A defumação (Acervo Tumarã)

Na defumação utilizamos uma mistura apropriada de essências que, ao queimar, expelem uma fumaça impregnada de energia desintegradora que, junto às energias invocadas pelo médium, age como um filtro que retira as impurezas da aura e activa os chakras, afastando irmãozinhos de baixo padrão vibratório e desintegrando vários tipos de cargas negativas. Nos pacientes, age como factor de desimpregnação de cargas que, porventura, persistam em suas células e órgãos após passarem pelos outros trabalhos. Para os médiuns, também, actua da mesma forma. Por isso, após alguns trabalhos, é feita a defumação, como nos Julgamentos e Aramês, para que possa haver desimpregnação daqueles que foram libertados. Na Indução, a defumação afasta as cargas negativas dos pacientes e limpa a aura dos médiuns que vão participar do trabalho, propiciando-lhes condições de manipular correctamente as energias que se fazem presentes. No Templo, o trabalho de Defumação é realizado no Sudálio, enquanto nos Templos do Amanhecer é feito na Mesa Evangélica. Tem sua Lei, escrita em 5.11.84 por Koatay 108, no Livro de Leis. Pode um médium, de preferência um Doutrinador, fazer uma defumação em seu lar, no local de trabalho material ou em
qualquer outro lugar onde sinta cargas negativas. Para isso, o médium prepara o defumador e, tão logo esteja pronto, faz uma abertura simples do trabalho e vai defumando, vagarosamente, o ambiente enquanto emite preces e pede que aquelas cargas ou influências negativas sejam afastadas. Inicia pela porta por onde entrou e vai contornando as paredes da esquerda para a direita, fazendo uma espiral que termina no centro do local que está defumando, e, então, passa a outro local. Deve dar uma atenção muito especial aos cantos e quinas das paredes e vãos de armários e escadas, locais onde se depositam a maior parte das cargas negativas. Passa de um cómodo ou de um ambiente a outro, sem interrupção. Após terminar, faz seu agradecimento à Espiritualidade Maior e aos seus Mentores e encerra o trabalho.

Observações Tumarã – José Silva

O que é fé? Adjunto Gueluz

A palavra “fé” vem do latim (fides), do qual vem também a palavra “fidelidade”, qualidade de quem é fiel. Para os romanos, fé significava a materialização da palavra dada, o compromisso cumprido. Assim, a fé em Deus é a certeza de que a palavra Dele será sempre cumprida.
Muitos confundem Fé com a simples ideia de querer, ou crer intensamente. Mas Fé é atitude! É agir movido pela certeza do Amor Divino e da Divina Justiça. Não é ficar inoperante, à espera que Deus faça as coisas por nós. Ele nos dotou de todas as condições para fazê-las e nos concedeu liberdade para agir.
Quem vive a fé produz boas obras, assim como as boas árvores produzem bons frutos. Fé não é crença, é convicção, é certeza! Fé é a certeza que resta quando todas as outras deixam de existir! Quando temos fé, seguimos determinados por caminhos que outras pessoas julgariam ser impossíveis.
Fé não é teoria, é prática. Viva sua fé e você chegará a lugares muito melhores do que aqueles aos quais sonhou chegar. Faça por merecer o Amor que Deus dedica a você em cada segundo de sua existência!

