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Legiões dos Vales das Sombras – Betinho Lua

Salve Deus!

As legiões que compõem o Vale das Sombras, que praticamente dominam a Terra através de inventos, de religiões, de governantes, procuram manipular os encarnados em todos os setores das atividades humanas.

Eles só não conseguiram propiciar a reencarnação. Eles têm um grande poder, conhecem a manipulação de energias, os trabalhos da lei negra e não entendem porque, dentro dessa nossa simplicidade, desta nossa aparência de pobreza material, o Jaguar tem tanta fé e tanta precisão na sua manipulação de forças e todos deles que aqui chegam não voltam mais.

Este é o único lugar em que eles chegam e não voltam…

Por que nossos mentores e nossos ministros não nos protegem para que eles não venham aqui?

Mas, se eles aqui não vierem, como nós iremos doutriná-los?

Estes espíritos são trazidos aqui amarrados às redes magnéticas dos mentores, porque eles são terríveis e já foram doutrinados pelos mentores, mas precisam da nossa energia, energia animal, que os iluminados não possuem. Mas é preciso que a nossa energia esteja pura, pelas iniciações, pelas consagrações, sem tóxicos. A energia do Jaguar é preciosissima.

Não é conversa, não é aparência, não é posto e nem título, é o sacerdócio, a dedicação, o amor e o respeito.

O fluido magnético do doutrinador e do apará, preparados pela manipulação da energia em seus plexos, vai atuar sobre aquela crosta que está em volta dele. É ali que está a força dele e, com a manipulação das energias, a crosta vai rachando e vai caindo como a casca de uma árvore seca. A medida que a crosta vai caindo, o espirito vai se enfraquecendo, até que sua mente começa a raciocinar em uma outra sintonia.

Não esqueçam de que um terrível espírito do Vale das Sombras pode ser um nosso irmão espiritual, nosso pai ou nosso filho espiritual. É um filho Deus Pai Todo Poderoso como nós, e um espírito destes se conquista pelo convencimento das palavras.

Salve Deus!

betinho lua – templo mãe.

29/06/24 – 09:06 hrs.

