Leito Magnético (Acervo Tumarã)

“O trabalho do Leito Magnético tem sua descrição no Livro de Leis, embora esteja faltando o Canto Especial que deve ser emitido pela missionária Dharman Oxinto, devido a seu caráter iniciático. Cabe a esta falange missionária o trabalho de baliza, isto é, a condução das ninfas missionárias que são convocadas pelo 1º Cavaleiro da Lança Reino Central para emitirem seus cantos. Devem ser duas as balizas e, caso não haja a possibilidade de ter a duas, pode ser usada apenas uma. Caso não haja missionária Dharman Oxinto para fazer o canto e havendo duas balizas, uma vai fazer o canto e a outra permanece na baliza. Não pode a missionária fazer o canto e depois ir para baliza. Se houver apenas uma Dharman Oxinto, não é feito o canto, e sim a baliza. Caso não haja sequer uma Dharman Oxinto para fazer a baliza, o trabalho não pode ser realizado, pois nenhuma outra falange missionária pode substituir a Dharman Oxinto na baliza. Também não pode a missionária fazer o canto – ou a baliza – e ir servir como ninfa do Cavaleiro. Esses detalhes são muito importantes porque o Leito Magnético é um trabalho de elevado poder desobsessivo e curador, realizado com a presença dos quatro Cavaleiros – Lança Reino Central, Lança Vermelha, Lança Rósea e Lança Lilás – que formam gigantesca malha magnética, como se fosse uma grande cúpula de cristal, que vai se formando pelas emissões e cantos dos mestres e ninfas, alcançando, geralmente, limites muito além do Templo. Necessita muita concentração e disciplina para que as emissões possam alcançar o mais alto que puderem. Por isso, deve ser evitada qualquer movimentação de médiuns que não estejam participando do trabalho no recinto da Mesa Evangélica, não se fazendo aberturas ou encerramentos de trabalhos dos médiuns e nem se realizando o trabalho de Mesa Evangélica. A única movimentação deve ser a das balizas que conduzem as ninfas.”

Observações Tumarã – José Silva

Livros de Leis é Soberano (Acervo Tumarã)

“Em Abril de 1999 foi lançada a nova edição do Livro de Leis e Chaves Ritualísticas, a que chamamos simplesmente Livro de Leis, que, segundo o Trino Arakem, é a forma definitiva, não sendo permitida qualquer alteração, devendo ser cumprido fielmente pelos médiuns e, principalmente, pelos Comandantes dos trabalhos e Sandays. O Trino Arakem assegurou que tudo o que ali está deverá ser feito, e o que não está não deve ser feito. Apenas será complementado pelas Leis que ali não constaram, como, por exemplo, o Casamento e o Batizado. Nestas nossas Observações procuramos tão somente detalhar e complementar as instruções, sem qualquer ideia de alterar ou modificar o que consta no Livro de Leis, que está acima de quaisquer críticas ou interpretações, e deve ser observado por todos os mestres e ninfas, independentemente de sua posição hierárquica na Doutrina.”

Observações Tumarã – José Silva