Salve Deus!
O entendimento do que é realmente a Doutrina do Amanhecer só pode alcançado quando o médium tem seus chacras despertados , pois seu coração e sua mente estarão alinhados com sua proposta e seu compromisso assumidos nos planos espirituais e diante dos olhos de Jesus!
Nos foi ensinado que o canto é o registro transcendente do espirito, nele estão contidos os acertos assim como os erros cometidos.
O Missionário Principe Maya tem como ponto referencial Esparta, o melhor o soldado espartano porém, vale ressaltar que os missionários foram espíritos espartanos, mas fracassou, por não saber amar!
O juramento feito por nossos médiuns, diante dos olhos de Jesus, é a certeza de que esses tristes caminhos não mais serão percorridos, somente devemos considerar a “garra” e a força e vontade de vencer nosso maior adversário, esse “nosso Eu”, cuja vaidade obsessiva e desejo de conquista estabeleceu uma conduta que transformaram homens em maquina de matar…
Com certeza ao procedermos no canto dizendo “Sou um espirito espartano”, é apenas naquele momento e numa forma de lamento, pois na continuidade dizemos: “Eu vi a luz da verdade”, todos dias estamos vendo e vivendo essa verdade cristica em nossas vidas e se persistimos nesse espirito de batalha, iremos novamente fracassar, por não saber amar, por não conseguir amar.
E vós outros, Príncipes Mayas do Amanhecer, cujas indumentárias , brilham como o sol, precisam de amar incondicionalmente a seus irmãos e lembrar onde houver um Príncipe Maya ele é teu irmão, muitos foram despojados de suas riquezas, das festas palacianas, de ferir o coração daqueles que te rodeiam e hoje vistes, alguns sem saber sua própria definição sentimental, levanta-te, te ergas, você nasceu só, e só estarás enfrentado teu próprio destino.
Precisas, necessitas de “gritar ao mundo, no calor dessa doutrina”, que te acolheu, que lhe fez sentir importante, primeiramente para ti mesmo, honras esse sol que brilha em teu coração e então saberás perdoar-te…
Gilmar
Primeiro Príncipe Maya dos Templos do Amanhecer
Janeiro 2022
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Dedicação do Espírito Espartano – Tia Neiva
“Não peço disciplina, porém harmonia e dedicação do espírito espartano que sabe marchar para a Vida e para a Morte com o mesmo esclarecimento do espírito da Verdade!”
Tia Neiva
Você é um espírito Espartano! Tia Neiva

Tia Neiva sobre as vidas do Jaguar
“Salve Deus, meu filho (….)! Você é um espírito espartano que se destacou pela força e coragem. Percorreu as planícies macedônicas na conquista de novos mundos e civilizações. Em Roma, foi Centurião, e impunha respeito pela força. Fez muitas desordens no Egito, provocando a queda da rainha e exterminando com a civilização egípcia. Na França, participou ativamente na batalha da queda da Bastilha. Quando Cigano, acompanhava Natacha e era, então, inteligente, astucioso e muito dinâmico. Foi deportado, no império de Dom Pedro, quando se perdeu nas desapropriações de direitos, desviando-se de suas obrigações e responsabilidades.”
Cruz de Caminho (Acervo Tumarã)
Quando Pytia saiu de Delfos e foi ao encontro dos reis de Esparta, o fez motivada pela sentença que os soberanos espartanos haviam dado aum casal de reis, subordinados a Esparta, que por não terem filhos, seriam executados para que dessem lugar a outra dinastia.
Pytia, em sua clarividência, viu o quadro e partiu em socorro daquele jovem casal, enfrentando todo um povo, que era o único na Grécia a não aceitar o Deus Apolo.
Chegando a Esparta, onde já eram conhecidos os fenômenos a ela atribuídos, foram- lhe colocadas as atacas. Desafiada pelos reis perante o povo, para que demonstrasse sua força.
