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Homem (Acervo Tumarã)

O Homem foi o ser escolhido por sua evolução puramente animal, para receber a Centelha Divina e ser o veículo para a evolução de toda a Terra, passando a ser um espírito a caminho, cumprindo suas metas cármicas através das várias encarnações no planeta, composto pelo corpo físico, pela alma e pelo espírito, que temos que estudar separadamente. Koatay 108 ensinou a complexidade de coisas que atuam acentuadamente no Homem, principalmente as vibrações de outros seres humanos, mas o segredo para seu equilíbrio está na manutenção do elevado padrão vibratório, que quanto mais alto for, levará o Homem por passagens mais originais e perfeitas em sua caminhada na Terra. Existem profundas diferenças entre os seres humanos, e uma é devida à tônica que cada um dá à sua vida: há um grupo que se preocupa somente com sua saúde física, com seu corpo, buscando a boa forma muscular e atlética, ocupando-se com exercícios físicos, dominados pela tônica física; há os que têm a tônica psíquica – cientistas, intelectuais, artistas e eruditos -, e dependem de seu intelecto, com sua consciência dominada pelo fator intelectual; e há os missionários, com seu campo consciencional em constante expansão, buscando a integração crescente com o Universo, a evolução de seu espírito, vivendo sob a tônica espiritual. Pela conduta doutrinária, pelo conhecimento, pela evolução, o Homem vai aperfeiçoando sua memória e sua mente, submetendo seus instintos às irradiações do extrasensorial, ampliando seus conhecimentos de si mesmo e dos três reinos da Natureza.

O Homem, dentro da Ciência, recebeu classificação como pertencente ao reino animal: vertebrado pertencente à classe dos Mamíferos, subclasse dos Placentários, ordem dos Primatas, família dos Hominídeos, gênero Homo, que se encontra, na atualidade, representado por apenas uma espécie: Homo sapiens. Pelos estudos paleontológicos, temos diversas outras espécies que viveram na Terra em outras eras, e já desapareceram. Só que, pelos conhecimentos trazidos por nossa Doutrina, temos a certeza de que o Homem já transcende a natureza animal desde que teve colocado, em seu plexo, o Sol Interior ou os Três Reinos de sua natureza, que mudou aquele seu antecessor ainda animalizado no Homem atual. Com um plexo iniciático, o animal se transformou em Homem. Essa foi a grande missão dos Equitumans, seres Capelinos, que se iniciou há 30 mil anos antes de Cristo e continua hoje, pelos Jaguares da Doutrina do Amanhecer e em outras linhas brancas que buscam o aperfeiçoamento do Homem Médium pelo aprendizado da manipulação das forças naturais e cósmicas em benefício de si próprio e de seus irmãos encarnados e desencarnados. O Homem Jaguar é o Homem Iniciático, com maior bagagem que os demais porque tem a capacidade de manipular forças extracósmicas, tem suas Estrelas e a capacidade de integrar e desintegrar, de romper o neutrôm pela força de sua emissão e de suas elevações.

A evolução da forma humana, que se iniciou há mais de dois milhões de anos, culminou, quando chegou a hora precisa, no Homem como está hoje, diferenciado do Reino Animal por características de seu plexo: racionalidade, abstração, caráter, temperamento, instinto, memória, sentimentos, cultura, civilização, trabalho, arte, solidariedade – estas facetas encontradas, em menor ou maior grau, nos animais, porém extremamente desenvolvidas no Homem. Em lugar de procurar seu autoconhecimento, buscando conhecer suas potencialidades e seu mundo interior, a maioria da Humanidade preferiu o caminho mais fácil da conquista do mundo exterior, para isso usando toda a sua capacidade física e mental. Mas se concentrou em parcela dos seres humanos toda uma religiosidade, uma ligação entre a Terra e o Céu, o conhecimento de um Universo que aqueles outros componentes dos Três Reinos da Natureza não podem alcançar.

Quando a Bíblia relata a criação do Homem, o sopro de Deus que dá vida a Adão nada mais é do que a centelha divina que faz desaparecer o animal primata e surgir o primeiro Homem. Quando Adão e Eva comem o fruto proibido e são expulsos do Paraíso, é a figuração do livre arbítrio. Pelo livre arbítrio o Homem traça seus caminhos, pela sua força psíquica modela sua alma, age e reage pela sua sensibilidade, pelo seu conhecimento diferencia o Bem do Mal. O Homem prossegue sua jornada, agindo e reagindo por três tipos de estímulos: o físico – seu corpo -, o psíquico – sua psiquê ou alma – e o espiritual – seu espírito.

