Autorização Espiritual – Adjunto Apurê

Vou contar esta passagem que resultou na abertura de um templo em São Paulo.
Os mestres, casal, da cidade de pariquera-açu vinham todos os domingos trazendo os novos médiuns para desenvolver. Era muita dificuldade, pois eram 220 km de distância até Curitiba. Foi assim por um ano até formado um grupo de médiuns a entidade incorporou na minha ninfa e chamou a Viviane autorizando eles abrirem uma casa transitória em sua cidade. Dali para frente eles ergueram este templo que era em um galinheiro, depois ergueram o templo definitivo.
Assim, meus mestres, assim que se recebe a autorização para abertura de tudo.
Eu acompanhei a luta deste povo em enfrentar as dificuldades. Tenho muita história que mantenho em meu acervo.
Não assumam responsabilidade sem ter respaldo espiritual dos mentores. Muitas vezes o mestre não tem herança transcendental para assumir este compromisso e vai ficar sendo cobrado.
Quando tia estava viva, ela, quando um doutrinador queria abrir um templo via pela clarividência se ele tinha herança para isso. Aconteceu com muitos presidentes e comigo não foi diferente, eu recebi do pai pelas mãos de tia Neiva a autorização. Então, jaguares, o que custa se informar, saber se está apto a dar um grande passo. Agora eu vejo que abrir templos não é tão importante como abrir estrelas.
Tempo atrás eu queria construir aqui no templo e ai chega o pai Seta Branca, me chama e diz, não é hora meu filho. Outra vez ele chegou, me chamou e disse: agora você já pode mudar o templo. Nosso templo era de madeira, estava com cupins. Pensei, e agora, para onde vamos. Noutro dia ao levantar eu vi o templo construído em outro local, mas aqui no mesmo terreno. Mudamos o templo, sim, depois de mais de 20 anos o pai autorizou a mudança. E não adianta, eu queria mudar, mas nada dava certo. Sem dinheiro, sem coragem. Quando ele autorizou tudo foi rápido. Os mestres que digam a verdade.
A pouco tempo paramos com a construção do piso, sem ter como comprar material e pagar mão de obra. Aí, novamente o pai vem e pede para continuar, simplesmente tudo se ajeitou. Terminamos o piso e vamos nos preparar para outras etapas, mas com ordens.
Não façam nada sem o registro espiritual. Seta Branca não cobra, mas ele é o responsável por tudo.
Eu agradeço por ele estar em nossas vidas.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
23.01.2020

