“Imantrai filhos, com vosso trabalho , essa faixa que atravessais no peito. É a candeia viva e resplandecente nos caminhos que tereis que percorrer.
Cuidai do vosso padrão vibratório, porque de vossas bocas sairão Mantras Luminosos, curadores, como ondas sonoras para alcançar a dor.
Ano de profecia e afirmações, de um velho contemporâneo que neste planeta viu luzes, fincou seu marco, e também nesta terra vos viu. Sua perfeita visão se cumpriu. Não se alarmem quando os primeiros sinais aparecerem no Céu, pois aquele que estiver seguro não será atingido, porque não poderá faltar um só filho deste pai! Seta Branca.”
Vale do Amanhecer – DF, 31 de dezembro de 1972
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O Registo dos Bônus – Kazagrande
No encerramento do Trabalho Oficial emitimos (ou melhor, deveríamos emitir) o mantra Noite de Paz. Falo “deveríamos”, porque infelizmente a maior parte dos médiuns foge desta nobre obrigação, de ficar por mais alguns instantes e colher boa parte dos frutos de sua jornada de trabalho mediúnico.
No encerramento dos trabalhos é que se registram as participações, é onde se anotam os bônus daquela jornada. Sua presença é fundamental!!! Não é apenas uma formalidade. Em nossa Doutrina tudo tem um porquê, e fugir desta fonte de luz é no mínimo uma irresponsabilidade. Uso o termo “fugir”, buscando a sinceridade, afinal, nada vai se alterar tão drasticamente em nossa vida, por conta destes minutos a mais.
Quando se aproxima o momento do encerramento, a fila na Pira cresce assustadoramente, e já presenciei os comandantes, após um dia inteiro de dedicação a nobre missão, encerrarem sozinhos o Trabalho Oficial.
Será que para a Espiritualidade tudo está bem desta forma? Na hora de agradecer esta oportunidade e de registrar os bônus, onde estão os Mestres e Ninfas? Tomando o último café? Gastando os bônus que deveriam receber com conversas improfícuas nos banheiros e vestiários?
Poucas são as ausências verdadeiramente justificadas, daqueles em que o horário da condução impede que continuem até o fim. Na verdade, na maioria das vezes é a carona de outro mestre impensado, que obriga ainda mais um irmão a deixar de lado um momento tão solene e nobre.
Não creio sinceramente que seu Preto Velho, sua Princesa, seu Cavaleiro, já tenha ido embora e abandonado o momento sublime do “Noite de Paz!”.
Somente no incomensurável momento do encerramento da jornada mediúnica é que temos algum direito real de pedir! Sim, pois tantas vezes erguemos nossos braços, e nossa voz, para pedir sem nada ter feito para merecer. Enquanto, no momento ideal para isso, na hora de anotar os bônus do que efetivamente haveria realizado por amor, onde está você? O que está priorizando nesta hora? Vai deixar para pedir e agradecer amanhã, quando os problemas voltarem a bater na sua porta?
Salve Deus! Mais uma vez falo primeiramente para mim mesmo, para que fique registrado este compromisso que assumo, de quando colocar-me a disposição da espiritualidade para uma jornada, cumpri-la até o fim, sem arrumar nenhuma desculpa ou preguiça, e sentir o ânimo, o vigor, a benção do “Noite de Paz”.
Kazagrande
Extraído do livro “Ao Centurião”
Junção Evangélica – Kazagrande
A Junção Evangélica é, como a Junção, um trabalho magnético em que se manipulam sete forças ectoplasmáticas de diferentes naturezas, projetadas pelo aton dos Doutrinadores, que aplicam os passes nos pacientes e vão atuando nos elítrios com o objetivo de os libertarem de suas ações negativas.
Um Doutrinador ficará com a responsabilidade de fazer uma triagem com os pacientes que vão saindo da Cura, convidando aqueles que foram indicados para passar na Junção para tomares seus lugares na Junção.
O Comandante da Junção, que tem que ser, no mínimo, um Centurião, providencia o maior número de Doutrinadores, que devem ser já Iniciados, e os coloca nas partes laterais, com o mínimo de sete mestres de cada lado.
Se houver impossibilidade de contar com um número maior de Doutrinadores – mestres e ninfas – pode o trabalho ser feito com o mínimo de sete, que aplicarão o passe em todos os pacientes, mesmo que estes estejam ocupando os dois bancos.