Pytia fez com que os tambores da tropa rufassem para espanto geral. E, reconhecendo os poderes da pitonisa, os reis concederam clemência aos condenados, que partiram para o exílio e, localizando-se em um castelo solitário, passaram a se dedicar à cura daqueles muitos necessitados que vagavam pela estrada. Para marcarem o caminho de seu castelo, fincaram uma cruz. Daí a origem Cruz do Caminho.
A Cruz do Caminho é um trabalho altamente iniciático. Há poderosos cruzamentos de forças curadoras, que exigem perfeito ritual e contagem, pois se realizam na presença de Mãe Yemanjá, dos Ministros, Sereias e Magos.
“A Cruz do Caminho emite eflúvios quando estamos no trabalho. Ela gera uma força giradora que sobe e que desce: sobe energia vital e desce energia extra-etérica. Dá forças ao médium por 30 dias, conforme o dia da lua, pois possui a força da lua e também a força do sol, sendo mais intensa a força da lua. A cruz do caminho é um trabalho de energização. Ao participar de um trabalho como esse, você se ilumina interiormente, tem força e prepara o seu sol interior e de uma lua para a outra você continua a receber toda essa força que foi gerada”. (Tia Neiva)
Observações Tumarã – José Silva
As Encarnações de Tia Neiva
Para Que Possamos Respeitar ainda Mais A Hierarquia de Nossa
Mãe Clarividente Que todos os Jaguares Leiam com Amor e Ternura.
Espírito Espartano. Tua trajetória rica de vivências e emoções. Trilhastes os diversos caminhos, na preparação de tua missão maior: a evolução do homem
No esplendor das cortes, convivestes com faraós, reis e imperadores. Ricas vestes, joias cobriam o teu corpo. Viveste o fausto. Sorrisos adornavam o teu rosto; lágrimas o assombreciam. Vivas. Vivas as experiências do espírito para a missão sublime. Todavia, neste turbilhão rico de emoções, seguias impávida, decidida em tua caminhad, iluminada, resplandecente: ras um jaguar.
Nefertiti, Pytia, Cleópatra… personalidade, mas, sobretudo, energias somadas- heranças.A direção para um objetivo, os passos guiados, iluminados na luz do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo. Era o transcendental prevalecendo, era o cumprimento de tuas metas, a orientar os teus ovimentos nas diversas encarnações.
Anos e anos se passaram e encontramos Natacha. Natacha da Casa Grande, Natacha do Angical. Angical humilde, de dor, lágrimas e sangue. Mas, também, Angical de amor, luz e sabedoria. Angical de Pai Zé Pedro, Pai João e Matildes, e do sempre presente Seta Branca. E Nefertiti, Pytia, Cleópatra, Natacha, seguia sua jornada de luz, naquela vida simples, tão diferente da das cortes, com os Enoques a te orientar.
Nos teus anseios da alma,ouvia os sábios conselhos de pai João e Pai Zé Pedro: “Natacha. Natacha. A caminhada e longa, de dor e sofrimento…Mas, é uma caminhada de Luz, realizações e amor. Estas preparada, Natascha. Pai Seta Branca te guiará e orientará”.
E Natascha sentada próximoà cachoeira do Jaguar,solitária em suas meditações, recebia as mais puras energias para o revigoramento de seu plexo…
Mais uma etapa se cumpre na vida desses espíritos espartanos a atravessar continentes.
Hoje unificação praticamente concluída,Nefertiti, Pytia, Cleópatra, natacha, Neiva. Neiva da Casa Grande do Amanhecer. Vida simples, de lágrimas, alegrias e amor Vives. Vives intensamente o teu amor- o Doutrindor, teu filho, filho da tua alegria, filho da tua dor, filho das tuas entranhas.
