Salve Deus!
Nossa concepção da Doutrina do Amanhecer ainda é vista dentro da visão humana, esperamos por parte de nossos mentores ações que sejam relacionadas com nosso dia a dia onde a saúde, os valores materiais possam nos proporcionar uma vida confortável, sem as adversidades inerentes a nossa existência ou ao plexo físico.
Tia Neiva em seus inúmeros textos nos diz que “Enquanto tiveres um plexo físico, enfrentarás nascimento, crescimento, doenças e a morte” e mais efusivamente nos diz que “Ninguém dá nada para ninguém e ninguém tira nada de ninguém”.
Os Mentores que nos assistem estão em um nível evolutivo que não tem muitos de nossas emoções, mas prevalece o “amor incondicional”. O amor que não exige nada de volta, nada em troca dessa forma, uma das frases lapidares que temos é que “De graça recebestes, de graça darás”, assim, não recebemos nenhum valor pecuniário pelas possíveis curas que são realizadas em nossos templos e tem como uma representação maior o “Cristo caminheiro com as mãos estendidas” bem no centro da nave de nossos templos.
Em nossa doutrina não se faz “acordos” e tão pouco realiza-se demandas, disputas , sejam de elas de qualquer natureza.
Mas, mesmo com tudo isso somos essencialmente movidas por uma lei cristica, onde dado a cada um segundo seu merecimento, traduzindo você conquista tudo aquilo que deseja, no que é feito dentro de uma contabilidade espiritual. Quem rege, comanda, contabiliza seus bônus espirituais os distribui segundo as necessidades mais urgentes na vida do médium e, com certeza, seus cobradores são os primeiros a serem “pagos”, dessa forma a vida do médium vai se equilibrando a medida que ele se envolve na lei do auxílio, energizando seus chacras e plexos através de seu trabalho e suas consagrações.
Ainda nos falta muito a conhecer sobre essa delicada e complexa relação com esse mundo etérico e somente a evolução, a conquista dentro das consagrações honestas suas classificações serão registradas e sua força, sua mediunidade vai sendo aprimorada e sua luz aumentada onde certamente, será um farol que brilha na noite escura.
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho/2020
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Dois Generais – Adjunto Apurê
Com a permissão de Seta Branca a missão foi levada daqui para muito longe. O templo foi formado entre duas colunas de Roma e Esparta.
Eu formei o templo espiritual neste lapso de tempo. Aqui na terra são dois generais de exército, um superior hierarquicamente ao outro. Diria um da quinta divisão e outro ainda em projeção.
Houve o reencontro dos dois neste lado da vida etérica. Primeiro chegou o mais graduado, cabeça branca, e logo foi sentando no banco reservado as autoridades. O outro chegou um tempo depois, também cabeça branca, e ao se reencontrarem houve um momento de apreensão.
O templo estava lotado de espíritos. O Trino Tumuchy veio ajudar e sentou em sua Cassandra. Ele estava bem, estava bem alinhado. Depois chegou Nestor comandante da primeira turma de Arakén. Os espíritos se levantaram para receber os dois comandantes desta corporação. Nestor não sentou em sua Cassandra, sentou ao lado do radar. Eu estava no comando deste deslocamento espiritual.
Estes dois exércitos foram inimigos no passado e aqui houve um momento de intranquilidade, mas com a presença da força cristica houve respeito pela situação. Foi um confronto de paz, sim, as forças reagiram em todos os corações. Eu posso afirmar aqui a presença das legiões de Mestre Lázaro, de Reili e Dubali.
Os dois generais que ainda vivem na terra receberam o direito de serem atendidos em suas lembranças. Lá no espirito e na terra no físico.
Foi muito bacana este reencontro de dois mundos diferentes em tudo. Os dois generais saíram para fora por algum momento e lá colocaram seus corações para falar. Um respeitando ao outro. O mais graduado olhava para seu subordinado e querendo abraçar o irmão de farda ficou inerte. Não houve contato direto, houve emoção. Não poderiam se abraçar ali com respeito as medalhas, mas no fundo de suas almas eles eram mais que dois oficiais, eram comandantes de suas tropas.