Adjunto Gueluz, Mestre António Amoras

Realização na Doutrina – Tia Neiva

Somos muito realizados nesta Doutrina! Salve Deus!
E por isso, talvez, muitos de vocês se empolgam nestes conhecimentos e começam a insistir com as pessoas para se desenvolverem. Eu até não me importo!…
Então, depois, começo a me recordar desses erros que eu também já cometi. Quero alertar vocês, quero explicar para que tenham muito cuidado: cortem esses convites! São muito perigosos e nos trazem, inclusive, perigos pessoais, atrasos…
Em 1960, quando eu iniciava meu mestrado no Tibet, me apareceu uma família: uma viúva com um filho de 25 anos, mais ou menos, que bebia muito, casado e com dois filhos.
Eu achava – como vocês – que o Homem só se realiza quando se desenvolve. E pronto!
Comecei a insistir com aquela família para vir desenvolver aqui. Entre outras coisas, disse-lhes que o rapaz, com o desenvolvimento, ficaria bom. E ele ficou muito ligado a nós, e todos começaram a se desenvolver.
Um dia, vi o quadro do rapaz: em mais ou menos um ano ele ia morrer!
E então me arrependi de tê-los trazido para a UESB.
Mãe Nenê era quem se encarregava, com todo o amor, de doutrinar aquela família.
E o rapaz – o Zé Ratinho, apelido que tinha desde criança – ia à UESB por brincadeira. Mas deixou de beber. Ele ia à UESB para ficar na “rodinha”, totalmente sem sentimentos, sem qualquer coisa.
Um dia, um telegrama: o rapaz fora jogar bola, em Belo Horizonte, e morrera com um mal súbito.
Foi um choque terrível para todos, mas eu já esperava por isso. A reação da mãe é que me surpreendeu:
começou a se lastimar, dizendo que aquilo era castigo, porque haviam sido sempre tão católicos e agora não eram mais… haviam matado o seu filho querido por se tornarem espíritas!…
E isso durou muito tempo. Diziam, me culpando, que aqui só existia feitiçaria e tudo o mais. E eu tive a maior decepção do mundo com minha assistência àquela família.
Certa vez eu estava no Canal Vermelho quando ouvi uma voz chamar:
– Irmã Neiva! – e me deparei com o Zé Ratinho. Nessa época, todos me chamavam de Irmã Neiva.
Ele falou:
– Oh, Irmã Neiva, graças a Deus! Por que não aproveitei mais? Mas, por que Mãe Nenê não está aqui? Por que, por que não ouvi mais Mãe Nenê? Ela com aquela doutrina dela… Enjoada, né? Enjoada…
mas graças a ela que estou recebendo uma luzinha aqui! A senhora está boa, né, Irmã Neiva?
Então vi que ele jogara fora tudo o que eu tinha feito, todo aquele sacrifício. O que valera a ele, afinal, tinha sido a doutrina de Mãe Nenê! Fiquei decepcionada. Eu, que fizera tudo de bom (que naquele tempo eu pensava), via que a única coisa boa fora a doutrina de Mãe Nenê.
Mãe Tildes foi me dar uma explicação:
– É mesmo, filha. O Homem só sente, só é atingido depois que nasce quando ele tem qualquer convicção da vida fora da matéria, quando ele tem vontade…
E Mãe Tildes me explicou que minha missão aqui é esclarecer ao Homem a Doutrina, mas no coração e na mente…

Tia Neiva

Crises Existenciais – Pai João de Arruanda

É preciso coragem para modificar, para decidir e ousar. A vida, meu filho, só permite a vitória daqueles que ousam. que decidem, que realizam. Quando a crise visita os meus filhos, é que já é hora de modificar alguma coisa. A crise é sentimental? É preciso modificar a visão a respeito de si e do outro e promover as mudanças.

O amor só sobrevive se for alimentado, adubado e regado com carinho, doçura, pequenos gestos; enfim, uma série de coisas aparentemente pequenas, muito importantes para manter a vida sentimental. A crise é econômica? Que tal modificar a forma de gerenciar sua vida, seus negócios e suas próprias aspirações?

A crise, quando se apresenta na área social, é um convite à reavaliação de suas posturas, de sua forma de ver a vida e de seu envolvimento com o mundo e a sociedade. É preciso que as pessoas se sintam apaixonadas. Sem envolvimento. sem apaixonar-se por uma idéia, uma pessoa ou um ideal, a vida parece perder o sabor.

Qualquer crise, meu filho, é uma forma mais direta que a vida encontra de nos dizer que temos de modificar algo ou nós mesmos. Isso não é fácil, eu sei! Mas é possível realizar, os desafios existem para estimular a gente a crescer e encontrar uma saída mais simples, ou para nos empurrar rumo a uma solução que está muitas vezes ao nosso lado o tempo todo. É que a gente se acostuma fácil com a boa-vida e se acomoda.

