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Lei da Cassandra – Livro de Leis [Capítulos]

O Adjunto tem por obrigação registar em sua Lei um Retiro, que seja Evangelizado e Comandado por ele mesmo, pelo menos uma vez por mês, razão pela qual um Adjunto é um Médium Perfeito. Para ser perfeito, é preciso conhecer a Lei do Auxílio em todos os ângulos, pois o Mestre que não Comanda o seu Retiro perde a sequência de sua sintonia direta.
O Mestre não pode se ausentar das constantes Sintonias Diversas, como
também, sendo um Adjunto, tona-se um mau exemplo para um componente. O Adjunto tem que ser completo em todos os sectores. Apesar de suas obrigações nos Trabalhos, deve escolher um dia que lhe convier para realizar o seu Retiro.
Filhos, hierarquia foi do que avisei.
Somente o Adjunto pode remover seus Mestres e promover eventos, ou sabe Deus o que lhe convém. Em eminência de fatos contrários à Doutrina, princípios sociais do Templo ou, na conduta Doutrinária. Os Trinos Presidentes estão autorizados por mim, na Figura de Koatay 108, a impedir ou mudar uma ordem de um Mestre Adjunto.


A Cassandra – O que representa a Cassandra?

  • A Cassandra é o RADAR do Ministro.
  1. Qual a função do Mestre na Cassandra?
  • O Mestre está a mercê das forças do Ministro, de honra e guarda, a cada momento recebendo força direta, e outros “tipos” de forças que são distribuídas no Templo, podendo também alcançar lugares e pessoas mentalizadas, razão pela qual os Mestres não devem conversar com os seus Adjuntos, nem os Mestres Adjuntos com
    os seus componentes, enquanto na Cassandra.
  1. Um Adjunto Rama 2.000, ou um Adjunto Regente Taumantes, pode abrir a Cassandra, porém, mediante acordo com o seu Adjunto Maior.
  2. A Cassandra deverá permanecer aberta no transcorrer de todo o Trabalho Oficial.
  3. Todos os Mestres deverão sentar-se na Cassandra aos pares.
  4. O Adjunto poderá incorporar o seu Padrinho na Cassandra, por ser ele porta-voz do Ministro.
  5. Sob hipótese nenhuma poderá haver incorporação de espírito sofredor na Cassandra;
  6. O Mestre pode sair da Cassandra deixando-a vazia por algum tempo, depois voltar ou substituir-se por outro Mestre componente do mesmo Adjunto;
  7. Os Mestres que se encontram nas Cassandras, devem levantar quando passarem os Trinos Presidentes e para o Adjunto ao qual pertençam;
  8. Mestre, quando entrar ou sair da Cassandra, deverá abrir o plexo e dizer: “MEU SENHOR E MEU DEUS, A MINHA MISSÃO É O MEU SACERDÓCIO”.
  9. Observação: Do ano de 1980 para cá, fechamos o Ciclo Iniciático, por conseguinte dispomos de força Cabalística, razão pela qual o Mestre ou Ninfa Ajanã não devem trabalhar sozinhos na Cassandra. Nos trabalhos de Contagem, os Mestres nas Cassandras procedem de acordo com o Ritual da Contagem. É expressamente proibido abrir as Cassandras em situações que não sejam os Retiros ou Trabalhos Oficiais. Os Mestres Recepcionistas devem zelar para que os pacientes não encostem nas Cassandras. · Cassandras Individuais:
    Ø Dos Trinos Presidentes Triada, Trinos Herdeiros e Administração.
    Ø Dos Mestres Trinos Ajouros (que podem ser abertas pelas Ninfas ou pelos padrinhos).
    Ø Das Falanges Missionárias (que podem ser abertas pelas suas Regentes).
    Ø Os Mestres Adjuntos devem ser humildes e decisivos. Sendo homens de forças e poderes Iniciáticos, podem inclusive receber vibrações que venham a formar uma força esparsa.
    Ø Saibam os senhores Mestres Adjuntos, que a Cassandra é o Santuário do Ministro, conjugado com SIMIROMBA E OLORUM. Livro de Leis e Chaves Ritualísticas – Tia Neiva

Falanges do Mestrado

Na Doutrina do Amanhecer, pelo plexo Iniciático de seus médiuns, tornou-se possível à formação de falanges dos mestres e ninfas, com seus segmentos nos planos espirituais. Em 1976, formaram-se grupamentos reunindo, de acordo com suas missões de origem, os espíritos ingressados como médiuns de nossa Corrente:

AMANHECER – Falange de médiuns ligados diretamente na condução da Corrente, sob a regência de Koatay 108, preparados para a manipulação de todo e qualquer tipo de força que se faça projetada para a realização de um trabalho ou ritual.

ANUNCIAÇÃO – Falange que tem, sob a regência da Princesa Janara, como principal missão a harmonização mental, o que provoca o perfeito entrosamento e harmonia na aplicação das leis e orientações para a realização dos diversos trabalhos e rituais. Sua cor é o verde água.

ASCENÇÃO – Sob a regência da Princesa Iramar, os médiuns desta falange se dedicam à manipulação das forças desobsessivas, aplicando seus poderes de desintegração e reintegração nos diferentes trabalhos e rituais, principalmente na ajuda a pessoas desesperadas ou desorientadas, fazendo com que recuperem sua visão interior e tenham melhores condições para o enfrentamento de seus problemas físicos e psíquicos.