Profetas do Amanhecer – Adjunto Adelano

E nós outros Jaguares continuamos a esperar alguém que venha montado em seu cavalo branco com as soluções existências e doutrinárias que estamos vivendo.
Segundo algumas profecias, uma estão escritas outros foram ventiladas verbalmente, aguardamos a chegada de Johnson Plata, que fora previsto que estaria em nosso povo. O Primeiro Mestre jaguar Trino Araken, foi um dos grandes entusiasta na espera de desse grande missionário. Mas pelas contas de muitos hoje ele deveria estar acima de quarenta anos. Também falou-se sobre a chegada do homem de chapéu branco. Outro missionário que iria chegar para arrumar nossa casa e até agora não deu o ar de sua presença.
Quanto ao Johnson Plata, alguns também comentam que se realmente deveria se fazer presentes entre nós outros missionários da Doutrina do Amanhecer. E que uma individualidade dessa natureza, seria facilmente identificada por sua grande força espiritual e missão a ser exercida.
Tia Neiva deixou em uma de suas muitas mensagens que deveríamos seguir sem profetas ou profetisas. Sempre deixou bem claro que deveríamos acreditar em nós mesmos. Usar a força que conquistamos por direito em nossas consagrações, que nos mantivéssemos unidos, até afirmando que nunca dividiria seus filhos.
Estamos também, da mesma forma, esperando que os Mentores de nosso sistema interfiram e tomem um posicionamento colocando cada coisa em seu lugar, definindo os dirigentes reais da doutrina, enfim que com uma varinha de condão resolva num passe de mágica os problemas que estamos vivendo.
É sabido que a espiritualidade para salvar ou conduzir uma missão costuma moldar aos seres humanos, porque entende que o encarnado nem sempre costuma manter sua trajetória original. Fato esse comprovado pelos textos do Trino Tumuchy, quando os Equitumans encabeçaram nosso projeto civilizatório.
Estamos correndo o sério risco de cair no mesmo posicionamento dos demais, por essa razão, sempre ficou bem claro a afirmação do mestre Tumuchy quando afirmava que não somos uma religião e sim uma doutrina. O homem religioso tende sempre a achar que seus Santos,Guias, Anjos e Mentores, sempre irão resolver suas contendas e problemas.
Como Missionários de um Sacerdócio único, também na mesma afirmação do Mestre Tumuchy, somos profissionais do mediunismo. Trabalhamos com fórmulas exatas do poder da Cabala, fato esse também afirmado pela nossa Clarividente quando disse que no mundo da razão “É ser ou não ser”.
Os Senhores ou individualidades que dirigem nosso sistema doutrinário são veteranos espíritos que amam incondicionalmente, fato esse que se dá por compreender e entender nossas limitações. Estão tentando levar os componentes dessa tribo a evolução a dezenove encarnações.
As situações que estamos vivendo mais complicadas são derivadas de ações humanas, emanadas de Mestres de alta patente, quem sua visão acha que as atitudes humanas devem ser empregadas em nossa doutrina. Que os tribunais humanos pode lhe dar os poderes que Koatay não lhes conferiu. Portanto nossos Mentores com certeza não interferirão nesse processo. Outro fato que se deu é que a grande maioria dessas situações se deu pela quebra do pilar que sustenta nossos sistema doutrinário que é a quebra da hierarquia e força decrescente.
Temos ainda duzentos e cinquenta anos a nossa frente, ainda tem muito carma a ser queimado para o termino dessa missão.
Infeliz daquele hoje que estabelece lado que procura definir sua situação baseado numa visão humana, que procura estar ao lado dos dirigentes da doutrina em busca de posições, classificações doutrinárias.
O mais fantástico de nosso sistema doutrinário que o mais simples de nossos componentes consegue saber o que está ouvindo e quem está ouvindo. Pode até aceitar para ter a oportunidade de estar no sistema e exerceu sua fé, ou sua missão.
O verdadeiro jaguar filho de Seta Branca por onde passa deixa seu brilho e suas palavras são sempre unificadoras e procura sempre seguir os ensinamentos verdadeiros de nossa Clarividente!
Gilmar
Adjunto Adelano
Janeiro-2013

Um Mestre Arcano e Pai João

Não faz muito tempo que um Adjunto Arcano aproveitou a oportunidade de estar com Pai João e perguntou:

  • Pai João, que vai acontecer com nossa Doutrina? Esta separação sem sentido, as disputas por poder, uma inconcebível política dominante, mudanças no que foi deixado por Koatay 108…
    Continuou as reclamações por mais 8 minutos, sempre enfatizando sua real preocupação com o que poderia passar com o futuro da Doutrina.

Após deixa-lo desabafar e colocar para fora toda a energia que o afligia, pacientemente, mas com voz firme Pai João perguntou:

  • Meu filho, antes de lhe responder, vou lhe fazer algumas perguntas: A Mesa Evangélica está funcionando agora? – Perguntou Pai João.
  • Sim, meu pai. – Respondeu o Adjunto
  • E aqui nos Tronos, ainda tem pacientes para serem atendidos? – Continuou Pai João.
  • Sim, meu pai.
  • Sei… Está tudo funcionando direitinho então?
  • Não, meu pai! Tem muita gente do lado de fora falando deste momento delicado que passa a Doutrina. Tem gente posando de paisagem para o Trino, tem gente que passa o dia vivendo de política doutrinária e sectarismo.
  • Mas os Tronos e a Mesa ainda estão encaminhando espíritos, meu filho? – Perguntou ainda Pai João.
  • Sim, meu pai, mas tem mais médium lá fora sofrendo pela Doutrina, do que aqui dentro trabalhando!
  • Mas continuamos encaminhando espíritos aqui, não é?
  • Sim meu pai…
  • Faça sua parte, meu filho! Estão todos juntos, reunidos por Neiva em Koatay 108, mas cada um, é cada um, e a jornada é pessoal. Quem fica vibrando com a sintonia dos falatórios e divisões, arca com as consequências do retorno desta energia. E ela volta sempre, meu filho! É um ciclo vicioso. Enquanto o Jaguar continuar questionando suas lideranças e deixando o trabalho em segundo plano, seguirá sofrendo as consequências destas vibrações. Falatórios não consertam nada, mas pode ter certeza que nenhuma energia é emitida sem consequência.
  • Mas Pai João, os médiuns se reúnem querendo encontrar uma solução, vibrando em favor de uma unificação. – Insistiu ainda o Adjunto.
  • Não importa que digam que as intensões são boas, porque no Plano Espiritual conta apenas a qualidade da energia. Se está emitindo seus falatórios, não vai ser aproveitada. Se está aqui dentro doutrinando, emanando e curando, vai se libertando e libertando aos que lhes são encaminhados. Já passou da hora de vocês entenderem que cada um é responsável pela própria missão! Ninguém vai ser o salvador da doutrina, porque ela não precisa ser salva! A Doutrina do Amanhecer é perfeita, é uma grande nave emitindo em prol de todo este Universo, por intermédio dos médiuns que passaram do tempo de brincar. Aqui, no verdadeiro comando desta nave, nós não nos preocupamos com os comandos, estamos aqui para libertar espíritos e preparar o planeta para a nova era que chegou.
  • Mas Pai João… Eu sou um Arcano!!! Tenho que me posicionar!
  • Meu filho, espiritualmente a hierarquia é ditada da seguinte forma: Mais Luz para quem trabalha mais! Trino, Arcano, Adjunto. Aqui, Jaguar, a cor da sua aura determina qual é sua vibração! Não dá para se esconder, mascarar, mentir, iludir. Está na aura a hierarquia de cada um! Em Cristo Jesus, meu filho, eu afirmo que tem muito “branquinho” mais bem classificado que muitos Arcanos. A luz da classificação provém do seu padrão vibratório, e não das medalhas no colete.
  • Entendi meu pai… Não preciso me preocupar então?
  • Não meu filho, enquanto houver mesas, tronos, estrelas e principalmente pacientes, a Doutrina prosseguirá, independente da real condição espiritual de seus dirigentes. Vocês ainda passarão momentos mais difíceis, porque receberão seus irmãos da segunda grande guerra, que somente agora estão em condições de reencarnar. Existem vários jaguares entre eles e muitos chegarão como vossos irmãos de Doutrina. Trabalhe muito, meu filho, para que possa embarcar usando seu colete por conquista e não por tempo de serviço.

Mestre Sol e Mestre Luz – Kazagrande

No início de nossa organização do Corpo Mediúnico, com a formação do Mestrado, Tia Neiva trouxe duas classificações diferentes para os Doutrinadores: Mestre Sol e Mestre Luz. O objetivo era que, pela sua Clarividência, já determinasse nos primeiros passos, a disposição transcendental do Mestre para determinados Comandos.

Lembremos que o objetivo de trazer o Mestrado, pela Elevação de Espadas, era a preparação para a Estrela Candente.

Com o descortinar de sua visão, para uma missão ainda maior, trazendo a Centúria e novas classificações, a determinação da primeira classificação, em Mestre Sol ou Mestre Luz, passou diretamente à intuição dos Devas. Assim como as Falanges de Mestrado e Povo.

Nas primeiras classificações realizadas pelos Devas, além da natural intuição dos grandes Mestres Barros, Fróes, Capuchinho e Jorgito, levava-se em conta se o Mestre residia no Vale. Pois um Mestre residente teria mais facilidade para assumir os comandos e escalas, sendo consagrado como Mestre Luz.

