Olhando para nossa elipse eu vi um grande portal, catalisadora de forças magnéticas poderosas, um farol que ilumina os pontos cabalísticos.
Assim são as nossas elipses.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
30.09.2020
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Mesa Evangélica – Adjunto Yumatã
(Ninfa que assistia a palestra)
E no caso, abrindo a Corrente Mestra, já passar direto para os trabalhos sem fazer a Mesa Evangélica como eu já vi bastante?
(Mestre Caldeira)
Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Não! Veja bem: você vai da sua casa para o templo, não é isso? Chega lá você se harmoniza, você vai se harmonizando devagarinho, vai formando uma sintonia, aí você vai na Pira e faz sua preparação.
(Ninfa que assistia a palestra)
(…) fazer a Mesa mesmo, ter a Mesa.
(Mestre Caldeira)
Não, não tem problema. Porque é especial, não tem problema. É um trabalho especial. Você fala sem a Corrente Mestra?
(Ninfa que assistia a palestra)
Falo com a Corrente Mestra. Abre a Corrente Mestra, mas não faz a Mesa.
(Mestre Caldeira)
Mas os faróis estão montados.
(Ninfa que assistia a palestra)
Eu já vi abrir mesmo sem ter os faróis.
(Mestre Caldeira)
Eu não entro no mérito da questão, é a reponsabilidade de cada presidente do templo externo. Não me diz respeito. O que me diz respeito? A Doutrina como ela é, como me foi ensinada.
Eu já vi mestre dizer assim:
“Não, não precisa não os faróis, não. Porque eu mentalizei e está aí invisivelmente os faróis montados.”
Eu não acredito nisso! Porque nós estamos no plano físico não estamos no plano espiritual. Também não entro no mérito da questão, não me diz respeito.
Isso aqui que eu estou dizendo a vocês me foi ensinado por Tia Neiva, pela Clarividente. Ninguém sabe mais aqui do que ela ou sabia mais do que ela. É nossa Mãe Clarividente, é a Mentora, foi quem trouxe a Corrente para cá.
Agora se alguém tem consciência e faz o contrário, assume a responsabilidade. O que eu digo é isso: a responsabilidade é de quem faz, tem conhecimento e faz! Está certo Alves, não é assim?
Como é que se aprende uma coisa de um jeito e faz de outro? Então a responsabilidade é sua! Não é isso?
Faróis – Tia Neiva
Os faróis são luzes, que indicam o caminho seguro para DEUS, para os espíritos que se encontram perdidos em sofrimentos.
Os faróis são os sinaleiros que estão sempre com a luz verde acesa, convidando aqueles que sofrem a chegar, para que possam receber o tratamento, o alimento espiritual que é a Doutrina de JESUS e o encaminhamento para um albergue de Luz, uma casa transitória, através da elevação do Doutrinador.
O farol da mesa evangélica, durante todo tempo que ali estiver, deverá estar com a mente em JESUS, dando a oportunidade, para aqueles irmãos carentes de luz e de amor, de chegarem e serem socorridos pelos Doutrinadores e pelos mentores da mesa.O farol não deve se preocupar em atender o Apará que tenha incorporado próximo a ele, porque está só, essa não é sua função.
O farol deve enviar a todos os espíritos que estão chegando ou que já se encontram na mesa, pensamentos de paz, de harmonia e de amor. Faça o mantra universal para esses espíritos mas, mantenha-se no seu posto, sem preferências. Um farol é um sinal geral para muitos. Um espírito sofredor volta várias vezes à casa do Pai Seta Branca, até se conscientizar e realmente aceitar o caminho para a regeneração espiritual (evolução).
Quando o sofredor chega no trono ou mesmo na mesa e encontra o Doutrinador que sempre é farol, ele, o sofredor, não oferece resistência nem dificuldades, porque respeita aquela Luz que o trouxe até ali num outro dia, respeita porque reconhece o Doutrinador pelo ectoplasma.
Mesmo quando não está havendo o fenómeno da incorporação na mesa, durante parte do intercâmbio ou mesmo no trabalho de defumação, os espíritos sofredores estão chegando na mesa atraídos pela Luz que emana dos faróis.
Ao sentar no farol, o Doutrinador deve procurar-se lembrar, que naquele exato momento, também os seus mentores estão chegando para trabalhar na cura desobsessiva.
Tia Neiva
Vale do Amanhecer, 23/05/81
Biografia do Doutrinador – Tia Neiva
Meu filho Jaguar, Salve Deus!
O Sol ainda brilhava no poente, e no céu duas aves trançavam em espirais imensa, sempre longe uma da outra. Pensei: “deve ser um casal!… Porém sua realização não consiste tão somente na distância, e sim, na confiança de uma na outra”. Calma, continuei minha viagem. Agora, guiava o meu carro sentindo imensas saudades, e uma insegurança que, até então, nunca tivera. O que me faltava? Asas? Liberdade? Não, tinha tudo! e eu velava lágrimas inoportunas. Não! o pranto não vai atrapalhar este enigma que me vai n’alma – gritava eu de quando em vez. Passou-se algum tempo. Soube então, que havia razão naquelas saudades. O mundo se descortinou à minha frente, o mundo onde as razões se encontram… Isso foi no dia 1º de maio de 1959. Por Deus em uma reunião da UESB, nasceu o DOUTRINADOR. Hoje, tenho que guiar esta imensa nave espacial que é a Doutrina do Amanhecer. Continuo vendo aves no céu a voltear. Seriam as mesmas que vi há vinte e um anos atrás? Mas, que importa? Pelo que me disseram os meus olhos de clarividente, a questão não é somente estar juntos, mas, como aquelas aves; estar em sintonia.
Junto a mim, na longa estrada em direção à porta estreita, está comigo o DOUTRINADOR… Em sintonia! Vinte e um anos se passaram. Legiões de espíritos foram para o céu… Legiões de espíritos trabalharam comigo na Terra…O enigma do mundo tem agora um Farol que brilha: o mundo tem agora, o DOUTRINADOR!
Com carinho, a Mãe em Cristo,
TIA NEIVA
Vale do Amanhecer, 1º/05/1981