E a raiz se expande, forte na doutrina crísticam Koatay 108, brado de luz ecoa por todo este universo- o Adjunto,a realização de um objetivo, a aspiração e sorguimento de uma obra
Unificados neste amor que emana da tua luz, reunimos nossas forças,forças do povo que por Deus nos foi confiado, rogando aos Ministros Yucatã, Ypuena, Tapurê, Cayrã,que derramem sobre tua cabeça as luzes e mantras, elevando Koatay 108 aos pícaros do poder universal.
Natacha. Natacha, As joias que hoje cobrem teu corpo são aspérolas dos anjos e santos espíritos. São as luzes, Natacha.Luzes que são frutos do teu amor, de tuas lágrimas.
Natacha: sempre fostes grande na tua simplicidade e hoje és maior do que nunca. És Koatay, Koatay por todo este universo. És nossa Mãe… Salve Deus.
Brasília 31/10/80
Chakra da vida… Tia Neiva
Eu não peço disciplina, porém, harmonia e dedicação do Espírito Espartano, que sabe marchar para a Vida e para a Morte com o mesmo esclarecimento do espírito da Verdade. Sim, filho, um trabalho bem dirigido na individualidade de uma conduta doutrinária. nos dá a certeza do fenômeno da cura ou do progresso material na individualidade e na vida física. O chakra da Vida exige o equilíbrio da matéria. Sendo assim, nossos Mentores se preocupam com nossas profissões e negócios, na medida do possível.”
Tia Neiva – 28/03/1979
Espíritos Espartanos

É comum que os jaguares do Amanhecer ouçam das entidades que, por serem espíritos espartanos, devem saber suportar as dores e as dificuldades que atravessam, por sermos fortes e preparados para a resignação e a vitória no final de uma luta. E, na verdade, para ser um espartano, tudo começava na infância, quando a criança já era segregada quando nascia com alguma anomalia física, sendo condenada à morte, atirada nos despenhadeiros.
Tia Neiva explicou a condição de alguns espíritos em grande evolução em Esparta. O famoso rei Leônidas (o 1º Mestre Jaguar, Nestor, Trino Arakém) tinha um irmão (o Trino Tumuchy, Mário Sassi), que pretendia tirá-lo do trono, e foi procurar o rei de uma cidade ao norte de Esparta, que estava reunindo um grande exército para invadir Esparta. Aquele rei é, nesta era, o Trino Sumanã, Michael Hanna. Atacaram Leônidas, e foram derrotados, tendo o irmão de Leônidas recebido a clemência e sido exilado até o final de seus dias.

O Trino Tumarã, Mestre José Carlos do Nascimento, baseado na história e nas explicações de Tia Neiva, define a questão da transcendentalidade: “Uma grande parte dos espíritos que hoje estão no Vale do Amanhecer, como Jaguares, foram espartanos, submetidos, de certa forma, pela Espiritualidade Maior, a uma provação decisiva para a continuidade de suas missões neste planeta”, define. Para José Carlos, “foi o fim de longa escadaria pela qual caímos das nossas posições de Homens-Deuses, quando chegamos de Capela, e nos tornamos homens-feras, impulsionados pelo poder da força física que foi utilizada em todos os momentos de nossas vidas”, conclui.
Pesquisa do Mestre José Carlos do Nascimento:
Plutarco, historiador grego, em sua obra “A Vida de Licurgo”, relata: Em Esparta, quando nascia uma criança, não era seu pai que decidia se iria criá-la ou não. O recém-nascido era levado ao lugar onde se reuniam os mais velhos, que a examinavam. Se fosse sadio e robusto, podia ser criado pelos pais (…) Se, ao contrário, fosse fraco ou deficiente, era lançado em um precipício. Julgavam que isso era o melhor para a criança e para o governo.
Os meninos considerados sadios ficavam sob o cuidado das mães até completarem sete anos. Andavam descalços, para ficarem com os pés calejados, e vestiam leve túnica, para aprenderem a suportar o frio.
