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Leito Magnético

O trabalho do Leito Magnético tem sua descrição no Livro de Leis, embora esteja faltando o Canto Especial que deve ser emitido pela missionária Dharman Oxinto, devido a seu caráter iniciático.
Cabe àquela falange missionária o trabalho de baliza, isto é, a condução das ninfas missionárias que são convocadas pelo 1º Cavaleiro da Lança Reino Central para emitirem seus cantos. Devem ser duas as balizas e, caso não haja a possibilidade de ter a duas, pode ser usada apenas uma. Caso não haja missionária Dharman Oxinto para fazer o canto e havendo duas balizas, uma vai fazer o canto e a outra permanece na baliza. Não pode a missionária fazer o canto e depois ir para baliza. Se houver apenas uma Dharman Oxinto, não é feito o canto, e sim a baliza. Caso não haja sequer uma Dharman Oxinto para fazer a baliza, o trabalho não pode ser realizado, pois nenhuma outra falange missionária pode substituir a Dharman Oxinto na baliza.
Também não pode a missionária fazer o canto – ou a baliza – e ir servir como ninfa do Cavaleiro. Não é permitida a saída de uma ninfa, sob qualquer pretexto, para atender a outro trabalho antes de encerrado o Leito Magnético.
Esses detalhes são muito importantes porque o Leito Magnético é um trabalho de elevado poder desobsessivo e curador, realizado com a presença dos quatro Cavaleiros – Lança Reino Central, Lança Vermelha, Lança Rósea e Lança Lilás – que formam gigantesca malha magnética, como se fosse uma grande cúpula de cristal, que vai se formando pelas emissões e cantos dos mestres e ninfas, alcançando, geralmente, limites muito além do Templo. Necessita muita concentração e disciplina para que as elipses das emissões possam alcançar o mais alto que puderem. As emissões devem ser feitas sem atropelos ou pressa, de forma firme e pausada, palavra por palavra, em tom firme e um pouco elevado.
Após cada emissão e canto, forma-se uma imensa elipse, cuja ponta não se consegue perceber, e a base vai passando de um médium a outro.
Tia Neiva nos disse que Pai Seta Branca pediu que houvesse o maior cuidado com a parte evangélica porque, no momento em que a ninfa emite o trecho: “nefertiti, que rompestes os mistérios do deus-ra, denunciastes os tesouros das esfinges e sofrestes as paixões dos faraós, desencantes, aqui, todas as dores e enfermidades, daí luz aos cegos e retiras o mal de nossos corações!”, ali vão se dando as progressivas mudanças nas bases das irradiações emitidas por mestre e ninfas, com a formação de minúsculas esferas luminosas, portadoras de grande energia, que vão se iluminando e saindo, sendo levadas para onde se fizer necessária aquela grande força curadora e desobsessiva, podendo, até mesmo, chegar a lugares distantes, beneficiando entes queridos, hospitais, etc. Por isso, deve ser evitada qualquer movimentação de médiuns que não estejam participando do trabalho no recinto da Mesa Evangélica, não se fazendo aberturas ou encerramentos de trabalhos dos médiuns, embora tenha sido estabelecido o funcionamento do trabalho de Mesa Evangélica. A única movimentação deveria ser a das balizas que conduzem as ninfas.
A missionária faz sua emissão junto ao Lança Vermelha, captando uma força que se concentra em sua lança. É, então, conduzida pelas balizas – Dharman Oxinto – até o Reino Central, que está no Aledá. Sobe, juntamente com as balizas, e entrega sua lança ao Comandante, para que este receba a energia de que é portadora. Volta-se para a parte evangélica, e faz seu canto. As balizas a aguardam, no Aledá, e após ela encerrar seu canto, receber sua lança do Comandante e pedir licença para se retirar, a conduzem de volta à sua posição inicial.

Terminado este canto, a missionária Dharman Oxinto se vira para o Comandante e diz:
PEÇO LICENÇA A VOSSA MERCÊ PARA ME RETIRAR. SALVE DEUS!
E retorna a seu lugar, conduzida pelas balizas.


