (Doutrinadores e Doutrinadoras) e os Mestres Lua (Aparás positivos e negativos). O princípio do ritual, chamado de Consagração, é a concentração. Os mestres, em número mínimo de quatorze pares, se concentram nos bancos, em frente ao Radar de Comando. O Comandante dá início ao ritual. Os Mestres Lua sobem a rampa e aguardam ao lado do Radar. Em seguida, os Mestres Sol sobem a escada e apanham as suas ou os seus Mestres Lua. Descem com eles, segurando as pontas dos dedos.
Todos os pares se juntam atrás dos bancos e, quando todos tiverem terminado o Coroamento (o ato de subir a escada e apanhar o seu par), dão início à Jornada. Sobem a rampa, à esquerda da Cachoeira, e cada par faz sua preparação em frente ao Triângulo da Cachoeira. Passam por trás do Comandante e descem em direção à Estrela. Divididos em partes iguais, os pares se colocam nos Esquifes. O Mestre Sol fica de pé na parte mais baixa do Esquife, e o Mestre Lua senta-se no banquinho de alvenaria ao lado. Os dirigentes se colocam nos dois Tronos, nas pontas dos triângulos: o Mestre Sol na ponta do amarelo e o Mestre Lua na ponta do azul. O Comandante ordena a preparação e todos os Mestres Sol dão as mãos.
Depois, deitam-se nos Esquifes e permanecem alguns minutos, até que se completem os cantos ritualísticos. Depois, fazem a invocação dos espíritos que irão passar naquele trabalho e, em seguida, fazem a entrega deles ao outro plano. Depois isso, os Mestres Lua incorporam as entidades das águas, e fazem a impregnação da Estrela. Esse mesmo ritual, ampliado, envolvendo o Lago do Jaguar, ou Lago de Yemanjá, chama-se Unificação. Esse trabalho ritualístico é feito para a desintegração de energias carregadas negativamente, e para espíritos que não teriam condições de passar num simples trabalho mediúnico.
Como complemento, são manipuladas energias dos planos superiores, que são dirigidas para beneficiar a coletividade, principalmente os hospitais, os presídios e as concentrações administrativas do governo. Esse trabalho é realizado todos os dias, nas faixas: 12,30 até 13,30; 14,30 até 15,30; e 18,30 até 19,30 horas. Na faixa da Lua Cheia, o trabalho é obrigatório (uma vez cada Lua) para todos os mestres e, nesse caso, se chama Anodização.


CONCLUSÃO
Caro visitante: Procuramos, aqui, sintetizar ao máximo as bases doutrinárias do Vale do Amanhecer. Sabemos das dificuldades que existem nas pessoas para saírem dos conceitos tradicionais e se acostumarem com fatos novos. Sabemos, também, que não basta a simples interpretação intelectual para se avaliar as coisas. Por esse motivo é que sugerimos a experiência pessoal de contato com o nosso trabalho. Dificilmente a gente fica sabendo o que realmente é o Vale, a menos que se tenha um contato direto, físico e, ao mesmo tempo, se tenha algum problema que possa dar a oportunidade de verificação.
Elaborado pelo
1º Mestre Sol Tumuchy Mário Sassi
em 1979

Elevando o padrão vibratório – Kazagrande

Entendo a dificuldade que muitos médiuns têm em abandonar o negativismo e passar a vivenciar o positivismo. Afinal de contas somos condicionados ao negativo o tempo todo!
Basta ligar a tv, ou entrar na internet, ou mesmo olhar de longe qualquer banca de revista e já encontramos motivos para negativar nossos pensamentos e consequentemente baixar nosso padrão vibratório.
Normalmente não percebemos o quanto somos manipulados e mergulhamos em pensamentos associativos que trazem lembranças pesadas. Quando percebemos já nem entendemos o que nos trouxe determinada recordação! Nos condicionamos a permitir a mente divagar, livre e solta, absorvendo informações e procurando lembranças tristes.
É preciso passar a “escolher” em que pensar! Libertar-se de tudo que nos faz sofrer ou nos leva invariavelmente a recordações negativas. Não quero dizer que devemos nos isolar das informações! Nada de virar fanático! Mas é preciso que passemos a perceber nossos pensamentos e nossas emoções!
Precisamos controlar nossa mente da mesma maneira que controlamos todas nossas outras ações. Perceber rapidamente “por que estou pensando nisso agora?”. Aprender a mudar de canal e não permitir que elementos externos dominem nossos pensamentos e nos conduzam a uma liberação involuntária de energia vital. Energia esta, que poderia estar sendo utilizada por nossos Mentores, seja em nossos trabalhos ou pela aproximação de alguém que precise de uma palavra amiga, de uma intuição.
Não somos mais ignorantes das forças ao nosso redor, não podemos também ser inconscientes de tudo que isso envolve e menos anda inconsequentes de tudo que pode acarretar.
Somos médiuns, muitos Centuriões, com além de um plexo Iniciático, um Canal Direto para o recebimento de forças. Porém nossa emissão não serve para absolutamente nada se não houver sintonia, um padrão vibracional compatível para se receber as mais puras energias da Luz.
Nossa Doutrina não é para iludir! Nossa Doutrina é razão! A Lei de Pai João é a Razão, com todo Amor, mas sempre com Razão! Por tanto de nada serve falar de Doutrina, ou mesmo agir em trabalhos espirituais, se seus pensamentos não estão à altura para o recebimento das forças!
Todos os dias escuto médiuns reclamando da vida, falando da vida alheia, dizendo palavrões, maldizendo, se envolvendo em política, fofocas, ou ainda mergulhados em ciúme, inveja, maldade e julgamentos. E estes ainda querem a ajuda da Espiritualidade??? Como??? Como seu Mentor poderá lhe intuir ou ajudar se você não permite? Se seu padrão não está em condições de receber nem o conselho de um encarnado, imagine a sutiliza da intuição de um Espírito de Luz?
Salve Deus!
O segredo para manter seu padrão é estar aberto ao entendimento. Controlar seus pensamentos, deixar de divagar com distrações e passar a ter foco em tudo que se propor a fazer, seja em qualquer um dos reinos de sua natureza (físico, emocional, espiritual – corpo – alma – espírito –).
Difícil? Difícil é viver a vida assim, sendo manipulado pelo exterior! Controle suas ações, palavras e pensamentos. Seja senhor de si mesmo e descobrirá o potencial da célula Divina que representa.
Kazagrande

