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Faço o que eu quiser – Kazagrande

Nosso livre-arbítrio é o fiel da balança!
Tudo posso, mas nem tudo me convêm.
Meus irmãos e irmãs, é necessário que aprendamos a escolher sem sofrer. E falando em sofrer, lembremos que o próprio sofrimento não deixa de ser também uma escolha.
Quando nos ferimos, ou somos feridos, temos sempre a opção de perdoar, de nos perdoar, e, após um breve período para a necessária absorção energética, seguirmos adiante sem ficar remoendo as mágoas do passado.
Consideremos que as perguntas para nortear nossas escolhas são muito simples: Agir assim, pensar assim, falar assim, me fará bem? Fará bem aos outros?
Com esta resposta já podemos escolher com segurança. Podemos escolher nossa atitude, sentimento ou pensamento, e decidir se devemos mantê-lo!
Não existe justificativa para seguirmos sofrendo com ações passadas que não nos fizeram bem e cuja energia impregnada pode seguir nos fazendo mal. Valerá a pena? Por isso afirmei que o sofrimento também é uma escolha! Ao sermos feridos não vale a pena seguir com o pensamento atrelado a dor sofrida, tem que perdoar e seguir em frente. E perdoar de verdade é esquecer! Não é isso que pedimos aos nossos cobradores quando os encontramos no Angical, ou no Julgamento?
Temos também que nos perdoar, deixar de sofrer com nossos próprios erros. Somos humanos e a Terra é um planeta escola. Erramos e somente a consciência de que podemos e devemos fazer melhor é que nos dará alento de prosseguir na jornada. Ficar estagnado se culpando e pensando que “poderia ser diferente”, não vai resolver nada. Daqui tiramos a segunda grande pergunta a ser feita antes de uma escolha: “Vai resolver?”. Simples assim: Resolve se revoltar, se culpar, jogar a culpa em algo ou alguém? Não!
Apesar de termos um plano espiritual traçado para esta encarnação, somos senhores de nossos destinos! Vai fazer bem? Resolve? São duas pequenas máximas a serem levadas à reflexão na hora de nossas escolhas. Guarde em seu coração estas perguntas e antes de permitir que qualquer negatividade persista em sua mente e coração, responda com sinceridade, assim poderá seguir adiante evoluindo e sem sofrer.
Kazagrande

Tudo é Doutrina, ou nem tudo é Doutrina – Kazagrande

A empolgação inicial dos que encontram a Doutrina do Amanhecer é natural. Descortina-se um véu de explicações que julgavam ocultas e abrem-se oportunidades de praticar o bem além de tudo que se podia imaginar.
Muitos iniciantes perdem-se nesta empolgação e mergulham no fanatismo, julgando que tudo pode ser resolvido com um “Obatalá” ou uma mensagem dos céus. A situação piora quando encontram, e escutam, algum veterano deste fanatismo.
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
Sim, a Doutrina explica e abre nossa mente para verdades espirituais e apresenta a oportunidade de compreender melhor o mundo em que vivemos. A Doutrina nos torna (ou deve tornar-nos) mais tolerantes, mais compreensivos, permitindo olhar a vida além dos aspectos materiais e das necessidades básicas do ser humano.
Porém, cada um é responsável exclusivamente pela sua jornada! Todos temos o livre-arbítrio e podemos decidir que caminhos trilhar, ou quais opções podem ser consideradas. Logo, de nada adianta pensar em consertar o mundo querendo esclarecer os outros da realidade espiritual. É preciso que cada um trilhe seu caminho e encontre a sua verdade, o seu caráter e a sua própria evolução. Nosso papel é encaminhar espíritos! Estes já não possuem mais o corpo físico e suas possibilidades são limitadas à condução do padrão mental que os envolve. Um espírito sempre estará onde seu padrão mental o conduzir. Por este motivo somente chegam ao templo aqueles que demonstram alguma chance de recuperação breve e real.
Interferir na caminhada de outras pessoas, ou mesmo espíritos, é chamar para si uma responsabilidade, um karma, que não temos como mensurar se realmente temos conduções de assumir.
Interferimos na vida das pessoas (encarnadas) quando tentamos forçar uma compreensão, tentamos arrastá-las para o templo, ou quando mergulhamos em discussões improfícuas sobre religião. Não somos religiosos! Somos missionários na condição de cientistas espirituais, ou seja, aqueles que podem explicar para quem vem nos procurar, mas não para sair por aí buscando adeptos. Quem tem que chegar, chegará na hora certa, sempre.
Interferimos na caminhada de um espírito quando, usando nosso conhecimento e a força de nossas consagrações, para trazer “na marra” um espírito que ainda não está preparado, ou que não atingiu o merecimento, alguém que não “estava na fila”. Como assim? Quando decidimos resolver um problema espiritual, nosso ou de alguém, “mandando” nossos Mentores trazerem tal espírito para ser doutrinado, ou encaminhado. Pelas nossas consagrações, ou pelos nossos bônus, os Mentores atendem, mas a responsabilidade do que for acontecer é nossa.
Um pequeno exemplo: Um doutrinador que, ao terminar a doutrina, antes do Obatalá, sempre registrava “você será encaminhado às casas transitórias de São Francisco de Assis”… Certa vez, em um trabalho de tronos, Vovô Indú o alertou:

  • Meu filho, este espírito que você com tanta perfeição encaminhou quer ir para onde você prometeu.
  • Graças a Deus, Vovô. Então tudo correu bem?
  • Mais ou menos, meu filho. Ele não tem bônus para chegar tão longe, tão rápido. Seria encaminhado para os primeiros socorros em tendas formadas no limite da primeira dimensão antes do etérico.
  • E ele foi para lá então?
  • Não, ele foi para onde você registrou e ele cobrou.
  • Mas ele não tinha bônus, como foi isso então, vovô?
  • Oras… Ele usou seus bônus, foi você que prometeu.
    Salve Deus!
    Kazagrande

“Nada do que provém da luz é inútil!” Kazagrande

Sempre insisto muito com esta frase pelo fato de ser uma verdadeira “chave” para desmistificação. Uma entidade, uma intuição, uma comunicação, somente será proveniente da Luz, se efetivamente trouxer algo bom e produtivo.
Infelizmente existem os médiuns que levam os desejos de sua personalidade para um trabalho espiritual, onde somente a Individualidade deveria permanecer, e com isso apresentam perguntas desprovidas de real valor espiritual para um missionário interessado em cumprir sua missão de auxiliar aos menos esclarecidos e encaminhar nossos irmãozinhos.
Vamos refletir com clareza sobre a necessidade de interrogar uma Entidade sobre encarnações passadas, por exemplo. Primeiramente, sabemos que tivemos a bênção do esquecimento, provida por Deus, pela necessidade de estarmos livres de preconceitos, em uma nova jornada e para não nos prendermos às tristes lembranças de um passado onde falhamos por não saber amar.
Especular sobre este assunto é uma grande falta de preparo para quem assume uma missão a ser cumprida na Individualidade. É mais do que isso, é uma total insensatez! Querer saber se foi rei ou rainha, comandante ou princesa, se teve riquezas, reajustes com histórias dignas de virar filmes… Salve Deus!
Qual a utilidade? Se houver alguma, a informação chegará em uma hora precisa e sem a necessidade de qualquer pergunta a respeito. Por vezes, em um reajuste pesado, nossos Mentores consideram que poderá ser de valia se você tiver consciência que passa pela situação, em função de um passado vivido e que pode lhe ajudar a aceitar o presente. Mas, isso chega naturalmente, sem perguntas, sem forçar!
Insistir com questionamentos infantis é buscar a mistificação! Pensemos em como fica o médium incorporado ao “ouvir” este tipo de questionamento. Por vezes a Entidade até “vislumbra” o passado do inquiridor, mas sabe que de nada valerá expor a situação de um passado esquecido pelo amor de Deus! E o médium, acuado pela insistência das perguntas, por vezes acaba “soltando” o quê não deve, ou até mesmo mistificando uma comunicação.
Não posso crer que seja tão difícil compreender que ao entrarmos no Templo uniformizados, não somos mais o José, ou a Maria! Somos “o nosso espírito”, dotado de uma experiência transcendental e que está ali somente para servir! Para se doar!
Do contrário, será apenas um paciente de uniforme! Paciente pode tudo, pode perguntar o que quiser, chorar todas as suas mazelas e receber o consolo e apoio pela emanação das Entidades. Sabemos que JAMAIS uma Entidade de Luz proverá o que não seja verdadeiramente útil.
Impensados doutrinadores com perguntas pessoais, tomando o tempo de atendimento dos necessitados, ou vaidosos aparás com “historinhas” de encarnação e vidências sem qualquer aproveitamento útil, não passam de pacientes de uniforme!
É hora de avaliar nossa conduta! De sentir nossa missão! É hora de compreender que quando vamos ao Templo, vamos para servir, e não para ser servidos ou manifestar nossos pensamentos pessoais. Do contrário, é melhor continuar como paciente. O médium que assume sua missão, é aquele que compreende que tem o quê fazer pelos outros, e coloca sua missão acima de seus desejos pessoais. Coloca seu uniforme para abandonar a personalidade e identificar-se perante a Espiritualidade como Servidor da Luz.
Havendo necessidade, a mensagem chegará! Nos Tronos, em um Alabá, em um Angical… Sem precisar perguntar, sem forçar, apenas porque nossos Mentores sabem nossas reais necessidades, e, no momento em que estivermos preparados, e houver utilidade, tomaremos conhecimento do que nos é proveitoso.
Kazagrande