“Deus ajuda a quem cedo madruga” — esse aforismo popular é um reflexo da mais pura realidade.

É preciso começar cedo a se organizar e procurar soluções. Quando falo em organização, meus filhos acham que é algo difícil de realizar. Mas afirmo que as coisas só são difíceis enquanto você achar que é difícil.

Quando os meus filhos decidirem que é preciso, que é possível, e assim aliarem sua vontade de realização ao conhecimento de sua necessidade, aí será fácil. Reclamar, chorar e adiar decisões não resolve problema algum.

Aliás, meu filho, tem algumas coisinhas que você poderá fazer em benefício próprio. Não adie aquilo que você tem de fazer. Adiar é uma forma de sabotar a si próprio.

Não procure culpados ou culpas, vá atrás de soluções e assuma sua responsabilidade. Aprenda a se organizar e agir.

Meus filhos estão acostumados a reagir e, então, não conquistam a vitória. Choram e lamentam, mas ainda isso é uma reação.

Seja uma pessoa ativa. Em vez de reagir, aja. Uma ação é muito mais inteligente do que uma reação.

É preciso ter coragem para mudar. As crises são o grito da vida nos chamando à modificação.

Pai João de Aruanda

O último adeus a Tia neiva (35 anos sem nossa mãe)

A Mãe de inúmeros filhos lentamente começa o seu retorno ao mundo espiritual. Todos seus filhos, GILBERTO, CARMÉM LÚCIA, RAUL OSCAR e VERA LÚCIA e mais milhares de outros filhos em todo Brasil, com a garganta apertada nada podem fazer diante da dor e da agonia de TIA NEIVA….

TIA NEIVA vai para U.T.I no HOSPITAL SANTA LÚCIA, seu amigo e Médico Dr. ITON DE BARROS, chama seus filhos e lhes diz: – O que a ciência podia fazer por vossa Mãe já o fez, nada tenho mais a fazer, leve-a para o VALE DO AMANHECER, quem sabe seus espíritos podem fazer alguma coisa…

Assim fora feito, no VALE, TIA NEIVA retoma seu vigor, o corpo mediúnico volta novamente a respirar com tranqüilidade com o bem estar de TIA NEIVA.

A madrugada já banhava a pequena cidade, o Vale com suas casas, onde luzes apagadas assinalavam que seus habitantes dormiam. Porém na CASA GRANDE, continuava sua agitação. O ADJUNTO ALUFÃ Mestre BARROS e o ADJUNTO ADEJÃ, Mestre FROES, acompanhavam o último médium que estaria recebendo sua classificação de Cavaleiro das Legiões… De repente TIA NEIVA levanta-se e diz ao Mestre Barros: É Meu Filho já é hora de ir para casa! – Mas ainda é cedo TIA. Responde Mestre Barros.

  • Mas eu vou, Meu filho para minha Casa, para meu Povo, pois já estou uma velha coroca e ando envergonhando vocês…

30 De OUTUBRO DE 1985, as Falanges Missionárias colocam sua roupa de gala e perfilam diante do restaurante da Casa Grande para homenagear TIA NEIVA… Sentada em sua cadeira de balanço, trajando uma indumentária de cor negra, diante do incômodo do oxigênio, os olhos tristes e profundos pareciam antever o seu próprio futuro… As Falanges Missionárias lhe entregam muitas flores. TIA NEIVA toma as flores em seu colo, levanta a cabeça e dá sua última mensagem: Meus filhos quero vê-los bem consigo mesmo.

TIA NEIVA abraça o ADJUNTO YURICY e lhe diz: Esta é minha filha e eu a amo de um modo muito especial Seria a última vez que TIA NEIVA reencontraria com suas FALANGES MISSIONÁRIAS, ali estavam Rainhas, Condessas, Sinhazinhas, Imperatrizes sob a força de MISSIONÁRIOS DE PAI SETA BRANCA com suas lanças na busca da libertação de suas dívidas transcendentais perfiladas num profundo silêncio ante a figura de sua MENTORA na Terra num último Adeus.

