Os Mistérios das Cartas de Tia Neiva

No Vale do Amanhecer, diferente do Kardecismo, não há uma obrigatoriedade de estudos. A aculturação do médium se dá pelo seu interesse pessoal em buscar o conhecimento.

Isso se passa porque primeiramente aprendemos a trabalhar. Para nós o fundamental é colocar em prática a manipulação energética, reequilibrando o Médium e tornando-o cada vez mais apto para exercer sua mediunidade na Lei do Auxílio.

Temos um grande acervo de cartas deixadas por Tia Neiva, livros do Trino Tumuchy e ainda centenas de gravações, que aos poucos vão sendo copiadas e transcritas. Porém, ler uma carta de Tia Neiva não é tão simples como parece. Por vezes, se voltarmos às cartas que lemos lá na Iniciação, iremos ficar maravilhados, pois parece que sempre encontramos algo que “não estava ali”! Este fenômeno se passa com todos, em maior ou menor intensidade, de acordo com sua evolução mediúnica, por conta de um fator energético agregador. Resumindo, as cartas não foram escritas para você, para sua mente ou sua alma, mais propriamente dizendo. Foram escritas para seu espírito, para a sua individualidade.

Seu espírito, dotado da cultura de diversas encarnações e do preparo que recebeu para assumir mais esta jornada no plano físico, já tem todas as informações que necessita no cumprimento desta jornada. Só precisa ser despertado!

As cartas têm o dom de fazer isso! Quanto mais você avança na Doutrina, ao reler as Cartas, encontra informações que antes eram incompreensíveis aos seus olhos físicos. Quando passar a aprimorar sua visão espiritual, entrando em contato mais pleno com sua individualidade, passará a desvendar os mistérios das cartas de Tia Neiva.

Temos muitos médiuns que ainda sequer sabem ler e escrever, e mesmo assim desempenham funções de comando com grande maestria. Como explicar?

O conhecimento despertou de dentro de seu espírito e foi trazido a luz de sua mediunidade. Deste modo, mergulhado na individualidade, está apto para todos os trabalhos.

Por isso não se preocupe em buscar imediatamente a todo o acervo disponível. Despertando seu espírito, gradativamente terá condições de compreender melhor e até mesmo redescobrir o que já leu.

Não adianta correr atrás de reunir o maior numero de cartas, livros, gravações e imagens de nossa Doutrina… Não seja um colecionador de acervos! O conhecimento chega até você, conforme você está se preparando, ficando mais em contato com sua individualidade. Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece.