Boa sorte!…

Não se deixe levar por caminhos que não são seus – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Cada dia mais penso no andamento que as coisas estão tomando na Doutrina do Amanhecer, o quanto de informações e situações que estão surgindo, essas estão levando nosso povo, principalmente os mais novos, a uma ideologia doutrinaria que não sabia que existia.
Aprendi que os valores que temos são espirituais, que a personalidade deveria ser exercida onde as coisas humanas prevalece, o mundo sagrado de Tia Neiva está sendo lenta e gradativamente substituído por ações humanas , citações doutrinárias obscuras, classificações que já despareceram, consagrações dadas por quem nãos as tem, Jesus adverte que um cego não guia outro cego, a iluminação deve nos vir primeiro para depois levarmos essa luz a outro.
Jesus é claro sobre semearmos em terreno infértil e cheio de pragas, as sementes não irão vingar, assim como as arvores inférteis, deveriam ser arrancadas e lançadas ao fogo.
Ainda está vigente o pacto que Tia Neiva fez com os setes reis negros, porém ele está garantido pela conduta individual de cada um.
Certa feita em uma reunião de Ajanãs, ela questionou um dos Ajanãs:
-Quem você pensa que é ?
-Eu que sou sua mãe, respeito!
-Mas Tia, eu apenas queria traze-lo para cá!!!
Um dos Ajanãs havia ido a um centro de umbanda, incorporou um espirito poderoso , para de
Certa forma aprisiona-lo e traze-lo ao Vale!!!
As consagrações estão banalizadas, muito embora muitos pensam estar consagrados, e na verdade não estão!
Na Doutrina tudo são conquistas, estão levantando reinos de onde não há o que fazer,pois já está pronto, o Trino Ajarã sempre falou do “engenheiro de obras prontas”, assim como contou de um compromisso que assumiu sem perceber quando um espirito lhe fez uma proposta e ao invés de uma negativa, ele disse: Salve Deus!
Dirigentes de Templos que passam por uma consagração e na verdade é um cargo de confiança!
Fiz a seguinte pergunta ao Trino Ajarã:
-Vejo o Senhor autorizando (não consagrando) , esses Mestres a abrirem templos, como é a avaliação do Senhor?
Ele respondeu:
-Meu filho!
-Clarividente era minha Mãe!
-Como não sou, autorizo; se ele tiver herança e um povo para orientar ele irá em frente, não posso matar as ilusões de um Mestre!
Se houver uma consagração e baseado no que ele também me disse, que aprendeu a consagrar , mas não tirar essa consagração, aquele Mestre será sempre um Presidente, e se deixar o templo , ou não conseguir formar um povo ele será sempre um Presidente, mesmo sem um templo ou povo para guiar.
Nossa realidade é tão complicada e nosso povo não está acreditando nos poderes que lhe foi confiado e no que aprenderam, o termo batalha, mandado de segurança, ação de retirada e substituição , estão substituindo o diálogo , o amor incondicional e perdão!
Me convidaram para aderir a um “lado”, me surpreendi , pois não estou perdido, não estou fora da doutrina, não sou partidarista de ninguém. Minha raiz é o Templo Mãe, e ele não é as pessoas que o dirige. Lá no mesmo lugar que muitos estão denegrindo, está Pai Seta Branca o governador deste planeta com sua seta imaculada. Lá tem o charme da Clarividente.
Fui designado pelo Trino Ajarã a uma função para orientar os Príncipes Mayas onde houver um adjunto que esteja em sintonia com Pai Seta Branca. Temos mais de 1000 Templos de homens que abdicaram de suas vidas em favor de uma doutrina, alguns estão passando dificuldades e tem em seu plexo o poder de Koatay 108 para conduzir um povo.
As vezes muitos se assemelham aos viajantes de um grande navio que naufraga, esquecem que uma ilha ou mesmo o continente, podem e star próximo. E na incerteza que habita seu coração agarram-se a um tronco que está flutuando, ou mesmo a embarcações comandada por capitães cujas bandeiras estão hasteadas a meio mastro.
Meus irmãos acreditem no poder que o Pai Seta Branca lhe concedeu, se seu Ministro lhe confiou um povo, devolva esse voto de confiança a ele e conduza seu povo com um só elemento verdadeiro e sólido: Doutrina do Amanhecer, de Tia Neiva, de Jesus, faça do seu sacerdócio ser mais um Templo de Jesus, não siga quem não sabe o caminho a seguir, não sabemos onde as forças dos vales negros da incompreensão estão atuando…
Me perdoem pela ousadia e palavras.
Gilmar
Adjunto Adelano
Dezembro/2021