De 7 a 16 anos, ingressavam em acampamentos governamentais, onde aprendiam a ler, escrever e fazer contas, bem como a cantar músicas tradicionais e a declamar poesias, recitando Homero, juntamente com a prática de esportes e instrução militar, com especial atenção para as aulas de sobrevivência na natureza. Só podiam tomar banho nas águas do rio Eurotas.
Dos 16 aos 20 anos, o jovem espartano iniciava seu aprendizado prático de ações violentas, sendo a maior prova a críptia, quando formavam diversos grupos que acordavam de madrugada e, armados de punhais, atacavam as residências dos hilotas e matavam toda sua família. Estas ações tinham por objetivo eliminar os hilotas, que estavam em maioria crescente na população, uma vez que os espartanos morriam nos constantes combates. Em sua descrição da batalha de Platéias, Heródoto relata que nela tomaram parte 5 mil espartanos, 5 mil periecos e 35 mil hilotas, demonstrando a superioridade numérica dos escravos, o que representava séria ameaça ao governo.
Tinham que obter seu alimento por conta própria e por isso roubavam, geralmente para comer, chegando a roubar queijos que eram ofertados no santuário da deusa Ártemis Órtia. Se fossem apanhados em um roubo, mesmo que fosse por força da fome, eram castigados cruelmente, em público. Dormiam em leitos toscos de junco, a alimentação era escassa e aprendiam a controlar a dor. Passavam entre duas grandes alas de homens fortes, e eram chicoteados cruelmente, enquanto pudessem agüentar. Muitos morriam nesse teste.
Ao atingir 20 anos, ingressava no exército e recebia sua armadura e armas. O escudo era entregue sob o juramento de voltar com ele ou sobre ele, isto é, morto. Estava pronto para todos os tipos de combates e violências, e se dedicava à vida militar até os 30 anos, quando podiam começar uma vida civil, casando-se e recebendo uma área de terra do governo e alguns hilotas para cuidar dela. Eram considerados cidadãos, podendo votar e ocupar cargos públicos. Todavia, até aos 60 anos era componente do exército.
Nessas atividades civis eram incluídas as refeições coletivas diárias, compostas por pão de cevada e bolinhos recheados, bebendo pequena dose de vinho, tendo como sobremesa reduzidas porções de queijo ou figos, consolidando o companheirismo entre os espartanos.
As mulheres tinham, como principal função, gerar filhos saudáveis, para isso tendo uma vida de intensos exercícios físicos, lutavam e praticavam esportes.
Em 555 a.C., Esparta firmou um tratado de amizade com Creso, rei da Lídia, grande inimigo dos persas. Foi o desafio dos gregos ao crescente domínio persa na região.
Esparta se consolidou como poderosa cidade grega, principalmente quando, com o ataque dos persas, liderados por Dario I, em 490 a.C., que já havia conquistado as colônias gregas da Ásia Menor, se lançou à luta contra a Grécia continental, baseando-se no possível enfraquecimento das cidades esgotadas por lutas internas. O sentimento de amor à Grécia se traduziu na união das cidades gregas, que se juntaram em valores humanos e materiais, sendo lideradas por Atenas, que possuía a melhor frota marítima, e por Esparta, que tinha o exército terrestre mais aguerrido.
Leônidas, rei de Esparta, obteve significativas vitórias nas Termópilas; Pausânias, em Platéias; e Leotíquides, em Micale.
Com a vitória dos gregos, os persas desistiram da guerra e retornaram à Pérsia.
Sob o pretexto de evitar novas tentativas de invasão, Atenas promoveu a Confederação de Delos, aliança entre cidades gregas que cooperaram com soldados, navios e valores, liderada por Atenas e sediada na ilha de Delos. Todavia, Péricles, rei de Atenas, começou a desviar os valores remetidos por outras aliadas, para levantar a cidade de forma suntuosa, com palácios e templos que, até hoje, comprovam sua grandeza.
