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Estrelas Sardyos

A Estrela Sardyos faz parte das 21 Estrelas (7×3), Harpásios, Sívans, Taumantes, Cautanentes, Vancares, Tenaros, Sumays, Sardyos, Tisanos, Acelos, Geiras, Vanulos, Mantios, etc,  que se deslocaram para a órbita da Terra, afim de projetar forças aos Jaguares, no cumprimento dessa missão.


Essas “estrelas” na verdade são naves gigantescas, ou como chamamos na nossa linguagem iniciática são AMACÊS. Cada Amacê se desloca numa finalidade específica e delas partem outras naves menores.

Existem Amacês maiores que o planeta Terra! Elas funcionam como naves-laboratórios, usinas geradores de forças as quais são emitidas para hospitais, escolas, etc.


Sobre estas estrelas o Trino Tumuchy,  Mário Sassi nos esclareceu:

“A chegada destas estrelas é o fechamento do círculo, com que nós recebemos a força fantástica destas estrelas. Segundo Neiva o tamanho de cada uma é imenso! Cada um de nós tem, portanto, um relacionamento dentro dessas estrelas e, embora alguns de nós possa ter a força de mais de uma estrela, conforme a posição dentro de uma hierarquia, a maioria é especializada naquele tipo de trabalho que aquela estrela irá fazer” (Curso Estrelas, 1982)

Essas Amacês não penetram na atmosfera da Terra. Seria impossível sem destruí-la totalmente. Elas projetam do espaço e, mesmo que fossem avistadas, seriam apenas imagens projetadas a partir do plano etérico da Terra, como se fosse um holograma, uma imagem tridimensional.

Adjunto Ogandô

Forças e Energias

Duas palavras que os médiuns precisam entender com muita clareza são “Forças” e “Energias”. Elas não são exatamente sinônimas, isto é, não significam exatamente a mesma coisa, mas, no seu emprego elas se confundem. Por isso a gente usa “Força” ou “Energia”, conforme o emprego.

Pela origem de am­bas, Força deriva de “Forte”, o que tem Força; e Ener­gia deriva de Trabalho, ou seja, de Força Direcionada, empregada em alguma coisa.

No item da descrição do Templo do Amanhecer, você já se familiarizou com a idéia de Forças e Ener­gias. Você então ficou sabendo que existem Forças e Energias circulando no Templo.

Percebeu também que existem Forças de fora e Forças que partem de você mesmo. Resumindo, você agora sabe que no Templo são manipuladas Forças do Médium e Forças que chegam de fora dele. Vamos tentar com o máximo cuidado descrever essas forças.

Microcircula­ção e a macrocirculação. “Macro” quer dizer grande, e “micro” quer dizer pequeno. “Microcirculação” significa a movimentação de forças dentro de você e “macrocirculação” é a movimentação de forças dentro do Templo.

António Cláudio

Cultura de Pai Seta Branca

Depois de estar ao lado do Adjunto Yuricy, Mestre Edelves por mais de quinze anos, tê-la acompanhada na cultura das ninfas e Ajanãs para o ritual do Oráculo e também do casamento e batizado resolvi ousar e vamos tentar falar sobre essa situação!

Há um áudio que Tia Neiva fala sobre a possibilidade da mistificação na incorporação de Pai Seta Branca. Então ela solicitou ao Adjunto Yuricy que assumisse o desenvolvimento de mestres e ninfas para a incorporação de Pai Seta Branca.

Esse legado deveria ter ficado com as ninfas Yuricys mas, há coisa nessa doutrina que foge de nossa compreensão. Então ela passou alguns desses ensinamentos ao Mestre Cícero e ao Mestre Ivan Zelaya.

O Trino Ajarã delegou essa condição aos Presidentes dos Templos do Amanhecer, mas observa-se que alguns estão enfrentando dificuldades no sentido levar a frente esse desenvolvimento.

Embora alguns mestres revestidos de uma coragem até uma tanto quanto discutível tem colocado essa situação de “curso de desenvolvimento para incorporação de Pai Seta Branca” e tem levado aos nossos Mestre Luas de boa fé de coração aberto muitos questionamentos. Mas na pobreza de nossos conhecimentos vamos tentar explorar essa situação.

A incorporação é um aspecto mediúnico muito antigo. Os relatos mais antigo falam de Rei Saul e um episódio da Pitonisa de Endor. Também há relatos de alguns episódios em que Salomão o grande sábio, tinha se conhecimento dessa mediunidade.

