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Emissões e Hierarquia – Adjunto Adejã

Meus irmãos, Salve Deus!!!

A quem possa interessar, exponho a seguir a minha opinião a respeito de Adjunto e das alterações nas emissões, tão bem definidas por nossa Mãe Clarividente até então, sem entrar no mérito de quem está certo ou errado.

Segundo nossa Mãe Clarividente nas legiões onde os Ministros consagram um Adjunto aqui na Terra, são responsáveis por ele, desde que ele Adjunto disponha de uma força decrescente, porque o Adjunto Koatay 108 (RAIZ) dispõe de uma energia que é designada a grandes fenômenos sensoriais, ou seja fenômenos físicos (carta de 10/09/79).

Escreveu, também, em 1983, que o Adjunto é um 7º Raio do seu Ministro e todos são sétimos. É uma contagem septenária, universal, que jamais se desfaz, mesmo que o Adjunto desencarne, ele continua sendo 7º Raio do seu Ministro e este é responsável pelo Adjunto e seu povo, trabalhando juntos, na força cabalística, para servir a humanidade. Então, não consigo admitir que um Mestre deixe o Ministro que o consagrou aqui na Terra e assuma o Ministro do seu Adjunto de origem.

Quanto à emissão dos Arcanos e Arcanos Presidentes de Templos que emitem na ordem do Ministro Raiz e passam agora a emitir na ordem do Adjunto que assumiu o Ministro Raiz, deve-se observar os seguintes fatores:

a) não pode excluir da emissão o Ministro e colocar o Adjunto, mesmo que ele tenha a mesma denominação do Ministro;

b) os Arcanos, hierarquicamente, pelas suas consagrações, não podem ser componentes de outros Adjuntos que estão no mesmo nível ou nível inferior em termos de consagrações ou heranças e;

c) a Tia Neiva por volta de 1983, a pedido do Trino Ajarã, consagrou 16 Presidentes como Arcanos e a emissão desses Mestres, orientada por ela, é a mesma que existe até hoje. Daí pra frente seguiu-se o mesmo critério nas consagrações posteriores.

Adjuntos Arcanos, Presidentes, Missionárias e Missionários, peço-lhes de coração, não alterem as suas emissões.

A Clarividente deixou tudo pronto, existe um padrão deixado por ela e é o que devemos seguir.

Podemos correr o risco de não ultrapassar o NEUTRON e não chegar aos planos espirituais é o que deseja os vales negros.

Antes dela desencarnar deixou as forças implantadas, trouxe as raízes, Tumuchy, Araken, Sumanã e depois Ajarã para a criação dos Templos. Não estou falando do homem que representou aqui no plano físico estes poderes e sim dos Raios de Luz que representam o Verbo Divino, a tríade universal da criação, Pai, Filho e Espírito Santo.

É o que tenho a esclarecer no momento e estarei sempre à disposição.

Adjunto Adejã
Mestre Froes.
2° Filho de Devas.

O vale dos Espíritos – Trino Tumuchy

Posições no Vale do Amanhecer

Doutrinas religiosas Não é permitido, aos médiuns da Corrente, fazer críticas ou censuras a quaisquer doutrinas ou religiões. Tanto que, na livraria existente no Vale, são vendidos livros de quaisquer religiões ou doutrinas, selecionados, apenas, pela seriedade com que abordam o problema. O Vale do Amanhecer não é ligado a qualquer organização doutrinária ou religiosa da Terra. Identifica-se com o Espiritismo, pela crença básica na reencarnação. Na verdade, o reencarnacionismo não é privativo do Espiritismo, mas pertence à mais remota tradição iniciática.
Ritual A prática doutrinária dos Templos do Amanhecer é feita mediante rituais, com o uso da imagem, do som, da movimentação, da cor, dos objetos e tudo o mais que tenha sentido ritualístico. Algumas dessas práticas se parecem com usos de outros grupos doutrinários, mas isso é apenas coincidência, sem implicações filiativas. Na verdade, o ritual do Vale é muito original, e apenas se assemelha, em algumas facetas, com rituais conhecidos. Na essência, entretanto, tais rituais têm um sentido às vezes muito diferente.


Pretos Velhos e Caboclos
O Vale só trabalha e aceita auxílio de espíritos que já atingiram o estágio da Luz, que já superaram a faixa cármica, que estão acima do Bem e do Mal, conforme conceito da Terra. Tais espíritos, no Vale chamados de Mentores, se apresentam com as roupagens que proporcionam melhor resultado no seu trabalho através dos médiuns. Por isso, eles usam os “macacões” de Pretos Velhos, ou os “penachos” dos Caboclos. Mesmo assim, esses espíritos dispensam o “personalismo” habitual dessas figuras e jamais interferem no livre arbítrio dos espíritos encarnados. Também não fazem uso de objetos, bebidas, charutos etc., pois seu trabalho é iniciático. A Doutrina do Amanhecer não é Umbanda, Candomblé, Quimbanda, Kardecismo, Induísmo, Teosofia ou Catolicismo. É, apenas, uma Doutrina com sentido universal, com base no Sistema Crístico.