Kazagrande

O Médium Doutrinador – Trino Tumuchy

É o médium cujo ectoplasma se acumula na parte superior do corpo, do peito para cima, predominando na cabeça. Quando ele se mediuniza, isto é, estabelece sintonia entre seu sistema psicológico e seus chakras, seus sentidos se activam acima do normal. Como consequência imediata, sua percepção fica mais apurada, mais alerta. Com a tónica circulatória predominando na cabeça, os órgãos inferiores diminuem a actividade, principalmente na área do sistema neuro-vegetativo.
A partir daí, ele começa a emitir uma onda fluídica com a parte superior do corpo, principalmente pela boca e pelas narinas.
Essa onda estabelece um canal fluídico entre os plexos superiores e os chakras correspondentes. Seu sistema psicológico passa a receber as influências dos chakras que, por sua vez, são activados pelo plano vibratório do mundo espiritual. O Doutrinador se torna, então, receptivo aos espíritos de sua sintonia.
Essas emanações são filtradas pelo sistema cerebral, e o Doutrinador emite sua doutrina, isto é, fala, pensa, escreve, cura, consola e executa sua tarefa Mediúnica.
Esse é o sentido amplo da doutrina. Ela não é, apenas, um conjunto de palavras bem articuladas e com boa construção literária. Também, não é simples pensamento bem elaborado, representando ideias precisas. É, essencialmente, emissão de energia positiva, que tanto pode se manifestar por palavras como pela aplicação das mãos, pelo olhar e até pelo simples pensamento dirigido.
Essa realidade do Doutrinador tem algumas implicações que não podem passar desapercebidas: 1º) O fenómeno existe e funciona, mesmo que o Doutrinador nato não saiba disso; 2º) a emissão fluídica tanto pode ser positiva como negativa, na dependência do campo de sintonia do Doutrinador. Nos estados de ira, de cólera, de angústia, de medo ou de ansiedade, a polarização das forças é, essencialmente, dos plexos nervosos. Nesse caso, os chakras se fecham, e a pessoa entra em curto-circuito, que pode produzir resultados funestos. O sangue que aflui ao cérebro se carrega de partículas tóxicas e produz descargas em todo o organismo. O médium Doutrinador não desenvolvido é um candidato natural à apoplexia, aos enfartes e derrames.
Pelas razões expostas acima, o Doutrinador é o médium por excelência, o intermediário entre os planos e o responsável pelo fenómeno mediúnico. Sem a presença de seu ectoplasma, é difícil a realização do processo, no qual ele actua como catalisador.
A manifestação de sua mediunidade é feita través da sua psique normal e esse fato inspira confiança, em virtude da plena responsabilidade em quaisquer circunstâncias. O Doutrinador não sente arrepios, perdas de consciência, nem tem descontroles emocionais, comuns em outros médiuns.
O desconhecimento desse tipo de mediunidade leva a considerar o Doutrinador como um ser humano que não tivesse mediunidade, atitude essa que tem tirado a oportunidade de realização a muitos.
Por outro lado, a tentativa de desenvolvimento da mediunidade de um Doutrinador nato pelos plexos inferiores, leva a complicações de consequências imprevisíveis.
A memória transcendental estabelece, para o ser humano, o momento para cada etapa fundamental de sua trajectória. O exercício da mediunidade tem um tempo certo para começar. Quando essa cronologia não é observada a Natureza põe em funcionamento os sinais de alarme. Estes aumentam de intensidade na proporção em que não são atendidos.
Nesse ponto, torna-se necessário lembrar ao leitor que o exercício da mediunidade não é feito apenas no Espiritismo. Se assim fosse, o mundo seria habitado somente por desequilibrados. Mas, por outro lado, apenas a vida comum, o mundo da personalidade transitória, não satisfaz às demandas mediúnicas. Isso explica, em parte, a busca eterna da realização religiosa, política ou idealista. O ser humano sempre precisa de algo além da sua simples sobrevivência. O Mediunismo se apresenta, actualmente, como a solução mais objectiva.
O Doutrinador potencial, quando se apresenta ao grupo mediúnico, demonstra, em geral, ter a vida desequilibrada e ser dominado pela angústia, pela descrença, agressividade ou passividade excessiva.
Fisicamente, queixa-se de dores de cabeça, distúrbios digestivos e incómodos cardíacos. De modo geral, esses incómodos cardíacos já foram objecto de cuidados médicos e desanimaram o clínico pela falta de causas definidas.
Submete-se, então, o paciente a um trabalho mediúnico, em que haja absorção do ectoplasma excedente no organismo. A melhora quase instantânea é a melhor prova de que estamos na presença de um Doutrinador.
Depois dessa experiência, se ele aceitar a ideia de trabalhar espiritualmente, deve ser submetido ao exercício de sua mediunidade, a começar pelos processos físicos. Durante um período mínimo de três meses, ele deve trabalhar uma ou duas vezes por semana, doutrinando espíritos incorporados, ministrando passes magnéticos e conversando com pacientes que procuram o tratamento espiritual.
Por tendência natural, o Doutrinador tem interesse na cultura intelectual. Tenha escolaridade ou não, ele sempre absorve o aspecto intelectivo do meio em que vive.
Sua apresentação, pois, é cheia de justificativas, explicações e demonstrações de conhecimentos. No seu arrazoado, predomina a análise com tendências ao cerebralismo. Nisso ele revela certo bloqueio à recepção espiritual. O racionalismo excessivo impede o contacto com o transcendente.
A alimentação do intelecto, nesse caso, é somente horizontal, isto é, nutrida, apenas, pelas ideias elaboradas por outros, remodeladas num transformismo contínuo, que nada cria. É uma psique saturada.
Paralelamente à desassimilação ectoplasmática, o médium deve ser submetido a uma confortável desassimilação intelectual. Durante algum tempo, ele deve se abster de leituras, experiências e pesquisas mais sérias; isso irá aguçar sua curiosidade, mas descansará sua mente. Esta, sem o bombardeio das informações formais, começará a sintonizar as antenas com o mundo chákrico e, mais além, com o mundo espiritual.
Nesse período, ele deve receber, apenas, as informações essenciais à técnica da mediunização, um subtil fenómeno da Natureza, mas de fácil alcance. Na vida comum, ele pode ser verificado nos momentos dramáticos, quando os acontecimentos superam o senso comum e o ser humano apela, automaticamente, para o transcendente.
O Mediunismo provê a mediunização por meio de chaves, mantras e o ritual em geral. Em última análise, é um problema de disponibilidade de ectoplasma e de focalização da consciência.
Sem dúvida, o sucesso de um Doutrinador depende de sua capacidade de mediunizar-se. Pela sua própria natureza, ele é um impaciente, e tudo que lhe acontece em torno o incomoda. Tem tendência para dar ordens e organizar as coisas. Gosta de falar, mas não de ouvir, provocando, com isso, reacções desfavoráveis à sua actividade.
No estado normal, sob o domínio da personalidade, ele manifesta seu temperamento, sua cultura e seus preconceitos, nem sempre agradando.
Ao mediunizar-se, porém, ele entra em sintonia com seu espírito, portador da experiência milenar, e com o plano em que se acha. Seus Guias encontram acesso à sua psique e, através dela, trazem suas vibrações benéficas ao ambiente, no verdadeiro exercício da mediunidade.
Como vimos até aqui, a mediunidade de doutrina revela as maiores possibilidades do ser humano, podendo, sem medo, se atribuir a ela as grandes conquistas da Humanidade.
Se pensarmos em termos da iluminação intelectual, mediante o processo mediúnico, chegaremos à conclusão de que a revelação mística não é antagónica ao processo científico, e tem sido a base da evolução humana. Com essa reflexão simples, colocaremos as religiões no lugar que lhes compete e partiremos mais tranquilos ao encontro do nosso futuro.
Qualquer ser humano, por modesto que seja em seu mecanismo intelectual, pode ser o portador da experiência transcendente. Basta, para isso, que se disponha a servir o seu próximo nas normas evangélicas e conheça as técnicas do Mediunismo.