Em Atenas, destruída pelos persas, surge a grande figura de Péricles (495 a 430 a.C.), cuja missão era reunir aquela plêiade de espíritos vindos da Egea, estabelecendo os caminhos para o Deus Único, invisível e indivisível, desconhecido. Aceitando as divindades do Olimpo, reconstruiu Atenas, de forma até hoje admirada por todos, não só na parte material como, também, nas raízes que deixou. Ergueu o principal templo da cidade dedicado a Atena e, com sua visão e inteligência, dedicou-se à política voltada para a comunidade, prestigiando as Artes e as Letras em tal dimensão que sua época ficou conhecida como “o Século de Péricles”.
Cercada por muralhas, Atenas se concentrava em torno do Acrópole e dispunha de locais preparados para as reuniões com os grandes mestres que ali iniciavam a Era da Razão, como a Assembléia – Pnix –, o teatro de Dionísio e, fora dos muros, a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles”.

Resumo do Livro por: Jose Nunez
Num livro relativamente curto, Cartledge agrupa uma variedade de informações sobre Esparta e seu povo. Como Professor de História Grega na Universidade de Cambridge, sua paixão e interese por esta clássica história Grega aparece nesta peça muito acessível. O livro se divide em três partes. A parte introdutiva, “Vá, Diga aos Espartanos”, discute a evolução de Esparta, de um simples conjunto de aldeias, até se tornar a mais poderosa força de combate da antiga Grécia. Sua expansão começou com a conquista do povo vizinho da Lacônia (Hilotas – cativos) e da Messênia (Periecos – estrangeiros) e, eventualmente, a criação da maior cidade-estado do mundo Grego, sem dúvida. Isto deu a Esparta uma posição de segurança, controle das férteis planícies agrículas e da riqueza mineral. Sua localização segura, contribuiu para que Esparta dispensasse muralhas. Os Espartanos também preferiam confiar em sua força militar de defesa, considerando as muralhas como algo afeminado. A força e a riqueza de sua localização também ajudava Esparta a manter um exército profissional, ao invés de uma força de cidadãos convocados quando necessário. A força militar de Esparta estava baseada num superbo treinamento de infantaria hoplita. Ainda muito jovens, os meninos eram tirados de suas famílias e introduzidos nos quartéis de treinamento militar. Armamentos típicos incluíam um escudo largo de madeira, coberto de bronze, um capacete batido a partir de uma única peça de bronze, peitoral, caneleiras, lança longa e uma curta espada de ferro. Eles eram instruídos e treinados com seus equipamentos desde cedo, produzindo “firme coordenação, rígida disciplina e uma elevada moral”. Seu poder, como uma força de combate, foi demonstrado, particularmente, durante as guerras com a Pérsia. Cartledge analisa os eventos em geral, mas se concentra em quatro grandes batalhas – Termópilas, Artemisia, Platea e Micala. Foi a defesa do desfiladeiro de Termópilas, por Leônidas, com apenas uma força símbolica, que mostrou o valor dos Espartanos como homens de combate. A segunda parte considera “O Mito Espartano”, principalmente, cobrindo o período de quase 30 anos de conflito com os atenienses. Comumente conhecido como a Guerra do Peloponeso, Cartledge refere-se a estes como as Guerras de Atenas, como ele é descrito do ponto de vista Espartano. O conflito entre Esparta e Atenas foi, de certa forma, inevitável, já que representavam dois conjuntos diferentes de valores e cultura. Um terremoto de grandes proporções atingiu Esparta em 464 AC, causando muitos danos e perda de cidadãos espartanos, o que incentivou uma revolta entre os Hilotas. Esparta pediu ajuda aos aliados. Eles também procuraram ajuda dos atenienses, com base num tratado anterior contra os persas. Atenas forneceu uma força significativa, apesar de ter interesses