Nosso livre-arbítrio é o fiel da balança!
Tudo posso, mas nem tudo me convêm.
Meus irmãos e irmãs, é necessário que aprendamos a escolher sem sofrer. E falando em sofrer, lembremos que o próprio sofrimento não deixa de ser também uma escolha.
Quando nos ferimos, ou somos feridos, temos sempre a opção de perdoar, de nos perdoar, e, após um breve período para a necessária absorção energética, seguirmos adiante sem ficar remoendo as mágoas do passado.
Consideremos que as perguntas para nortear nossas escolhas são muito simples: Agir assim, pensar assim, falar assim, me fará bem? Fará bem aos outros?
Com esta resposta já podemos escolher com segurança. Podemos escolher nossa atitude, sentimento ou pensamento, e decidir se devemos mantê-lo!
Não existe justificativa para seguirmos sofrendo com ações passadas que não nos fizeram bem e cuja energia impregnada pode seguir nos fazendo mal. Valerá a pena? Por isso afirmei que o sofrimento também é uma escolha! Ao sermos feridos não vale a pena seguir com o pensamento atrelado a dor sofrida, tem que perdoar e seguir em frente. E perdoar de verdade é esquecer! Não é isso que pedimos aos nossos cobradores quando os encontramos no Angical, ou no Julgamento?
Temos também que nos perdoar, deixar de sofrer com nossos próprios erros. Somos humanos e a Terra é um planeta escola. Erramos e somente a consciência de que podemos e devemos fazer melhor é que nos dará alento de prosseguir na jornada. Ficar estagnado se culpando e pensando que “poderia ser diferente”, não vai resolver nada. Daqui tiramos a segunda grande pergunta a ser feita antes de uma escolha: “Vai resolver?”. Simples assim: Resolve se revoltar, se culpar, jogar a culpa em algo ou alguém? Não!
Apesar de termos um plano espiritual traçado para esta encarnação, somos senhores de nossos destinos! Vai fazer bem? Resolve? São duas pequenas máximas a serem levadas à reflexão na hora de nossas escolhas. Guarde em seu coração estas perguntas e antes de permitir que qualquer negatividade persista em sua mente e coração, responda com sinceridade, assim poderá seguir adiante evoluindo e sem sofrer.
Kazagrande
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Velhas ou novas estradas – Adjunto Apurê
Ontem Amanto esteve aqui lá pela meia noite e mandando fazer as malas. A gente não discute detalhes, temos missão e ela vai se encaixando nos conformes de nossa condição.
Eu fui visitar um povo de uma tradição diferente. Eles, para espantar os maus espíritos, batiam em latas, tampas e objetos para produzir um som que vibrava criando uma onda para interferir no comodismo. Sim, os espíritos se acomodam em seus habitats. Comodismo deixa a poeira sentar na cabeça e as pessoas não reagem, se conformam com aquela situação.
A cultura avessa também é um ato de desacreditar na valorização de sua tradição. Faz por fazer, de vez em quando, como se fosse um grande cenário ao ar livre. Eu digo isso no campo da visão espiritual, porque na terra continua a mesma.
A tradição deste povo é voltada as suas crenças que se baterem em objetos inanimados que vibrem criando um som estranho eles vão interferir no etérico para afastar os maus pensamentos, ou maus espíritos. Eu até acho interessante esta forma de mudar o ambiente, sim, nós do amanhecer também temos a nossa cultura voltada aos mantras cantados que vão tomando conta dos ambientes e assim vão desmagnetizando pelo som das palavras as crostas grudadas, imantração.
O budismo bate no cálice que provoca um som fino e com palavras vão se espalhando pelo ambiente. Muitas crenças usam deste método para promover a alteração do sistema mediúnico. A Igreja católica bate o sino para despertar os dorminhocos para a missa do dia. Os umbandistas batem o tambor para alertar os espíritos e chamar para o rito. Os evangélicos gritam com suas bíblias para espantar os espíritos. Não se tem uma energia vibracional, se tem um ectoplasma pesado.
