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Mestre Sol e Mestre Luz – Kazagrande

No início de nossa organização do Corpo Mediúnico, com a formação do Mestrado, Tia Neiva trouxe duas classificações diferentes para os Doutrinadores: Mestre Sol e Mestre Luz. O objetivo era que, pela sua Clarividência, já determinasse nos primeiros passos, a disposição transcendental do Mestre para determinados Comandos.

Lembremos que o objetivo de trazer o Mestrado, pela Elevação de Espadas, era a preparação para a Estrela Candente.

Com o descortinar de sua visão, para uma missão ainda maior, trazendo a Centúria e novas classificações, a determinação da primeira classificação, em Mestre Sol ou Mestre Luz, passou diretamente à intuição dos Devas. Assim como as Falanges de Mestrado e Povo.

Nas primeiras classificações realizadas pelos Devas, além da natural intuição dos grandes Mestres Barros, Fróes, Capuchinho e Jorgito, levava-se em conta se o Mestre residia no Vale. Pois um Mestre residente teria mais facilidade para assumir os comandos e escalas, sendo consagrado como Mestre Luz.

Hoje a diferença principal fica pela determinação preservada de que somente um Mestre Luz poderá comandar a Estrela Candente e o Sanday de Indução. Ambos são Doutrinadores e dispõem das mesmas forças.

O Mestre Sol é o Regente da Estrela, obedece a escala do Primeiro Mestre Sol da Estrela Candente, Mestre Nelson Cardoso, Adjunto Janarã. Na Regência, ele ocupa o projetor de destaque e tem a missão de reger no trabalho em sua área Cabalística, ao passo que o Mestre Luz, obedecendo a escala de Comandantes Janatã, exerce o Comando verbal ativo. São apenas missões diferentes, ninguém é mais que ninguém!

Kazagrande

Conhecendo nossa emissão!

A emissão é o canto de nossa procedência, nossa apresentação individualizada, um código hierárquico contendo tudo o que foi conseguido por nossos trabalhos e por nossas consagrações, para ser ouvido em outros planos, em outra dimensão, formando uma força giradora vertical que faz com que possamos mergulhar em nossa individualidade para melhor nos ligarmos à Espiritualidade Maior.

É a linguagem das Legiões, do médium desenvolvido, que está “a caminho de Deus”, na jornada para a vida eterna. É o canto universal dos mundos onde não há inércia!

É sempre bom que, mentalmente, aqueles que vão participar do trabalho façam suas emissões, em silêncio, buscando as forças cósmicas, junto com o Comandante.

Em muitos trabalhos, por questão prática de tempo, as emissões são feitas em conjunto.

A emissão abre um canal, que atravessa o neutrom, pelo qual flui a força de que um médium dispõe naquele momento, e é captada pelo Eixo Solar.

Já vimos o que é a Emissão, agora vamos intercalar e perceber as suas palavras.

-… Eu Jaguar mestre …( JAGUAR NAS LEGIÕES, QUER DIZER UM MESTRE QUE TEM A CAPACIDADE DE INTEGRAR E DESINTREGAR UMA FORÇA).

Sempre que for abrir um trabalho, é pela emissão que o médium abre o canal de comunicação com os planos superiores, cujo nível de alcance vai depender muito da sintonia e harmonização do médium. Assim, o alcance da emissão é variado e nunca temos como saber ou avaliar até onde chega e, por conseguinte, o que recebemos.

Da emissão constam as características da individualidade do médium: Falange, Povo, Adjunto, Classificação, Cavaleiro ou Guia Missionária, Turno, Estrela e Turno Cabalístico, obedecendo ao modelo que é fornecido, a cada médium, pelos Mestres Devas.

  • Mestre sol/luz…(Mestre Sol ou mestre Luz, são duas forças. E nenhuma é melhor ou pior que a outra, são apenas diferentes. O mestre Sol é um mestre que recebe uma força de harmonia, uma força de mentalização. Já o mestre Luz é um mestre que recebe uma força de comando).
  • …Da Falange…(Refere a falange do mestrado, que recebemos quando fazemos a Elevação de Espadas).

