Força Mediúnica (Acervo Tumarã)

“Quando um médium, de modo geral, completa quatorze anos, começa a receber energia cósmica e passa a contar com a força mediúnica, na medida em que seu Sol Interior consegue manipular a energia que recebe, pois isso sofre a importante influência do conjunto psicofísico e espírito. Essa fase de ajustamento se prolonga até cerca dos vinte e um anos, quando se completa e o médium está apto a ouvir as vozes dos três reinos de sua natureza: do corpo, da alma e do espírito. Sabendo usar sua força mediúnica o médium poderá modificar seu destino cármico, principalmente se usá-la na Lei do Auxílio. Esse aprendizado se faz pelo Desenvolvimento (*). A força mediúnica, por sua origem cósmica, transcende os limites da educação, dos hábitos e de qualquer situação física, sendo o mais forte componente da personalidade. Sofre influência do ciclo das roupagens (que muda de 80 em 80 dias) porque reflete personalidades e experiências de encarnações passadas. Embora existam forças mediúnicas de diversas naturezas atuando sobre um médium, sempre há aquelas que predominam.

Constitui-se em faculdade psíquica de amplos recursos, mas, na realidade, não é nossa propriedade, e, sim, uma concessão temporária em benefício da nossa evolução. É como se nos fosse dada uma concessão, um mandato, para que, sem qualquer interesse material, possamos trabalhar e aplicá-la na Lei do Auxílio, com amor e dedicação. Nos Aparás, há predominância das forças dos Pretos Velhos e dos Caboclos. Nos Doutrinadores, predomina a força das Princesas e de seus Ministros. Em qualquer caso, sempre predomina a força do Mentor responsável por aquele médium.”
Observações Tumarã – José Silva

Força Esparsa (Acervo Tumarã)

“A matéria astral é mais densa, mais pesada que a mental. Formada por energias geradas por rancores, invejas, ódios, ciúmes, revoltas e outros sentimentos de grande negativismo, se aglomeram em grandes blocos, formando volumosas formas emocionais, que ficam flutuando, sem rumo certo, por toda parte, principalmente em ambientes mais carregados, e são as mais comuns e perigosas das chamadas forças esparsas. Até mesmo no Templo se encontram bolsões de forças esparsas, e uma conversa, gesticulação ou uma falta de concentração pode carregar um médium com uma força esparsa. Por isso devemos orientar os pais para que não deixem suas crianças fazerem correrias e brincadeiras no interior do Templo, principalmente quando os trabalhos estão abertos, porque podem captar uma força esparsa. Quando alguém baixa seu padrão vibratório diminui a proteção da aura, e isso permite a entrada dessas energias em seu interior, através do seu plexo, causando verdadeira catástrofe em seu íntimo. Essas forças atingem sua energia mental, provocando agravamento do seu desequilíbrio, com reflexos negativos em seu estado emocional, o que pode levar ao desespero, à loucura e até mesmo ao desencarne. Para eliminar uma força esparsa a pessoa deve passar como paciente nos trabalhos, sendo que alguns casos podem ser resolvidos pela participação do médium nos trabalhos. Os ambientes podem ser aliviados de força esparsa pela defumação.”

Observações Tumarã – José Silva

Aura (Acervo Tumarã)