Assistência social
O Vale do Amanhecer não se propõe a fazer serviço social ou de assistência aos pobres. Por isso, sua organização formal é muito simples, não havendo convênios, ambulatórios, escolas e as coisas habituais para esse tipo de trabalho. O Vale proporciona, apenas, assistência espiritual, que dê às pessoas a oportunidade de se reequilibrar e se adaptar ao meio. Também, não tem serviço de internamento de doentes, fazendo apenas exceção ao tratamento em pequena escala do alcoolismo, mediante internamento por períodos curtos. Outra exceção é em relação a menores abandonados, que são aceitos em pequeno número, dentro das possibilidades de um orçamento limitado.
Na verdade, as crianças do Vale – ou “os meus meninos e meninas”, como diz Tia Neiva – são os casos excepcionais, que resultam de algumas consultas ou pedidos pessoais a ela. Ela os considera como seus filhos e sua permanência não se compara aos sistemas de orfanatos habituais. Eles têm as mesmas regalias de quaisquer outros menores, vivem sem regimes rígidos ou coerções de qualquer espécie, e encontram, no Vale, um ambiente físico e social que lhes permite reformular suas personalidades e corrigir seus traumas.


Seres e veículos extraterrestres
A Doutrina do Amanhecer considera o relacionamento interplanetário, entre a Terra e os outros corpos celestes, como coisa natural e própria da mecânica do universo. Através dos milhões de anos, seres e coisas de todos os tipos, concebíveis e inconcebíveis, viajam, chegam até a Terra e dela partem, no que poderia se chamar de “osmose cósmica”, na qual não existe descontinuidade ou vazios.
No presente ciclo, com base na sensatez do Sistema Crístico, traduzido na Escola do Caminho do Mestre Jesus, cujas assertivas não fogem, necessariamente, ao senso comum e à verificação de nossa consciência, o quadro se apresenta assim: existem comunicações entre os espíritos encarnados na Terra (que, nesse caso, poderiam ser chamados “terráqueos”) e espíritos “encarnados” num conjunto planetário, existente no outro lado do Sol. Por razões que ainda não foram convenientemente explicadas, dá-se a esse conjunto o nome de Capela, que é a maior estrela da constelação do Cocheiro, de nossas cartas celestes.
Pela nossa visão do problema, todos os espíritos encarnados na Terra vieram de Capela, e, algum dia, retornarão para aquele mundo. Os Capelinos são físicos, embora não se possa afirmar que sejam da nossa natureza física. Sabemos, apenas, que sua forma é semelhante à nossa, ou melhor, nós nos assemelhamos a eles. Entre Capela e a Terra existem planos intermediários, que também poderiam ser chamados de “lugares” ou “etapas”, da trajetória dos espíritos que vêm ou que vão, nesse percurso entre dois pontos físicos.
Nesses pontos intermediários, os espíritos se revestem de corpos adequados às leis que regem esses planos. Dada à quase impossibilidade da descrição desses estados da matéria espiritual, nós os descrevemos, generalizadamente, de “corpos etéricos” ou “estado etérico”. Conclui-se, então, que os espíritos viajam, mas os seus corpos físicos não. Para os espíritos se deslocarem, eles deixam seus corpos físicos e se revestem de corpos etéricos.
Assim, todos os fenômenos de contatos extraterrestres seriam feitos “em etérico”, cuja organização molecular não é perceptível aos sentidos normais, razão pela qual eles são chamados de “extrasensoriais” ou “paranormais”. O registro, no campo consciencional, das atividades etéricas, é feito de maneira diferente das atividades sensoriais; ele é feito e traduzido para a percepção e elaboração mental de acordo com os dados preexistentes no banco de memória cerebral. Por este fato básico é que as coisas do Céu são concebidas de acordo com as coisas da Terra.
Portanto, não existe coisa mais terráquea do que os discos voadores que, comprovadamente, são vistos. Com isso, voltamos à proposição básica de que “o mundo não é como é e, sim, como nós o vemos”… Nessa tentativa de explicar o que é normalmente inexplicável, deve ser destacado um dado básico: existe um etérico terrestre, sujeito às leis do planeta, dentro dos seus círculos gravitacionais, e o extraetérico, ou seja, as camadas etéricas de Capela.
Aceitando-se o fato de ser Capela o nosso “Céu”, ou destino final, seu etérico seria o mundo espiritual, enquanto o etérico da Terra seria o mundo psicológico, ambos tendo, também, um mundo físico. Por essa razão é que muitos fenômenos considerados extraterrestres deveriam ser encarados, apenas, como extrafísicos. Sabendo-se, como se sabe, das propriedades extraordinárias do ectoplasma, e tendo-se em conta a tendência natural para o antropomorfismo humano, será relativamente fácil de se presumir a existência de fenômenos extrasensoriais que passam por extraterrestres.
Nesse sentido, aqui fica a última posição do Vale do Amanhecer: Se os seres que se apresentam com suas naves forem apenas espíritos da Terra, isto é, espíritos desencarnados que habitam o etérico da Terra, eles são os construtores dessas naves e podem ser vistos e palpados, uma vez que são materiais ou materializados; se, porém, forem seres de Capela, eles serão vistos, apenas, pela visão etérica – também chamada de mediúnica – uma vez que essa é a maneira natural de se relacionarem conosco, maneira essa que não interfere com a Lei da Terra e respeita o livre arbítrio do Homem.
A confusão entre os dois fenômenos apenas existe porque o Homem conhece pouco de si mesmo e sua ciência ainda ser limitada pelo conceito bipolarizado de positivo e negativo, e não sabendo que esses dois pólos se fundem num só, chamado espírito. Eventualmente, e mediante a manipulação de energias mais sutis que o ectoplasma, os Capelinos podem se manifestar fisicamente, como já o fizeram no passado remoto. Esse dispêndio energético, entretanto, não é feito, pelo simples fato de que sua mensagem é transmitida pelo processo mediúnico, como foi dito acima, o qual não dispensa a participação voluntária do Homem, não interferindo, assim, no livre arbítrio. Pelo que nos diz Tia Neiva de seus transportes, as naves de Capela, no Vale do Amanhecer chamadas chalanas ou estufas, são bem diferentes, na forma e na constituição, dos chamados discos voadores.


