Palhinha da Benção – Kazagrande

Procurando uma caneta, em meio a bagunça organizada da mesa do seu Mário (Trino Tumuchy), Tia Neiva encontrou uma “palhinha” já seca e estorricada. Olhou para ela e não se contendo exclamou:

“Vejam meus filhos! Ainda tem luz aqui!”

A palhinha da Bênção de Pai Seta Branca é a representação material de uma célula de luz do Oráculo de Simiromba. Nos é presenteada, ao passarmos pelo ritual no primeiro domingo de cada mês no Templo Mãe.

Seu uso é pessoal. Com todo respeito, devemos guardar junto a algum objeto que levemos com freqüência (carteira, bolsa…) e tê-la como um símbolo da Bênção que recebemos, que nos protege e nos cura.

Quando eventualmente recebemos mais de uma palhinha, podemos presentear a um ente querido que compreenda a sua simbologia, ou ainda colocar em nosso Aledá.

A palhinha pode ser substituída a cada nova Bênção que passamos, afinal, não dá para sair colocando todas na carteira. Particularmente (não tomem isso como alguma Lei), eu não gosto de jogar fora as palhinhas de bênçãos passadas. Meu profundo respeito por qualquer objeto da Doutrina me impede de fazê-lo. Tenho uma caixinha que guardo junto com os cadernos de prisioneiro, onde as coloco depois de serem substituídas. Lembro da frase de Tia: “Vejam meus filhos! Ainda tem luz aqui!”

Kazagrande

Obs.: Não presenciei a frase dita por Tia Neiva, me foi contada quando disse a Tia Lúcia (sua filha Carmem Lúcia) que eu tinha dó de jogar a palhinha fora. Ela me contou a frase e disse que era eu quem deveria decidir o quê fazer. Salve Deus!

Obs.: As palhinhas da Bênção do Ministro devem ser tratadas com igual respeito e cuidado.

Trecho da Mensagem do Ministro Ypuena – Março de 1996

Lembrem-se de nossa origem planetária: Somos filhos do Sol e da Lua. Somos a espada do amor, a luz que cura e revela, numa jornada individualizada que remonta a mais de 4.000 anos.

Lembrem-se filhos, cada um na sua função para uma grande guerra em que todos somos soldados, independente dos postos conquistados na Terra ou nos Céus.

Estamos nos preparando para a batalha final, onde soldados e generais, juntos, terão que dispor de todos os seus conhecimentos em benefício dos menos esclarecidos, contra os cavaleiros da fome, da doença e da miséria.

Quando estes dias chegarem, não importará o posto e sim, conhecimento. Você, meu jovem filho, que entra nesta doutrina hj é trás consigo todo o desenrolar deste povo, terá as mesmas responsabilidades dos que aqui estão há mais tempo.

Nesta batalha, filhos, nenhum de nós poderão ser pedidos. Portanto, preparem-se para os céus e se esqueçam das pequenas coisas da Terra.

Não corram atrás de títulos. A nobreza é algo que seus espíritos já trazem dentro de seus corações.

Não queiram um peito cheio de medalhas de plástico ou de lata que nada representarão quando estiverem frente a frente com as forças que ainda não conhecem.

Deixo vocês em liberdade, na certeza de que vim pra esclarecer no Espírito da Verdade, na luz divina de nosso Pai.

Que Jesus nos conceda novas oportunidades. Abraço a todos, filhos queridos do meu coração. Salve Deus!

Ministro Ypuena – Trecho da Mensagem de Março de 1996, Registrada na Primeira Edição do Livro de Mensagens do Ministro.