em outra parte, naquele momento. O relacionamento entre as forças de Esparta e Atenas era pobre e, finalmente, Esparta acusou o comportamento de Atenas, de revolução. Atenas, mais tarde, deu ajuda para os sobreviventes Hilotas, arruinando ainda mais as relações com Esparta. Depois que a Guerra Ateniense começou, durou mais de uma década, até que a própria Atenas enfrentou uma revolta interna, assim como aconteceu com Esparta. Depois que Esparta avançou fundo, dentro do território Ateniense, com uma força aliada, os dois lados negociaram um tratado de paz, chamado de 30 Anos de Paz, que foi o tempo que estava previsto para durar. No entanto, por volta de 432, Esparta temia o poder e a influência de Atenas, e declarou que Atenas tinha quebrado o tratado, que foi, portanto, terminado. Táticas inadequadas e falta de equipamento de cerco, prejudicou as tentativas de Esparta de forçar Atenas ao combate, como se pretendia, com Atenas retaliando tanto por mar, quanto por terra. Os atenienses, eventualmente, avançaram, montando uma base dentro do território espartano. Em 423, um armistício foi acordado, apesar de partidos, de ambos os lados, procurassem retomar a luta. No ano seguinte, um outro tratado de paz foi assinado, juntamente com o pacto de não agressão por 50 anos. Crescentes conflitos entre outras cidades-estado, com linhas anti-esparta persuadindo Atenas a retomar as hostilidades, levaram à Terceira Guerra. Ao longo dos anos desse conflito, Atenas alcançou um expressivo número de vitórias; porém, uma série de revoltas e deserções entre os seus aliados, reduziu bastante o poder naval ateniense. As forças navais de Esparta, impulsionadas pelo apoio financeiro persa, finalmente conseguiu forçar uma total vitória Espartana em 404, acabando com quase 30 anos de guerra. Apesar da vitória final contra Atenas, o poder espartano estava em declínio, como aponta a parte final do trabalho de Cartledge. A contínua diminuição do número de cidadãos espartanos, em comparação com uma Atenas em crescimento, e mudanças nas condições sociais, contribuíram significativamente para este declínio. Ao longo dos 70 anos seguintes, Esparta perdeu muito de sua antiga glória. Durante os tumultos que se seguiram à morte de Alexandre, o Grande, em 323 AC, Esparta se manteve, em grande parte, à margem do conflito. Em vez disso, abasteceu mercenários e proporcionou um grande centro de recrutamento para ainda mais. Esses mercenários lutaram em vários lados desse conflito, pela sucessão de Alexandre. Uma fascinante história de uma cidade-estado grega, que dispunha de grande poder e sucesso no seu auge, mas que acabou por ser a maior responsável por sua própria queda, devido a um sistema social que, em grande parte, foi incapaz de, ou não quis, aceitar as mudanças naturais do mundo ao seu redor.
Fonte: https://amanheceremnoticias.blogspot.com/search/label/Esp%C3%ADritos%20Espartanos
Gilberto Zelaya (Trino Ajarã) o filho de Tia Neiva
O burburinho de médiuns num vai e vem frenético era na verdade o espelho real da ansiedade pelo convidado de honra que logo à noite iria chegar,
O filho de Tia Neiva iria se fazer presente naquela consagração, esse era o quadro pintado todas as vezes que o Trino Ajarã participava das consagrações nos Templos do Amanhecer.
O que aque ele homem de fala cadenciada, um pouco tímido, de olhar penetrante de palavras contidas que ia do Trino solene ao amigo confidente, apreciador de uma boa conversa, que gostava de lembrar as bases da criação da doutrina tinha de tão diferente que quando mediunizado encantava seus ouvintes, que montou um império chamado sistema Ajarã e que à dois anos procuramos tentar buscar seu segredo para juntar os componentes dessa família, mas como ovelhas que se dispersam nas pastagem, não estamos conseguindo.