A emissão deve ser feita com firmeza, porém suave, sem pressa, sendo as palavras emitidas clara e pausadamente, sem ser gritada, sem atropelos ou vacilações.

-…Vindo do 7º raio…(Todos nós somos 7º raios. O adjunto é 7º raio do seu ministro. Nossa Mãe era 7º raio de Koatay 108).

Não deve ser precedida a emissão de coisa alguma que não um “Jesus, Divino e Amado Mestre” ou um simples “Salve Deus!”. Muitos usam muitas palavras dispensáveis, que não têm qualquer efeito prático senão o de prolongar suas emissões.

-…Na ordem do ministro…(nome do ministro do nosso Adjunto de povo).

-…Na linha do mestre…(Nome do nosso adjunto).

-…Em missão do adjunto…(Nome do ministro do adjunto, do Templo que estamos trabalhando permanentemente, quando não é o nosso adjunto de raiz).

-…Koatay 108 mestre…(Nome do adjunto).

-…Com os poderes de Olorum…(Olorum é um oráculo que rege o mestre e a ninfa Lua).

-…Tenho meu Deus e ministro Obatalá…(Obatalá é um oráculo que rege o doutrinador).

-…Das três forças ligadas aos poderes deste amanhecer…(As três forças são Pai, Filho e Espirito Santo).

Quando errar a emissão, o médium não deverá perder o controle e nem se desarmonizar, podendo corrigi-la, sem necessidade de recomeçá-la. Caso dê um branco e não haja como se recuperar, calmamente emite: “Eu, mestre …. (ou ninfa), parto com -0-// em Cristo Jesus!”, e pode estar certo de que abriu um canal de emissão com a Espiritualidade.

A emissão deve ser feita sempre de pé, para que as forças projetadas pelos planos espirituais sejam recebidas pelas mãos do médium, penetrem em sua aura e se irradiem para os chakras, energizando-os, enquanto ele fala, plenamente consciente do que está emitindo. Aquele que não de posiciona corretamente ou não se concentra na sua emissão, nada recebe, porque não abre qualquer canal.
Quando houver uma situação em que um médium do Amanhecer se veja envolvido por vibrações pesadas, desequilíbrios em que perceba a necessidade de buscar suas forças extrasensoriais, em qualquer hora e em qualquer lugar, pode ele fazer sua emissão e seu canto. Caso não haja um lugar discreto onde possa fazê-la como recomendado, pode fazer uma rápida mentalização, vendo-se de pé diante de Pai Seta Branca, fazendo sua emissão e canto, também mentalmente. Dessa forma, estará abrindo seu canal da mesma maneira.

Em sua “Partida Evangélica”, o Mestre Tumuchy nos disse que: “Quando emitimos, estamos falando de uma coisa que está dentro de nós e que está fora de nós. É um perfeito contato com o Universo. É a integração no Universo pelo mergulho na individualidade!”

O médium deve treinar muito sua emissão, para que possa fazê-la corretamente. Pode fazer lendo, até que consiga memorizá-la. É melhor agir assim do que se perder em meio à emissão.

“O médium desenvolvido recebe a sua emissão. Emissão é um canal na linha horizontal que capta as forças que atravessam o neutrom.
O médium desenvolvido é responsável por dois canais de emissão, que se cruzam e são ligados no seu interoceptível, formando seu equilíbrio na conduta doutrinária, donde se vê o poder que se levanta em um Mestre Lunar.
Observe, também, que o simples Apará, em força ou emissão menor, também tem suas emissões diretas.
Sem mestres iniciados, o médium que não tem suas emissões em heranças transcendentais está sempre em desequilíbrio.
Sim, o interoceptível é como uma balança, onde nossa cabeça é o fiel desta balança. Pesando só terra, entra em desequilíbrio.”

(Tia Neiva, 8.4.79)
POR QUE SE FAZ UMA EMISSÃO? A emissão é o canto de sua procedência. É um código hierárquico do Amanhecer a outros planos, para se ouvir nos receptores de outros planos, em outra dimensão. É, também, a linguagem das Legiões, dos Homens que se encontram a caminho da vida eterna. É o canto universal dos mundos onde não há inércia.
Se estou com -0- é evidente que já sei subir para trabalhar.