Eu cheguei no momento em que aquele povo estava fazendo a maior zoeira. Cada um com suas latas e tampas batendo pelas ruas da cidade. Um ato defensivo ou um folclore. Não, era uma tradição religiosa. A crença vem dos antigos anciões passados pelas gerações que agora se atraem pela cultura de valorizar este momento histórico. Então a tradição aqui nesta explicação faz parte da cultura deste povo.
A cidade inteira estava batendo nas portas e janelas. Muitos expiando e aplaudindo dando força e coragem aos jovens que absorveram este rito como prova para mudar a vibração. Criou um campo força mágico que ia penetrando na audição dos encarnados e desencarnados. Os espíritos desencarnados são afastados pela dor que o som causa em suas audições. Os espíritos escutam os sons, eles não enxergam, são cegos pela ação da proteção que foi criada separando os planos. Mas o som vara os planos levando a sua mensagem.
Quando Pai João e Pai Zé Pedro queriam se comunicar com os escravos de outras fazendas eles usavam um toco oco que ao bater produzia um som. Este som ecoava pela terra e todos sabiam o significado de cada batida. Já naquele tempo havia uma linguagem pelo som. Hoje temos os telefones.
Voltamos, hoje, por saber amar. Amar a valorização humana e não se tornar desumano de novo. O homem deve se moldar a nova era dentro de sua cultura preservando suas tradições e seus papiros como prova de sua evolução. Aqui eu digo que as velhas estradas contam a história de quando tudo começou.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
17.11.2020
O Caminho da Nova Estrada – Vale do Jaguar
Talvez o maior exemplo de Jesus afirmar que devemos dar a face é nas situações extremas. Dar a face nesta grande crise doutrinária no plano física é-nos exigido. Também exige trabalho árduo para encaminhar todos aqueles espíritos que por Deus nos foram confiados. Exige o amor que o Divino e Amado Mestre, vibrou no seu coração quando crucificado apenas teve a pureza de compaixão para pensar “pobres eles, que não sabem o que estão fazendo!”.
Quando Jesus subiu à montanha, e deu esse fenomenal sermão ele apelava para o mais profundo perdão. Como poderemos quase exigir o perdão de nossos cobradores, mas não perdoamos o familiar que vive debaixo do nosso próprio tecto? Que contradição…
A vinda do Divino e Amado Mestre é um grande divisor de águas planetário, e até universal. Acabando a lógica do olho por olho e dente por dente, não teríamos construído pela nossa incompreensão humana, esse gigantesco mar de milhões e milhões de sofredores que hoje resgatamos em cada trono, em cada mesa evangélica, em cada estrela candente em que as Amacês pousam, e o ectoplasma dos jaguares encarnados alimenta, com todo o Amor!
Jesus, Divino e Amado Mestre, nos deixou o roteiro mais do que sinalizado para caminharmos até Deus, é esse o maior significado de todo o ritual da Iniciação Dharman-Oxinto: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida, ninguém irá ao Pai senão por mim.” Mas muitos preferem seguir o pastor perdido, o trino inventado, e o presidente fora da contagem. Quando nossa mãe canalizou a ideia do encontro comigo mesmo como está presente no grandioso e emocionante canto do Cavaleiro da Lança Reino Central (e em tantas outras preces e evocações do Acervo e Leis deste Amanhecer) é uma afirmação clara de que só encontraremos o nosso Eu, nossa verdadeira essência através da delapidação da nosso incompreensão, da nossa falta de sensibilidade, da nossa falta de amor.
Buscando, evocando e transmutando as nossas heranças transcendentais – e mais ninguém, além de nós mesmos poderá realizar esse processo interior, que é essencial para que cada jaguar possa voltar para a ansiada origem capelina – a nossa verdadeira casa do Pai e morada espiritual! Lembremos sempre: nosso espíritos milenares possuem toda a sabedoria, evolução e preparação para perdoar!
Vale do Jaguar
Jesus e a Fé – Adjunto Apurê
_ Vistes Jesus e ele não te curou!