Gilberto Chaves Zelaya , Trino Ajarã, Beto, Tio Beto, o capitão de tropas que cruzou o delta do Nilo, organizou a guarda pretoriana, elevou uma espada a céu e proclamou a independência de um povo, foi caçador nos Andes e a contra gosto de seu genitor , foi caçar Javalis e devorado por eles, nasceu do seio de uma sergipana cuja encarnação como Pitya, Cleopatra, e Natachan deu vida o ao Doutrinador e ele, é o Primeiro Doutrinador deste Amanhecer.
Do momento que o vi pela primeira vez com frases fortes e até provocadoras como:
_Eu sigo a intuição de Pai Seta Branca, então ele que procure me intuir bem”
-O combinado não é caro”
-Em harmonia em um colchão dormem três, e um reino é pequeno para dois reis”
-Queria ter os poderes que muitos subcoordenadores pensam que tem”
- Os Templos de Jesus”
Fui chamado ao quarto dele, onde estava acamado e m disse:
-Meu filho preciso sair dessa cama, os Presidentes e suas ninfas estão todos lá me esperando!
Respondi a ele:
-Chefe estão providenciando uma lona para melhorar o calor que o sol está trazendo!
-Preciso ir Meu Filho me ajude! (O dia em que le fundou a CGTA e lançou o realinhamento)
-Enfrentou a cobrança de um Elitrio que lhe trouxe um câncer no pulmão e agradecia esse irmão por essa oportunidade que lhe dera.
E finalmente em sua via crucis e para atender um Presidente o vi em uma cadeira de rodas no aeroporto indo a Portugal…
Mas nessa mesma via crucis falou sobre os Templos de Jesus,
Do Presidente que iria deixar seu rastro na terra por suas obras!
Mas que obras, as quais o Trino se referia…. Um grande templo ornamentado , com estrela, Turigano…
Um templo construído no coração de cada filho do Ministro que ele tomou para si a responsabilidade de conduzir espiritualmente nessa encarnação…
E hoje , dois anos de sua partida,como será a visão de Gilberto diante das sementes que deu a cada Adjunto para semear, de sua família querida intitulada ajarã cujos componentes não conseguem se entender e partem para doutrinar espíritos num ato de pedir perdão pelas faltas cometidas e não consegue perdoar seu irmão que está de calça marron e colete…
Estamos cuidando da obra do Ministro Ajarã como gostaria Gilberto…Estamos unidos ?
E você Mestre Adjunto Presidente, que está conduzindo essa doutrina um dia terá que estar diante de quem lhe concedeu os poderes para tal feito, como será avaliado suas obras e Jesus foi claro:
_Muitos chegarão até mim dirão:
-Mestre me teu nome curei e expulsei demoniis! - Eu vos direi…Afasta te de mim!
-Pois não te conheço
Gilberto Zelaya,dizer que o Senhor nos falta é algo muito simplório e não podemos queixar de sua ausência, pois nos ensinaste a voar, deste-nos asas…Nos praparastes…
Devas para acompanhar rituais e consagrações, Presidentes para coordenar e conduzir povos de um ministro, Instrutores para levar a sabedoria ao Jaguar, Ninfas ternuras para imantrar e acompanhar seus Mestres… Então…o que nos falta?
E terminando este posto um dia no Relatã arredores de Brasilia, olhou para frente, como estivesse buscando um horizonte imaginário e me falou sobre seu grande amor..Nair!
-Meu filho!
-Gostaria muito que Nair comandasse essa doutrina, pois poucos conhecem tanto de ritual quanto ela…
Então ele fez uma pausa , suspirou e terminou!
-Mesmo eu, com todos os poderes que tenho, não posso fazer nada, pois essa doutrina é do Doutrinador !
Em cristo Jesus e pelo meu juramento de Doutrinador e Adjunto foi o que ouvi de meu Trino.
Gilmar
Doutrinador
Novembro/Teresina
Redenção da velha tribo Espartana
