Hoje focado estaremos nestes termos orientadores no CO-MANDO deste setor, e iniciamos esta complementação ao mestrado, fazendo-se entender de que nesta doutrina, no Vale do Amanhecer o MANDO ou COMANDO MAIOR pertence sempre aos que já obtiveram sua iluminação e evolução junto aos planos espirituais e hoje nos auxiliam como MENTORES DESTA CORRENTE, ou seja, o COMANDO MAIOR PERTENCE AOS PLANOS ESPIRITUAIS.
No caso deste setor, estando o Templo na fase evangélica ou até mesmo na iniciática (dos Sandays), seu comando pertence a entidade PAI JOAQUIM DAS ALMAS DE ENOCH ou ENOQUE. Relevante saber também que o POVO “DAS ALMAS” possui um nobre papel de trabalhar na formação técnica dos outros povos que irão ali prestar sua assistência, haja visto que nem todos os Nagôs trazem o mesmo “PREFIXO”. Sua importância é significativa no bom encaminhamento das ALMAS PRESAS AO ETÉRICO DA TERRA.
Saber lidar com as “ALMAS PENADAS” não é trabalho fácil, pois todas estão em constante e diversos sofrimentos, por isso denominadas foram de ESPÍRITOS SOFREDORES.
Contudo ELES em sua grande maioria não terão mais condições de encarnar na Terra por conta da acentuada fase da Transição Planetária, mas precisam de ajuda, de tratamento, para que sua recuperação lhes garanta a continuação de suas jornadas evolutivas que ficaram estagnadas pelos erros cometidos e ainda não reajustados devidamente diante da Lei do Kharman.
Todo CO-MANDANTE, tem o dever de estar consciente do seu papel de subordinação aos componentes de PLANOS SUPERIORES e neste trabalho NÃO PODE SER DIFERENTE, sob pena de seu ENVAIDECIMENTO ou SOBERBA vir a impedir que o tratamento dos pacientes seja continuado. É comum, infelizmente tomarmos ciência de mestres que não agem com elegância, educação e devida técnica quando escalados para cuidar deste ambiente de atendimento, e por vezes maltratam quem vem atender e quem vem ser atendido.
Se o Recepcionista Japuacy é tido como o CARTÃO DE VISITAS DESTE AMANHECER, o mestre à frente deste setor não pode em hipótese alguma negligenciar a oportunidade de dar continuidade no bom atendimento feito na entrada do Templo, ou até mesmo se for o caso de recuperar a confiança no sistema oferecendo um atendimento melhor do que o que já foi ofertado no início.
O bom comandante deve saber ser o misto da EDUCAÇÃO e FIRMEZA, pois às vezes os encarnados que nos procuram, depois de certo tempo de frequência já se sentem meio “donos da casa” e passam a exigir regalias e condições “especiais”, isso sem falar naquele médium da corrente que abre mão da LEI DO AUXÍLIO para ser servido e por vezes costuma desconsiderar a posição de trabalho de seus semelhantes e lançar orientações e até ordenamentos sobre os mesmos como se ali estivesse ESCALADO PARA COMANDAR!
Enfim, já registramos em outras oportunidades que CO-MANDAR não é uma tarefa simples, tampouco sempre agradável como é comum se pensar sobre e para exercer bem esta função itinerante precisamos antes conhecer os mínimos detalhes da ritualística de trabalho, as funções existentes, as energias e entidades envolvidas com aquele conteúdo, horários, ou seja, tem que conhecer as Leis e isso nada tem haver com decorá-las, pois é preciso ENTENDER, ter consciência do que se propõe a realizar.
Outrossim, que fique claro que ninguém é obrigado a aceitar uma escala de comando se não sentir-se ainda “ESCOLADO” para tal missão e neste aspecto entra a humildade de entender que cada um tem seu próprio tempo de aprendizado e quanto mais participações neste ou naquele ritual, utilizando-se da boa e velha ferramenta da observação silenciosa, vai se aprendendo mais e mais com os erros e acertos do nosso próximo. Lembrando que a crítica mais construtiva que existe é aquela que direcionamos para nós mesmos na busca do aperfeiçoamento de nosso ser e estar. Há muito ainda que se falar sobre o CO-MANDO DOS TRONOS, mas daremos um passo de cada vez, Salve Deus!
Mestre Numanto