A Cruz e a Elipse
Ao chegar ao Vale do Amanhecer, logo depois do portão de entrada, o visitante se deparava com uma cruz envolta com um pano branco. Chamada a “Cruz do Cristianismo”, estava plantada ao nível do chão. Logo depois, na porta do Templo do Amanhecer, existe uma elipse de ferro. Na Estrela Candente do Solar dos Médiuns, existe uma igual e outra fixada no alto dum morro. Além da função captadora de energias, a elipse nos traz uma importante mensagem: a evolução do Cristianismo, de sua fase do martírio para sua fase científica. O martírio se relaciona diretamente com o carma, e a necessidade de sua redenção pela dor. Entretanto, já estamos no limiar do próximo milênio, no qual a razão e a atitude científica predominarão sobre a dor e o sofrimento. Esse fato é verificado, experimentalmente, pelos mestres do Vale do Amanhecer.
Mediunidade
Essa atitude científica é que faz com que os médiuns do Vale sejam considerados cientistas espirituais. Isso se tornou possível graças à criação, pela Clarividente Neiva, da figura do Doutrinador. Até então, confundia-se mediunidade com incorporação, fato esse que conceituava de médium somente a pessoa que manifestasse fenômenos visíveis de relacionamento com a outra dimensão. Com a criação do Doutrinador, o médium que trabalha com o sistema nervoso ativo e cujas manifestações mediúnicas se fazem através de sua expressão sensorial normal, essa interpretação da mediunidade tende a desaparecer.
Todos os seres humanos são médiuns, isto é, todos são intermediários entre os diferentes campos vibratórios que compõem o mundo. Existem múltiplas formas de mediunidade, que vão desde o transformismo energético dos alimentos até as mais altas manifestações de sensibilidade espiritual. Faltava, apenas, a demonstração viva do Doutrinador e a admissão de que os planetas e corpos celestes não são apenas o físico denso, concreto e palpável, mas são compostos de várias camadas vibratórias.


Ciência do Homem
A Doutrina do Amanhecer é, apenas, a Doutrina de Jesus adequada aos tempos atuais. Como resultante dessa atualização, ela forma nova perspectiva, uma visão mais objetiva da realidade humana. Para o caro leitor e eventual visitante do Vale do Amanhecer, é importante ter isso em mira, se quiser realmente conhecer o Vale. O conceito trinário do Homem – corpo, alma e espírito – abre, automaticamente, para a Ciência, uma nova possibilidade de interpretação correta dos fenômenos psicológicos.
Na verdade esse conceito é transmitido aos médiuns de forma mais técnica, mais científica, do que a Doutrina apresentada ao visitante ou ao corpo mediúnico em massa. A vida humana é controlada pelos chamados centros coronários, que se localizam na região do umbigo, no plexo solar. Também chamado de sistema coronário, esse núcleo de comando da vida é organizado pelo sistema universal do átomo, tomado nos seus aspectos básicos de três partículas: o ANION, o NEUTRON e o CATION.
O perispírito é o espírito revestido de energia adequada à sua permanência na Terra. A alma é o microcosmo, ou seja, o princípio ativo coordenador, modelador, redutor, que determina o ”estar” do espírito na situação de encarnado. É ela que modifica o estado de “ser” do espírito para a situação de “estar” desse mesmo espírito. Ela é a barreira entre os vários planos vibratórios do SER e que mantém esse SER na posição planejada, que busca, pesquisa, informa e fornece elementos de decisão para o EU, ao mesmo tempo em que estabelece os limites da movimentação do ser humano. É por isso que o centro coronário da alma é portador dos sentidos, da mente, do mecanismo da razão e tem, como base, o sistema nervoso.
O centro coronário do corpo é o mundo da energia condensada, o controlador do quantum físico, o plano da matéria. É ele que determina a Lei Física e regula os aspectos quantitativos e qualitativos da organização celular. Há, portanto, uma lei do espírito e uma lei do corpo, mas é a alma que determina a Lei do Homem. Homem é sinônimo de espírito encarnado. O espírito-ion, ou o espírito ionizado, ou, ainda, o perispírito, age no campo da influência controlado pela alma-neutron ou alma neutronizadora.
O centro coronário espiritual exerce sua ação limitada pelo centro coronário anímico. O mesmo acontece com o corpo-cation ou centro coronário físico, que atende às exigências do centro coronário neutron ou centro coronário da alma. O Homem equilibrado é o que tem seus três centros coronários em harmonia, ou seja, que recebe a proporção exata de influência de cada um dos dois outros centros coronários – do espírito e do corpo – nos limites estabelecidos pelo centro coronário da alma, ou seja, do neutron.