O destino de um Elítrio – Kazagrande

O destino de um espírito que foi reduzido à forma de elítrio (ovóide) não pode ser definido genericamente, pois, independente da atual situação em que se encontra, ele possui toda uma trajetória espiritual, que o conduziu a tal forma. O reajuste na forma de elítrio pode acontecer de diversas maneiras, e seu encerramento é que determinará qual seu novo destino.
Podemos exemplificar algumas situações, porém não temos como determinar qual delas, ou se alguma delas, será o novo caminho a ser percorrido por este sofrido espírito.
Entendemos que para um espírito ser reduzido à forma de elítrio, ele deve ter passado por situações muito difíceis, e por que não dizer “cruéis”, provocadas pelo seu algoz (causador da dor que levou aquele espírito à forma de elítrio), que agora deverá receber a devida cobrança. Porém, pelas benções da Espiritualidade, que não poderia permitir uma cobrança insana estendida por diversas encarnações, a vítima, envolta nas mais pesadas vibrações de vingança, acaba sendo recolhida e, passando por uma estufa, é reduzida à forma de elítrio, sendo implantada, com o consentimento do algoz, em seu corpo, para, no momento determinado, iniciar seu processo de cobrança, normalmente por intermédio de enfermidades.
Vejamos alguns casos: O algoz mantém suas condutas erráticas e acelera a cobrança, fazendo com que o elítrio inicie logo seu reajuste, provocando enfermidades e até o desencarne.
Outra situação: O algoz, movido por sua consciência espiritual, procura ter uma vida produtiva, pratica o bem e acaba anulando as vibrações negativas do elítrio, promovendo sua libertação no tempo determinado, sem ter sido muito afetado.
Também pode acontecer, do merecedor da cobrança procurar um auxílio espiritual, em nosso templo, por exemplo, e lá sentir-se tocado pela necessidade em trabalhar espiritualmente. Seus Mentores, ao avaliar todo o quadro, podem concluir que ele será mais útil se for liberto daquela cobrança para melhor servir. Assim promovem a libertação do elítrio.
Um paciente, onde os Mentores verificam que a atuação do elítrio está “além da conta”, também podem encaminhá-lo para a Junção, e pelo poder luminoso do trabalho, ser libertado. Por este motivo só pode passar na Junção os que forem efetivamente recomendados, pois, se passam pelo trabalho sem recomendação e o elítrio acaba sendo libertado “antes do tempo e/ou merecimento”, as consequências podem ser terríveis.
Recordo um caso em que o Comandante, ao ver um paciente em cadeira de rodas saindo da Cura, questionou-lhe se não iria passar na Junção também, e foi colocando-o para dentro sem que ele tivesse obtido a recomendação nos Tronos. Tia Neiva estava no Templo… Em passos rápidos se dirigiu ao comandante e falou:

  • Meu filho, você colocou aquele paciente na cadeira de rodas para a Junção, ele tem um elítrio na coluna que o impede de andar. Se ele passar na Junção irá libertar o elítrio e poderia até voltar a andar.
  • Então fiz uma coisa boa, né Tia?
  • Não meu filho, o objetivo da encarnação dele é reajustar com este elítrio, se remover o elítrio, ele vai desencarnar, porque a encarnação perderá o sentido, agora se vire para tirá-lo de lá!
    Salve Deus!
    Outra situação é quando procuramos um curandeiro que possui o dom para remover os elítrios por pagamento, sem a permissão divina (sim, eles existem). O elítrio, retirado do corpo sem ter completado sua cobrança, ou sem ter sido concluído o reajuste, irá manifestar sua ira com muito mais intensidade ao perceber que sua oportunidade de reequilíbrio foi interrompida. O novo encontro será muito pior!
    Enfim, o destino de um elítrio dependerá sempre de vários fatores. A maneira como foi libertado, ou removido, o grau de reajuste cumprido e a própria trajetória espiritual daquele espírito que, embora inconsciente na forma de elítrio, ainda possui uma individualidade a ser respeitada. Outros fatores ocasionais, como um elítrio removido por magia negra, para ser usado como escravo por espíritos negativos, também poderia ser citado, mas é um tema extenso e digno de outros relatos.
    Kazagrande

O que falar no Angical? Kazagrande

O Angical é um trabalho da mais alta importância para o corpo mediúnico. Seria bom que pudéssemos participar de todos os Angicais do ano.
O Angical é uma oportunidade única de conversar abertamente com uma vítima do passado. Uma das maiores provas que um Doutrinador, ou um Apará, podem passar.
Inicialmente o Angical era restrito aos reajustes de nossa encarnação coletiva dentro da “Era dos oito”… Mas como o avinhamento do trabalho, e o crescente aumento de médiuns, muitos sem nenhuma ligação com esta passagem, espíritos de outras encarnações passaram a ter a oportunidade de encontrarem-se com seus devedores… Conosco!
Passei dias procurando o que escrever sobre este trabalho sem cair na mesmice das descrições de funcionamento, do ritual e da parte técnica, hoje, porém encontrei o que realmente nos falta.
Como comunicar-se com nossos cobradores!
Primeiramente o Preto Velho ou Preta Velha vai incorporar, dar sua mensagem e passar as primeiras informações sobre o espírito a ser recebido. Suas condições de revolta, de mágoa, sua atual situação… Nem sempre irá descrever a situação específica onde o desajuste ocorreu, pois demanda uma grande sintonia do Apará e uma segurança incontestável do Doutrinador, que normalmente está um pouco receoso sobre o que vai acontecer.
Ao chegar nosso irmãozinho, damos as boas-vindas, agradecemos a oportunidade, fazemos uma doutrina básica sobre o lugar, a missão desenvolvida e nossa atual condição, de espíritos encarnados em busca e a serviço da luz, que daquele momento em diante ele tem a oportunidade de falar. Não havendo uma comunicação imediata, deve-se voltar à doutrina, buscando sempre esclarecer que não somos mais as mesmas pessoas, que temos consciência que muito erramos no passado, e que hoje nossa missão é buscar reparar estes erros, mesmo sem saber exatamente quais são, devido a bênção do esquecimento pela reencarnação; estamos dispostos a encontrar uma forma de reajustar, de oferecer nosso trabalho como forma de auxiliar encontrar um mundo melhor do que aquele que por hora vive.
Normalmente esta segunda colocação, provoca o espírito a falar sobre suas atuais condições, e afirmar que você em parte, ou totalmente, é o culpado pela sua atual condição. Os relatos do irmãozinho têm duas finalidades: Primeiramente lhe fazer sentir culpado, arrojando sobre você a culpa de todas as desgraças pelas quais tenha passado; e, por segundo, a bendita troca de energias. Ao permitir que o espírito fale, ele coloca para fora suas energias pesadas dando espaço a receber toda a emanação de luz e amor, presentes na grandeza do trabalho de Angical. Por isso, durante todo o tempo de conversação, a limpeza de aura não deve ser esquecida, pode ser feita com menos frequência do que durante a doutrina propriamente dita, porém não pode ser deixada de lado.
Temos que ter a consciência de que nossa missão é encaminhar aquele espírito! Ele é o nosso paciente ali. Não importa o quanto de detalhes ele irá fornecer sobre nossa encarnação passada. Isso é o que menos conta, pois ele sempre dará a sua própria versão, e aproveitará a oportunidade para nos culpar de tudo, esquecendo suas próprias falhas, e o que ele possa ter feito para contribuir com sua atual situação.
O esclarecimento de que, ele pode sim, ir para um lugar melhor, é importante. Deixar claro que a oportunidade chegou, que pelas bênçãos de Deus este reencontro tem a finalidade de proporcionar-lhe uma passagem de reencontro com o perdão.
Não fique pedindo perdão, você não tem a consciência de seus atos passados, mas esclareça que todos temos os nossos erros, e nossos cobradores. Somente semeando o perdão é que podemos pedir perdão aos outros aos quais devemos. Assim, ele poderá compreender que, em algum momento, ele também se encontrará com seus próprios cobradores, e a atitude dele ao perdoar seus devedores também será levada em conta.