HISTÓRICO
•O Leito Magnético é um trabalho de elevado poder desobsessivo e curador, realizado com a presença dos quatro Cavaleiros (Lança Reino Central, Lança Vermelha, Lança Rósea e Lança Lilás), que formam gigantesca malha magnética, como se fosse uma grande cúpula de cristal, que vai se formando pelas emissões e cantos dos mestres e ninfas, alcançando, geralmente, limites muito além do Templo.
•Necessita muita concentração e disciplina para que as emissões possam alcançar o mais alto que puderem.

Autor Desconhecido

Agradecimento (Acervo Tumarã)

Devemo-nos acostumar a agradecer a Jesus e a nossos queridos Mentores por nossos momentos bons ou ruins, pelo nosso dia, por tudo quanto recebemos. Temos consciência de que mesmo as coisas más ou situações adversas com que nos defrontamos são instrumentos de nossa evolução, previstos no programa de nossa reencarnação e gerados pelo nosso carma. Pelo menos à noite, antes de deitar, diante de seu Aledá, busque a sintonia com os planos espirituais e, do fundo de seu coração, emita uma prece de agradecimento. Conclua com a Prece de Sabah, e pode estar certo de que seu espírito estará mais leve para as missões que receber durante o sono reparador do corpo físico.

Em Lucas (XVII, 11 a 19) nos é relatada uma passagem de Jesus em sua caminhada para Jerusalém, quando, entre a Samaria e a Galiléia, ao entrar em um povoado, vieram ao seu encontro dez leprosos. Mantendo-se distanciados, gritaram: “Jesus, Mestre, tende piedade de nós!”.
Jesus disse-lhes: “Ide mostrar-vos aos sacerdotes!”. E, enquanto iam, ficaram curados. Somente um, que era samaritano, voltou e, lançando-se aos pés de Jesus, com a face no chão, agradeceu a graça alcançada. Jesus falou: “Não foram limpos os dez? Onde estão, pois, os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?”. E, voltando-se para o samaritano, disse-lhe: “Levanta-te e parte. A tua fé te salvou!…” A cada momento de nossas vidas, temos que agradecer a Jesus pelas oportunidades colocadas ante nós, propiciando resgates de dívidas transcendentais e queimando nosso carma. Por isso, leve a sério esse aspecto do agradecimento diário por tudo que lhe aconteceu – ou deixou de acontecer.

Outro aspecto importante é o agradecimento a entidades, após um trabalho ou uma incorporação. Vamos evitar a frase muito comum: “Deus lhe pague por sua caridade!”. Ora, aquele Espírito de Luz veio em missão de puro amor, trazendo suas vibrações, sua luz, sua força, trabalhando dentro da Lei Crística, nos auxiliando no cumprimento de nossa missão, de acordo com nosso merecimento. Não cabe um agradecimento que choca, com a palavra “pague”. Isso é para ser usado no plano físico, para agradecer uma ajuda, e não para a Espiritualidade. Nos Planos Etéricos, nossos Mentores devem ficar tristes com essa idéia de pagamento. Por isso, vamos agradecer, sim, mas com palavras que revelem o agradecimento do fundo de nossa alma. Vamos agradecer pela inestimável ajuda, pela luminosa presença, pedindo que aquela vibração possa envolver cada célula do corpo físico daquele Apará, propiciando-lhe mais energia e equilíbrio, enfim, vamos dar ao nosso agradecimento a grandiosidade compatível com trabalho que se encerra.

Observações Tumarã – José Carlos

Consagração de Enlevo – Jairo Zelaya

É a consagração do Jaguar na força da Cabala. Foi a última conquista da nossa tribo, trazida por nossa Mãe Clarividente.

“Enlevo”, no dicionário, significa “estado de encantamento, de êxtase”.

Cabala, esclarece-nos nossa Mãe e Profetiza, “é o leito de forças decrescentes iniciáticas (…), por isso, no Vale do Amanhecer, tudo é cabalístico”. Condição que nos permite manipular as mais divinas energias, nos tornando dignos “receptores” das forças dos Encantados, ser consagrado nessa oportunidade se torna imprescindível para todo Jaguar que se propõe a atuar na Lei de Auxílio.

Os Mestres entram no Templo aos pares com as Ninfas, onde, de sete em sete, fazem o Juramento da Cabala no Aledá (apenas os Mestres Doutrinadores e Ajanãs prestam o juramento), recebendo a morsa ou “manto dos lamas” das mãos do Trino. Após, se ionizam no Turigano, tomam o vinho e se dirigem para o Solar dos Médiuns, onde reafirmam o juramento e percorrem o cortejo até a pirâmide.

