Entendo a dificuldade que muitos médiuns têm em abandonar o negativismo e passar a vivenciar o positivismo. Afinal de contas somos condicionados ao negativo o tempo todo!
Basta ligar a tv, ou entrar na internet, ou mesmo olhar de longe qualquer banca de revista e já encontramos motivos para negativar nossos pensamentos e consequentemente baixar nosso padrão vibratório.
Normalmente não percebemos o quanto somos manipulados e mergulhamos em pensamentos associativos que trazem lembranças pesadas. Quando percebemos já nem entendemos o que nos trouxe determinada recordação! Nos condicionamos a permitir a mente divagar, livre e solta, absorvendo informações e procurando lembranças tristes.
É preciso passar a “escolher” em que pensar! Libertar-se de tudo que nos faz sofrer ou nos leva invariavelmente a recordações negativas. Não quero dizer que devemos nos isolar das informações! Nada de virar fanático! Mas é preciso que passemos a perceber nossos pensamentos e nossas emoções!
Precisamos controlar nossa mente da mesma maneira que controlamos todas nossas outras ações. Perceber rapidamente “por que estou pensando nisso agora?”. Aprender a mudar de canal e não permitir que elementos externos dominem nossos pensamentos e nos conduzam a uma liberação involuntária de energia vital. Energia esta, que poderia estar sendo utilizada por nossos Mentores, seja em nossos trabalhos ou pela aproximação de alguém que precise de uma palavra amiga, de uma intuição.
Não somos mais ignorantes das forças ao nosso redor, não podemos também ser inconscientes de tudo que isso envolve e menos anda inconsequentes de tudo que pode acarretar.
Somos médiuns, muitos Centuriões, com além de um plexo Iniciático, um Canal Direto para o recebimento de forças. Porém nossa emissão não serve para absolutamente nada se não houver sintonia, um padrão vibracional compatível para se receber as mais puras energias da Luz.
Nossa Doutrina não é para iludir! Nossa Doutrina é razão! A Lei de Pai João é a Razão, com todo Amor, mas sempre com Razão! Por tanto de nada serve falar de Doutrina, ou mesmo agir em trabalhos espirituais, se seus pensamentos não estão à altura para o recebimento das forças!
Todos os dias escuto médiuns reclamando da vida, falando da vida alheia, dizendo palavrões, maldizendo, se envolvendo em política, fofocas, ou ainda mergulhados em ciúme, inveja, maldade e julgamentos. E estes ainda querem a ajuda da Espiritualidade??? Como??? Como seu Mentor poderá lhe intuir ou ajudar se você não permite? Se seu padrão não está em condições de receber nem o conselho de um encarnado, imagine a sutiliza da intuição de um Espírito de Luz?
Salve Deus!
O segredo para manter seu padrão é estar aberto ao entendimento. Controlar seus pensamentos, deixar de divagar com distrações e passar a ter foco em tudo que se propor a fazer, seja em qualquer um dos reinos de sua natureza (físico, emocional, espiritual – corpo – alma – espírito –).
Difícil? Difícil é viver a vida assim, sendo manipulado pelo exterior! Controle suas ações, palavras e pensamentos. Seja senhor de si mesmo e descobrirá o potencial da célula Divina que representa.
Kazagrande
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Faço o que eu quiser – Kazagrande
Nosso livre-arbítrio é o fiel da balança!
Tudo posso, mas nem tudo me convêm.
Meus irmãos e irmãs, é necessário que aprendamos a escolher sem sofrer. E falando em sofrer, lembremos que o próprio sofrimento não deixa de ser também uma escolha.
Quando nos ferimos, ou somos feridos, temos sempre a opção de perdoar, de nos perdoar, e, após um breve período para a necessária absorção energética, seguirmos adiante sem ficar remoendo as mágoas do passado.
Consideremos que as perguntas para nortear nossas escolhas são muito simples: Agir assim, pensar assim, falar assim, me fará bem? Fará bem aos outros?
Com esta resposta já podemos escolher com segurança. Podemos escolher nossa atitude, sentimento ou pensamento, e decidir se devemos mantê-lo!
Não existe justificativa para seguirmos sofrendo com ações passadas que não nos fizeram bem e cuja energia impregnada pode seguir nos fazendo mal. Valerá a pena? Por isso afirmei que o sofrimento também é uma escolha! Ao sermos feridos não vale a pena seguir com o pensamento atrelado a dor sofrida, tem que perdoar e seguir em frente. E perdoar de verdade é esquecer! Não é isso que pedimos aos nossos cobradores quando os encontramos no Angical, ou no Julgamento?