Trino Tumuchy – Mário Sassi

Agradecimento (Acervo Tumarã)

Devemo-nos acostumar a agradecer a Jesus e a nossos queridos Mentores por nossos momentos bons ou ruins, pelo nosso dia, por tudo quanto recebemos. Temos consciência de que mesmo as coisas más ou situações adversas com que nos defrontamos são instrumentos de nossa evolução, previstos no programa de nossa reencarnação e gerados pelo nosso carma. Pelo menos à noite, antes de deitar, diante de seu Aledá, busque a sintonia com os planos espirituais e, do fundo de seu coração, emita uma prece de agradecimento. Conclua com a Prece de Sabah, e pode estar certo de que seu espírito estará mais leve para as missões que receber durante o sono reparador do corpo físico.

Em Lucas (XVII, 11 a 19) nos é relatada uma passagem de Jesus em sua caminhada para Jerusalém, quando, entre a Samaria e a Galiléia, ao entrar em um povoado, vieram ao seu encontro dez leprosos. Mantendo-se distanciados, gritaram: “Jesus, Mestre, tende piedade de nós!”.
Jesus disse-lhes: “Ide mostrar-vos aos sacerdotes!”. E, enquanto iam, ficaram curados. Somente um, que era samaritano, voltou e, lançando-se aos pés de Jesus, com a face no chão, agradeceu a graça alcançada. Jesus falou: “Não foram limpos os dez? Onde estão, pois, os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?”. E, voltando-se para o samaritano, disse-lhe: “Levanta-te e parte. A tua fé te salvou!…” A cada momento de nossas vidas, temos que agradecer a Jesus pelas oportunidades colocadas ante nós, propiciando resgates de dívidas transcendentais e queimando nosso carma. Por isso, leve a sério esse aspecto do agradecimento diário por tudo que lhe aconteceu – ou deixou de acontecer.

Outro aspecto importante é o agradecimento a entidades, após um trabalho ou uma incorporação. Vamos evitar a frase muito comum: “Deus lhe pague por sua caridade!”. Ora, aquele Espírito de Luz veio em missão de puro amor, trazendo suas vibrações, sua luz, sua força, trabalhando dentro da Lei Crística, nos auxiliando no cumprimento de nossa missão, de acordo com nosso merecimento. Não cabe um agradecimento que choca, com a palavra “pague”. Isso é para ser usado no plano físico, para agradecer uma ajuda, e não para a Espiritualidade. Nos Planos Etéricos, nossos Mentores devem ficar tristes com essa idéia de pagamento. Por isso, vamos agradecer, sim, mas com palavras que revelem o agradecimento do fundo de nossa alma. Vamos agradecer pela inestimável ajuda, pela luminosa presença, pedindo que aquela vibração possa envolver cada célula do corpo físico daquele Apará, propiciando-lhe mais energia e equilíbrio, enfim, vamos dar ao nosso agradecimento a grandiosidade compatível com trabalho que se encerra.