A Ciência do cosmos
“Assim na Terra como no Céu…” nos diz o Pai Nosso. O microcosmos tem a mesma organização do macrocosmos. O sistema atômico tanto se aplica à menor unidade da matéria que se possa conceber, como se aplica à maior unidade, ou seja, o maior concebível, o cosmos, o universo. Na visão astronômica, por exemplo, podemos conceber uma região anion, outra neutron e outra cation. Assim é o relacionamento interplanetário, no qual sempre existe uma zona neutrônica, uma aniônica e outra catiônica, sendo esta última o mundo físico de cada planeta.
Isto nos leva a outra premissa, uma analogia muito plausível: a existência de um espírito, de uma alma e de um corpo da Terra. Temos, assim, um mundo espiritual (anion), um mundo anímico (neutron) e um mundo físico (cation), todos englobados num mundo único, ou seja, a Terra. Se aplicarmos o mesmo princípio aos outros corpos do universo, podemos conceber um relacionamento no plano do espírito, outro no plano da alma e outro no plano físico, cada um regulado pelas suas próprias limitações ou áreas de influência, controladas pelo neutron.
Isso explica a autonomia de cada unidade e, também, o porque não existe relacionamento físico entre os corpos astronômicos físicos, uma vez que não é possível ultrapassar a barreira do neutron. Se, por uma hipótese absurda, se eliminasse o neutron, o anion pulverizaria o cation, e vice-versa, se o cation ultrapassasse a barreira do neutron e atingisse o anion, seria pulverizado, desintegrado por ele. Assim, o espírito chega ao corpo neutronizado, o mesmo acontecendo com o corpo em relação ao espírito. É nossa alma que age, busca, informa e possibilita ao nosso EU as decisões.
Aceito esse princípio, lógico e verificável individualmente, nós temos que admitir, por extrapolação, que nenhuma partícula física, formada no princípio do mundo físico, portanto na Terra física, pode atingir outro mundo físico, a não ser que, depois de neutronizado, tome nova organização, de acordo com esse outro mundo. Isso explica, inclusive, porque os meteoros e meteoritos, se oriundos de outros corpos celestes, chegam à superfície com a mesma composição físico-química da Terra física. Ao penetrarem na zona neutrônica da Terra, eles são desintegrados e se reintegram nas leis da zona catiônica da Terra.
Ou, talvez, sejam os meteoros e meteoritos partículas oriundas da própria Terra física, que se desprendem, atingem os limites neutrônicos, e voltam para sua zona catiônica de origem. Com isso, temos chegado à explicação do fenômeno da desintegração, integração e reintegração. Entretanto, a Lei da Conservação da Matéria nunca foi violada, nem mesmo quando seres extraterrestres, em épocas de vácuos civilizatórios do planeta Terra, aqui chegaram fisicamente.
Eles chegaram, é verdade, mediante o sistema de desintegração, integração e reintegração. Os limites neutrônicos foram sempre obedecidos. Seres extraplanetários aqui na Terra tiveram corpos físicos, mas da física terrena. As diferenças, como no caso dos Equitumans (vide “2.000 – Conjunção de Dois Planos”, Ed. Vale do Amanhecer) foram preestabelecidas a priori, antes da vinda (eles não nasceram como nós outros), de acordo com a época e a missão.


O invisível da Terra
A zona neutrônica da Terra é a fonte das especulações de religiões, filosofias e teologia de todos os tempos. A linguagem mais comum (que no Brasil se usa até mesmo para ironizar estados psicológicos) é se falar em “astral”. Segundo o “Grande Dicionário Etimológico Prosódico”, de Silveira Bueno (Ed. Saraiva, 1963), astral é um adjetivo, espécie de véu que envolve a alma, doutrina de Paracelso retomada pelos espíritas (do Latim, astralis ou astrale – corpus). Paracelso foi um alquimista do Século XV, que estabeleceu certa relação entre partes do organismo humano e os astros, dentre suas várias teorias.
Por outro lado, a palavra astral significa, também, corpos celestes – do Céu. Na qualidade de “um véu que envolve a alma”, pode-se perceber a natureza neutrônica do que chamamos de astral. As divisões que fazemos, de astral superior e astral inferior, ou baixo astral, indicam, somente, as posições entre o núcleo e a periferia do neutron, que é uma energia contrátil e expansiva (forças centrípeta e centrífuga). Da mesma forma que a palavra astral, se usa a palavra etérica, que seria um fluido sutilíssimo (admitido pelos físicos), espalhado por todo o universo (vide o mesmo dicionário).
A similitude com a descrição do neutron é a mesma que a do astral. Por esse motivo, e por uma questão de semântica, consideramos as descrições de planos astrais e planos etéricos úteis para nos servir como adjetivação – maneira de dar nomes, qualificar as coisas – mas, nunca como “coisas”. O principal, porém, é não confundir os planos vibracionais do neutron e do anion, fazendo passar por espiritual o que é apenas invisível.