Observações Tumarã – José Silva

Adjunto Yuricy, Mestre Edelves

Salve Deus!
A casa simples, com poucos móveis, uma geladeira antiga que fazia um barulhão quase sempre guardava em seu interior alimentos ou lanches que ela ganhava e ali depositava , na maioria das vezes esquecendo, como boa anfitriã , quando lá estávamos nos oferecia e não era de se estranhar provar o gosto meio azedo pela ação do tempo.
Mas a conversa e as histórias que ouvíamos de Mestres Edelves contrastava com a mulher enérgica que sob o peso de suas palavras mantinha um disciplina rígida nas pessoas que lhe acompanhavam. Ela se relacionava com grande parte de Príncipes e Yuricys , mas tinham alguns que ela dispensava uma atenção maior,eu e minha esposa Yuricy sol , era que ela tinha um grande carinho, partilhávamos de seus segredos, de seus medos e suas ternas e belas histórias.
Mestre Edelves , era na verdade uma digna representante de Koatay 108, mesmo sendo uma ninfa sol,tinha a heranças dos guerreiros , ciganos e dos Equitumans, já que ela havia confessado que Tia Neiva havia lhe dito que fora um deles.
Não me esqueço de forma alguma das vezes que na madrugada do Primeiro de Maio, pegava suas frágeis mãos e já pensava o quanto ela iria fazer falta em minha vida missionária de tantos outros Mestres, brincava com ela quando eu afirmava que ela a secretaria executiva de Pai Seta Branca, tinha nossas divergências, mas dentro de mim sempre houve o respeito pela aquela general, uma divina representante de Joana de Angelis…
O interessante se eu chegasse com uma ideía minha e querendo que ela aprovasse, aprendi com o tempo que era bem improvável sua aceitação, mas se disse da seguinte forma :
Chefe , sabe aquela ideia que senhora teve…A aceitação era imediata…
Certa feita estava sentada na sua cozinha quando ela tirou uma palhinda da benção do Pai e me disse:
-Tome é sua…!
E somente isso.
Depois ficara sabendo que o Pai pediu a uma de suas ninfas que lhe entregasse duas palhinhas,uma seria dela, a outra que entregasse a seu filho, no que perguntou ao Pai a Ninfa Yuricy se seria José Mariano, no que respondeu Pai Seta Branca;
É a Gilmar
Vivi muitas histórias com essa Piauiense de Parnaiba, a acompanhei em muitos momentos bons, mas também quando já descaída pela solidão, consumida pelos seus oitenta e quatro anos, e um pouco desiludida com o comando da doutrina, padeceu ainda mais com o desencarne do Mestre Nestor Trino Araken, então ela simplesmente desistiu de lutar e partiu para sua casa ao lado de sua alma gêmea…
As lições aprendidas, as broncas e o extremo cuidado que ela teve para comigo e a missão , hoje no clarear da aurora de nossas vidas, vi que na verdade eram atitudes de uma Mãe cuidadosa.
Não fui em seu velório porque para mim, ela continua muito viva, pois em nenhum momento esqueci de sua voz firme, as vezes enérgica mas outra vez de uma Mãe amorosa que viveu solitária, que chorava a noitinha em sua casa, mas até o ultimo momento de sua existência nesse plano lutou para ficar de pé….Sim de Pé a representante do Ministro Yuricy…
Adjunto Adelano, Mestre Gilmar