Observações Tumarã – José Carlos

Plexos (Acervo Tumarã)

Plexos são os pontos onde os nervos se cruzam, os terminais dos feixes nervosos que secomunicam com os chakras e por onde emitimos e recebemos as vibrações energéticas. No nosso corpo, o mais ativo é o plexo solar, situado um pouco acima do estômago, que capta e emite a maior carga de ectoplasma, embora essa ação se desenvolva em maior ou menor intensidade em todos os chakras e, por conseguinte, plexos de nosso corpo. O Homem compreende três grandes plexos: o plexo físico – o corpo; o microplexo – a alma; e o macroplexo – o perispírito, todos vistos separadamente neste trabalho. Quando está harmonizado e em seu constante desenvolvimento, o médium começa a perceber o mecanismo de seus plexos, que é individual e de acordo com seu nível vibracional, passando a clarear sua mente, a ter sensações agradáveis, sentindo-se mais alegre e mais leve, com aumento de seu potencial energético. Pelos plexos se fazem as comunicações do corpo com o espírito, de forma sutil, pois não se podem definir nem estabelecer claramente as fronteiras entre os três plexos – corpo, alma e perispírito.

Observações Tumarã – José Carlos

Oferendas – Adjunto Apurê

Os políticos da terra e seus desejos.
Dois espíritos com interesses próprios me procuraram esta madrugada. Um mexe com remédios e outro é militar. Só que são rivais nesta vida política. O objetivo desta procura é apoio para seus objetivos.
Eu já tive experiência com estes homens que vislumbram a velha estrada, mas quem decide não sou eu e sim o povo que escolhe o que pode ser melhor para eles. As ofertas, oferendas, vieram em forma de retorno para nossa missão. Velha artimanha dos encouraçados, prometer e não cumprir.
Nesta condição política a verdade é suprimida e os joguetes das ilusões afloram sem espinhos, só depois eles surgem como forma de distanciar os pedintes.
Observando as reações destes dois homens eles não se olhavam, olhavam para mim. A disputa estava impregnada como inimigos de uma condição. Vejam como as coisas mudam, onde os amigos se tornam inimigos. Não havia desafetos, havia somente interesse.
As velhas promessas que nunca se cumpriram. Os caminhos sem honestidade fazem a moral se afundar no lamaçal. Estes políticos tem se garantido no poder pelas duras penas de serem responsabilizados por seus atos.
Os falcões já começam a se articular. Os águias já começam o trabalho de manter eles distante da crosta. Mas neste período eles vibram do seu plano atingindo a mente destes homens que buscam apoio abrindo as suas guardas e se deixando contaminar. A festa macabra dos espíritos sem procedência.
Comícios lá e reuniões aqui. A festa pagã que modifica as mentes do povo que buscam melhores condições para seus caminhos.
_ Salve Deus! Eu não prometo nada! Eu espero que um de vocês dois tenham dignidade de fazer por este município o melhor de sua administração! Se tiverem objetivos terão êxito! Não vou interferir mais, eu ajudei um de vocês dois e o que recebi foi uma traição!
Mesmo sabendo quem vai galgar êxito neste pleito eu não vou me arriscar a depois ter decepção.
Foram embora como chegaram. Somente Seta Branca pode avaliar a condição de cada coração. Eu sigo ordens e não posso contradizer os ensinamentos deste amanhecer. Apolítico. Sim, ajudamos e não participamos. Mas eu já sou consciente que a política é um mal necessário para a humanidade. Se ela for arquitetada dentro de uma verdade o povo recebe os benefícios do bem. Se não for, todos pagam o preço com suas liberdades.
Começou a corrida do outro.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
14.08.2020