Mário Sassi sentado na sua cassandra somente observava a reação deste povo. Nestor estava distribuindo a missão. O templo foi projetado para abrir neste período temporal. Vejam como os templos se projetam para fora do sistema mediúnico habitual. Eles vão sendo formados na cápsula do tempo que Tia Neiva falou. Esta cápsula agora leva seus tripulantes para suas missões longe da crosta terrena. Quem estiver na contagem de Simiromba de Deus terá duas missões distintas. O templo não pode parar. O templo é a verdade sobre as cabeças dos jaguares.
Eu assistia aquela formação com muito respeito. Hierarquias estão sendo subestimadas na doutrina e outras dadas sem ao menos ter certeza da origem transcendental. Muitos não foram autores de suas vidas, foram somente expectadores. Uma hierarquia sem sua história é o mesmo que um lenço sem documento.
Os dois generais voltaram para o templo, um longe do outro, mas em sintonia. Cada comandante foi saudado pelos seus soldados. Ali frente a frente os dois se olharam sem falar nada foram levando suas tropas. O templo foi esvaziado. Ficaram somente aqueles que são jaguares, os missionários de Seta Branca.
Houve um enfrentamento, sim, pela ordem cristica eles não pegaram suas espadas. Pegaram as mais lindas rosas que crescem neste jardim de Iemanjá. Foram abençoados e assim desceram cada qual para sua região.
Logo que foi desfeita esta corrente indiana no espaço os dois jaguares também se despediram com respeito. Cada qual seguiu seu destino. São duas colunas de forças, uma Tumuchy: ciência, e outra jaguar: executiva. A força da unificação ficou comigo neste radar de comando.
Comunicar sem participar. Ou participar sabendo dos efeitos que sua presença pode causar nos padrões comunicativos doutrinários. O templo é a razão sobre esta terra e também nos mundos etéricos. Se todos vissem o que está acontecendo longe aos olhos físicos dariam mais valor ao sacerdócio. Não brincariam tanto com suas origens e com suas heranças transcendentais.
A verdade que todos procuram está um pouco acima de suas têmporas. Olhem para o céu espiritual e revejam seus ensinamentos e costumes.
A terra aceita tudo, mas o céu não.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
15.08.2020
Curvatura do Espaço – Adjunto Apurê
A ligação entre dois pontos não é uma reta, mas uma curvatura que pode ser mínima ou extensa.
Eu estive no espaço observando a distorção que ocorre na planilha universal. Como disse Albert Einstein que há uma curvatura e eu provei para mim que ela existe. Esta curvatura faz parte do próprio universo, onde as galáxias são espirais imensas. No universo não existe nada quadrado, tudo é redondo ou circular.
Vamos fazer uma medição na terra. Se pegarmos um circulo e marcarmos dois pontos equidistante e traçarmos uma reta veremos que cortou o círculo. Então para chegar ao outro ponto teremos que riscar acompanhando a curva do círculo. Não vai ser uma reta, será uma meia curva.
Está constatação eu observei na ilusão do cristalino, ao ver determinado planeta ele não estava na direção exata, ele estava no círculo e não na reta.
Os observatórios medem em linha reta e não em camadas. Exemplo, se um planeta estiver a muitos anos luz da terra e ao tentar descobrir seu ponto original temos dois fatores a observar, a curvatura do universo e a curvatura da terra.
Deslocado do físico eu olhei para o ponto de partida e vi a curvatura que fez até onde eu estava. E, olha, eu estava fora do campo vibracional, mas meu espírito sofreu um deslocamento. Não meu eu, mas o que me liga entre dois pontos.
Eu diria que são ondas gavitacionais que se sustentam dentro da arquitetura. O universo paralelo espiritual também está em uma curvatura. Somos todos uma espiral imensa que roda em si mesmo.
A grande nave que se desloca de 70 em 70 anos forma também uma rota elíptica, esta forma elíptica também tem sua curvatura. Não sei se entenderam o que digo, mas na ciência espacial temos espaço no tempo.
Eu provei para mim o que Einstein tentou provar para a ciência. Grandes revoluções trarão maiores esclarecimentos para nossa visão. A visão de planetas fora da linha reta.
E, olha, eu não sou cientista, sou um viajante desconhecido da convivência terrena. Ninguém conhece o manejo de minha espada.