Somos Cavaleiros Especiais – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Eu sou aquele cavaleiro especial que um dia tombou pela força irredutível de meu triste pensamento.
Segundo a gênese bíblica, Lúcifer foi um dos anjos de confiança de Deus! Porém, movido pelo ciúme foi banido da presença de Deus e tornou-se exemplo de coisas más.
Dessa forma chegamos a conclusão que mesmo os espíritos que já alcançaram a iluminação e a própria luz podem decair, nessa linha de raciocínio nossos Ancestrais os Equitumans que aqui chegaram como colonizadores celestiais, passaram a absorver a força do macro-plexo ou plexo físico assim herdando as características humanas falharam em sua missão e dessa forma, sofreram uma espécie de punição ou uma regressão evolutiva pois perderam suas características de seres evoluídos e herdando assim a força do charme ou plexo físico.
Em uma aula dominical, Tia Neiva fez a seguinte afirmação:
“Eu os vejo como Entidades nos planos espirituais”
Uma frase que nos deixa um tanto quanto pensativo , pois como encarnados nos achamos ainda numa faixa evolutiva que sugere não ser possível tal afirmação.
Mas vejamos numa analise mais profunda que essa frase terá um imenso sentido!
Dentro dessa cosmologia espiritual e lembrando uma frase que Jesus nos afirma a seguinte condição: “Na casa de meu Pai Há muitas moradas”
A nomenclatura entre as doutrina esotéricas e as religiões quanto sua termologia podem ser diferenciadas mas, sabemos que no final das contas falamos das mesmas coisas, falamos em mundos espirituais, dimensões, casas transitórias, estações interplanetárias e até o paraíso como sendo a mesma coisas .
Temos a Terra como um mundo que é concreto, multi habitado por espécies animais bastante diversas e que segundo nossos conhecimentos é uma escola cujo objetivo é a evolução espiritual, note-se que um mundo cármico, concreto mas seu objetivo é a evolução do espírito.
Nossas Entidades habitam um mundo muito evoluído em todos os sentidos, seja psicologicamente ou tecnológico , utilizam de veículos com velocidade capaz de viajar acima da velocidade da luz, se desmaterializam e nos assiste em nosso processo evolutivo desobsessivo. Assim como existem os pântanos, vales negros da incompreensão cujos habitantes estão no que conhecemos como “sofredores”.
Ora, da mesma forma que divinizamos nossos viajantes interestelares na condição de Mentores, podemos estar sendo divinizados pelos sofredores que saímos enquanto nosso corpo está adormecido na captura para leva-los para os albergues e hospitais espirituais.
Nossa herança é fidalga, viemos de Capela a trinta e dois mil anos, estamos nesse planeta há vinte e uma encarnações sem voltar a nossa origem, assim concluímos que somos reis sem majestade, cavaleiros mercenários, espíritos compromissados com a luta evolutiva desse terceiro plano. Uma família com todos os itens que constitui um núcleo familiar e hoje somos repartidos não divididos em pequenos reinos que são os Templos do Amanhecer, cada povo que segundo suas heranças tem o governo que merece. Nessa jornada estamos na construção do oráculo do Amanhecer , do Jaguar ou simplesmente oráculo de Koatay 108 e que segundo ela não iremos para origem enquanto o último componente dessa família não estiver junto com os seus!
Hoje nossa força mercenária é delicada e complexa e os fundadores dessas raízes , estão gradativamente voltando aos planos espirituais, mas será que realmente acreditamos nisso?
Que Mario Sassi, Nestor Sabatovisck e Gilberto Zelaya…Que Tia Neiva está em sua condição original , espiritual a nos assistir.
Vários Reinos, povos, heranças o Jaguar de esparta a Brasilia que construiu essa nave fantástica chamada Doutrina do Amanhecer….
Reflita…
Pense…
Gilmar
Adjunto Adelano