Continuidade Doutrinária (Divisões) – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Ao chegar ao Vale em 1984, chamou me atenção o respeito e o carinho que o corpo mediúnico estendia a nossa Clarividente.
Achava estranho todos chamarem-na de “Mãe”, e tudo, praticamente girava em torno dela, quando ia ao templo em suas palestras sua preocupação foi em combater as mesquinharias, o medo da divisão entre seus filhos e, é claro seu filho Doutrinador!
Certa feita no radar do templo disse: “Eu, absolutamente, não divido meus filhos” e também se referindo ao seu filho Doutrinador:
“O Apará nada me deve, mas eu pari o Doutrinador e ele me deve a vida”
Já nos idos do ano de 1985 ela já se queixava que alguns Doutrinadores não estavam lhe respeitando e em uma entrega de Ministros, Cavaleiros e Guias missionárias ela diz ao Mestre Barros Adjunto Alufã:
-Meu Filho!
-Vou embora!
O Adjunto Alufã diz:
-Mas que isso Tia, está tão cedo!
Responde Tia:
-Vou embora meu filho, para minha casa, meu povo, pois já sou velha coroca e atrapalho vocês!
Nesta época os Trinos que estavam em evidencia eram os Trinos Tumuchy e Araken, e despontava o recém classificado Trino Ajarã, Primeiro Doutrinador deste Amanhecer e também coordenador dos Templos externos.
Em quinze de novembro de 1985 Tia Neiva desencarna e parte para Deus!
Então os quatro Trinos assumem a direção da doutrina, mas na verdade esse “comando” era notoriamente feito pelos Trinos Araken e Ajarã.
Em 1995 desencarna o Trino Tumuchy e no início dos anos 2000 o Trino Araken, a partir dessa data as dificuldades nos alcança e com desencarne do Trino Ajarã tudo que Tia Neiva levou décadas para estruturar vai fragmentando e surgem “Siglas “ e denominações e algumas delas se tornam ”independentes”.
A própria CGTA, criação do Trino Ajarã, divide-se e esse processo continua em franco andamento e nesse processo o Templo adotou sua própria filosofia, inclusive com novas classificações confundindo e tornando ainda mais confuso nossa força decrescente.
O futuro?
Virá e nos alcançará e cabe a cada Mestre e Ninfa ser seu próprio Mestre e aqueles que podem que siga seu Adjunto, mas sempre observando os preceitos e nossas leis que estão ao alcance de todos, segundo Tia Neiva ninguém tira nada de ninguém e ninguém dá nada para ninguém.
E diante de nossa cegueira, há um mundo espiritual cujas razões são calcadas em uma ciência Crística, e as deduções sobre divisões é muito discutível e complexa e Jesus nos alerta que “onde houver duas ou mais pessoas em teu Santo Nome que estaria entre elas”, o desafio é justamente esse “em nome de Jesus”, pois ele também afirmou que muitos dirão “senhor curei e expulsei demónios em teu nome” eu vos direi: “Não vos conheço, afasta-te de mim, raça de víboras”.
Cada templo tem um Adjunto e este é o leme que em sua nave espiritual tem o compromisso de guiar os filhos do ministro nessa jornada espiritual. É uma tarefa santa e nobre , onde a verdade e a honestidade doutrinária e linha segura por onde esse Adjunto e seu povo deverão caminhar.
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho 2020

Conquistas no Amanhecer – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Nossa concepção da Doutrina do Amanhecer ainda é vista dentro da visão humana, esperamos por parte de nossos mentores ações que sejam relacionadas com nosso dia a dia onde a saúde, os valores materiais possam nos proporcionar uma vida confortável, sem as adversidades inerentes a nossa existência ou ao plexo físico.
Tia Neiva em seus inúmeros textos nos diz que “Enquanto tiveres um plexo físico, enfrentarás nascimento, crescimento, doenças e a morte” e mais efusivamente nos diz que “Ninguém dá nada para ninguém e ninguém tira nada de ninguém”.
Os Mentores que nos assistem estão em um nível evolutivo que não tem muitos de nossas emoções, mas prevalece o “amor incondicional”. O amor que não exige nada de volta, nada em troca dessa forma, uma das frases lapidares que temos é que “De graça recebestes, de graça darás”, assim, não recebemos nenhum valor pecuniário pelas possíveis curas que são realizadas em nossos templos e tem como uma representação maior o “Cristo caminheiro com as mãos estendidas” bem no centro da nave de nossos templos.
Em nossa doutrina não se faz “acordos” e tão pouco realiza-se demandas, disputas , sejam de elas de qualquer natureza.
Mas, mesmo com tudo isso somos essencialmente movidas por uma lei cristica, onde dado a cada um segundo seu merecimento, traduzindo você conquista tudo aquilo que deseja, no que é feito dentro de uma contabilidade espiritual. Quem rege, comanda, contabiliza seus bônus espirituais os distribui segundo as necessidades mais urgentes na vida do médium e, com certeza, seus cobradores são os primeiros a serem “pagos”, dessa forma a vida do médium vai se equilibrando a medida que ele se envolve na lei do auxílio, energizando seus chacras e plexos através de seu trabalho e suas consagrações.
Ainda nos falta muito a conhecer sobre essa delicada e complexa relação com esse mundo etérico e somente a evolução, a conquista dentro das consagrações honestas suas classificações serão registradas e sua força, sua mediunidade vai sendo aprimorada e sua luz aumentada onde certamente, será um farol que brilha na noite escura.
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho/2020