Falando mais objetivamente em nossa doutrina, muito embora é processo de incorporação , nosso médium Apará é diferente. Por receber uma força atuante sobre o plexo solar, há uma conjunção nervosa que é irrigada intensamente pela corrente sanguínea durante o processo , então diminui-se a irrigação cerebral e facilita que o médium entre em transe. Outra situação importante e de capital importância é que o médium Apará “trabalha”, “atua” sob juramento. Segundo palavras do Trino Ajarã é o médium mais perfeito que temos a nível de incorporação no planeta.

Também devemos considerar os diversos níveis de consagração que esse médium passa , completando ainda mais sua capacidade receptiva mediúnica. Completando esse sistema, consideramos também a presença sempre constante do doutrinador no exercício dessa missão.
Outro dia conversando com o Mestre Guto, nosso primeiro Mestre Lua, ele afirmou que o médium de incorporação centurião está com o plexo preparado para incorporar qualquer entidade na linha do Amanhecer. Mas o que é então o desenvolvimento ou cultura de Pai Seta Branca?

Em nenhuma das fases do desenvolvimento não se fala nessas incorporações, portanto fica realmente complicado dizer que estão pronto para incorporarem Pai Seta Branca!
Quanto mais evoluído, mais sutil é a energia emanada por um espirito, portanto o médium precisa preparar-se, harmonizar para receber as energias emanadas por Pai Seta Branca. É sabido também que o Pai Seta Branca, somente incorpora em rituais específicos para esse fim, afirma-nos o Trino Ajarã.

Portanto a cultura que Mestre Edelves promovia era uma adequação, uma preparação em todos os níveis para que o médium estivesse pronto para receber o Pai. Sem mencionar pequenos sinais que o Pai apresenta em sua manifestação.

Receber Pai Seta Branca é um prêmio que o médium Apará recebe. Pois seu corpo e mente deve estar limpo em todas instancia para receber a projeção da luz do Pai Seta Branca . Mestre Edelves sugeria ao médium que durante a semana em que se fosse fazer presente no ritual que evitasse uma série de situações. Portanto essa cultura é uma adequação ao ritual e a energia emana pelo Pai Seta Branca , é um prévia do ritual, seja no oráculo, ou mesmo na própria benção.

Muito a presença de Pai Seta Branca nos rituais em que ele se faz presente é extremamente verdadeira, temos que considerar a própria energia densa que circunda o planeta. Contam que antes de Pai Seta Branca e sua corte chegar para os rituais, é necessário preparar não só ambiente em que irá se manifestar como também a própria corte espiritual que o acompanha é ionizada, isolada das pesadas correntes que emanam em nosso terceiro plano.

Nossos médiuns tem um alto nível de recepção de forças através do processo da incorporação mas, não podemos esquecer que há também o elemento humano presente nessa manifestação, o medianeiro, aquele que cede seu corpo, seu plexo para essa manifestação.

Portanto não há fórmulas mágicas ou rituais cheios de situações complicadas, da mesma forma é a incorporação do Mestre Acapu e do Mestre João Batista. Há uma frase muita antiga utilizada pelos nossos veteranos “Quando o discípulo está pronto o Mestre aparece” “E também quando há discípulo pronto o mestre irá aparecer”. Em nossa doutrina simplicidade e a honestidade de propósitos é a formula mais verdadeira e pronta para qualquer situação. Nossos Mentores não se adequam ou apoiam qualquer situação que não seja estritamente doutrinária e cheia dessa verdade que Tia Neiva deixou. Engana-se quem pensa que nossos Mentores estarão em meio a contendas e demandas…

Adjunto Adelano

O que é o Abatá?