Profetas do Amanhecer – Adjunto Adelano

E nós outros Jaguares continuamos a esperar alguém que venha montado em seu cavalo branco com as soluções existências e doutrinárias que estamos vivendo.
Segundo algumas profecias, uma estão escritas outros foram ventiladas verbalmente, aguardamos a chegada de Johnson Plata, que fora previsto que estaria em nosso povo. O Primeiro Mestre jaguar Trino Araken, foi um dos grandes entusiasta na espera de desse grande missionário. Mas pelas contas de muitos hoje ele deveria estar acima de quarenta anos. Também falou-se sobre a chegada do homem de chapéu branco. Outro missionário que iria chegar para arrumar nossa casa e até agora não deu o ar de sua presença.
Quanto ao Johnson Plata, alguns também comentam que se realmente deveria se fazer presentes entre nós outros missionários da Doutrina do Amanhecer. E que uma individualidade dessa natureza, seria facilmente identificada por sua grande força espiritual e missão a ser exercida.
Tia Neiva deixou em uma de suas muitas mensagens que deveríamos seguir sem profetas ou profetisas. Sempre deixou bem claro que deveríamos acreditar em nós mesmos. Usar a força que conquistamos por direito em nossas consagrações, que nos mantivéssemos unidos, até afirmando que nunca dividiria seus filhos.
Estamos também, da mesma forma, esperando que os Mentores de nosso sistema interfiram e tomem um posicionamento colocando cada coisa em seu lugar, definindo os dirigentes reais da doutrina, enfim que com uma varinha de condão resolva num passe de mágica os problemas que estamos vivendo.
É sabido que a espiritualidade para salvar ou conduzir uma missão costuma moldar aos seres humanos, porque entende que o encarnado nem sempre costuma manter sua trajetória original. Fato esse comprovado pelos textos do Trino Tumuchy, quando os Equitumans encabeçaram nosso projeto civilizatório.
Estamos correndo o sério risco de cair no mesmo posicionamento dos demais, por essa razão, sempre ficou bem claro a afirmação do mestre Tumuchy quando afirmava que não somos uma religião e sim uma doutrina. O homem religioso tende sempre a achar que seus Santos,Guias, Anjos e Mentores, sempre irão resolver suas contendas e problemas.
Como Missionários de um Sacerdócio único, também na mesma afirmação do Mestre Tumuchy, somos profissionais do mediunismo. Trabalhamos com fórmulas exatas do poder da Cabala, fato esse também afirmado pela nossa Clarividente quando disse que no mundo da razão “É ser ou não ser”.
Os Senhores ou individualidades que dirigem nosso sistema doutrinário são veteranos espíritos que amam incondicionalmente, fato esse que se dá por compreender e entender nossas limitações. Estão tentando levar os componentes dessa tribo a evolução a dezenove encarnações.
As situações que estamos vivendo mais complicadas são derivadas de ações humanas, emanadas de Mestres de alta patente, quem sua visão acha que as atitudes humanas devem ser empregadas em nossa doutrina. Que os tribunais humanos pode lhe dar os poderes que Koatay não lhes conferiu. Portanto nossos Mentores com certeza não interferirão nesse processo. Outro fato que se deu é que a grande maioria dessas situações se deu pela quebra do pilar que sustenta nossos sistema doutrinário que é a quebra da hierarquia e força decrescente.
Temos ainda duzentos e cinquenta anos a nossa frente, ainda tem muito carma a ser queimado para o termino dessa missão.
Infeliz daquele hoje que estabelece lado que procura definir sua situação baseado numa visão humana, que procura estar ao lado dos dirigentes da doutrina em busca de posições, classificações doutrinárias.
O mais fantástico de nosso sistema doutrinário que o mais simples de nossos componentes consegue saber o que está ouvindo e quem está ouvindo. Pode até aceitar para ter a oportunidade de estar no sistema e exerceu sua fé, ou sua missão.
O verdadeiro jaguar filho de Seta Branca por onde passa deixa seu brilho e suas palavras são sempre unificadoras e procura sempre seguir os ensinamentos verdadeiros de nossa Clarividente!
Gilmar
Adjunto Adelano
Janeiro-2013

O Tibet e a Doutrina do Amanhecer – Numanto

Nesta nota iremos apontar alguns traços sacros trazidos do Oriente Maior, mais especificadamente do Tibet, local onde segundo nossa Mãe Clarividente houve o acolhimento do jovem Jesus, que foi levado até o mosteiro de Lhasa, por José de Arimatéia, para receber aculturamento monástico, bem como ter consagrada sua Iniciação na força dos Dalai-Lama, a mesma hoje trazida em Dharman-Oxinto no Vale do Amanhecer. O Mestre foi levado nesta jornada cultural e iniciática com a permissão de seus pais, José e Maria a fim de que bem preparado fosse para sua missão com os apóstolos e esta peregrinação aconteceu em torno de 18 anos seguidos; sendo este período não relatado na Bíblia.

A cordilheira dos Himalaias

O TIBET
O Planalto do Tibet é tido como o Teto do Mundo, por ser o lugar mais alto da Terra. Sua Majestade já se forma naturalmente com a belíssima e colossal cordilheira dos Himalaias. Acredita-se que a colonização humana do planalto tibetano de alta altitude tenha sido confinada às últimas centenas de anos do Holoceno. Uma investigação do sítio arqueológico de Nwya Devu no Tibete central, 4600 metros acima do nível do mar, com ocupação paleolítica de 40 a 30 mil anos atrás. Grandes são as chances de aqui ter sido o primeiro lugar de desembarque dos antigos “Equitumans”, quando chegados de Capella. Sua força é usada até hoje, e com grande influência espiritual em nossa doutrina temos a certeza desta afirmação quando menciona-se o “Mundo Encantado dos Himalaias” ou o “Grande Oriente de Oxalá” no Mantra à Simiromba.

Thubten Gyatso, o 13.º Dalai-Lama do Tibete, em 1932.