Adjunto Muyatã – Seu Pedro

Salve Deus!
Já alertado pela Clarividente Neiva o ano de 1984 havia passado, não deixou as marcas visíveis de sua importância no cenário universal. Fim e recomeço de um ciclo, estávamos entrando no tão aclamado e temido terceiro milênio, o ano de 1985 parecia ser realmente um ano de recomeço para nós outros Jaguares e, realmente o foi, rituais que estavam ainda contidos no plano espiritual começaram a funcionar, mas começara lenta e gradual a volta de nossa Clarividente a sua casa espiritual, ao seu povo, como ela fazia questão de afirmar.
O domingo sempre foi enfatizado por Tia Neiva como o dia do médium, o desenvolvimento básico e avançado, a estrela de aspirantes e as reuniões com os recém classificados “Adjuntos de povo, agora na condição de Arcano.
Era “normal” ver o Mestre Nelson Cardoso, Adjunto Janarã convidar os novos médiuns a sua casa para um cafezinho e logo depois participarem de sua reunião mensal. Uma característica única do Templo Mãe onde os Mestre escolhiam seu Adjunto de origem após a centúria, assim após participar de várias reuniões com os Adjuntos , o médium escolhia com quem caminharia o resto de sua vida mediúnica.
Minha participação no Adjunto Muyatã fora diferenciada pois já na fila de elevação de espadas, como Ajanã, fui escolho para ser padrinho do Mestres Moraes, Adjunto Alácio.
Então comecei a participar das reuniões do Mestre Pedro Izídio Adjunto Muyatã. Já desde o início observava-se sua simplicidade em atos e palavras e seu grande apego a sua família, tanto a biológica quanto a espiritual, muito objetivo em suas frases e colocação doutrinária, fervoroso defensor das coisas de Tia Neiva e um excelente guerreiro espiritual, pois além de cuidar de seu povo no templo Mãe, cuidava de dos Templos Muyatã de Padre Bernardo e de Planaltina de Goiás.
Das vezes que houve a benção de Pai Seta Branca, sua Ninfa Maria do Carmo era a presença viva desse veterano espirito na terra, de palavras cadenciadas, serenas e firmes nos fazia estar de encontro com as coisas de Jesus.
Mesmo depois de mais de três décadas esse piauiense no alto de seus oitentas anos, não sentiu o impacto indelével do tempo, pois seu ritmo continua o mesmo, embora certo como tantos outros Jaguares sofrem com o rumo que a condução da doutrina tem tomado, e “Se Pedro” em seu silencio vais fazendo o que lhe cabe pelo seu povo, abnegando de si mesmo, agora com essa nova linhagem de Mestres, com os jovens adjuntos ao seu redor conduzindo com muita dignidade o cajado que lhe foi passado por Tia Neiva e o Ministro Muyatã.
Sabemos que não fácil essa tarefa, mas com seu jeito simples esse missionário de Jesus está vencendo as adversidades temporais no cumprimento do compromisso como Pai, Avô, irmão e amigo e de missionário.
Ao falar sobre Pedro Izídio, sinto me confortável em pertencer a essa família Muyatã, do amor incondicional quer luta para nos tornar “mais gente”, “mais tratável” e mais missionários sem perder ou abrir mão de nossa personalidade esparta.
È o pouco que tenho a dizer sobre esse pai espiritual, a esse amigo Pedro Izídio.
Gilmar
Adjunto Adelano

Palhinha da Benção – Kazagrande

Procurando uma caneta, em meio a bagunça organizada da mesa do seu Mário (Trino Tumuchy), Tia Neiva encontrou uma “palhinha” já seca e estorricada. Olhou para ela e não se contendo exclamou:

“Vejam meus filhos! Ainda tem luz aqui!”

A palhinha da Bênção de Pai Seta Branca é a representação material de uma célula de luz do Oráculo de Simiromba. Nos é presenteada, ao passarmos pelo ritual no primeiro domingo de cada mês no Templo Mãe.

Seu uso é pessoal. Com todo respeito, devemos guardar junto a algum objeto que levemos com freqüência (carteira, bolsa…) e tê-la como um símbolo da Bênção que recebemos, que nos protege e nos cura.

Quando eventualmente recebemos mais de uma palhinha, podemos presentear a um ente querido que compreenda a sua simbologia, ou ainda colocar em nosso Aledá.

A palhinha pode ser substituída a cada nova Bênção que passamos, afinal, não dá para sair colocando todas na carteira. Particularmente (não tomem isso como alguma Lei), eu não gosto de jogar fora as palhinhas de bênçãos passadas. Meu profundo respeito por qualquer objeto da Doutrina me impede de fazê-lo. Tenho uma caixinha que guardo junto com os cadernos de prisioneiro, onde as coloco depois de serem substituídas. Lembro da frase de Tia: “Vejam meus filhos! Ainda tem luz aqui!”

Kazagrande

Obs.: Não presenciei a frase dita por Tia Neiva, me foi contada quando disse a Tia Lúcia (sua filha Carmem Lúcia) que eu tinha dó de jogar a palhinha fora. Ela me contou a frase e disse que era eu quem deveria decidir o quê fazer. Salve Deus!

Obs.: As palhinhas da Bênção do Ministro devem ser tratadas com igual respeito e cuidado.

Sudálio (Acervo Tumarã)

Onde se trabalha com a força dos Caboclos e das Caboclas é sempre um grande poder desobsessivo. No Sudálio, cujo Sanday consta do Livro de Leis, o paciente deve passar por três entidades, recebendo os passes, com muita força desobsessiva, que retiram as possíveis impregnações, resíduos porventura existentes após ter ele passado pelos outros trabalhos no Templo. Pode acontecer – embora raramente – a presença de um Preto Velho no trabalho. No Castelo do Sudálio, no Templo-Mãe, é realizado o trabalho de Defumação.

Observações Tumarã – José Carlos