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Sessão Branca – Adjunto Apurê

Os índios estão cantando, estão dançando. A fogueira está acesa iluminando as matas que entre sombras se dispersam nas mentes. Daqui a pouco deitados em suas esteiras começam a se levantar. Começam a seguir a grande clareira de Tupã, Deus do trovão e das matas frondosas. De pé, em círculo, exaltando a lua nos gritos de guerreiros deixam seus pedidos marcados no fogo da brasa.
Tupã ouviu e deu sinal através do relâmpago que clareou a escuridão.
Vendo este quadro na amplitude mental eu senti o poder do jaguar Xingu, também filhos do grande cacique Seta Branca.
Estão dançando. Logo logo todos estarão nos templos para a grande festa.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
20.09.2020

Sessão Branca 02 – Adjunto Numanto

O(A) médium desta Corrente tem o compromisso após sua chegada à Iniciação Dharman-Oxinto de participar do máximo de SESSÕES BRANCAS possíveis, seja pelo aspecto do fortalecimento que o trabalho provê ao mestrado, seja pelo acordo técnico abaixo estabelecido na década de 70, quando Tia Neiva conjuntamente com alguns Caciques – espiritualmente no Xingú – estiveram para a reunião que formalizou o tráfego espiritual e o intercâmbio energético que ocorre em cada sessão mensal, entre duas tribos do alto Xingú e os Templos do Amanhecer.

Estiveram presentes nesta reunião os Caciques Janarã, Yumatã, Ypuena, entre outros da classe maior de nossa hierarquia e lá estabeleceram que o médium iniciado estaria autorizado, ou seja, seria reconhecido como colaborador daquelas tribos físicas, quando por 03 (três) vezes recebesse um índio na casa do Pai, e depois, fechando o ciclo quando por 04 (quatro) vezes durante o sono (em dias de sessão branca que este(a) não fosse ao Templo, ou seja, que estivesse em sua casa naquele horário – dormindo), sendo conduzido até a aldeia de forma extra-corpórea para participar de um ritual deles. Desta forma, com o ciclo de intercâmbio oficial completo e estabelecido, o mestre ou ninfa passa a ser reconhecido nos planos como um XINGÚ 7 AUTORIZADO: ou seja…

  • Recebeu (à serviço do Pai) componentes da tribo que foram transportados até o Templo 03 (três) vezes.
  • Visitou (à serviço do Pai) componentes da tribo, sendo transportado pelos mentores até a aldeia no Xingú 04 (quatro) vezes.

03 (Serviços de recepção) + 04 (Serviços de visitação) = XINGÚ 7 AUTORIZADO.

A partir deste momento nosso espírito recebe autorização para trabalhar na Lei do Auxílio naquelas tribos em horas extras, nos momentos de sono, sendo nossa presença pressentida pelos pajés que nos notam, mas nos reconhecem como espíritos à serviço de Deus!

Muito embora seja comum acreditar que depois de 03 (três) SESSÕES BRANCAS, às vezes até apelando para o fanatismo de que sejam “seguidas”, tenhamos espiritualmente a condição de “XINGÚ 7 AUTORIZADO”, e passemos a usar o broche em nosso colete, o caminho para tal reconhecimento nos planos e na tribo física dar-se-á de forma mais paulatina e sem padronagem de tempo terreno; ao passo que em primeira estância precisamos ter as 3 registradas espiritualmente, o que nem sempre acontece, bem como, as 4 idas ao Xingú dependem da programação espiritual de nossos mentores para conosco e envolvendo um conjunto de fatores para sua aplicabilidade, que depende em parte da nossa conduta e disciplina. Para estar em condições de ser levado à alguns lugares, setores, planos e missões necessitamos nos manter “às ordens” e também “em ordem” aqui no físico, a fim de que nossos guias tenham autorização superior de proceder com o plano de aprendizagem.

O(A) DOUTRINADOR(A) – Usa o broche XINGÚ 7 AUTORIZADO na cor dourada em seu escudo, preferencialmente do lado esquerdo do peito – abaixo da Estrela do Pai.

O(A) APARÁ – Usa o broche XINGÚ 7 AUTORIZADO na cor prata em seu escudo, preferencialmente do lado esquerdo do peito – abaixo da Estrela do Pai.

Adjunto Numanto Mestre Juliano Leite