Com a permissão de Seta Branca a missão foi levada daqui para muito longe. O templo foi formado entre duas colunas de Roma e Esparta.
Eu formei o templo espiritual neste lapso de tempo. Aqui na terra são dois generais de exército, um superior hierarquicamente ao outro. Diria um da quinta divisão e outro ainda em projeção.
Houve o reencontro dos dois neste lado da vida etérica. Primeiro chegou o mais graduado, cabeça branca, e logo foi sentando no banco reservado as autoridades. O outro chegou um tempo depois, também cabeça branca, e ao se reencontrarem houve um momento de apreensão.
O templo estava lotado de espíritos. O Trino Tumuchy veio ajudar e sentou em sua Cassandra. Ele estava bem, estava bem alinhado. Depois chegou Nestor comandante da primeira turma de Arakén. Os espíritos se levantaram para receber os dois comandantes desta corporação. Nestor não sentou em sua Cassandra, sentou ao lado do radar. Eu estava no comando deste deslocamento espiritual.
Estes dois exércitos foram inimigos no passado e aqui houve um momento de intranquilidade, mas com a presença da força cristica houve respeito pela situação. Foi um confronto de paz, sim, as forças reagiram em todos os corações. Eu posso afirmar aqui a presença das legiões de Mestre Lázaro, de Reili e Dubali.
Os dois generais que ainda vivem na terra receberam o direito de serem atendidos em suas lembranças. Lá no espirito e na terra no físico.
Foi muito bacana este reencontro de dois mundos diferentes em tudo. Os dois generais saíram para fora por algum momento e lá colocaram seus corações para falar. Um respeitando ao outro. O mais graduado olhava para seu subordinado e querendo abraçar o irmão de farda ficou inerte. Não houve contato direto, houve emoção. Não poderiam se abraçar ali com respeito as medalhas, mas no fundo de suas almas eles eram mais que dois oficiais, eram comandantes de suas tropas.
Mário Sassi sentado na sua cassandra somente observava a reação deste povo. Nestor estava distribuindo a missão. O templo foi projetado para abrir neste período temporal. Vejam como os templos se projetam para fora do sistema mediúnico habitual. Eles vão sendo formados na cápsula do tempo que Tia Neiva falou. Esta cápsula agora leva seus tripulantes para suas missões longe da crosta terrena. Quem estiver na contagem de Simiromba de Deus terá duas missões distintas. O templo não pode parar. O templo é a verdade sobre as cabeças dos jaguares.
Eu assistia aquela formação com muito respeito. Hierarquias estão sendo subestimadas na doutrina e outras dadas sem ao menos ter certeza da origem transcendental. Muitos não foram autores de suas vidas, foram somente expectadores. Uma hierarquia sem sua história é o mesmo que um lenço sem documento.
Os dois generais voltaram para o templo, um longe do outro, mas em sintonia. Cada comandante foi saudado pelos seus soldados. Ali frente a frente os dois se olharam sem falar nada foram levando suas tropas. O templo foi esvaziado. Ficaram somente aqueles que são jaguares, os missionários de Seta Branca.
Houve um enfrentamento, sim, pela ordem cristica eles não pegaram suas espadas. Pegaram as mais lindas rosas que crescem neste jardim de Iemanjá. Foram abençoados e assim desceram cada qual para sua região.
Logo que foi desfeita esta corrente indiana no espaço os dois jaguares também se despediram com respeito. Cada qual seguiu seu destino. São duas colunas de forças, uma Tumuchy: ciência, e outra jaguar: executiva. A força da unificação ficou comigo neste radar de comando.
Comunicar sem participar. Ou participar sabendo dos efeitos que sua presença pode causar nos padrões comunicativos doutrinários. O templo é a razão sobre esta terra e também nos mundos etéricos. Se todos vissem o que está acontecendo longe aos olhos físicos dariam mais valor ao sacerdócio. Não brincariam tanto com suas origens e com suas heranças transcendentais.
A verdade que todos procuram está um pouco acima de suas têmporas. Olhem para o céu espiritual e revejam seus ensinamentos e costumes.
A terra aceita tudo, mas o céu não.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
15.08.2020
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Reili e Dubale – Tia Neiva
Quantas vezes pensei em te ver na figura de Reili e Dubale!
Porém, minha esperança não morre…
Quantas vezes morro, aos pouquinhos, ouvindo um filho dizer:
“Vou deixar a Corrente.
Minha vida está muito mal.
Vou deixar a Corrente!
Trabalho, trabalho, e não tenho coisa alguma!”
Eu sofro ao ver tanta
incompreensão.
Deixam milhares de sofredores esperando – as suas vítimas do passado – e não esperam nem mesmo a bênção de Deus para serem felizes!
No primeiro impacto, deixam de acreditar até mesmo em sua individualidade, sem dar tempo para receberem as pérolas dos anjos e dos santos espíritos, que são a recompensa do trabalhador.
Cuidado, filho.
Siga o exemplo de Reili e Dubale!
Tia Neiva (24.11.81)