CONSAGRAÇÃO – Reúne médiuns que se realizam com os rituais das grandes consagrações, especialmente da Iniciação, Elevação de Espadas e Centúria, atuando sob a regência da Princesa Janaína, manipulando forças que se deslocam das Sete Raízes para a evolução espiritual de Aparás e Doutrinadores. Sua cor é vinho.

CRUZADA – São médiuns que, regidos pela Princesa Jandaia, atuam na aplicação das forças cruzadas que agem nos Tronos, na Mesa Evangélica e na Linha de Passes, proporcionando perfeito equilíbrio e harmonização para sua distribuição nos plexos dos pacientes. Sua coloração é vermelho e branco.

ESTRELA CANDENTE – Falange de médiuns que, sob a regência do Ministro Janatã, manipulam, essencialmente, as forças desobsessiva e balsâmicas da Estrela Candente, da Estrela Sublimação e do Turigano, sempre com grande participação na aplicação das forças trazidas pelas grandes amacês. Sua cor é a azul piscina.

REDENÇÃO – Sob a regência da Princesa Juremá, são médiuns que manipulam, preferencialmente, as forças do desenvolvimento mediúnico e da evolução espiritual, centrados no objetivo de mostrar os diferentes caminhos para o progresso espiritual dos médiuns, de acordo com as possibilidades de cada um.

RESSURREIÇÃO – Médiuns que conseguem polarizar, sob a regência de Oxalá, as forças recuperadoras das deformações de espíritos cobradores, especialmente dos elítrios, aliviando os efeitos de suas ações e propiciando a diminuição de suas atuações. Esta falange age com maior intensidade nos trabalhos de Cura e Junção.

SACRAMENTO – Reúne médiuns que, sob a regência da Princesa Iracema, se realizam com os rituais de Casamento, Batizado, Bênção de Pai Seta Branca e dos Ministros, ocupando-se na preparação do sal, do perfume, do vinho e das palhinhas usados nos trabalhos. Sua cor é o azul pavão.

SOLAR– Sob a regência dos Pretos Velhos, estes médiuns se destaca nos trabalhos em que atua a Legião do Divino Mestre Lázaro, especialmente nos Abatás e Alabás, proporcionando a harmonização e equilíbrio vibracional nos lares e locais de trabalho material dos médiuns.

SUBLIMAÇÃO– Na regência da Princesa Jurema, estes médiuns têm a vocação para a manipulação das forças das cortes dos diversos rituais, sendo especialmente portadores dos poderes que ajudam os espíritos a se desligarem do plano físico, com grande influência, por sua intensa atividade aglutinadora das forças cósmica e extracósmica, no perfeito equilíbrio das vibrações nos diversos setores de trabalho e no Templo em geral. Sua cor é o preto.

UNIFICAÇÃO” – Médiuns que, sob a regência de Olorum e Obatalá, são agentes distribuidores das forças destes dois Oráculos, de forma equilibrada e polarizada, ampliando a potencialização da dispersão e absorção desses raios que chegam, especialmente no Randy, na Junção e na Indução, e atuam, em diferentes níveis de concentração e capacidade de participação dos médiuns e pacientes presentes naqueles trabalhos. Tia Neiva

Oráculo de Agamor (Acervo Tumarã)

Agamor é um Oráculo que recebe e manipula as forças dos três Oráculos – de Simiromba, de Olorum e de Obatalá – e faz seu cruzamento, resultando em um conjunto de forças especiais e de caráter específico, destinadas a ir enfraquecendo a proteção do neutrom, de modo a permitir que seja feita muito lentamente a conjunção de dois planos – o visível e o invisível -, de acordo com a capacidade de controle dos fenômenos, desenvolvida pelos Jaguares do Amanhecer.

Essas forças agem na Estrela de Nerhu (*), com a finalidade de promover, ali, materializações e visões de espíritos de outras dimensões.

Segundo o Mestre Tumuchy (“Curso de Estrelas”), nossos carmas são manipulados em Agamor.

Observações Tumarã – José Silva

Olorum (Acervo Tumarã)

Olorum é a força regida pela LUA, na linha do Ministro Olorum, que se destaca pela energia destinada à incorporação dos Aparás. Absorvida pelo Sol Interior, em finas vibrações, faz com que
todos os chakras do médium se harmonizem. Este Oráculo, existente há milhares de anos, é presidido por um grandioso espírito, Olorum, que acumulou forças milenares e que manipula as forças telúricas e das coisas da Terra, projetando-as, também, para o Oráculo de Agamor. No Oráculo de Olorum se encontra a Cabala de Forças do Ministro Olorum, que emite sete raios, geralmente trabalhados pelos Aparás, de acordo com cada plexo, individualmente. Todavia, conforme a capacidade e evolução de seu plexo, o médium – Doutrinador ou Apará – recebe essas forças, que, mesmo para aquele que não incorpora, agem no sentido de proporcionar maior sensibilidade, intuição, dando-lhe mais segurança no trabalho. Muitos de seus componentes formam as Correntes Brancas do Oriente Maior.

Observações Tumarã – José Silva