O Proselitismo
O Vale do Amanhecer é muito rígido nessa questão de proselitismo, evitando, sempre que possível, ter que “vender” suas idéias a respeito de como as pessoas devem se comportar em termos religiosos. É preciso que não se confunda a posição do cliente que apenas vai ai Vale para receber assistência espiritual e, com isso resolve seus problemas, e aquele outro que apresenta uma situação de anormalidade mediúnica.
Esse último está num quadro de patologia mediúnica e precisa, por uma questão de honestidade, ser advertido disso. Nesse caso, ele é aconselhado a se desenvolver onde ele achar melhor, sem que se afaste a possibilidade de isso acontecer no Vale. Isso acontece, entretanto, com apenas meio por cento dos freqüentadores. Uma em cada duzentas pessoas apresenta sintomas de mediunidade aflorada, que precisa de cuidados técnico-mediúnicos.


A Estrela Candente
Esse trabalho ritualístico do Vale do Amanhecer merece uma explicação à parte, uma vez que mais chama a atenção do visitante pela sua originalidade. O conjunto, chamado Solar dos Médiuns, que inclui uma estrela de seis pontas – dois triângulos equiláteros cruzados, invertidos – , é a base física adequada para a manipulação de energias diversas. Cada detalhe ou divisão representa uma linha de força espiritual, todas se reunindo na cerimônia final da Estrela Candente. A base dessa manipulação de forças é o médium em grau de Mestrado, o qual é desenvolvido e iniciado para esse fim.
Toda a cerimônia é executada pelos Mestres Sol (Doutrinadores e Doutrinadoras) e os Mestres Lua (Aparás positivos e negativos). O princípio do ritual, chamado de Consagração, é a concentração. Os mestres, em número mínimo de quatorze pares, se concentram nos bancos, em frente ao Radar de Comando. O Comandante dá início ao ritual. Os Mestres Lua sobem a rampa e aguardam ao lado do Radar. Em seguida, os Mestres Sol sobem a escada e apanham as suas ou os seus Mestres Lua. Descem com eles, segurando as pontas dos dedos.
Todos os pares se juntam atrás dos bancos e, quando todos tiverem terminado o Coroamento (o ato de subir a escada e apanhar o seu par), dão início à Jornada. Sobem a rampa, à esquerda da Cachoeira, e cada par faz sua preparação em frente ao Triângulo da Cachoeira. Passam por trás do Comandante e descem em direção à Estrela. Divididos em partes iguais, os pares se colocam nos Esquifes. O Mestre Sol fica de pé na parte mais baixa do Esquife, e o Mestre Lua senta-se no banquinho de alvenaria ao lado. Os dirigentes se colocam nos dois Tronos, nas pontas dos triângulos: o Mestre Sol na ponta do amarelo e o Mestre Lua na ponta do azul. O Comandante ordena a preparação e todos os Mestres Sol dão as mãos.
Depois, deitam-se nos Esquifes e permanecem alguns minutos, até que se completem os cantos ritualísticos. Depois, fazem a invocação dos espíritos que irão passar naquele trabalho e, em seguida, fazem a entrega deles ao outro plano. Depois isso, os Mestres Lua incorporam as entidades das águas, e fazem a impregnação da Estrela. Esse mesmo ritual, ampliado, envolvendo o Lago do Jaguar, ou Lago de Yemanjá, chama-se Unificação. Esse trabalho ritualístico é feito para a desintegração de energias carregadas negativamente, e para espíritos que não teriam condições de passar num simples trabalho mediúnico.
Como complemento, são manipuladas energias dos planos superiores, que são dirigidas para beneficiar a coletividade, principalmente os hospitais, os presídios e as concentrações administrativas do governo. Esse trabalho é realizado todos os dias, nas faixas: 12,30 até 13,30; 14,30 até 15,30; e 18,30 até 19,30 horas. Na faixa da Lua Cheia, o trabalho é obrigatório (uma vez cada Lua) para todos os mestres e, nesse caso, se chama Anodização.