Hoje a diferença principal fica pela determinação preservada de que somente um Mestre Luz poderá comandar a Estrela Candente e o Sanday de Indução. Ambos são Doutrinadores e dispõem das mesmas forças.

O Mestre Sol é o Regente da Estrela, obedece a escala do Primeiro Mestre Sol da Estrela Candente, Mestre Nelson Cardoso, Adjunto Janarã. Na Regência, ele ocupa o projetor de destaque e tem a missão de reger no trabalho em sua área Cabalística, ao passo que o Mestre Luz, obedecendo a escala de Comandantes Janatã, exerce o Comando verbal ativo. São apenas missões diferentes, ninguém é mais que ninguém!

Kazagrande

Quando perdemos a esperança… Kazagrande

Esta semana li um texto interessante sobre um jovem que desejava deixar a Doutrina por observar as contradições entre palavras e ações de seus irmãos. Estava cansado das disputas, das fofocas, da intolerância em um ambiente onde se prega o amor, a humildade e a tolerância. Sabiamente o Adjunto disse que enchesse um copo com água até a borda e desse três voltas em torno do Templo, e depois poderia entregar suas armas. Pensando ser uma espécie de ritual, o jovem deu as três voltas e levou o copo com água até o Adjunto:

  • E então? Durante estas três voltas ao redor do Templo, quantas maledicências você ouviu? Quantas fofocas? Quantas atitudes incompatíveis com a Doutrina você pode observar?
  • Nenhuma! – foi a resposta do jovem.
  • Exatamente! Não viu nada, mas tudo permanecesse igual, as mesmas coisas de sempre. A diferença foi que você estava prestando atenção no copo, este era seu foco! Nada mais importava! Então… Pense no seu trabalho espiritual como pensou no copo e nada ao redor importará mais do que cumprir a missão.

Salve Deus!
Este relato me fez refletir muito sobre quantos de nós hoje precisamos deste “copo”. O quanto é preciso manter o foco na missão para poder cumpri-la! Pois se olhamos ao redor da vontade de desistir! Se prestamos a atenção ou questionarmos nossos irmãos, sentiremos vontade de sair correndo.

Sim, meus irmãos e irmãs, é triste! Mas temos duas opções apenas: focar ou correr! Não pensem que nunca desanimei, ou pensei em desistir de tudo! Pelo contrário, luto todos os dias, contra eu mesmo, para manter o foco! Tenho a esperança de que cada vez mais surgirão mentes despertas e capazes de semear um futuro de união e compreensão. Tenho fé! E as vezes é somente a fé que resta.

A cada novo texto redigido, a cada e-mail respondido, seja de um coração aflito ou de uma alma resgatada, sinto florescer de novo a esperança dos dias de “branquinho”.

Também sinto vontade de gritar, de dizer um basta a tantas coisas… Mas a grande pergunta sempre será: Resolve? Ou: Resolveria? Então é melhor semear o que possa ser bom e produtivo, compartilhar o pouco conhecimento adquirido, dividir as experiências vividas, e sonhar (sim, sonhar!) com o momento em que a maioria possa caminhar sem precisar do copo, pois ao nosso redor encontraremos o amor nos olhares, a humildade nas palavras e a tolerância no calar.
Kazagrande

Trabalho de Contagem – Jairo Zelaya

O trabalho de Contagem foi trazido para a manipulação de correntes negativas mais pesadas, que muitas vezes atrapalham os trabalhos. As primeiras Contagens ocorriam sempre que nossa Mãe sentia o Templo pesado, com prejuízo para os médiuns e pacientes. Na época, o Comandante do Dia suspendia tudo e fazia uma Contagem, a qualquer momento, depois os trabalhos eram continuados.

Nossa Mãe explicava que, quando o comandante faz a harmonização, emissão e canto, é formada uma “redoma” em volta do Templo ou do lugar onde é realizada a Contagem, motivo pelo qual ninguém pode entrar nem sair do ambiente até o término desse trabalho.

Dentro dessa redoma, o comandante convida os médiuns a mentalizarem as forças da natureza – as matas, os mares, as cachoeiras, etc, fazendo com que a força nativa seja atraída para dentro.