  • BARRA SIGNIFICA “ATENÇÃO (ALERTA)” QUANDO VEM ANTES DE UM ZERO

BARRA: DEPOIS DE UM ZERO –SIGNIFICA “ESTOU CONSCIENTE”.

// BARRA BARRA – SIGNIFICA QUE O MESTRE ESTÁ EM FAVOR DO SEU CAVALEIRO, DO POVO DA LEGIÃO.

-0-0-// BARRA ZERO, BARRA ZERO BARRA, BARRA BARRA – SIGNIFICA ESTOU ALERTA, COM ESCRAVA E EQUIPAMENTO (INDUMENTÁRIA, LANÇA) E EM FAVOR.

X (XIX) QUER DIZER POVO, FORÇA DESCRECENTE.

Pensamos naquele homem que, apesar de sua força, só sabia dizer: Senhor, Senhor, pelo amor de Deus!. Sim, filho, este homem recebia na Linha Mater do homem piedoso. Cansado de pedir, subiu às Legiões e partiu com -0-0- em Cristo Jesus. Salve Deus!

[Livro » Baixar] O Centurião – Kazagrande

Sinopse/Resumo: Livro do Adjunto Anavo, administrador do blogue “Exílio do Jaguar” que traz a maior parte do conhecimento doutrinário que o médium que consagra a Centúria deve possuir! A centúria é o compromisso em saber, conhecer e estudar boa parte do Acervo de Luz, estar preparado para emanar, esclarecer, comandar e ser comandado… Há que ter conhecimento doutrinário para isso! Vale do Jaguar

Ser Comandante… Kazagrande

Estar no Comando, ou SER Comandante

Para os médiuns que participam de um trabalho coletivo, principalmente os iniciáticos, o Comando tem um valor imensurável! Um comandante pode tanto manter a atenção, e sintonia, dos participantes, como ser o elemento desagregador, que permite os pensamentos “escaparem” da finalidade que os reuniu.

O Comandante deve ter “emanação”! A maneira como conduz o trabalho deverá contagiar aos participantes, que literalmente sentem a energia emanada. Muitos são comandantes “perfeitos” … Emitem e fazem a lei certinho, cumprem todo o ritual com perfeição, mas não trazem a emoção necessária. É preciso vibrar com o comando, sentir-se feliz, motivado e com real intenção de transmitir este sentimento por seus gestos e palavras.

Aprender a fazer tudo certinho é fácil: basta seguir a Lei! Mas muitos não possuem o necessário carisma da condução, e isto não é nenhum demérito! Pois somente é preciso ajustar-se dentro daquilo que pode fazer bem. Recordo sempre o Adjunto Janatã, Mestre José Luiz, que certa vez fez o seguinte comentário: “Tem muito Arcano que deseja comandar a Estrela apenas por ser Arcano sem nunca ter sido um Comandante antes. A Estrela é para os Comandantes”. Para comandar o maior trabalho desobsessivo de nosso Planeta, a Estrela Candente, é preciso SER comandante!

Mas não é apenas na Estrela. Todos os trabalhos requerem uma voz ativa, firme, mas que interprete, vivencie verdadeiramente a Lei e o Ritual! Não tem como comandar nada sem saber o que está acontecendo naquela hora. Tem que saber, e, na vibração da realização, ir esclarecendo aos que são convidados. Sim, pois convidar os participantes de um trabalho que irá comandar é papel do comandante! Chegar de “boneco” com tudo pronto, só para comandar??? Salve Deus! É preciso vibração, antes e durante o trabalho, para que depois do trabalho a vibração permaneça entre os que participaram! Se não… Acabou o trabalho e o médium sai falando do futebol que estava pensando dentro do trabalho e não da grandeza da realização que acabou de fazer.

