Xingu é um rio afluente direito do baixo Amazonas. Nasce no Estado de Mato Grosso e sua extensão é de aproximadamente 1.980 quilômetros dos quais somente 180 são navegáveis devido às corredeiras. Seu leito se faz presente além do Estado de Mato Grosso, no Pará e, em sua maior extensão, no Estado do Amazonas. Em algumas regiões compreendidas pelo curso do Xingu, até pouco tempo atrás, havia tribos de indígenas que ainda não tinham mantido contato direto com a civilização e, mesmo nos dias atuais, o relacionamento é cuidadosamente mantido sob o manto da prudência.
Destas tribos, particularmente, Tia Neiva nos esclareceu sobre duas que sabemos tratar-se de velhos contemporâneos Jaguares, reencarnados nesta primitiva condição por suas necessidades kármicas na Lei de Causa e Efeito.
Há anos, objetivando uma preparação, a Clarividente começou a promover “visitas” em meio a estas tribos, iniciando um trabalho doutrinário que culminaria em nosso tempo nos alicerces para a realização do Trabalho de Sessão Branca.
Quando nossa Mãe Clarividente iniciou os primeiros contatos, comentou que estas tribos viviam no sopé de uma montanha, com um detalhe extremamente singular: o de possuir em seu meio, no cimo, um “Espelho D’água” de considerável dimensão. No transcorrer de outros contatos, verificou, também, que as tribos mudavam constantemente de localização embrenhando-se mata adentro, motivadas pelos rumores da aproximação do “Homem Branco”. Outro fato importante a ser registrado, é que as duas tribos, aqui mencionadas, viviam em guerra, e a partir das “manifestações” da Clarividente, a paz entre foi atingida.
Finalizando este breve histórico, esclarecemos que a Sessão Branca é uma grande bênção de Deus, que permite a manipulação de forças importantíssimas, tanto para os Médiuns da Corrente, como para estes nossos irmãos que vêm portadores de Energia Transcendental, força das matas, recebendo em troca os valores de forças doutrinárias – desobsessivas.
O trabalho de Sessão Branca, ou Xingu, é um trabalho muito importante para o Mestrado, porque tem ele a capacidade de reabastecer o mestre, de renovar suas energias.
É um trabalho onde incorporam índios encarnados, que ainda não tiveram contato com o mundo civilizado. A incorporação dura em média 15 minutos e os Aparás incorporam com as mãos fechadas.
No trabalho de Sessão Branca os índios recebem o nosso ectoplasma iniciático e nós recebemos deles as energias puras das matas frondosas.
Tem a finalidade de trocar ectoplasma e energias. Por isso a necessidade de habilidade do Doutrinador em tentar entabular um diálogo. A energia se desprende pela conversação e pelos “gritos de saudação e despedida” que emitem.
Nesse trabalho o médium se reabastece da força vital, da força do Xingu.
Kazagrande
Extraído do livro “Ao Centurião”
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Carta: O que é o Apará? Tia Neiva
ALMA LIVRE EVOLUÍDA! é o MESTRE APARÁ, que rompe o véu da Ciência, dos preconceitos, que transporta o transcendente, prescruta a alma, descreve com clareza e precisão. Quando mais simples, mais perfeito exemplo de amor do extrasensorial; cientista, se expande com fenômenos inexplicáveis dos surdos e mudos. É também a dor para os que desejam prova. É mais verdadeiro do que pensamos, pois o mundo é o seu cenário, onde desenrola os dramas da vida e da morte. Quando desejo explicar na minha clarividência, surge um foco diferente: é fenômeno especial.
Cada APARÁ é um ator diferente que exige seu cenário de acordo com o seu padrão. Com o auxílio de minha clarividência, vai além do impossível, o que não pode ser descoberto. Sua maravilha e distinção é que o APARÁ não dipõe de sua inteligência, vê-se tudo por natureza. Além, está impossível, muito menos descobrir, nem sequer pode ser pressentido pela inteligência, mesmo sendo a mais perspicaz servida por microscópio. Perfeito, constituído como é o APARÁ até agora.
SALVE DEUS MEU FILHO APARÁ, fui atpe onde me era possível, até onde me era possível, onde minha pobre analogia pode chegar, prevendo outras buscas de Evolução. Alma humana que provém de seitas ou de escolas, somente Castro Alves nos recorda com a figura do magestoso “NAVIO NEGREIRO”, que entre mil versos diz:
_ Auriverde pendão da minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra,
E as promessas divinas de esperança.
Era um sonho dandesco… O tombadilho,
Que das luzernas avermelha o brilho,
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros… estalar de açoite…
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar…
Um de raiva delira, outro enlouquece…
Outro, que de martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!
Foi então que neste quadro dantesco de dor, apareceu a figura de Nossa Senhora Da Conceição “APARÁ”; compadecia, chegava sutil e falava naquela era sofrida aqueles que por Deus ali estavam, sem carinho, sem esperança e sem amor. APARÁ, APARÁ; era como a chamavam. Ela manifestava entre eles dando força, soprando suas feridas. APARÁ! Hoje és na tradição deste exemplo, deste amor.
APARÁ, MEU FILHO APARÁ! Não esqueças, que outrora, na dor, Nossa Senhora Apará dos poderes infinitos, nunca ensinou a ira; muito menos a vingança ou riqueza, e sim humildade, a tolerância e o amor.
É tudo, filho querido do meu coração, que na tua graça singular é a história que ficou. Os teus poderes são todos os que disse, este pouco que pude dizer.
Com carinho, a tua Mãe em Cristo Tia Neiva
Vale do Amanhecer