Depois, o comandante pede a mentalização dos problemas, dos hospitais, presídios, dos que sofrem, atraindo as correntes negativas que atrapalham os que estão sendo vibrados, assim como as que se fazem presentes no ambiente, e enviando as energias positivas para os que são vibrados, fortalecendo e iluminando seus caminhos.

Em seguida o Comandante faz sua evocação, pedindo ao Mestre Jesus e ao Divino Arakém a iluminação da Contagem com a presença do Povo de Cachoeira e das Sereias de Iemanjá, que vem justamente manipular e preparar as correntes e espíritos negativos ali contidos para a elevação. Após a vinda do povo das águas, todos ficam de pé, emitem o mantra Simiromba para a impregnação fluídica e três elevações, pelos Doutrinadores.

Nossa Mãe disse que, durante a elevação, a “redoma” explode em luz, e o trabalho é encerrado, deixando apenas a emanação suave do povo das águas.

Jairo Zelaya

Sobre as Leis e Normas e a Indefinição vivida hoje

Muitos me indagam sobre as leis, normas e ensinamentos do amanhecer serem restritivos, seja pelo ensinamento de não ingerir álcool por conta da questão técnica de contaminar o sangue e afetar o exercício mediúnico em frequências luminosas ou pelo aconselhamento de não participar de outras cerimônias ritualísticas não pertencentes à corrente, entretanto esses dois ensinamentos estão livres para serem filtrados pelo seu livre arbítrio, a consequência é única e exclusivamente sua.

Vivemos um outro embate entre os jaguares, talvez nunca antes tão pujante: a interpretação pessoal das leis e normas da doutrina, o que coloca em cheque nossa estrutura doutrinária, que é sem dúvida a parte que não deve ser filtrada pela personalidade pois a consequência não é só do agente e sim do corpo mediúnico todo. Embates como a indefinição de prefixos nas emissões, ordem hierárquica das classificações, consagrações legítimas ou ilegítimas, diversas ninfas como primeira de uma mesma falange e etc, as indefinições são inúmeras. Toda essa indefinição é característica de um momento de transição, vivemos em um tempo difuso em que o sobrenome ou quem te consagrou pode validar seu trabalho ou não. Como nossa doutrina é definida justamente no âmbito transcendental, isto é, definida pela constatação da existência do espírito que transcende a limitação temporal de uma encarnação, logo devemos pensar o momento atual com o olhar na velha estrada.

O Jaguar como foi definido pela Clarividente Neiva é um espírito conquistador, marcado por inúmeras revoluções e demonstrações de rebeldia, seja contra o aparato civilizacional vigente e a nós mesmos, ou contra as leis espirituais e espíritos que os regiam, pois bem, fazendo esse resgate podemos perceber a obviedade da ação da espiritualidade em nos colocar em um sistema doutrinário com leis e normas definidas, pois a revolução e a rebeldia, a sede em derrubar homens é o nossa natureza e estamos aqui para transformá-la, natureza essa que tanto atrasou inúmeras encarnações e a nossa evolução diversas vezes, não seria sensato colocar espíritos com essa transcendência em um sistema cheio de leis frouxas e indefinidas.

Nesse sentido as leis são limitantes de nossa personalidade e impulsos para que a partir disso floresça a espiritualização em nossas consciências, Pai João ao se referir a um espírito que estava na terra disse: “Ele está pagando pena”. Em suma, ao caminharmos sob uma lei que nos rege, compreendemos o sentido crístico de evolução, embora possamos escapar das leis e normas que estruturam o vale do amanhecer e até alterá-las a nossa favor, escapar também das leis dos homens e seus tribunais, nunca poderemos escapar da lei divina.

Adendo: Este texto não se refere a nenhuma personalidade ou grupo desta doutrina, aborda um aspecto macro dos acontecimentos. Salves Deus !

Gabriel Izídio
Regente Muyatã
26 de Setembro, 2019 – Vale do Amanhecer.

Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!

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