Salve Deus! O Vale do Amanhecer traz uma Doutrina repleta de opções para todos! Só precisamos “escolher”, sentir, onde nos encaixamos melhor e servimos de maneira mais efetiva. Quem não sente a emoção do Comando, por vezes se realiza plenamente doutrinando espíritos, ou auxiliando em tantos trabalhos disponíveis. Assim como alguns consideram “chata” a função de Devas, e não vão se realizar ali, outros sentem como a função mais importante da Doutrina… Sabem qual a função mais importante da Doutrina que você pode livremente assumir? Aquela que se sente bem fazendo e percebe que faz bem aos outros quando você está ali.

A vaidade em querer comandar apenas para ser o boneco traz prejuízos muito grandes para todos: para o corpo mediúnico onde os pensamentos se dispersam, para a Espiritualidade que prepara todo um ambiente que será pouco aproveitado, para os irmãozinhos que igual aos médiuns se aborrecem, e principalmente para o comandante… Pois assume para seus ombros o custo de tudo isso.

Kazagrande

Emissão alterada e errada? Adjunto Apurê

Salve Deus! Não alterem suas emissões pelo perigo de sair da força decrescente.

Muitas emissões do plano físico estão ficando somente no físico, não estão verticalizando, não estão buscando suas origens, pois foram alteradas na terra. As conseqüências como todos já sabem: aquele que alterar sua emissão não será registrado e não receberá o que pediu.

Quando vamos em missão daqui do plano denso ao chegar no espiritual livre do pensamento nós vemos o quanto esta emissão é resplandecente. Ela é uma contagem, uma chave que abre alguma coisa e que fecha outras coisas. Se ela for desalinhada na sua originalidade quem perde é quem está emitindo fora do seu contexto. Tia Neiva deixou tudo certo, mas alguém está burlando a chave mestra e fazendo muitos outros caírem na contradição dos valores criados entre dois mundos. Não adianta, não irá funcionar, pois a chave sem um dentinho não roda.

Neste deslocamento espiritual me foi mostrado que estão brincando de senhores do universo sem ao menos conhecer a si mesmos. O Reino de Jurema, ou Adjunto de Jurema, não é brincadeira de criança, existe uma verdade escondida sob o manto da proteção, e se não for invocado corretamente ela se desarmoniza e desce como força esparsa.

Mesmo o médium emitindo errado ele está sendo assistido, mas de forma destoada da sua obra ou missão. Querer mudar uma força decrescente que do céu vem sem conhecer a sua origem é o mesmo que um cego caminhar por entre os precipícios que ele mesmo criou. Ele sabe que criou estes buracos e ele irá cair mesmo conhecendo todos os defeitos.

Quando se muda o roteiro de uma contagem ela deixa de nos assistir, então busquem tudo como Tia Neiva deixou registrada, não inventem nada, não aceitem mudarem seus valores. Eu vi aqui uma ninfa emitindo fora da contagem oficial e suas palavras não subiram, não atravessaram o neutrom, aquela emissão ficou somente em sua aura. Por isso estou contando para que não desmereçam a clarividente que formou este amanhecer.

Se tiverem duvidas vejam as suas emissões antigas e as que hoje receberam, se houver um ponto ou uma virgula acrescentada, pronto, saiu do roteiro, a sua chave baterá em outras portas. Não adianta dizer quem é, se é conhecedor da ciência e burla seus princípios. É o mesmo que um profissional que domina a química, se ele colocar um reagente diferente ao invés de fabricar sabão ele cria uma bomba.

Prestem bem atenção no que recebem em suas classificações. Quem sofrerá é quem emitiu. Salve Deus!

Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
20.02.2017

História do povo da centúria? Misticismo! Kazagrande

Muitos dos nós procuram a “história do seu Povo” (aquele que recebemos ao Consagrar Centúria) e, encontrando os “sabetudo”, acabam por vezes saindo com fantasias a respeito deste tema.

Meus irmãos, muito pouco ou quase nada se falou sobre o “Povo”, e Tia Neiva nada deixou sobre qualquer povo especificamente! Qualquer coisa que tenha visto sobre algum “povo”, que recebemos na Centúria, tenha certeza que é a mais pura invenção.

A única referência que temos é que o “Povo” é a sua linhagem espiritual. Representa todos seus Mentores e Consagrações. Somente isso!!!