No Aledá, situado atrás do Comandante, ficam sentados sete Aparás – mestres e ninfas – que devem ser, no mínimo, já iniciados.
Enquanto aguardam o início do trabalho, devem ir emitindo mantras, harmonizando o ambiente.
INDUMENTÁRIAS
O Comandante não precisa usar a capa;
Os mestres e ninfas podem participar com qualquer uniforme: o branco, o marrom ou de indumentária.
A JUNÇÃO EVANGÉLICA
Estando correto o número de médiuns, devidamente posicionados, e com os pacientes distribuídos pelos dois bancos, pode ser iniciado o trabalho. Existe, ainda, a possibilidade de, na formação para o trabalho, haver pequeno número de pacientes, caso em que pode ser ocupado apenas um banco e serem somente sete Doutrinadores para dar os passes.
Acomodados os pacientes e os médiuns, após terminado o mantra que estiver sendo emitido, o Comandante toca levemente a sineta e dá início ao trabalho, abrindo o plexo e dizendo: (TEXTO DA LEI)
Todos os Doutrinadores ficam de pé, abrindo seus plexos (posição de antenas) e aguardam o Comandante fazer o convite às entidades: (TEXTO DA LEI)!
Os Aparás incorporam – podendo permanecer sentados ou ficar de pé – e os Doutrinadores iniciam o Hino da Junção, que deverá ser emitido, no mínimo, duas vezes, e começam a aplicar os passes nos pacientes, a partir dos mais próximos ao Aledá.
Os sete primeiros Doutrinadores vão, sem pressa e sem apertos, aplicando os passes e, havendo mais médiuns, estes vão ocupando harmoniosamente o lugar dos que se deslocaram para dar os passes, sempre com os plexos abertos e emitindo o mantra.
Após terminar o passe no último paciente, o Doutrinador vai até o espaço entre os bancos e faz a reverência na direção do Comandante, e retorna ao seu grupo, sempre emitindo o mantra e com o plexo aberto.
Enquanto os médiuns aplicam os passes, o Comandante emite três vezes a Prece Luz e aguarda o término dos passes e do Hino da Junção para, então, emitir: (…)
O Comandante toca a sineta e agradece às entidades incorporadas. Os Aparás, na medida em que desincorporam, vão ficando de pé.
O Comandante encerra o trabalho:
TERMINO ESTE TRABALHO DE JUNÇÃO EVANGÉLICA, PEDINDO AO SENHOR QUE ILUMINE A MINHA CONSCIÊNCIA PARA QUE SANTIFICADO SEJA O MEU ESPÍRITO ALGUM DIA! SALVE DEUS!
Em seguida, o Comandante agradece a participação dos médiuns e recomenda aos pacientes que sigam as instruções das entidades, informando que estão liberados daquele trabalho.
Os médiuns emitem o Hino do Doutrinador e saem, em harmonia, atrás do último paciente.
Não há chave de encerramento da Junção Evangélica.
Kazagrande
Alta Hierarquia – Adjunto Apurê
Em resposta ao desejo de afirmação eu digo que quando os mentores chegam no templo é a maior alegria, uma festa digna dos deuses.
Eu não chamo, não invoco, eles vem trazendo o anodai, anoday e anodae. Para que invocar sem saber quem está invocando. Muitas vezes invoca uma entidade e como ela não pode estar presente vem outra em seu nome responder no mantra absoluto.
Eu já vi isso acontecer, porque os nossos mentores tem muita responsabilidade com este mundo e com todos nós.
Então, ao chegar no templo eu olho quem está presente e vou abrindo o neutrôm para eles chegarem. É diferente, pois somente o portador do portal tem esta abertura.
Não precisa fazer grandes preparativos, a espiritualidade é simples, humilde e amorosa. Aqui eles tem livre acesso dentro desta estrutura universal.
As legiões sempre estão presente dando proteção aos templos. São espíritos de grande hierarquia sem depender de chamado.
“Meu filho! Você é responsável pelo seu portal! Use-o para o bem!” Tia Neiva.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
31.01.2020
Mantra (Acervo Tumarã)
A palavra mantra é composta pelas sílabas man (mente) e tra (entrega), em sânscrito, antigo idioma da Índia. Tem origem nos Vedas, livros sagrados indianos compilados pela primeira vez em 3000 a.C.
