Justamente por ter um vínculo ancestral que mantém com seus filhos, as entidades desta linha costumam ter um grande poder de cura e de aconselhamento pessoal, reservando moral de cada povo.
São espíritos de grande conhecimento, seriedade e elevação espiritual. São extremamente práticos, não aceitando conversas banais ou ficar se estendendo a assuntos que vão além de sua competência ou nos quais não podem interferir, pois são mentores que não gostam de dar consultas.
São espíritos que quando encarnados foram: Médicos, Enfermeiros, Boticários, Orientais (que exercem sua própria medicina desde bem antes das civilizações ocidentais), Religiosos (monges, freis, padres, freiras, etc.), ou exerceram qualquer outra atividade ligada a cura das enfermidades dos seres humanos, seja por métodos físicos, científicos ou espirituais. Autor desconhecido
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Olorum (Acervo Tumarã)
Olorum é a força regida pela LUA, na linha do Ministro Olorum, que se destaca pela energia destinada à incorporação dos Aparás. Absorvida pelo Sol Interior, em finas vibrações, faz com que
todos os chakras do médium se harmonizem. Este Oráculo, existente há milhares de anos, é presidido por um grandioso espírito, Olorum, que acumulou forças milenares e que manipula as forças telúricas e das coisas da Terra, projetando-as, também, para o Oráculo de Agamor. No Oráculo de Olorum se encontra a Cabala de Forças do Ministro Olorum, que emite sete raios, geralmente trabalhados pelos Aparás, de acordo com cada plexo, individualmente. Todavia, conforme a capacidade e evolução de seu plexo, o médium – Doutrinador ou Apará – recebe essas forças, que, mesmo para aquele que não incorpora, agem no sentido de proporcionar maior sensibilidade, intuição, dando-lhe mais segurança no trabalho. Muitos de seus componentes formam as Correntes Brancas do Oriente Maior.
Observações Tumarã – José Silva
Himalaias (Acervo Tumarã)
“Os Himalaias são uma cadeia de altas montanhas, as mais elevadas da Terra, que separa o planalto do Tibete da planície entre os rios Indo e Ganges, a Mesopotâmia, onde surgiu uma das civilizações mais antigas do planeta. Os picos atingem a média de 4 mil metros, inclusive o Evereste, com 8.850 metros, tendo neves eternas nas encostas acima de 2 mil metros. É um dos sete pontos onde se formou uma colônia de Capelinos e se constitui num importante centro energético do planeta, de onde são emitidas poderosas forças curadoras e desobsessivas que nos chegam como Correntes Brancas do Oriente Maior (*), na energia do Primeiro Dalai Lama, que rege as consagrações de Elevação de Espada do médium iniciado. Quando nos referimos ao Mundo Encantado dos Himalaias estamos invocando um ponto cabalístico onde estão espíritos de elevada hierarquia, fazendo importantes manipulações de forças telúricas e cósmicas, trabalhadas pelos Grandes Iniciados, que usamos nos nossos trabalhos no Templo. São grandes poderes que buscamos ao emitirmos, às 12, 15 e 20 horas, o mantra: “O Senhor tem o Seu templo em meu íntimo. Nenhum poder é demasiado ao poder dinâmico do meu espírito. O amor e a chama branca da vida residem em mim! Salve Deus!” Daquelas geleiras eternas partem forças radiantes para as mais variadas regiões da Terra, onde se realizam trabalhos com as linhas orientais. Com a invasão pelos comunistas chineses, desfizeram-se grupos de sacerdotes tibetanos, exilados, presos ou mortos, e a base física dos Himalaias, dos grandes mosteiros budistas, liderados pelo Dalai Lama, está destruída. Mas ali permanecem as forças grandiosas, que, atravessando os séculos, agem em toda a Terra pelos médiuns que trabalham nas chamadas Linhas Brancas.”
Observações Tumarã – José Silva