O Abatá é um trabalho de forças que se deslocam em eflúvios curadores da Legião de Mestre Lázaro. É, também, uma energia vital, extra-etérica, manipulada na conduta de uma emissão, forças centrífugas que podem fazer um fenômeno físico. É, também, uma força esparsa para os que gostam de brincar! Engrandece muito o médium em sua vida material. Se muitos abrirem suas emissões, aumentarão as heranças transcendentais e os fenômenos também irão aumentando, ou melhor, irão crescendo e iluminando. Sem muita precisão de horários, um Koatay 108 Harpásios e os demais componentes que sentirem necessidade podem realizar este trabalho Indiano, dos homens andarilhos, que diziam: no ciclo de um Abatá tem um povo celestial: médicos, curandeiros, enfermeiros, negociantes, enfim, tudo o que o Homem precisa na sua hora. O Abatá cura todas as dores!” (Tia Neiva, 22.4.84)

· “Lá (no Vale Negro, no Canal Vermelho) tinha comícios de todo jeito. Gente eufórica, se maldizendo e vibrando em outros aqui na Terra. Um triste espetáculo. Aquele trabalho constante. Grupos enormes fazendo Abatás, outros emitindo aqueles enormes sermões. (…) Uma das coisas mais bonitas que vejo ultimamente são os Cavaleiros Caçadores da Legião de Mestre Lázaro. E acredite, filho, que estamos chegando ao tempo dos Caçadores! Mas, para chegar a esse tempo é preciso o Abatá dos Caçadores. É preciso que o Jaguar conheça bem seus sentimentos, suas vibrações, e se desarme contra seus vizinhos, sabendo que o Homem-Luz só está evoluindo quando não mais se preocupa com o seu vizinho.” (Tia Neiva, 11.9.84)

· “O Abatá é um trabalho de muita precisão e harmonia, em que se deslocam eflúvios curadores das Legiões do Mundos Verdes. É, também, energia extra-etérica, manipulada na conduta doutrinária de uma emissão. São forças centrífugas que podem fazer um fenômeno físico, distribuindo eflúvios por todo este Vale, por toda esta Brasília, para benefício dos hospitais, presídios, sanatórios, onde houver necessidade de tudo que precisarem das Legiões de Deus Todo Poderoso e dos luminosos Quintos de Jesus. Na Índia antiga houve uma época em que o povo, em fase de decadência, foi submetido a grandes catástrofes e enfermidades. A Espiritualidade, procurando favorecer àquele povo, programou o surgimento dos grandes Abatás. Os homens santos, missionários, peregrinavam pelas aldeias e pelas casas e, em rituais precisos, distribuíam a cura desobsessiva dos enfermos, dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos, dizendo: no ciclo de um Abatá tem um povo celestial: médicos, curandeiros, enfermeiros, negociantes, enfim, tudo que o Homem precisa na sua hora.” (Tia Neiva, 19.9.85)

Livro de Leis e Chaves Ritualísticas – Trino Arakém

Mediunização – Trino Arakém

“O grande segredo de nós nos posicionarmos com as forças dos nossos mentores, quevêm trabalhar connosco, é sabermos nos mediunizar. Como estávamos falando, lá fora nós percorremos, no nosso dia a dia, vários locais, comércio, residências, repartições públicas e, como médiuns, jamais devemos pensar em achar que os locais são pesados, porque pensando assim, nós captamos as correntes pesadas que estão ali.”

Curso de Reciclagem para Centuriões (1991) – Trino Arakém

Forças confiadas – Trino Arakém

“Muitos grandes mestres deste Amanhecer estão em desequilíbrio, caindo, porque todos que estão aqui hoje se preparam para receber poderosas forças. Mas estas forças não servem para nós! Elas foram confiadas a nós para serem manipuladas em favor dos menos favorecidos. Nós somos missionários e, se não manipularmos essa força, ela irá nos destruir. Procurem assumir um compromisso e as forças estarão à sua mercê, para
serem manipuladas para todos nós. De nada vale conversarmos sobre mundos, sobre poderes, se na maioria não sabemos fazer sequer um Pai Nosso.”

Curso de Reciclagem para Centuriões (1991) – Trino Arakém

Nestor sobre orixás e as velas

Uma vez em aula no templo mãe, perguntaram ao Trino Arakém. Nestor, Como sei se os 3 comandantes do dia, estão sintonizados no trabalho?
Nestor Responde: pelas velas!

O médium não entendendo, pergunta mais uma vez:
– Pelas velas? Como assim?

Nestor então responde: Meu mestre, velas são captadoras de energias; uma vez Tia Neiva nos mundos espirituais, estava tentando fechar acordo com 7 chefes de falanges. 3 deles aceitaram, 4 não. Então se firmou 7 forças de 4 energias negativas e 3 positivas. Por isso que se tem 7 velas no candelabro da mesa evangélica. Muitas vezes meu mestre os comandantes pensam que a vela acaba rápido por causa dos ventiladores, mas não… Velas são captadoras de energias, quando os 3 comandantes do dia não estão em sintonia, forma – se uma energia negativa que Descarrega nas velas e nos faróis. Os faróis e como se fosse o carregador do templo. Pode fazer o teste! Desligue os ventiladores e observe.