Desta forma, quando invocar, ou mentalizar, o seu povo (Aruçay, por exemplo), estará vibrando em todos os mentores que lhe assistem, sem invocar a cada um individualmente. Além disso, nada foi deixado.

Existem diversos pontos em nossa Doutrina que não foram “avinhados” (esse era o termo que Tia usava), ou seja, não foram colocados em prática verdadeira. Porém a orientação sobre invocar o Povo, trazendo assim toda sua origem espiritual, isso foi dito, mas também não foi escrito.

Sem mistérios e fantasias!

Kazagrande

O que é o povo físico de um Doutrinador? (Definição de Povo)

Força Decrescente do Adjunto formada pelo mestre Jaguar Doutrinador com sua Escrava, Padrinho e Madrinha.
Para compreendermos a Força Decrescente do Adjunto, devemos entender a sua origem, a origem de seu poder, a força de sua Raiz. O resgate de seu transcendental no registo de sua emissão. Momento do registo de sua força em uma contagem perfeita.
Força decrescente que se desenvolve pela energia dos grandes tributos da Terra que se desagregam e se emitem em outras legiões onde seus Ministros consagram um Adjunto aqui na terra e são responsáveis por ele, desde que ele disponha de uma força decrescente, pois o Adjunto dispõe de uma energia, cuja energia é designada a grandes fenómenos extra-sensoriais. A Força Decrescente é a força que nasce dos Planos Espirituais e segue através do Ministro, passando por seu Adjunto e distribuído pelo seu Povo. Toda a força decrescente de um Adjunto segue pelo que é seu. Pelo o que a espiritualidade maior confiou ao Adjunto.
Disse-nos Nossa Mãe Clarividente:
“Não há fenómenos sem a causa, porque não há causas sem o fenómeno. É dentro desse principio que pensamos que valem a pena os nossos esforços. O menor trabalho de um Adjunto é esse que vêem só a olho nu, aqui no mundo físico. A grandeza mesmo é o que os meus olhos de Clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo tem registado, são as chegadas dessas forças nas origens e onde quer que haja necessidade. Porque essa força – energia vital – é a força, é a libertação do espírito a caminho, é o alimento que arrebenta as correntes dos acrisolados das vibrações da terra.” (Tia Neiva, 09/10/1979)
Importante salientar que a formação do “POVO”, é a definição para um
compromisso entre o Doutrinador(Afilhado), a Ninfa Lua(Escrava), o Ajanã(Padrinho) e a Ninfa Sol(Madrinha). Ou seja, 4 Mestres trabalhando em uma mesma sintonia, trabalhando para somar forças em beneficio do POVO, caminhando juntos em uma união, transformando em uma só energia as suas manipulações, através da sintonia perfeita para a realização dos trabalhos, respeitando as Leis que nos regem, dentro da conduta doutrinária e em beneficio ao próximo, na Lei do auxílio e da caridade.
Muitas ninfas não gostam e rejeitam o termo “ESCRAVA”, pronunciados nas emissões, por acharem insensato em serem apontadas como escravas dos mestres.
Escrava é uma condição designada à Ninfa Lua, que só existe para a realização dos trabalhos na Corrente no plano Espiritual, onde ela actua verdadeiramente como se fosse uma escrava de seu mestre, obedecendo e servindo para a perfeita realização dos trabalhos.
A ninfa deve sentir e agir como recomendado pelo Divino e Amado Mestre Jesus: ser humilde, ser sensível ao sofrimento alheio, ser mansa de coração, buscar a justiça e agir com misericórdia, e estar permanentemente pronta para servir ao seu mestre e aos seus Mentores.
Fora isso, a Ninfa Lua não é e nem deve ser uma escrava, com respeito ela será sim uma companheira, incentivadora, que em sua sintonia e seu amor, será o grande apoio para que o seu mestre possa caminhar e lutar com confiança, conseguindo grandes vitórias em suas missões. Onde o segredo do sucesso e da realização estará no caminhar juntos como dois fortes pilares de sustentação do seu universo. A escrava em regra, deve pertencer à mesma origem de seu mestre Doutrinador.