Não se trata de convencer o espírito a lhe perdoar. Isso seria uma atitude egoísta. Sua missão é encaminhá-lo, é fazer ver que a atual condição dele não é boa, e o etérico não é seu lugar. Ele é um espírito que, acima de qualquer coisa, ainda tem em seu peito a centelha Crística que brilha, mesmo escondida pela capa de energia pesada que o envolve neste plano ao qual não pertence.
Aos poucos, vá mostrando que você hoje é uma pessoa diferente. Que, embora assuma que tem muitas falhas, colocou-se a caminho de Deus. Que deseja sinceramente tornar-se uma pessoa melhor e sente que ele também merece esta oportunidade, de ir em busca de uma vida melhor.
Algumas vezes o espírito tem alguma hierarquia no plano em que vive. Esse é um ponto delicado. Pois seu temor de perder as conquistas que teve no etérico, adquiridas normalmente através de muita dor, pode fazer com que ele se recuse a seguir para a luz. Imagine que um general não irá aceitar tornar-se um mero soldado do “outro lado”.
Esta recusa, por parte do espírito, tem uma contra argumentação bastante efetiva: Fale de você! Mostre que sendo você a pessoa que o feriu, que o magoou, que era talvez bem pior do que ele, conseguiu voltar-se para Deus. Obteve a oportunidade da reencarnação para esta bendita escola e hoje, ainda encarnado, sente que vale a pena ser um soldado da Luz. Agora passo a passo vai conquistando sua hierarquia também na luz. E sem os dramas, dores, perseguições que se passam quando se está no etérico.
Fale que na Luz se pode confiar. Não existe o perigo eminente da traição. Daqueles que hoje ocupam um posto inferior e que esperam ansiosamente uma forma de derrubá-lo. Na Luz a fraternidade é real, a conquista é meritória e o amor é que impulsiona a todos! Desperte neste irmão a vontade de viver de uma forma diferente. Sem a tensão do dia a dia que enfrenta.
Durante este tempo todo de conversação, permita ao irmãozinho ir falando, argumentando, nunca se revolte ou coloque qualquer sentimento negativo. Assuma os erros, independentemente de serem reais ou engrandecidos por ele. Sinceramente você não faria tudo de novo, porque acredita no caminho que agora trilha e lhe faz uma pessoa melhor. Continue limpando sua aura e tendo em mente seu objetivo principal de amar incondicionalmente aquele que lhe foi enviado!
Este amor, ao conversar, ao doutrinar, ao limpar a aura, ao falar com segurança é o último a ser abordado. É a Chave de Ouro para encerrar o trabalho! Afinal, todos desejam ser amados. Encontrar seu grande amor perdido em alguma das estradas de nossas muitas vidas. Falar deste amor, da necessidade de poder confiar, da paz!!! Sim, isto realmente comove o espírito. Pois são sentimentos que ele não desfruta e sente seu coração clamar por eles. Desperte nele a vontade de ir em busca deste tempo perdido! De voltar a amar! A confiar e redescobrir o sentimento de paz, de verdadeira paz que há tanto tempo não sente.
Explique que ele tem o livre arbítrio. Que não é obrigado a nada que não queira, desta forma ele deve dar a si mesmo a oportunidade, de ao menos ir conhecer o outro lado. Que se ele não gostar… Que volte para onde está! Mas que ao menos vá conhecer o que deixou para trás.
Ao sentir a aceitação, ao sentir que despertou neste irmão sua vontade de reparar o tempo perdido, coloque toda sua emoção, todo seu amor e finalize a doutrina pedindo por ele! Deseje boa sorte, e que Deus Pai Todo Poderoso ainda permita um dia se abraçarem nos Planos Espirituais.
… Oh! Obatalá…
Muitas vezes, ainda no meio da conversação, nosso irmãozinho pode recusar-se a continuar ouvindo, e o Preto Velho voltar. O mentor responsável por este trabalho irá lhe auxiliar a como conduzir o restante da conversação, orientando e explicando o que ainda falta ser dito, ou mesmo corrigindo algum relato feito na versão do irmãozinho. Isso para tranquilizar e trazer a segurança na conclusão do trabalho.
Então trará de volta nosso irmão para a conclusão.
Também para o encerramento, a Entidade vem trazer sua bênção e recomendação final.
Meus irmãos e irmãs, queria descrever a parte técnica deste trabalho, mas achei que todos já devem ter lido e relido as Cartas de Tia Neiva sobre o Angical, já devem ter escutado muitas observações sobre como começar e encerrar, e também já decorado toda a ritualística. Logo me restava falar sobre a comunicação com nosso irmãozinho. Este é o verdadeiro objetivo! Vejam que nossas oportunidades para isso são poucas. Além do Angical, apenas excepcionalmente em alguns trabalhos de julgamento, e nos Tronos Milenares, é que podemos ter esta grandiosa oportunidade.
A restrição das comunicações com espíritos chamados sofredores, é justamente em virtude da necessidade de grande preparação para este evento. Somente 12 trabalhos por ano! Enquanto não se sentir devidamente preparado para doutrinar, ou receber um espírito, que poderá apresentar as mais diversas argumentações, e até mesmo desestruturá-lo com seus relatos, você pode continuar na Mesa do Angical. Lá passam os mesmos espíritos, só que já preparados pela Espiritualidade, pelos seus Mentores, para receber a doutrina daquela forma específica.
Para formar um par no Angical deve-se ter a consciência da responsabilidade que é esta comunicação. A oportunidade única de dialogar e colocar em prova toda sua experiência doutrinaria!
Um trabalho essencial para os que desejam evoluir dentro da doutrina, compreendendo as próprias falhas sem deixar baquear-se por elas.
Kazagrande
Extraído do livro “Ao Centurião”