Todo ser vivo é composto por células cujas partículas atômicas possuem cargas elétricas que geram um campo magnético próprio, sensível a impulsos eletromagnéticos e outras influências externas, a que se denomina AURA (ou “Força X”, como a conhece a moderna Medicina, ou “Energia Bioplasmática”, da Parapsicologia). A Aura é uma emanação luminosa que cerca o corpo físico, normalmente em forma de um ovo em pé, tendo cerca de 45 cm em sua parte mais larga (pela emissão do Sol Interior), composta de várias cores, cujas tonalidades e intensidade indicam o estado de saúde física e energética do indivíduo – suas energias áuricas. É um campo magnético que nos envolve, dando proteção e filtrando as vibrações que nos rodeiam. Varia de tamanho, densidade e coloração conforme as forças eletromagnéticas de cada um. Sua formação depende do prana e dos chakras, e pela aura se pode aferir a carga energética do médium de modo científico, sem depender de alguém com poderes de vidência. Existe um aparelho simples – o Aurameter -, muito utilizado na Parapsicologia, que permite verificar a polaridade e intensidade da aura, bem como das emissões dos chakras, propiciando o ajuste através da mentalização e energização do chakra que estiver negativo. A aura é, assim, a verdadeira imagem energética de uma pessoa e revela seu nível de elevação espiritual. Além da consciência, de sua energia mental, existem fatores que interferem no campo energético: a necessidade da evolução pelo desenvolvimento mediúnico; a memória e registros transcendentais; o sistema próprio de crenças e verdades; as vibrações de campos energéticos de outras pessoas e de ambientes; a influência de drogas químicas, medicamentos e hábitos alimentares. A textura da aura indica o caráter da pessoa, enquanto a forma e a cor revelam sua saúde e condições emocionais. Se a pessoa estiver enfraquecida ou debilitada energeticamente, sua aura ficará opaca, até mesmo escura, propiciando que vibrações negativas impregnem sua aura, fazendo com que o médium capte energias pesadas, tornando sua presença desagradável e permitindo que cargas negativas cheguem aos seus chakras, aumentando, cada vez mais, sua desarmonia e desequilíbrio. Quando estamos bem, equilibrados e sadios, temos uma aura grande, clara, com colorido suave. Uma aura cristalina e limpa permite excelente vibrações e emissão pura de ectoplasma, bem como recepção plena de prana. Assim, de acordo com suas reações emocionais e seu caráter, cada um de nós determina a estrutura e a coloração de sua aura.

Em experiências científicas, o Conselho Britânico de Cores catalogou colorações da aura, chegando a 1.400 tons de azul, 1.000 de vermelho, 1.480 de castanho, quase 100 de verde, 55 de laranja, 26 de violeta e quase 20 tons de branco, demonstrando o excepcional número de combinações que pode envolver a coloração da aura. Nas figuras representando anjos e santos, do Catolicismo, podemos observar auréolas luminosas sobre suas cabeças, que representam as auras iluminadas dos seres superiores. A aura nos protege de acordo com sua estrutura, que é decorrente do nosso padrão vibratório. Por isso Koatay 108 sempre nos dizia que nosso padrão vibratório e a nossa sentença!

O Doutrinador, ao fazer entrega de um sofredor, deve ter a preocupação de estender bem os braços para cima, mentalizando um portal de desintegração – a elipse da Estrela Candente ou da Mesa Evangélica – para que aquele espírito passe fora de sua aura. Se não fizer isso, pode acontecer de aquela energia se projetar em sua própria aura, causando-lhe sérios transtornos. Pesquisadores concluíram que os tecidos doentes mostram, sempre, uma aura turva, enquanto o tecido sadio está com sua aura límpida, e há casos que apresentam pequenas modificações – manchas ou turvações – em auras de pessoas sadias, indicando que havia um mal em formação. Com o passar do tempo, a doença se instalou no corpo físico, demonstrando que a maioria de males físicos têm sua origem na desestruturação dos campos perispirituais. A aura é nossa identidade física, psíquica e moral. Se nos conduzimos dentro da conduta doutrinária, com amor e dedicação na Lei do Auxílio, teremos uma aura luminosa e colorida. Se nos deixamos levar por quedas do padrão vibratório, sem tolerância, envolvendo-nos em ambientes onde se fazem presentes palavrões, agressões, pensamentos negativos, deprimentes, doentios, e onde se praticam violências e imoralidades, nossa aura vai-se adensando e escurecendo, indicando nossa queda vibracional. Se nos tornarmos misericordiosos e alegres, buscando o contato com pessoas felizes, com ambientes saudáveis, procurando ajudar aos irmãos que estejam passando por dificuldades, desequilibrados por suas dores e aflições, podemos ter nossa aura límpida e colorida vivamente, atraindo Espíritos de Luz para nos ajudar em nossa Jornada.

Observações Tumarã – José Silva