Há então a TROCA DE ROSAS, lá estavam TIA NEIVA E MARIO SASSI, como se num processo de despedida silenciosamente, ela incorpora sua entidade e trocam suas rosas num adeus final.

Aconteceu o que todos sabiam; mas ninguém queria aceitar TIA NEIVA PARTE PARA DEUS! Seus filhos doutrinadores e aparás do Brasil inteiro chegam para homenagear a Mãe Mentora. Em meio a dor da perda reinava uma atmosfera de paz e confiança. O seu ataúde fora colocado ao lado da PIRA e uma guarda silenciosa de Mestres se fez presente durante toda a noite, os MANTRAS, evocavam forças para mais uma fase da caminhada do Mestre Jaguar. Agora teriam caminhar com os ensinamentos e sem TIA NEIVA.

Amanhece o dia. O sol que muitas vezes fora venerado por TIA NEIVA, naquela manhã do dia 15 de novembro de 1985, nascera com seus raios numa beleza como que a reverenciar a nova ilustre habitante dos mundos espirituais.

Chega à tarde. O templo de fecha e novamente se processa um encontro que acontecera muitas e muitas vezes. Juntos estão os quatro filhos e sua Mãe. GILBERTO, CÁRMEN LÚCIA, RAUL OSCAR E VERA LÚCIA, só que para se despedirem… Na porta do templo uma camioneta fica estacionada. É coberta de flores. O Caixão é colocado. GILBERTO toma a direção e conduz sua Mãe em sua última caminhada por esse terceiro plano. O caminho para PLANALTINA fica todo coberto de pessoas e carros.

TIA NEIVA chega ao seu destino final… E baixa ao solo. 15/11/1985

Autor desconhecido

Tia Neiva sobre os médiuns que deixam o Vale

“Quero deixar bem esclarecido que os médiuns não devem se preocupar com o número de pessoas que entram e saem da Corrente. É natural que quando o Homem descobre suas faculdades mediúnicas corra para o Vale do Amanhecer. Chega até a incorporar, a fazer Iniciação e usar o escudo iniciático, etc. Sua mente, porém, não está preparada e seus chakras não chegam a ser desenvolvidos. Com isso, ele se desliga e vai embora. Não se preocupem: com a mesma euforia que entram, eles saem! Aos poucos eu irei explicando isso a vocês. Aqui só ficará
quem tiver convicção, pois Pai Seta Branca prometeu desenvolver sua tribo para o Terceiro Milênio. Por isso, só ficará aquele que é realmente um escolhido. Os que se vão nada perdem, pois, com essa breve passagem, conseguem aliviar seus carmas parcialmente, e são ajudados.
(Tia Neiva, 9.6.74)

Carta: O que é o Apará? Tia Neiva

ALMA LIVRE EVOLUÍDA! é o MESTRE APARÁ, que rompe o véu da Ciência, dos preconceitos, que transporta o transcendente, prescruta a alma, descreve com clareza e precisão. Quando mais simples, mais perfeito exemplo de amor do extrasensorial; cientista, se expande com fenômenos inexplicáveis dos surdos e mudos. É também a dor para os que desejam prova. É mais verdadeiro do que pensamos, pois o mundo é o seu cenário, onde desenrola os dramas da vida e da morte. Quando desejo explicar na minha clarividência, surge um foco diferente: é fenômeno especial.
Cada APARÁ é um ator diferente que exige seu cenário de acordo com o seu padrão. Com o auxílio de minha clarividência, vai além do impossível, o que não pode ser descoberto. Sua maravilha e distinção é que o APARÁ não dipõe de sua inteligência, vê-se tudo por natureza. Além, está impossível, muito menos descobrir, nem sequer pode ser pressentido pela inteligência, mesmo sendo a mais perspicaz servida por microscópio. Perfeito, constituído como é o APARÁ até agora.
SALVE DEUS MEU FILHO APARÁ, fui atpe onde me era possível, até onde me era possível, onde minha pobre analogia pode chegar, prevendo outras buscas de Evolução. Alma humana que provém de seitas ou de escolas, somente Castro Alves nos recorda com a figura do magestoso “NAVIO NEGREIRO”, que entre mil versos diz:

_ Auriverde pendão da minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra,
E as promessas divinas de esperança.