Realizada no segundo domingo de dezembro, Tia Neiva dizia que é na Consagração de Enlevo que nossos Ministros vem buscar nossos bônus, adquiridos durante o ano de trabalho, e os levam para serem guardados no mundo espiritual, “amarrados como se fosse um feixe de gravetos”, para que não sejam perdidos em nossos desatinos.

Após o ritual, a morsa deve ser guardada e pode ser utilizada nos momentos de dor.

“Conseguimos! Depois de um acervo muito grande de trabalho e perseverança, conseguimos chegar a uma grande afirmação e, depois de mais de um ano, recebermos estas benditas Estrelas, escadas vivas que já percorremos, para o equilíbrio do mestrado e de novas formas de fenômenos que agora temos e podemos dizer que somos verdadeiros curadores de um poder desobsessivo.

Hoje, temos dois poderes e, graças a Deus, vamos enfrentar. Temos o Sol e a Lua, temos Harpásios e temos Vancares! Harpásios, o Grande Oráculo!

Quem está numa nave Cautanenses, Tisanos, está a caminho de Vancares.

Taumantes, Tenaros, Sardyos, estão a caminho de Harpásios.

Os que são Koatay 108, por conseguinte, são Harpásios. Todos eles vão se consagrar!

Sim, filho, são realmente um perigo essas descargas nucleares, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Quem entreguei os meus olhos, nos diz Amanto aqui.

E parece que estamos nesta época com o mesmo castigo das descargas nucleares. Porém, eu não tinha dito o perigo da força nuclear. E por que estou falando tanto?

E querendo prepará-los pelas mensagens de Pai Seta Branca de 1980.

Digo, filho, que já demos um passo muito grande nesta última Consagração de Enlevo.

Enlevo é o cruzamento da Cabala, é o primeiro passo nos desígnios da Cabala, cruzamento do Ouro Branco e do Ouro Negro!” (Tia Neiva, s/d)

“O que difere um missionário do outro não é a quantidade de bônus, mas o número de consagrações cumpridas, que alimentam o seu Sol Interior, direcionando o seu interoceptível cada vez mais para o Altíssimo, curando o médium e a quem ele presta o seu auxílio, as mais perfeitas realizações.” (Tia Neiva, s/d)

Cavaleiro Verde – Tia Neiva

“O Cavaleiro Verde foi a mais perfeita mudança que classificou aquele mundo peloponense. Esparta passou a ser uma figura elevada, que já aceitava a discussão e a polêmica entre Piton e outras dinastias. Foi trazido por Leônidas, deixando de ser aquele povo drástico e passando a assimilar outros ensinamentos e outras culturas, inclusive outras leis que foram lançadas à melhora do Estado de Esparta. A força destes Cavaleiros foi que trouxe a visão de Policena. Viram, naquele raciocínio tão grosseiro, um fenômeno dos mais belos. Todo o amor daquela criatura já estava dentro do seu coração. Voltavam as tropas, sem dizer nada um para o outro, mas mudou este comportamento. Entre eles surgiu um respeito e uma ternura. Então isso foi marcado nos planos espirituais, ficando bem evidenciada a evolução de Esparta. Meu filho, Cavaleiro da Lança Verde, em todas as épocas o Homem destrói, se destruindo. Nesta época, também nasce alguém e atravessando até mesmo a barreira do som, vem, por Deus, atravessando as cordilheiras e, objetivamente, chega no seu pedestal, se bem acolhido, e, com toda a razão, vai formando o seu Aledá. Foi o que aconteceu com o Cavaleiro da Lança Verde: chegada a hora de parar, ele chegou, emitindo outro som. Pouco depois, era o preferido! É assim, meu filho, que nos acontece. Jesus nos fala, nas trombetas, que vai mandar um missionário. O Cavaleiro Verde mudou todo o curso de Esparta, abriu a sintonia da mente e foi penetrando nas coisas mais belas. E se fez razão a toda aquela gente, que só sabia matar. Era um mensageiro de Deus, espírito luminoso que foi transformando as coisas. E assim acontece nas grandes e pequenas evoluções!”

(Tia Neiva, 29.4.85)