_ Não! Ele somente disse que pagarás centil por centil!
E o mesmo eu digo aqui.
_ Conversastes com Pai Seta Branca e não acreditou!
Os espíritos, após os trabalhos nesta quarta-feira, voltaram aqui para me indagar. Querendo acreditar, mas com dúvidas no coração. Como podem ver: só é curado aquele que tem fé. Como disse Jesus, se você tem fé você está curado.
Eu não posso forçar ninguém a acreditar na missão, porque esta parte dever ser cultivada na sabedoria de cada pessoa. Aqui ninguém mistifica ou engana, ou se deixa enganar. Quando as forças descem para o templo elas não se escondem no anonimato, elas fluem verdadeiramente deixando um rastro de energias puras e sentimentos verdadeiros.
O meu problema foi resolvido ali, nem precisei falar com Seta Branca, só na minha fé ele me curou. O Cacique é irmão de Jesus. Para se chegar a Jesus basta olhar para nosso Pai. Ele vem na luz do amanhecer, uma coisa que se todos vissem ficariam ainda mais apaixonados.
Eu sou apaixonado por este espirito divino. Digo assim, porque ele conquistou meu coração, ele abriu minha viseira cármica, ele me fez ver a minha identidade espiritual. Quando ele vem para terra tudo muda, claro que tudo dentro de uma razão universal. Quando eu falo em doutrinar pela razão é doutrinar sabendo quem está ali, de onde veio, e por qual razão buscou este templo.
Muitos espíritos vêm buscar o aconselhamento doutrinário. Motivo que reza a cartilha dos grandes iniciados. A simplicidade do ser dentro da humildade como Seta Branca se apresenta. A luz bendita do senhor.
_ Jesus, tu que és a luz deste mundo cura esta minha irmã que é mulher do meu irmão!
Assim a fé foi tanta que ela voltou a enxergar. Todos se lembram desta história. Isso mostra que se tivermos fé do tamanho de um grão de mostarda nós nos sentaremos a sua sombra.
Assim os espíritos voltaram, não seguiram acreditando. Homens de pouca fé. Não bastaria somente estar ali, não, precisam de mais coisas. A curta visão dos acontecimentos nos afasta da verdade. A magnitude de uma composição ou combinação do céu com a terra é algo sublime. Não se pode explicar os fenômenos que são contidos num espaço neutro. Sim, jaguares, quando Seta Branca vem para a terra ele cria um espaço neutro no campo vibracional. É o Grande Oráculo ali na sua magnitude. Eu digo mais ainda, é algo dentro da perfeição de Deus.
Eu não sei explicar direito esta estrutura que se forma dentro do nosso campo espiritual. É como se o Oráculo de Simiromba estivesse dentro de uma conjunção de forças, um portal interdimensional. Ele se liga e interliga aos vários sistemas. Dele parte ligações do passado, do presente para o futuro. Uma grande nave que se desloca com precisão cirúrgica.
Eu tentei explicar para estes espíritos que vieram cobrar a minha parte. Se eles tiverem fé no espírito da verdade eles receberão o que buscam. Se não tiverem fé pelo menos se conheceram e o que juraram.
A maior grandeza deste Pai é saber que todos estão neste amanhecer pelo grande amor que sustentam esta bandeira rósea. Jurar um juramento é amarrar seus calcanhares numa enorme pedra de moinho. Então, imaginem a profundidade dos sentimentos de Jesus quando ele disse que seria melhor alguém ser lançado no mar com uma pedra de moinho ao redor do pescoço do que fazer com que um pequeno tropeçasse.
Já juramos muito em vidas passadas e hoje estamos pagando por isso. Seta Branca é a libertação, ele é a nova era, ele veio para nos conduzir a Jesus. Jesus não é dono da cela ou do presidio, ele é a porta que se abriu.
“Vá e não peques mais”. Disse Jesus.
