Mantras (Acervo Tumarã)

Nas antigas tradições orientais já se sabia que o fundamento de qualquer trabalho mediúnico é o controle e a manipulação da força mediúnica, o que caracteriza a maior ou menor capacidade do médium de se colocar a serviço da espiritualidade. A energia mental alimenta a força mediúnica através de movimentos e sons, normalmente cadenciados e rítmicos, denominados mantras. Na nossa Doutrina, consideramos mantras as orações e preces, como o Pai Nosso – o Mantra Universal -, a Prece de Simiromba e outras, e também alguns hinos, que integram o fascículo “Hinos Mântricos”, e se constituem em vetores energéticos, verdadeiras linhas de força que agem como chaves para as falanges e combinação de energias para a realização de cada tipo de trabalho. Quando fala ou canta um mantra, o médium emite uma carga de ectoplasma.

• “E mais uma coisa, meus filhos: quando vocês puderem cantar… O canto se transforma em mantras junto ao seu ectoplasma. É um ectoplasma crístico que lhe permite fazer seus pedidos enquanto você está cantando os mantras. Sempre que puderem, cantem! Nós ionizamos o nosso Templo e deixamos aqui, em haver, quando saímos, tantos mantras do nosso magnético animal extraídos do Sol Interior. Não se esqueçam disto! (…) Os mantras cantados são como luzes, é um trabalho em louvor Espiritualidade, é como se vocês abrissem uma conta corrente nos Mundos Encantados!…” (Tia Neiva, 27.6.76)

Observações Tumarã – José Silva