CONCLUSÃO
Caro visitante: Procuramos, aqui, sintetizar ao máximo as bases doutrinárias do Vale do Amanhecer. Sabemos das dificuldades que existem nas pessoas para saírem dos conceitos tradicionais e se acostumarem com fatos novos. Sabemos, também, que não basta a simples interpretação intelectual para se avaliar as coisas. Por esse motivo é que sugerimos a experiência pessoal de contato com o nosso trabalho. Dificilmente a gente fica sabendo o que realmente é o Vale, a menos que se tenha um contato direto, físico e, ao mesmo tempo, se tenha algum problema que possa dar a oportunidade de verificação.
Elaborado pelo
1º Mestre Sol Tumuchy Mário Sassi
em 1979

Neutrôm (Acervo Tumarã)

O neutrôm, na Doutrina do Amanhecer, não se refere ao homônimo da Física – que designa as partículas atômicas sem carga elétrica, que envolvem o núcleo central do átomo -, mas sim a uma forma de energia nebulosa, uma nuvem com limites, controlada pela força da gravidade que a pressiona em toda sua periferia, e que faz a divisão dos diversos planos, um turbilhão espiralado de partículas em movimentos centrífugos (do centro para a periferia), denominados “Proteção de Deus”, que afastam ou emitem horizontalmente, em progressiva condensação, sob o comando do Eixo Solar de nossa natureza; e centrípetos (da periferia para o centro), reunindo todas as energias e fluídos ectoplasmáticos no Centro Coronário.

O neutrôm pulsa, contraindo-se e se descontraindo, como se fosse um coração esferoidal. O neutrôm se altera conforme seja dia ou seja noite, porque os raios solares dilatam suas moléculas e dificultam a penetração, motivo pelo qual os trabalhos espirituais realizados à noite são mais fáceis. Embora o neutrôm não se impregne pela energia, é energizado pelo nosso plexo físico e gira em torno de nós. De acordo com nossa vivência e nossos pensamentos, estabelece um grau de vibraticidade. Quando as pessoas não têm uma doutrina, este grau de vibraticidade é neutro, não tem eficiência, enquanto na pessoa que possui conduta doutrinária seu neutrom é iluminado pelo EON, energia luminosa do Sistema Crístico. Com essa forma de espiral, formamos sintonia com os planos de nossa individualidade: é o mergulho na individualidade. Quando emitimos, falamos de coisas que estão dentro de nós e coisas que estão fora de nós. É o contato com o Universo, nossa integração universal pelo mergulho em nossa individualidade. Nosso plano físico, na Terra, é limitado pela força do neutrôm, dando ao Homem uma visão limitada do Universo em que está contido, deixando apenas, pela força da percepção, que penetre em outros planos. A pouquíssimos é dado o privilégio de poder ver outros planos. O Homem não teria como manter seu equilíbrio mental sem as limitações do neutrôm. Para ter perfeita percepção de seu mundo, o Homem deve ter limitações como o tempo e o espaço, noções de como se submeter às leis físicas da gravidade e dos movimentos, das leis que regem o funcionamento de seu corpo e de sua mente, aprender a lidar com as emanações dos seres animados e inanimados que compõem o seu ambiente. Separando o mundo físico e sensorial dos planos espirituais, o neutrôm, quando é rompido, provoca uma explosão, estado de relativa anormalidade, que aprendemos a manipular por nossa Iniciação e conseqüentes Consagrações na Doutrina do Amanhecer. Segundo Humarran, o neutrôm – ou turbilhão neutrônico – que constitui o nosso microplexo, nossa alma, produz e permite a existência de certa quantidade de luz, luz esta que clareia, ilumina o caminho para nossa mente, permitindo que tomemos nossas decisões de acordo com nossa posição em nossa trajetória nesta encarnação, na Terra. Aqui vivemos, rodeados por espíritos desencarnados, formações ectoplasmáticas e um sem número de construções energéticas, mundos invisíveis que existem, se movimentam e atuam de acordo com suas leis próprias, separados de nossa percepção pela barreira do neutrôm. Quando fazemos a preparação para nosso trabalho, buscamos, na vertical, todo o acervo que possuímos no Universo, através do neutrôm, para que possamos, com nossa mediunidade, distribuí-lo horizontalmente, na medida da necessidade do trabalho que realizarmos, desde o mais simples ao mais complexo. Pela ação dos raios do Sol, o neutrôm se torna mais denso pela dilatação de suas moléculas, dificultando sua penetração. Por isso devemos realizar os trabalhos espirituais preferencialmente à noite ou na penumbra, por ser mais fácil a comunicação. Segundo Tia Neiva, entre as grandezas do neutrôm existe uma grande especialidade: a Magia Neutra ou Nativa. Se não fosse o neutrôm, viveríamos sobressaltados com as explosões dos átomos e flutuaríamos como pequenos balões. O neutrôm protege o Homem na sua inconsciência, controlando seus princípios magnéticos, porém sem os termos de lei que possam burilar sua alma ou sua consciência. Com a implantação dos Sandays, trazidos pela projeção das 21 Estrelas, deu-se início à alteração da composição vibracional do neutrôm, começando a modificação que determinará a conjunção dos dois planos, quando poderemos ver espíritos, com todas as suas características de habitantes dos mundos invisíveis, aparecerem no nosso mundo. Não serão materializações, mas, sim, simples passagem de um plano invisível para o visível.