Faço o que eu quiser – Kazagrande

Nosso livre-arbítrio é o fiel da balança!
Tudo posso, mas nem tudo me convêm.
Meus irmãos e irmãs, é necessário que aprendamos a escolher sem sofrer. E falando em sofrer, lembremos que o próprio sofrimento não deixa de ser também uma escolha.
Quando nos ferimos, ou somos feridos, temos sempre a opção de perdoar, de nos perdoar, e, após um breve período para a necessária absorção energética, seguirmos adiante sem ficar remoendo as mágoas do passado.
Consideremos que as perguntas para nortear nossas escolhas são muito simples: Agir assim, pensar assim, falar assim, me fará bem? Fará bem aos outros?
Com esta resposta já podemos escolher com segurança. Podemos escolher nossa atitude, sentimento ou pensamento, e decidir se devemos mantê-lo!
Não existe justificativa para seguirmos sofrendo com ações passadas que não nos fizeram bem e cuja energia impregnada pode seguir nos fazendo mal. Valerá a pena? Por isso afirmei que o sofrimento também é uma escolha! Ao sermos feridos não vale a pena seguir com o pensamento atrelado a dor sofrida, tem que perdoar e seguir em frente. E perdoar de verdade é esquecer! Não é isso que pedimos aos nossos cobradores quando os encontramos no Angical, ou no Julgamento?
Temos também que nos perdoar, deixar de sofrer com nossos próprios erros. Somos humanos e a Terra é um planeta escola. Erramos e somente a consciência de que podemos e devemos fazer melhor é que nos dará alento de prosseguir na jornada. Ficar estagnado se culpando e pensando que “poderia ser diferente”, não vai resolver nada. Daqui tiramos a segunda grande pergunta a ser feita antes de uma escolha: “Vai resolver?”. Simples assim: Resolve se revoltar, se culpar, jogar a culpa em algo ou alguém? Não!
Apesar de termos um plano espiritual traçado para esta encarnação, somos senhores de nossos destinos! Vai fazer bem? Resolve? São duas pequenas máximas a serem levadas à reflexão na hora de nossas escolhas. Guarde em seu coração estas perguntas e antes de permitir que qualquer negatividade persista em sua mente e coração, responda com sinceridade, assim poderá seguir adiante evoluindo e sem sofrer.
Kazagrande

Visitando “seu” Templo – Kazagrande

O médium chegou ao Templo já estranhando a falta do tradicional burburinho de outros médiuns e pacientes. Olhava em volta e via poucos trabalhadores uniformizados e uma grande quantidade de pacientes que circulavam na área externa, sem demonstrarem nenhuma preocupação em entrar no Templo.
Desconcertado olhou o relógio: 20hs! Era sábado, e, aos sábados o templo fervia naquele horário. Tentando entender se aproximou de um Jaguar que não via há muito tempo, um destes que somem e nunca ninguém pergunta o que aconteceu com ele, e perguntou:
– Salve Deus! O que está acontecendo meu irmão? Por que tudo está assim parado?
– Salve Deus! – respondeu o mestre “sumido” – Está tudo normal, é sempre assim por aqui.
– Como assim? Aos sábados eu sempre deixo para chegar mais tarde porque assim os trabalhos já foram encaminhados e posso trabalhar mais tranquilo. Mas hoje está tudo parado! Não tem nenhum trabalho funcionando, os pacientes estão todos do lado de fora e lá dentro, quando olhei pela entrada, só vi um Orixá cochilando na Radar. Isso não é nada normal não!
– É porque você está no SEU templo. No templo que você construiu interiormente com suas atitudes, e com seus conceitos de trabalho.
– Não estou entendendo nada. Fale em português homem!
– Meu irmão… Cada vez que você fugia dos trabalhos, chegando mais tarde apenas por preguiça, ou por alguma desculpa forçada; cada vez que preferia ficar circulando ao invés de trabalhar, conversando com um e outro, falando do que estava “errado”; criticando justamente onde poderia estar efetivamente ajudando; cada vez que agiu assim contribuiu para que o SEU templo estivesse assim hoje.
– Meu Templo? Eu não sou o Adjunto, mestre você está enganado!
– SEU Templo, meu irmão! Um lugar onde os irmãozinhos que você devia encaminhar ficam circulando esperando lhe encontrar. Logo que eles lhe virem vai ver onde é que você vai parar. Se olhar direito vai ver que o Orixá cochilando no Radar, é você mesmo! Os poucos médiuns andando aqui fora também são aqueles que você abandonou, como eu… Lembra? Você foi meu instrutor, mas ao observar seu exemplo fora das aulas eu desisti da Doutrina e desencarnei em acidente, provocado por um cobrador que eu deveria ter encaminhado.
– Mas… Mas… então eu desencarnei?
Antes que chegasse a resposta a sirene tocou avisando um desencarne. Acordou sobressaltado no Radar e foi logo apalpando o corpo para ver se estava “vivo”.
Kazagrande