As velas nunca queima iguais, sempre uma queima mais rápido do que a outra. Por mais que você coloque todas do mesmo tamanho e na mesma hora. É como faróis, a energia sempre chega ao farol mestre 1 antes de ser distribuídas para o farol direito e esquerdo. Por isso que se pede para sempre sentar no farol mestre um centurião, ou um médium mais consagrado. Nas velas e a mesma coisa, a energia sempre vai chegar nas velas de maior força espiritual, antes de ser distribuída para as demais. Na linguagem antiga, se pede para nunca acender uma vela atoa em casa. Porque ali você está puxando energia e espíritos. Que não são bons para você. Mesmo assim um comandante para representar um Orixá, tem que entrar em perfeita sintonia com seu MINISTRO. Comando e a junção dos 3. Mesmo que o 1 comandante e o representante maior, os outros 2 deriva -se como apoios.

Pra fechar ! Comandar e uma arte, não uma obrigação. Salve Deus…

Acervos do Nestor, Trino Araken 1994.

Polaridade (Acervo Tumarã)

“A polaridade indica a diferença de potencial energético entre dois pontos. Há sempre necessidade desses dois pontos – pólos – para ser gerada uma força, que é o movimento da energia. Na Terra, intensos movimentos magnéticos ocorrem entre o Polo Norte e o Polo Sul, agindo sobre inúmeras atividades do planeta. A idéia de positivo e negativo é simplesmente para indicar o que tem maior força de uma natureza e o que tem menor. Nada existe de pejorativo quando, na nossa Doutrina, aprendemos que o Homem é polo positivo e a Mulher é polo negativo, tanto faz que sejam Doutrinadores ou Aparás, pois, com isso, estamos entendendo que o Mestre tem maior carga magnética animal e a Ninfa a tem em menor quantidade, com um plexo mais suave e terno, mais harmonizado com os planos superiores, com o amor e a sensibilidade, enquanto o Homem é mais racional e violento, mais submisso às forças da Terra. Por isso não deve a Ninfa Lua trabalhar com uma Ninfa Sol, embora possam trabalhar dois mestres – um Sol e um Ajanã, pois estes constituem uma dupla de pólos positivos, isto é, mais fortes e resistentes aos impactos de poderosas forças que podem atuar durante um trabalho, o que seria desastroso caso agissem sobre os plexos de duas ninfas, com plexos mais sensíveis. Nas linhas orientais é dito que, ao nascer, o Homem tem dois tipos de energia, divididas entre as partes frias e quentes do seu corpo: Yin e Yang. Ao se tornar adulto, a energia quente – Yang – já se concentra na parte superior do corpo, envolvendo as partes vitais: o cérebro, os pulmões, o coração e o fígado; a energia fria – Yin – já se localizou no baixo abdômen, nos genitais e nas pernas. Para existir a polaridade, observam-se os opostos: Yang – a energia masculina, luminosa, quente, ascendente a ativa, como o fogo – contrapondo-se a Yin – com as características femininas, da água, fria, profunda, obscura e passiva.

A transformação rítmica e manifestação alternada dessas duas linhas marcariam a nossa vida: Yang x Yin; Sol x Lua; Céu x Terra; Dia x Noite; Calor x Frio; Rígido x Flexível; Rápido x Lento; Exterior x Interior; Subida x Descida; Superficial x Profundo; Movimento x Repouso; Centrífugo x Centrípeto; Expansão x Contração; Cheio x Vazio; Leve x Pesado; Masculino x Feminino; Animal x Vegetal; Criativo x Receptivo; Insônia x Sonolência; Otimismo x Pessimismo; Alegria x Tristeza; Coragem x Medo; Sistema nervoso simpático x Sistema nervoso parassimpático; Circulação Arterial x Circulação Venosa; Dorso x Ventre; Espasmo x Flacidez; Processos agudos x Processos crônicos; Atividade Mental x Estrutura Material, etc. Existe, ainda, uma escala de vibrações superiores e inferiores, que influenciam nosso padrão vibratório por sua polaridade, gerando situações que podem envolver nosso plano mental de forma construtiva ou destrutiva.”

Observações Tumarã – José Silva