Observações Tumarã – José Silva

Contagem (Significados)

Contagem Significa uma série de elementos em que existe uma hierarquia, uma origem e uma força. A Contagem é um trabalho de concentração de poderosas forças que decrescem dos mundos espirituais – É Cabalística, e isto se traduz em precisão. Não existe meio termo; as forças vêm diretas, objetivas. Os Mestres e Ninfas participantes, precisam estar devidamente preparados em harmonia e equilíbrio. As forças se deslocam na exata proporção da estrutura mediúnica formada no Templo…

CONTAGEM DAS ESTRELAS – É um trabalho cabalístico. Neste plano, Tia Neiva começou a reviver e fazer este Trabalho

CONTAGEM DE SATAY (A Verdade Diretamente) – “Trabalho de desobsessão, possessão; vida material, insucessos etc. Específico para casos de urgência, que chegam nos horários intermediários de Intercâmbios de Trabalho Oficial ou Retiro. Esta Contagem deverá ser realizada nos bancos de espera do Templo ou nos Castelos (Devas, Silêncio ou dos Doutrinadores), devendo evitar realizá-lo na parte interna dos Setores de Atendimentos (Tronos, Cura, Junção, Indução, Passes, Mesa, Randy, etc.), ou nos Oráculos (Pai Seta Branca, Cruz do Caminho). No caso de chegar alguém que requeira esta espécie de atendimento em horários de Aulas ou Reuniões no Templo, poderá ser realizado ao redor de um dos Satélites da Estrela Sublimação (Nerú), ou no Turigano (que não seja na Via Sagrada).

CONTAGEM DOS JAGUARES – Nós nos tornamos um grupo de Jaguares pela contagem dos próprios Jaguares. Esta contagem determina o fato pelo qual muitas pessoas vêm e não permanecem. A contagem seleciona o grupo.

CONTAGEM DOS JAGUARES – Nós estamos vivendo uma transição (1987), nossa Mãe se foi. Quando ela estava na Terra levava de 04 em 04 anos para fazer um Mestre. Sabe porque 04 anos? Vou contar para vocês… Porque são 07 X 07, são 49 luas. Por isso que ela formava de 04 em 04 anos. A nossa Contagem é 49 luas, Para os grandes acontecimentos. Ou vocês acham que nós não vamos viver estas 49 luas, depois que ela se foi? Vamos! Ou até mais se nós não fizermos as coisas direito. Ou nunca. Meu medo é este, são 49 luas. São 07 X 07. São as grandes provas na Terra. Os Iniciados. Elas duram 49 luas. Tia fez a Iniciação dela lá na Serra do Ouro em 49 luas. Eu me preparei à Centúria em 49 luas. Formou-se os Adjuntos em 49 luas. Tudo tem uma contagem, isto a Tia na Terra. Mas ela se foi. Nós vamos viver um espaço de 49 luas. Para nos firmar. Se fizermos direito, vamos começar receber tudo. O Mestrado não vai parar não. Esta Corrente tem mais 300 anos. Tudo tem uma Contagem, tudo tem a hora certa. Isto não é assunto para Centúria não. Estou tratando com vocês com reserva. Isto é para vocês. Vocês podem conversar com uma pessoa e dizer: – Olha, tem um tempo determinado. – Mas qual é o tempo? – Eu não sei. É tão fácil dizer eu não sei… Com suas palavras, com outra maneira você vai orientar o Mestre. Por que isto vai gerar vaidade, gera desequilíbrio, gera frustração e espíritos vão montar em cima dele. Isso é serio. Os espirito estão em cima de nós. Precisamos estar alertas. Não podemos abrir a guarda. Primeiro vamos ter que atravessar esta faixa. É a faixa que nós temos que provar que realmente estamos preparados.

CONTAGEM – RAIO DE ARAKEN – A contagem se movimenta em três tempos: a Integração: Aquela hora que se começa a trabalhar a mente das pessoas, seus lares, ao saveiro no mar distante, para trazer as energias das matas, força de Yemanjá, força das águas, lavradores e suas choupanas… enfim. Sobre nós vai formando uma película, como se fosse uma redoma. Um cristal fininho que vai se fechando, aí fecha. Por isto que não pode ter elevação, se fizer uma elevação, estraga a Contagem. Se fizer um ruído muito…estraga a Contagem. Aquela redoma parte, trinca, toda aquela energia escapa. Os espíritos fogem. Dentro desta redoma fica energia, espíritos, tudo. Depois, vem o Povo, Sereias de Yemanjá, povo de Cachoeira, Manipulam aquele ectoplasma todo. Quando são feitas as elevações, se processa a desintegração, aquela redoma se abre, o Neutron se abre. Ali sobe energia de Jaguares, que vai para o reservatório universal. Ali sobe energia de paciente, sobe sofredor, sobe tudo. Na reintegração lá essas energias são aproveitadas. Nós temos a capacidade de integrar e desintegrar, reintegrar nós não temos.