Cavaleiro Consagrado – Adjunto Apurê

O dia amanheceu sorrindo. A felicidade gerou a magia do amor incondicional.
Esta noite na legião do Divino Mestre Lazaro ocorreu uma consagração muito importante. A evolução de um caminho, o merecimento de uma realização. Um Jaguar elevou seu Cavaleiro de Anday para Randie.
Foi muita emoção na conquista dos objetivos materiais de um novo sol que começa a brilhar. O sol resplandecente de uma força decrescente. O contato fora das amarras da terra nos torna leves como a pluma e silenciosamente vamos nos dirigindo aos aledas para jurar nossos destinos.
A grande legião que emite sua força dentro de nossa individualidade projeta seus raios através das densas nuvens que se formaram na mente aliviando as cargas magnéticas dos pensamentos.
O mestre projetado fora do seu sistema mediúnico recebeu esta honraria e seu espirito desceu luminoso para seu caminho. Seu cavaleiro recebeu esta elevação por merecimento de um filho neste plano terrestre.
Como é lindo esta magia dentro das legiões. Eles são responsáveis diretamente pela guarda e segurança deste povo de Seta Branca. Seu Ministro responde ao Simiromba de Deus, enquanto seu cavaleiro responde ao Divino Mestre Lazaro.
Duas hierarquias, dois poderes, duas forças distintas. Como disse Tia Neiva, o cavaleiro é quase um ministro.
Um dia eu estava sentado na minha sala de visita com um mestre que veio de longe para nos conhecer. Naquele momento atrás de suas costas apareceu um príncipe. Seu nome Canaã. O príncipe da terra prometida. Pintei seu retrato e deixei como recordação no meu quarto. Tempos passaram e ele agora retornou ao templo e incorporado no apara veio me trazer as boas notícias. Ele foi consagrado como Ministro Canaã. Foi uma festa muito grande neste dia no templo que era ainda em Curitiba.
_ Meu filho! Eu quero a minha imagem aqui no templo!
Quando meu cavaleiro foi reconsagrado de Anday para Randie também foi uma grande festa. Ele, ao descer no aparelho, veio confirmar como muita alegria esta benção. Existe a transformação na terra e no céu. Coisas que são difíceis de serem aceitas pela terra, porque ninguém está preparado para absorver estes acontecimentos. Quando uma entidade recebe de Deus um comando maior ela é aplaudida em respeito a sua conquista. Então, como disse Jesus, assim na terra como no céu.
Tudo que aqui fazemos em beneficio da nossa evolução também reflete nos caminhos dos espíritos. Nossos espíritos se sentem realizados e não conseguem esconder a felicidade. É uma grande emoção que ao voltar para o corpo físico estamos explodindo de tanta energia.
Assim, meus irmãos, olhem para o céu e vejam seus espíritos nesta árdua caminhada para um mundo melhor. Sei que as intempéries deste mundo atribulado cobram centil por centil as suas dores. Mas o jaguar tem seu couro grosso de tanto levar lapada. Ele jamais vai desistir de caminhar. Pode até se afastar da missão, mas sempre acaba voltando, porque a fonte da água de vida eterna não para de jorrar e todos precisam dela para saciar sua sede.
O conhecimento da verdade alimenta as almas e as deixa vislumbrando um novo amanhecer. Que este novo amanhecer seja repleto de boas novas, pois o dia está ficando curto e o tempo escasso.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
09.08.2020