O KHATA, KHATAG ou HADA
É o nosso manto branco usado na Consagração de Enlevo. No Oriente é um cachecol de uso cerimonial no tengriismo e no budismo tibetano. Originou-se na cultura tibetana e é comum em culturas ou em países onde o budismo tibetano é praticado ou exerce influência.
O khata simboliza pureza e compaixão sendo usado ou apresentado conjuntamente com incenso em muitas ocasiões cerimoniais, entre elas ocasiões de nascimentos, casamentos, funeirais, graduações, na chegada e na partida de convidados. Geralmente tecidos em pura seda, normalmente, os khatas tibetanos são brancos, simbolizando o coração puro de quem oferece, embora seja comum encontrar khatas na cor amarelo-ouro. Os khatas tibetanos, nepalis e butaneses contém o ashtamangala. Também há khatas multicoloridos especiais.

Os khatas mongóis geralmente são azuis, simbolizando o azul do céu. Na Mongólia, khatas normalmente são amarrados a ovoos, estupas ou árvores e rochas especiais. Ao serem elevados em direção ao céu, ao divino aquele que o oferece roga sua energização, consagração em favor do recebedor e ao ser delicadamente colocado em seu pescoço, as mãos exercem puxões para baixo registrando os votos. Em nossa doutrina esta ritualística permaneça conservada e no ato de sua colocação os 3 (três) puxões registram em favor do missionário os votos de: AMOR, HUMILDADE e TOLERÂNCIA, em sua jornada. O filme “Sete Anos no Tibet”, protagonizado por Brad Pitt tem este item registrado em suas cenas de grande beleza.

O mesmo “lençol” usado em vários rituais do Vale como a Cruz de Caminho e na Centúria

O 108
O número 108 é considerado sagrado pelas religiões dharmicas, como hinduísmo, budismo e jainismo. Na tradição hindu, os Mukhya Shivaganas (atendentes de Shiva) são 108 em número e, portanto, as religiões Shaiva, principalmente os Lingayats, usam malas de 108 contas para oração e meditação. Da mesma forma, no Gaudiya Vaishnavism, o Senhor Krishna em Brindavan tinha 108 seguidores conhecidos como gopis. O recital de seus nomes, muitas vezes acompanhado pela contagem de uma mala de 108 contas, costuma ser feito durante cerimônias religiosas. A Tradição Sri Vaishnavita possui 108 Divya Desams (Templos de Vishnu) que são reverenciados pelos 12 Álvares no Divya Prabandha, uma coleção de 4.000 versos tâmeis. No jainismo, o número total de maneiras de influxo de karma (Aasrav). 4 Kashays (raiva, orgulho, vaidade, ganância) x 3 karanas (mente, fala, ação corporal) x 3 estágios de planejamento (planejamento, compras, início) x 3 formas de execução (ação própria, realização, apoio ou aprovação) de ação) = 108. No budismo, de acordo com Bhante Gunaratana, esse número é atingido multiplicando os sentidos cheiro, toque, paladar, audição, visão e consciência por serem dolorosos, agradáveis ​​ou neutros e, novamente, por serem gerados internamente ou ocorrendo externamente, e mais uma vez pelo passado, presente e futuro, finalmente obtemos 108 sentimentos. (6 × 3 × 2 × 3 = 108). Os malas ou rosários budistas tibetanos (Tib. Yl བ Wyl. Phreng ba, “Trengwa”) são geralmente 108 contas; às vezes 111, incluindo as contas do guru, refletindo as palavras do Buda chamadas em tibetano o Kangyur (Wylie: Bka ‘-‘ gyur) em 108 volumes. Os sacerdotes zen usam juzu (um anel de contas de oração) ao redor dos pulsos, que consiste em 108 contas. Japa mala, ou contas de japa, feitas de madeira tulasi, composta por 108 contas mais a conta da cabeça. O Sutra Lankavatara tem uma seção em que o Bodhisattva Mahamati faz 108 perguntas a Buda e outra seção em que Buda lista 108 declarações de negação na forma de “Uma declaração sobre X não é uma declaração sobre X”. Em uma nota de rodapé, DT Suzuki explica que a palavra sânscrita traduzida como “declaração” é pada, o que também pode significar “passo de pé” ou “uma posição”. Essa confusão sobre a palavra “pada” explica por que alguns afirmaram erroneamente que a referência a 108 declarações no Lankavatara se refere aos 108 passos que muitos Templos têm.
No Japão, no final do ano, um sino é tocado 108 vezes nos Templos budistas para terminar o ano antigo e dar as boas-vindas ao novo. Cada anel representa uma das 108 tentações terrenas (Bonnõ) que uma pessoa deve vencer para alcançar o nirvana. O prefixo espiritual conquistado por Natachan em sua última encarnação como Tia Neiva foi de Agla – Koatay 108, Salve Deus! Adjunto Numanto Mestre Juliano Leite

Japa Mala com suas 108 contas