Eu vou a lugares que ninguém foi ou vai trazendo recordação da exata condição do espírito. Tia Neiva foi e esclareceu, mas certas coisas ficaram sem respostas. Eu procuro libertar as amarras da terra para que o espírito livre faça seu trabalho, a sua descoberta.
Talvez os homens desta tribo ainda devam ter mais mil anos para aceitar a evolução. Todos se acomodaram nas maravilhas das descobertas que Tia Neiva trouxe. Ninguém foi atrás da chave, todos estão morrendo na escuridão do pensamento. Ninguém aceita o descortinar das conquistas. Tia Neiva abriu o leque para que todos se abanem e não para esquece-lo no aleda.
Eu, por mais que tentem me apagar contrariando o interesse científico espiritual, não vou morrer de tédio. Não vou ficar sem me conhecer. Podem julgar, mas um dia serão julgados.
Assim é a ciência da liberdade que vai atrás da verdade.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
15.02.2020
Rodoviária Universal – Adjunto Apurê
Mais uma viagem, mais uma missão, mais aprendizado.
Voltei por amor por aqueles que decidi ajudar, sim, ao jurarmos um compromisso espiritual e chegando na terra tudo foi preparado para nos receber. Pai, mãe, irmãos, família, amigos e inimigos.
Nesta viagem eu retornei a grande rodoviária universal. Ela é tão grande que você acaba se perdendo. Mas eu tinha um objetivo, conhecer. Fui entrando nas filas e ali eu tinha a oportunidade de falar com os espíritos. Saber de cada um tudo, saber quem eram, qual destino, o que pensavam.
Eu vi centenas de milhares de desencarnados nas longas filas e os fiscais que orientavam o destino. Espíritos novos e velhos, portanto deficiência ou não, cada um com sua particularidade. Eu vi um rapaz que havia acabado de chegar da terra. Ele era deficiente. Esta marca ele adquiriu nesta encarnação. Foi irresponsável com sua vida e desencarnou em um acidente. Seu corpo ficou mutilado e ao passar para o outro lado levou consigo a sua dor.
Ele estava nesta fila. Eu, porém, tinha passe livre por estar transportado da terra. Os filhos de Seta Branca tem esta permissão.
Eu cortava as filas que subiam e desciam as enormes plataformas. Quando entravam nos transportes já tinham lugar certo. Eu diria, transportadores, pois era tudo diferente. Muito grande para atender ao suplício dos viajantes.
Eu havia me perdido, entrei num transportador conversando com o rapaz conhecido. Ao sentir a movimentação pedi para descer e de imediato fui atendido. Como eu não sabia onde estava fui pedir ajuda ao fiscal. Com muita educação ele foi me esclarecendo. Estes fiscais são orientadores, são missionários.
Ao observar a imensidão de onde eu estava eu digo, isso é a mão de Deus, de Jesus.
Ao voltar para a rampa que viria para a terra, eu encontrei muitos vindo visitar. Estavam voltando para o planeta, saudade. De onde eu estava não via terra, eu somente sabia que ela estava em algum lugar abaixo dos meus pés. Por ser etérico plano divino eu apreciei esta viagem, pois não é a primeira vez que cruzo este mundo.
Senti uma leveza, estávamos se movimentando. Quando o transportador cruza as faixas a gente sente mudar o padrão vibratório. Cada faixa é diferente. Chegamos, agora estávamos na crosta e dali cada um tomaria seu rumo e todos acompanhados.
Eu abri meus olhos e já no meu físico relembrando tudo. A capacidade de guardar as memórias do astral é um segredo do espírito. Cada pessoa tem um destino programado conforme pediu. Eu pedi uma missão e fui contemplado com uma. É tão lindo e maravilhoso servir com amor a terra e ao céu. Se todos pudessem contemplar isso tudo a terra hoje seria um paraíso.
A missão de Seta Branca é preparar este povo para a grande obra, eles não tem tempo a perder. As mesquinharias ainda são o entrave dos jaguares. Liberdade, caridade e conhecimento.
Sem conhecimento não há evolução. Conheça a ti mesmo ou será engolido pela ignorância mediúnica. Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
25.01.2020