Trino Tumuchy – Adjunto Adelano

É inegável a contribuição do Mestre Mario Sassi para a edificação de tudo quanto somos hoje como Doutrina do Amanhecer.
Infelizmente, por uma necessidade desconhecida seus ensinamentos estão sendo questionados e até deixados de lado em detrimento da força esmagadora do poder que é exercido sobre os gestores coletivos e individuais na doutrina.
O processo de mando, na verdade, tem suas bases consolidadas em encarnações desastrosas em que muitos desses mesmos gestores terem provado do sabor do doce veneno do poder.
Hoje voltam com um poder espiritual, cuja missão é a remissão de suas faltas e o compromisso firmado primeiramente com seu Ministro de dar a luz a cegos que enxergam e surdos que ouvem.
Mario Sassi, sociólogo por formação vivia em um conflito pessoal, onde sua mente ágil digladiava com o pensamento acadêmico e a necessidade de uma afirmação interior, e isso levou a buscar como todos nós fizemos a doutrina criada pela Clarividente Neiva Chaves Zelaya.
Diante de Neiva, pela primeira vez, lhe foi alertado que deveria tirar a ideia de suicídio de sua cabeça, que tinha uma missão muito delicada e importante, depois de três anos fora feita sua iniciação por Pai Seta Branca incorporada em Neiva.
Ele lhe disse:
“Meu filho, – disse ele – você é um missionário de Deus e, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, terá que anunciar as premissas da civilização do III Milênio, recebidas por intermédio desta médium clarividente. Você dará testemunho do Espírito da Verdade, cuja missão é marcar a transição milenar. Os três anos que teve de aprendizado e disciplina seriam poucos se não fosse a grande bagagem de que é portador, pelas vidas que já teve neste planeta.
Essa iniciação nos dá a certeza de uma frase dita por Mario Sassi:
“Somente um iniciado conduz outro a uma iniciação”
No que nos impele a dizer que “um centurião não inicia uma rama 2000 e um arcano não inicia um Trino”
Em sua observação diária começou a descodificar nossa doutrina, interpretando e dando sentido as visões universal de Neiva, os planos e suas dimensões e firmando ainda mais o posicionamento do Doutrinador em sua função técnico mediúnica , caminhando sempre entre a razão e suas intuições.
Consagrado como Trino Presidente Triada Tumuchy, e sendo o primeiro Trino encabeçou a abertura do portal as torres de Tapir na condução e manipulação da corrente mestra , fazendo nos ascensionar, se elevar na condição da manipulação forças especificas que foram recolhidas na África por um outro Trino que fora convocado para presidir esse cisma.
Mario Sassi escreveu vários livros os quais, com uma linguagem simples e acessível nos mostrou a relação entre nós encarnados e as individualidades contidas nos vários quadrantes desse universo.
Após o desencarne de sua companheira e escrava Neiva, começara a percorrer os primeiros estágios de seu carma. Sem renda fixa, pois deixara tudo para viver ao lado da Clarividente, lentamente foi lhe sendo tirado suas funções,talvez pelo medo que seus pares tinham de suas ideias tidas como inovadoras.
Convidado pelo Adjunto Yuricy a participar de uma reunião reunião chamada de “grandes iniciados”, logo assumindo sua direção,é preciso lembrar que essas reuniões eram realizadas fora do templo as quais, não eram bem vistas pelos outros Trinos, essa reunião contou com uma incorporação ou presença de um espírito que se dizia afirmar que era de Koatay 108.
Esse movimento culminou com as saída do espaço físico do Vale, nessa época Mario Sassi havia sofrido um AVC e com vários seguidores mudou-se para uma área rural aos arredores do Plano Piloto de Brasilia fundou a ORDEM UNIVERSAL DOS GRANDES INICIADOS, mas sempre afirmava que esta ordem era uma parte integrante da Doutrina do Amanhecer.
Gravei uma entrevista com o grande Tumuchy em outubro de 1995 e em dezembro do mesmo ano ele desencarnou.
Hoje vivemos a sombra desse grande missionário, ainda como o fizemos com a Clarividente sem entender e alcançar seus ensinamentos, e em casos extremos com o apagador da falta de percepção evolucionista em alguns lugares é negado suas obras e ensinamentos.
Gilmar
Adjunto Adelano
Agosto/2020