Leilão (Acervo Tumarã)

O espírito reencarna, obedecendo a um plano preestabelecido, onde, dentro do respeito aolivre arbítrio e às necessidades de aliviar seu carma, se propõe a enfrentar suas dificuldades em sua jornada na Terra. Seus compromissos, sua missão, tudo é previamente definido – e aceito. Todavia, como nos relatou Tia Neiva, chega um momento em que aquele espírito se desvia da rota que foi traçada. Esquece sua missão, e passa a agir de modo altamente prejudicial junto àqueles que lhe
foram confiados. Fora da conduta doutrinária, infringindo a Lei Física, sem amor, sem atuar na Lei doAuxílio, e, o que é mais grave, aumentando seu carma pela geração de maiores conflitos e reajustes,
seu padrão vibratório afasta seus Mentores e ele cai, cada vez mais fundo, num abismo sombrio. Então, a Espiritualidade faz o leilão daquele espírito, isto é, ele é acolhido pelo irmão Inluz que der
maior lance, em bônus, e passa a escravo de grandes líderes das Trevas, sendo seu desencarne provocado antes do tempo previsto. Os bônus entregues em pagamento enfraquecem aquele que o
adquiriu e são usados para resgatar outros espíritos que tenham cumprido suas penas no Vale das Sombras. Esse é um alerta muito importante para Adjuntos e Presidentes de Templos do Amanhecer, em particular, e para o mestrado em geral. Nossos compromissos cármicos e nossa missão, que nos foi confiada por Pai Seta Branca, devem merecer toda a nossa atenção, todo nosso cuidado com a conduta doutrinária, para que não sejamos, por atitudes impensadas, leiloados no Plano Espiritual. É uma situação dramática e altamente perigosa para o espírito. O espírito leiloado recebe sua condenação e, pela força do Cavaleiro da Lança Negra – Chapanã – é retirado precocemente de sua encarnação. Conforme o grau de degradação, o espírito pode nem ser leiloado, mas sim desintegrado – o que de pior pode acontecer, pois morre em dois planos e, neste caso, deixa de existir! Um belo exemplo é o de Ditinho, cuja história consta do SUPLEMENTO I, no final deste trabalho. Observações Tumarã – José Silva