O som exerce um poderoso efeito sobre nosso corpo e nossa mente. E pode acalmar-nos e dar-nos prazer ou ter influência desarmoniosa, gerando uma sensação sutil de irritação. O mantra é ainda mais poderoso do que um som comum: é como uma porta que se abre para a profundidade da experiencia. Visto que os mantras não têm sentido conceitual, não evocam respostas predeterminadas. Quando entoamos um mantra, ficamos livres para transcender os reflexos habituais. O som do mantra pode tranqüilizar a mente e os sentidos, relaxar o corpo e ligar-nos com uma energia natural e curativa. O mantra é uma oração…
Tecnicamente, entramos em maior contato com o hemisfério direito do nosso cérebro, permitindo um estado de consciência e percepção, inatingível no dia a dia, quando nos focamos naturalmente em questões práticas, dominadas pelo hemisfério esquerdo do cérebro.
Espiritualmente, a emissão de ectoplasma, em um Trabalho de Imantração, por exemplo, tem o poder de desalojar espíritos que se “agarraram” às colunas do Templo, ao não completarem sua elevação.
Embora seja nosso dever participar sempre dos momentos em que oficialmente se emitem os hinos e mantras (abertura, trabalhos, encerramento, bênção, etc.), no Trabalho de Imantração assumimos uma responsabilidade que pode re-harmonizar todos componentes de um povo que estava a ponto de cair em desequilíbrio:
As falanges de Nityamas, Gregas, Mayas e Magos devem participar sempre do trabalho (embora todas as outras sejam igualmente importantes).
Por isso a importância dos Mantras em nosso templo.
Observações Tumarã – José Silva
PALAVRAS TIA NEIVA
E mais uma coisa, meus filhos: quando vocês puderem cantar…
O canto se transforma em mantras junto ao seu ectoplasma. É um ectoplasma Crístico que lhe permite fazer seus pedidos enquanto você está cantando os mantras.
Sempre que puderem, cantem!
Nós ionizamos o nosso Templo e deixamos aqui, em haver, quando saímos, tantos mantras do nosso magnético animal extraídos do Sol Interior. Não se esqueçam disto!
Os mantras cantados são como luzes, é um trabalho em louvor à Espiritualidade, é como se vocês abrissem uma conta corrente nos Mundos Encantados!…” Tia Neiva, em 27 de junho de 1976
Mantras Vale do Amanhecer (Compilação) Hinos Mantricos
Música Cigana Vale do Amanhecer – Cícero Costa
Prece Luz [Preces]
Ó Jesus, ensina-me o verdadeiro amor ao menos esclarecidos!
Faz-me tolerante nos momentos difíceis de minha vida…
Ó Senhor, permita que eu seja o jaguar medianeiro,
Entre o céu e a terra.
Retira Jesus, os males que restam em mim,
Para que eu possa receber os mantras,
Do Sol e da Lua,
E transmitir a presença divina na nova era!
Ilumina senhor, também a minha consciência,
Para que santificado seja,
O meu espírito algum dia!
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito,
Salve Deus! Graças a Deus!
Imunização – Adjunto Numanto
O primeiro processo (ensaio) de imunização ocorrera em nossa comunidade ainda no período da UESB – UNIÃO ESPIRITUALISTA SETA BRANCA, quando na eminência de um surto de doença originada pela manipulação no campo etérico por falanges de sofredores (cientistas), alguns médiuns da corrente foram atacados por um enxame de insetos picadores e esta ação ainda que tenha sido dolorosa, mostrou-se eficiente. Este processo foi coordenado pela Espiritualidade Maior.
Com a mudança para o VALE DO AMANHECER e a chegada de nova organização, ensinamentos e forças o processo foi elevado a outros níveis e passou a ser indolor, tornando-se em sua iniciática tecnicamente semelhante ao processo católico tradicional da “água benta”, utilizada para sacramentos e bênçãos.
Na liturgia tradicional católica, o preparo da água requer ao final do processo a adição do “sal bento” e muito embora em nossa Lei não exista tal menção, sabemos que a adição de uma porção dos elementos previamente ionizados do sal e do perfume na água que será magnetizada pela força da IMANTRAÇÃO, ou seja, da EMISSÃO DOS MANTRAS, que conjuntamente receberá dos mentores responsável pelo preparo da “vacina magnética”, será sempre bem vinda!
Esta água magnetizada não é a mesma fluidificada, ou seja, não é para o uso oral.