Era um sonho dandesco… O tombadilho,
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros… estalar de açoite…
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar…

Um de raiva delira, outro enlouquece…
Outro, que de martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

Foi então que neste quadro dantesco de dor, apareceu a figura de Nossa Senhora Da Conceição “APARÁ”; compadecia, chegava sutil e falava naquela era sofrida aqueles que por Deus ali estavam, sem carinho, sem esperança e sem amor. APARÁ, APARÁ; era como a chamavam. Ela manifestava entre eles dando força, soprando suas feridas. APARÁ! Hoje és na tradição deste exemplo, deste amor.
APARÁ, MEU FILHO APARÁ! Não esqueças, que outrora, na dor, Nossa Senhora Apará dos poderes infinitos, nunca ensinou a ira; muito menos a vingança ou riqueza, e sim humildade, a tolerância e o amor.
É tudo, filho querido do meu coração, que na tua graça singular é a história que ficou. Os teus poderes são todos os que disse, este pouco que pude dizer.

Com carinho, a tua Mãe em Cristo Tia Neiva
Vale do Amanhecer

Templos de Jesus – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Não há tema que mais me chame a atenção e tenha despertado tanta atenção quanto a frase do Trino Ajarã: TEMPLOS DE JESUS!
Mas, como seria esses templos?
-Seria os grandes templos, onde perfilam Turiganos,estrela sublimação, e até estrela candente?
-Aquele pequeno de palha, encravado nas aéreas isoladas da cidade, onde seu Presidente além de ministrar as atividades sacramentais, é o pedreiro, arquiteto e também o Doutrinador que sofridamente com sua Ninfa é todo o corpo mediúnico?
-E aquele templo que os médiuns procura a atenção de seu adjunto, que em meio as forças que podem despertar sua vaidade, consegue ser simplesmente o pai espiritual, se mistura em meio aos seus , que om o mesmo carinho que trata seus componentes, também o faz com seus pacientes…?
Como será realmente os Templos de Jesus que o Trino Ajarã se referia…
Pensemos em uma frase de Tia Neiva:
O DIA QUE UM FOR TRATADO DIFERENTE FUGIRÃO TODOS!
-Também fico a pensar no que Francisco de Assis ouviu:
-FRANCISCO CONSTRUA IGREJAS… NO CORAÇÃO DO HOMEM!
Já visitei muitos templos vi Adjuntos que são venerados, sim venerados por seus componentes, mas também vi outros serem temidos, pois seus Adjuntos com mão de ferro, conduziam seus médiuns como os trabalhadores judeus eram tratados na edificação das construções egípcias!
Me falta a compreensão e visão daqueles que enxergam com o coração, falta me ,quem sabe, esse amor que Tia disse ter o Doutrinador filho dela, o verdadeiro filho dela…
Mas, continuarei a buscar os templos de Jesus…
Mas quem sabe , esteja em nosso coração…?

Adjunto Adelano Mestre Gilmar Moreira

Criticar? Pai João

– Mas Pai João, Salve Deus! Eu não posso então criticar?
Tenho que ficar calado quando vejo tanta coisa errada?
Mesmo quando são coisas que eu posso ajudar
verdadeiramente a mudar? Afinal, eu sou o vice-presidente
deste Templo!
– Não meu filho, o que vocês precisam, para poder criticar
chama-se sabedoria! É possível falar firme sem gritar; é
possível usar de veemência sem rispidez; é possível
repreender sem ofender; é possível advertir sem afrontar;
é possível ser enérgico sem ser agressivo; é possível
conciliar autoridade e cordialidade.
Pai João de Enoque