Pagar com dinheiro – Kazagrande

Quando se paga com dinheiro


A forma “mais barata” de pagar uma cobrança espiritual é com dinheiro.
Muitas vezes nos revoltamos quando sofremos perdas materiais, quando sofremos uma injustiça que nos gera grandes prejuízos econômicos ou nos deparamos com pessoas mesquinhas, que, aproveitando-se de uma situação, querem nos explorar e receber muito mais do que aparentemente lhes é de direito ou mesmo de bom senso.
Nestas horas é preciso refletir muito, evitar cair em desequilíbrio e controlar nosso padrão vibratório, para não gerar uma nova corrente negativa que nos envolve e acaba gerando um verdadeiro “efeito cascata” em nossas vidas, atraindo novas dívidas e mais pessoas mesquinhas.


Sofrer uma injustiça, ou ter um grande prejuízo material, é muito pouco face a tantos atos do passado que ainda temos que reequilibrar. Nosso karma, de espírito líder, de guerreiros, é pesado, e toda energia um dia desequilibrada, terá que ser reajustada. Lembremos ainda que estamos com a possibilidade de ser esta nossa última encarnação terrestre, e por conseguinte, as oportunidades de reajustes chegam velozmente.
E quando a cobrança vem em forma de lhe tirar a saúde? Ou pela traição da pessoa amada? Ou ainda pela perseguição insensata e odiosa daqueles que um dia ferimos por não saber amar? Seria muito pior!
A maneira mais simples e barata de pagar um reajuste é “com dinheiro”. As perdas materiais podem ter um grande significado, mas é apenas momentâneo! Dinheiro se atrai novamente, emprego encontra-se outro…, mas e a saúde? E a forte dor moral da traição?


Não é hora de esbravejar e sentir-se o mais injustiçado dos mortais ao viver seus prejuízos materiais.
É hora de agradecer! Agradecer a oportunidade do reajuste, e pedir que consiga manter o equilíbrio para superar esta etapa e ver que somos reflexos de nossas reações, de nossa atitude mental ao nos depararmos com as dificuldades. Se aprendemos a reagir bem, a encarar o lado positivo dos fatos (e sempre há uma maneira para isso), iremos superar com mais facilidade e semear novos e agora positivos encontros!
É natural sentir uma revolta inicial, mas esta não pode passar dos primeiros minutos, até a reflexão chegar e trazer de novo o necessário equilíbrio e positividade. Como médiuns, e principalmente como Jaguares, não podemos permitir mais do que alguns minutos negativos, pelo impacto inicial, mas, absorvida a energia, manipulada por nosso plexo e consciência, voltamos à sobriedade que pregada pelo Divino Mestre: Amor, HUMILDADE e TOLERÂNCIA.
Kazagrande

Sobre a Prece de Sabá – Dihonny Cardoso

Salve Deus meus irmãos!
Sem dúvidas a Prece de Sabá é uma das mais potentes armas que temos neste Amanhecer! Principalmente contra o desanimo e as baixas na fé, o que é compreensível dadas dificuldades inerentes a oportunidade encarnatória para cumprir nossos reajustes!
Esta Prece tão especial foi trazida até nossa Mãe por intermédio do Trino Tumuchy Mestre Mário Sassi, ele a apresentou um Livro de Instruções do “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento” que já existia muitos anos antes do nosso Sistema.
Nossa Mãe, certamente orientada pelos Grandes Iniciados adaptou ao formato de uma Prece poderosa, o que antes era um Trabalho dividido em 7 dias com afirmações de poder interior!
Nestes dias tão cheios de desafios, nos quais tanto tem sido exigido da nossa fé, aproveitemos este imenso poder!
Façam diariamente esta Prece e o maior benefício e afastar de dentro de dentro de ti qualquer dúvida sobre sua Força interior, que é e sempre será capaz de te fazer vencer a todos os desafios! Firma te na FÉ!
Deus abençoe a todos!
Trino Herdeiro Adomirã
Mestre Dihony Cardoso