Eu mostrei a verdade, agora, acredite aquele que tem fé na luz deste amanhecer.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
24.09.2020
Vale a pena perdoar? Kazagrande
Nosso espírito já passou por muitas experiências neste plano físico, Tia Neiva falava em aproximadamente dezenove encarnações, em média, para os médiuns da Doutrina do Amanhecer.
No cenário destas outras passagens interpretamos os mais diversos personagens. Ricos e pobres, poderosos e escravos, políticos e rebeldes, religiosos e perseguidores, enfim, podemos imaginar os mais diversos palcos de interpretações da vida real, onde adquirimos estas experiências.
Cabe também lembrar que, no intervalo entre uma encarnação e outra, igualmente vivenciamos experiências acrisoladas no etérico e em escolas da Espiritualidade Maior. Resumindo: não há muito que aprender no sentido de conhecimentos, mas, se ainda estamos encarnados, com certeza, temos muito que aprender no aperfeiçoamento de nosso caráter espiritual.
Nossa personalidade hoje pode ser a mais importante de nossas vidas, ou mesmo a mais insignificante, não sabemos! Mas sabemos que estamos aqui para cumprir nossos reajustes e evoluirmos em nossa individualidade pela aplicação prática de boas decisões, que não foram tomadas no passado.
Nos deparamos com situações similares a outras já vivenciadas, onde nossas decisões trouxeram dor e sofrimento. Por vezes encontramos diretamente com nossos cobradores, já encarnados, e que também possuem a mesma oportunidade de decidir pelo perdão ou pela cobrança.
Decidir pelo perdão é fundamental! Sabem por quê? Porque quando perdoamos deixamos um bom exemplo, algo a ser mostrado aos nossos cobradores desencarnados, quando se aproxima o momento do reajuste. Imagine seu cobrador, preparado para executar sua justa cobrança, observando que nós perdoamos a outro que talvez tenha nos infligido uma cobrança maior que a dele. É possível que ele avalie que, se nós, que somos “ruinzinhos”, conseguimos perdoar e seguir em frente, ele também pode! Pode nos perdoar e seguir em frente, nos libertando e libertando a si mesmo do apego emocional da vingança, que prende tantos pelos “umbrais” do etérico.
Também mostramos aos nossos irmãos encarnados, muitos com direito de reajuste, que nosso comportamento atual, nossa afabilidade, não merece uma prática injusta.
O conhecimento de nosso espírito é muito maior do que qualquer estudo que possamos realizar enquanto encarnados. Por este motivo, ao despertar a consciência espiritual, nos tornamos pessoas melhores. Não recordamos com clareza as situações do passado, mas sentimos a intuição provocada pela nossa individualidade comprometida com a evolução.
Kazagrande
Nova Estrada – Tia Neiva
Vivemos num propósito firme em busca de aprimoramento e evolução; entretanto, estacamos ao menor empecilho.
Somente a verdade nos dá a libertação dos nossos espíritos.
Sempre que uma estrada termina, nasce outra; portanto, não há motivos para trocar de estrada e sair para outra que não conhecemos. É mais uma precipitação da época vibrante que estamos vivendo, que acelera o ritmo das experiências.
A época que vivemos, na condição feliz ou infeliz, deve ser pensada antes de qualquer mudança. Passar pelo Amanhecer ignorando sua disciplina ou seus esclarecimentos não se cura ou cura coisa alguma.
Devemos procurar a nossa Luz íntima oferecendo-nos ao Pai e a Jesus, agradecendo este paraíso renovador dos nossos espíritos.
Devemos cultivar o santuário de nossa inteligência, uma vez que é por ele que evoluímos. Jesus não veio destruir a Lei dos Homens, cuja Lei vem de Deus, mas sim esclarecer e fazer cumprir o grau de desenvolvimento de cada um de nós. Temos que corresponder às necessidades da época em que vivemos, uma vez que para isso viemos preparados dos planos espirituais.
Só teremos o Espírito da Verdade pela vivência única e simples do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois somente por este caminho chegaremos à glória máxima do Espírito da Verdade. Salve Deus!
Tia Neiva