Sua propriedade de magnetismo está associada à técnica de sua projeção na cabeça do médium ou paciente, pois neste ato a água magnetizada pela IMUNIZAÇÃO alcança os vértices da aura que convergem para o centro da caixa craniana, buscando obviamente o CENTRO CORONÁRIO.
Este por sua vez localiza-se na região central do cérebro (pineal), que é a glândula que rege toda a atividade funcional do plexo físico e micro-plexo e tem papel fundamental na saúde e bom desempenho dos órgãos corpóreos.
Tendo em vista que o CENTRO CORONÁRIO assimila estímulos dos planos superiores, orientando a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada, visa também supervisionar outros centros, estando interligados entre si. Enfim, a IMUNIZAÇÃO tem como alvo principal este ponto de interação entre as forças determinantes do Espírito e as forças fisiopsicossomáticas (1) organizadas.
Ao gerar o choque magnético entre sua portabilidade e a nossa aura-individualidade promove-se o que em Lei denominou-se: desintegração das correntes de enfermidades.
É um trabalho imprescindível, é a nossa vacinação espiritual modernizada!
Este trabalho visa abordar o grandioso mecanismo de cura que encontra-se em nossas mãos, elevando o saber, formando expoentes jaguares, cientistas da anti-matéria, e verdadeiros profissionais da cura desobsessiva por meio da “clavis scientiae”, a CHAVE DA CIÊNCIA!
(1) Fisiopsicossomático: que pertence, simultaneamente, aos domínios do corpo físico e do corpo psicossomático, sendo este o psicossoma (corpo espiritual ou perispírito).
Adjunto Numanto Mestre Juliano Leite
Retirado da página do Facebook: Pequenos Detalhes, Grandes Realizações
Mantras, Chacras e Plexos – Trino Tumuchy
Agora você tem um “Mantra” ou seja, um conjunto de gestos, sons e atitudes que lhe permitem começar a se ligar com seu mundo espiritual. Você canta “Mayanti” e, ao fazer isso, você libera seu “Fluido” ou “Ectoplasma”. Ele vai saindo de sua boca como se fosse uma nuvem invisível e essa fumacinha vai se juntando ao Ectoplasma dos outros Médiuns e ao que já existe no Templo.
Ao mesmo tempo sua “aura” vai ficando mais clara e a “parede” do seu perispírito se torna mais límpida, mais transparente. Seus “Chacras” começam a acordar e você vai recebendo de volta a mesma quantidade de fluido que você está emitindo. Só que o fluido que volta é mais sutil, cheio de vibrações positivas.
Ele atravessa seus “Chacras” e se comunica com seus Plexos nervosos. (Plexos são feixes de nervos, lugares onde os nervos se cruzam).
O maior “Plexo” fica situado na região do estômago, entre este e o peito. Nele você recebe e emite a maior carga de Ectoplasma e é por isso que os Mestres recomendam que você ande com as mãos cruzadas as costas. Com isso você expõe mais o Plexo Solar, esse que fica acima do estômago. Outra parte do Ectoplasma, que está sendo recebido, penetra pelo alto da cabeça, pelo “Chacra” coronário. Na verdade isso pode acontecer com todos seus “Chacras” e, por conseguinte, com todos seus “Plexos”.
Aos poucos, você sente o resultado dessa complexa operação Mediúnica, e você começa a se sentir diferente. Sua mente clareia, você percebe em si mesmo uma excitação tranqüila, uma energia nova, uma certa leveza, uma espécie de alegria.
Na verdade, o que você sente é difícil de ser reproduzido aqui, uma vez que a experiência é só sua, de acordo com você mesmo e com mais ninguém.
Essa é a experiência do principio da comunicação de seu espírito com você mesmo!
Daqui por diante a cada dia você aperfeiçoa mais sua capacidade de mediunização. Com o tempo e a repetição ela se torna automática, rápida.
A partir da mediunização, você tem pouca coisa a se preocupar, em termos de trabalho mediúnico. Você estando mediunizado os Mentores e os Guias executam o trabalho por seu intermédio e vão lhe creditando os “bônus horas”, isto é, os créditos espirituais que vão saldar suas “dividas” desta ou de outras encarnações.
Trino Tumuchy Mestre Mário Sássi Instruções Práticas – Fascículo 1 Sob os Olhos da Clarividente