Alta Hierarquia – Adjunto Apurê

Em resposta ao desejo de afirmação eu digo que quando os mentores chegam no templo é a maior alegria, uma festa digna dos deuses.
Eu não chamo, não invoco, eles vem trazendo o anodai, anoday e anodae. Para que invocar sem saber quem está invocando. Muitas vezes invoca uma entidade e como ela não pode estar presente vem outra em seu nome responder no mantra absoluto.
Eu já vi isso acontecer, porque os nossos mentores tem muita responsabilidade com este mundo e com todos nós.
Então, ao chegar no templo eu olho quem está presente e vou abrindo o neutrôm para eles chegarem. É diferente, pois somente o portador do portal tem esta abertura.
Não precisa fazer grandes preparativos, a espiritualidade é simples, humilde e amorosa. Aqui eles tem livre acesso dentro desta estrutura universal.
As legiões sempre estão presente dando proteção aos templos. São espíritos de grande hierarquia sem depender de chamado.
“Meu filho! Você é responsável pelo seu portal! Use-o para o bem!” Tia Neiva.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
31.01.2020

Prece e Oração: Você sabe a diferença?

Hoje, meus irmãos quero falar, dentro de minhas limitações, sobre a prece e a oração; pois muitas vezes não sabemos muito sobre o assunto, inclusive no que diz respeito ao significado dos termos,
embora ambas tenham por objetivo nos remeter ao encontro com Deus, seja para pedir, agradecer ou apenas “falar” com Deus.

Esse conhecimento é tão importante que Jesus, nos Evangelhos, nos fala tanto da prece, a maneira correta de como realizar a prece e nos ensina a orar, ensinando o “Pai Nosso”, que chamamos em nossa Doutrina de “Mantra universal”, uma vez que todo os povos que professam o cristianismo, suas diversas doutrinas ou seitas conhecem e proferem o “Pai Nosso”, com pequenas modificações como no caso do Vale do Amanhecer. Porém, a essência é sempre a mesma: reconhecer o poder de Deus e o reconhecimento da Lei universal do retorno e do merecimento.

Na Doutrina do amanhecer entendemos que oração é uma demonstração da religiosidade do Homem. Pela oração invocamos a Espiritualidade Maior, agradecendo pelo que nos foi concedido ou pedindo ajuda para nós ou para alguém ou algum espírito que está precisando de força de uma oração, até mesmo um recém desencarnado. A oração é a busca de Deus e precisa ser feita do fundo do coração, não precisa de muitas palavras e nem de qualquer encenação para alcançar a Divindade e gera uma grandiosa força”. Portanto, a oração deve ser espontânea, sem muito alarde, com simplicidade e com atitude de reverência e respeito com as palavras saindo diretas do coração e na certeza de estar sendo ouvido e atendido.

A prece, também segundo o acervo doutrinários, “obedece a palavras e chaves pelas quais buscamos forças para um Trabalho ou ritual”, por isso deve ser fielmente falada, não sendo aconselhável mudar palavras ou termos nem para incluir ou excluir e é importante lembrar dos gestos, postura e controle da voz dentro de uma perfeita conduta doutrinária, para que alcance o nêutron e nos retorne em forma de força e capacidade para os Rituais que estaremos realizando.

No Amanhecer temos as seguintes preces:

1- Pai Nosso;

2- prece do Apará;

3- Prece da Cigana Katimoschy;

4- prece da Corrente Branca oriental;

4- Prece do equilíbrio;

5- Prece Luz;

6- Prece dos Médiuns-( máe Yara- UESB);

7- prece dos pequeninos de Assis;;

8- Prece de Simiromba;

9- Prece Tumarã do Amanhece;

10- Prece de Sabah;

Vovó Catarina de Aruanda esse excelso espírito abnegado que me assiste diz que a oração é o alimento do espírito e que do mesmo modo que alimentamos, todos os dias nosso corpo com a comida, devemos alimentar o espírito. E ainda nos alerta: “um espírito forte sustenta um corpo fraco, mas, um corpo forte não pode ser sustentado por um espírito fraco”! Devemos também sempre nos lembrar que Jesus sempre orava antes de realizar os fenômenos!

Sendo fazendo uma prece ou uma oração, meu irmão, minha irmã, a nossa atitude deve ser de respeito, fé e comportamento adequado a um Iniciado nos mistérios das forças espirituais, pois disse Jesus que: “Peça e serás atendido” e nessa hora da individualidade estamos nos ligando com Deus, nosso criador, numa relação íntima de amor e fé!


Viviane Botelho

Oráculo de Agamor (Acervo Tumarã)

Agamor é um Oráculo que recebe e manipula as forças dos três Oráculos – de Simiromba, de Olorum e de Obatalá – e faz seu cruzamento, resultando em um conjunto de forças especiais e de caráter específico, destinadas a ir enfraquecendo a proteção do neutrom, de modo a permitir que seja feita muito lentamente a conjunção de dois planos – o visível e o invisível -, de acordo com a capacidade de controle dos fenômenos, desenvolvida pelos Jaguares do Amanhecer.

Essas forças agem na Estrela de Nerhu (*), com a finalidade de promover, ali, materializações e visões de espíritos de outras dimensões.

Segundo o Mestre Tumuchy (“Curso de Estrelas”), nossos carmas são manipulados em Agamor.

Observações Tumarã – José Silva