O compromisso do padrinho será a responsabilidade de levar o amor e a evolução àquele afilhado, principalmente pela harmonia e dedicação de sua função que é a protecção e a manipulação de forças que estão agregadas em um caminho especial, que vai de encontro ao plexo solar do afilhado, proporcionando condições de maior harmonia e o mais perfeito equilíbrio de sua energia mental.
Entretanto, para que isso ocorra, o Ajanã padrinho tem que estar em ampla sintonia com os seus próprios Mentores, o que será exigido de sua conduta doutrinária e a permanente busca de conhecimentos e da manipulação de forças, o que irá proporcionar o elo de ligação com seu afilhado, construindo verdadeira couraça protectora das acções de cargas negativas.
O padrinho deverá estar sempre em perfeito equilíbrio com seu afilhado, gerando, entre eles, correntes energéticas de forças centrífugas e centrípetas, que criam movimentação dos campos magnéticos, ampliando a movimentação dos vórtices dos chakras, propiciando renovação das forças vitais e extra-cósmicas, actuando directamente na potencialidade do padrão vibratório tanto do padrinho como de seu afilhado.
Com a energia do padrinho e seu afilhado em sintonia e equilíbrio, é criada uma corrente desobsessiva de elevada intensidade, capaz de alcançar e influir beneficamente em entidades do Vale das Sombras, mesmo nas de grande hierarquia, conseguindo grandes
libertações de espíritos cativos em cavernas. O padrinho tem que ter consciência de que deverá estar apto a completar o grande feixe de forças necessárias para a evolução e condução de um espírito a caminho de Deus, o Doutrinador que lhe foi confiado.
A Madrinha e o Padrinho tem uma função espiritual de verdadeiros conselheiros de seu afilhado. Aconselhar, estar participando activamente dos trabalhos em conjunto, apoiando, vibrando e emanando! Cabe ao afilhado a humildade de buscar os conselhos daqueles que espontaneamente escolheu como membros de sua força decrescente.
Tanto a Madrinha como o Padrinho, devem esta na mesma Raiz, compartilhar da mesma força decrescente do Doutrinador afilhado.
Ter o seu POVO completo em nossa Doutrina é uma missão de todo Doutrinador.
Os conhecimentos estão à disposição, mas a tarefa exige bastante empenho e sintonia.
Harmonizar-se com seu POVO (Escrava, Madrinha e Padrinho) é um dos requisitos indispensáveis para evolução na buscar da Contagem perfeita que nos foi deixada. Seja participando de Retiro ou Trabalho Oficial, na incorporação no Ministro no Sanday Tronos, estarem juntos nas escaladas da Estrela Candente, participar de Abatás, Alabás, Sessão Branca, Angical ou mesmo em um simples trabalho de Tronos onde se possa ter a confiança de receber a Voz Directa.
Muitos assumem esta missão, ou fazem os convites, sem ter consciência da responsabilidade que passam a ter. É importante que despertem e realizem tudo dentro da Contagem que nos foi deixada. A sintonia do POVO formado deve ser perfeita! Do contrário, serão apenas aparências e vaidade.
Não se deve confeccionar emissão com uma das partes ausente em se tratando de padrinho, madrinha e escrava. O Adjunto poderá formar o seu Povo parcialmente, pode começar pelo padrinho, pode começar pela escrava ou começar pela madrinha. Lembrando que o Povo desta forma só não estará em sua formação completa e que deve buscar a alcançar a formação por completo para que a sintonia de seu Povo seja perfeita.
O Afilhado deverá estar presente no momento de preparar a emissão de seu POVO. Entretanto, o Mestre ou Ninfa poderá deixar de ser Padrinho, Madrinha ou Escrava sem a presença do afilhado ou seu Mestre.
Na nossa doutrina, em regra, a Ninfa SEMPRE acompanha o Mestre (no Turno de Trabalho, Turno do Cavaleiro e Termo de Emissão).
Salve Deus! Que este texto possa esclarecer e alcançar a todos como um facilitador de suas jornadas, esclarecendo e emanando nesta missão tão importante deixada por nossa mãe clarividente Tia Neiva.
Boa Sorte a todos. Salve Deus!
Adjunto Jorano – Mestre Leonardo Marques
Filho de Devas