É culpa da Espiritualidade – Pai João de Enoque

Meu filho, o pior problema que pode passar é aquele que você mesmo cria…
Você se preocupa em aproveitar o momento e não olha as oportunidades passando ao seu lado, perde seu tempo pensando em aproveitar a vida e perde a vida por não aproveitar o que lhe é oferecido.
Não se pode aproveitar o momento sem esperar as consequências futuras. Fazer o mais fácil e deixar de fazer o melhor, é semear o vento, e na hora da colheita virá a tempestade.
Mas não desanime! Se pode semear a cada novo ato, a cada nova palavra proferida e a cada pensamento. Você já sabe que tudo na vida ocorre primeiro a nível dos pensamentos, não é?
Desperte a esperança e recomece. Mas recomece direito! É melhor recomeçar do nada, do que simplesmente parar, ou querer remendar o que já não tem mais remendo. Recomece! Desperte sua coragem de Jaguar e humildemente reinicie sua jornada.
Vista seu branquinho e faça um Retiro. Lembre-se de suas preces, de seu compromisso da Iniciação e cumpra com amor sua jornada. Nos Retiros é que você pode receber para você também.
Um Retiro não é só ir para o Templo. Tem que estar no Templo de verdade, cumprindo a missão. Seu compromisso é um Retiro por mês, não é meu filho? Neste último ano quantas vezes você veio ao Templo? Muitas! Mas nunca cumpriu um Retiro completo, nunca cumpriu seu compromisso.
Deixe de criar problemas, de por a culpa na Espiritualidade, nós escutamos, viu?! Comece de novo e passe a semear uma vida melhor.
Tudo o que eu recomendo para vocês é disciplina. Divida direito seu tempo. Equilibre a dose que pertence ao trabalho, à família e ao Templo. Somente com equilíbrio é que poderá ser feliz. E o equilíbrio só se obtém com disciplina.
Não dê ouvido aos outros e se quiser nem escute este nego velho, escute a voz do seu coração! Escute seu espírito, pois ele tem a centelha Divina e o Senhor habita em seu íntimo.

Pai João de Enoque

Sempre pode ser possível – Kazagrande

Comentei em meu post de retorno “Por que eu sumi”, de 09 de junho, que iria compartilhar com vocês algumas mudanças, antes segue um pequeno extrato de um post bem mais antigo, e no final uma novidade.
“Queria escrever compartilhar com vocês as mudanças de minha vida!
Queria contar, mas não por orgulho ou vaidade, mas para dizer apenas: É possível sim! É possível mudar tudo em nossas vidas. Não desista! Pare de ficar clamando ajuda e permita ser ajudado! Nossos Mentores só podem nos auxiliar se nosso padrão vibratório permitir!
Pare de ficar se envolvendo em “política doutrinária”, de participar e até ouvir conversar improdutivas. Pare de pedir e passe a fazer! Lembre de seus três horários! Já pensaram em quanta energia se movimenta nestas horas? Peça apenas a compreensão da lição que precisa aprender!
Não vá ao Templo para “ver se a vida melhora”… Vá pelos outros! Você não vai para “ser ajudado”, vai para ajudar! Somente receberá algo de acordo com sua sintonia e merecimento! “Horas de trabalho espiritual” é muito diferente de “horas dentro do Templo”.”


Bem, estes dias comentei que até de vestibular participei… Que chance teria? Mais de trinta anos foragido dos bancos acadêmicos, concorrendo com a juventude e ainda por cima em Universidade Pública… Estudei? Quase nada, três dias antes da prova para dizer a verdade. Pois é… Compartilho com vocês, passei em SEGUNDO LUGAR!!!
Por isso sempre afirmo: Tudo é possível!!! Tem que crer, tentar e executar as ideias com coragem e sem preguiça.
Kazagrande

Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!

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