Previsões que ainda não aconteceram – Adjunto Adelano

Salve Deus! Em uma postagem do Mestre Ajuvano sobre a estrela candente me levou a questionar algumas coisas, vamos as postagens:
“E agora a Estrela vai começar a fazer curas”
“Esta estrela vai ser a romaria do mundo”
“Esta água, principalmente para surdo e mudo, ela vai fazer fenômenos de imediato”
Também Tia Disse:
Meus filhos, logo vocês terão que trabalhar vinte e quatro horas, as filas irão até o portão do Vale”
Já fazem mais de trinta anos do desencarne de Tia Neiva, mesmo no Templo Mãe, nota-se um numero grande de pacientes, porém quando se faz o mantram Simiromba a grande maioria desses pacientes se levantam e o acompanham.
Temos estrelas candentes em vários locais do Brasil, e algumas em construção mas a realidade diz que nem todas funcionam segundo o previsto pela espiritualidade, nos templos do Amanhecer, há uma pergunta que de vez em quando surge entre os grupos de mensagens;
“ A corrente abriu?”
E as curas, as grandes multidões ainda não apareceram e quantos templos já encerraram suas atividades, disputas territoriais, de mandos, jurídicas, da própria administração doutrinaria, independência desses mandos é coisa corriqueira entre nós, frases como se for ao templo “x” você estará cruzando corrente, barreiras criadas por dirigentes que criaram e institucionalizam seus territórios “sagrados”, quando se ouvia dizer que o Templo, onde quer que estivesse era de Pai Seta Branca e este abrigava os sofredores encarnados e desencarnados que os procuravam…
Quem pode hoje afirmar com plena certeza e com um exame de consciência tranquila onde realmente está essa força trazida por Tia Neiva e que a mesma esteja plena e funcionando segundo as leis de Koatay 108?
E pai Seta Branca manifestado em vários locais e em alguns deles sendo parcial, privilegiando esse ou aquele Mestres, se certa feita em mensagem trazida pela Clarividente ele disse: “Eu o vejo como acumuladores de cargas tão iguais”
Não há como não enxergar a evolução física da doutrina do Amanhecer, Templos enormes, com estrelas sublimação , Turigano e até Estrelas candentes, mas também nos faz lembrar uma frase do Pai Seta Branca que nos diz::
“não vos arraigueis aos castelos e edifícios ornamentais em vosso redor, de baço brilho, amontoando-se e marginalizando a própria civilização que conquistastes, construída com tantos sacrifícios.
Continuai a jornada em busca dos que não podem chegar até aqui. Levai a Doutrina na cura desobsessiva dos menos afortunados, mesmo estando longe. Sois o Cavaleiro Verde, com – 0 – em Cristo Jesus!
Os Senhores Adjuntos Presidentes, mesmo ainda com a presença do Trino Ajarã em terra, afirmei e volto a firmar que a doutrina está em suas mãos, vós sois os portadores dessa verdade doutrinária, cada ritual que acontece em seu templo tem seu consentimento e sua benção, as ovelhas que adentram a seu templo vieram porque ouviu o chamado do pastor, de seu chamado meu querido Adjunto, tens a chave do bem e do mal em suas mãos, mas inquestionavelmente há uma verdade que você , representante de Koatay 108 não tem como fugir:
“És o gerente do Templo que seu Ministro lhe intuiu não só para construir, mas para gerir, ser o pai, o amigo, o conselheiro mas, também aquele que deverá no momento certo ser a voz da razão do Ministro que te rege, pois mesmo que passe mil anos ouvirás
E ai voltando aos parágrafos iniciais dessa postagem, porque as coisas e fatos previsto por Tia Neiva e Pai Seta Branca ainda não aconteceram?

Gilmar Adjunto Adelano