Temos também que nos perdoar, deixar de sofrer com nossos próprios erros. Somos humanos e a Terra é um planeta escola. Erramos e somente a consciência de que podemos e devemos fazer melhor é que nos dará alento de prosseguir na jornada. Ficar estagnado se culpando e pensando que “poderia ser diferente”, não vai resolver nada. Daqui tiramos a segunda grande pergunta a ser feita antes de uma escolha: “Vai resolver?”. Simples assim: Resolve se revoltar, se culpar, jogar a culpa em algo ou alguém? Não!
Apesar de termos um plano espiritual traçado para esta encarnação, somos senhores de nossos destinos! Vai fazer bem? Resolve? São duas pequenas máximas a serem levadas à reflexão na hora de nossas escolhas. Guarde em seu coração estas perguntas e antes de permitir que qualquer negatividade persista em sua mente e coração, responda com sinceridade, assim poderá seguir adiante evoluindo e sem sofrer.
Kazagrande
Visitando “seu” Templo – Kazagrande
O médium chegou ao Templo já estranhando a falta do tradicional burburinho de outros médiuns e pacientes. Olhava em volta e via poucos trabalhadores uniformizados e uma grande quantidade de pacientes que circulavam na área externa, sem demonstrarem nenhuma preocupação em entrar no Templo.
Desconcertado olhou o relógio: 20hs! Era sábado, e, aos sábados o templo fervia naquele horário. Tentando entender se aproximou de um Jaguar que não via há muito tempo, um destes que somem e nunca ninguém pergunta o que aconteceu com ele, e perguntou:
– Salve Deus! O que está acontecendo meu irmão? Por que tudo está assim parado?
– Salve Deus! – respondeu o mestre “sumido” – Está tudo normal, é sempre assim por aqui.
– Como assim? Aos sábados eu sempre deixo para chegar mais tarde porque assim os trabalhos já foram encaminhados e posso trabalhar mais tranquilo. Mas hoje está tudo parado! Não tem nenhum trabalho funcionando, os pacientes estão todos do lado de fora e lá dentro, quando olhei pela entrada, só vi um Orixá cochilando na Radar. Isso não é nada normal não!
– É porque você está no SEU templo. No templo que você construiu interiormente com suas atitudes, e com seus conceitos de trabalho.
– Não estou entendendo nada. Fale em português homem!
– Meu irmão… Cada vez que você fugia dos trabalhos, chegando mais tarde apenas por preguiça, ou por alguma desculpa forçada; cada vez que preferia ficar circulando ao invés de trabalhar, conversando com um e outro, falando do que estava “errado”; criticando justamente onde poderia estar efetivamente ajudando; cada vez que agiu assim contribuiu para que o SEU templo estivesse assim hoje.
– Meu Templo? Eu não sou o Adjunto, mestre você está enganado!
– SEU Templo, meu irmão! Um lugar onde os irmãozinhos que você devia encaminhar ficam circulando esperando lhe encontrar. Logo que eles lhe virem vai ver onde é que você vai parar. Se olhar direito vai ver que o Orixá cochilando no Radar, é você mesmo! Os poucos médiuns andando aqui fora também são aqueles que você abandonou, como eu… Lembra? Você foi meu instrutor, mas ao observar seu exemplo fora das aulas eu desisti da Doutrina e desencarnei em acidente, provocado por um cobrador que eu deveria ter encaminhado.
– Mas… Mas… então eu desencarnei?
Antes que chegasse a resposta a sirene tocou avisando um desencarne. Acordou sobressaltado no Radar e foi logo apalpando o corpo para ver se estava “vivo”.
Kazagrande
Sempre pode ser possível – Kazagrande
Comentei em meu post de retorno “Por que eu sumi”, de 09 de junho, que iria compartilhar com vocês algumas mudanças, antes segue um pequeno extrato de um post bem mais antigo, e no final uma novidade.
“Queria escrever compartilhar com vocês as mudanças de minha vida!
Queria contar, mas não por orgulho ou vaidade, mas para dizer apenas: É possível sim! É possível mudar tudo em nossas vidas. Não desista! Pare de ficar clamando ajuda e permita ser ajudado! Nossos Mentores só podem nos auxiliar se nosso padrão vibratório permitir!
Pare de ficar se envolvendo em “política doutrinária”, de participar e até ouvir conversar improdutivas. Pare de pedir e passe a fazer! Lembre de seus três horários! Já pensaram em quanta energia se movimenta nestas horas? Peça apenas a compreensão da lição que precisa aprender!
Não vá ao Templo para “ver se a vida melhora”… Vá pelos outros! Você não vai para “ser ajudado”, vai para ajudar! Somente receberá algo de acordo com sua sintonia e merecimento! “Horas de trabalho espiritual” é muito diferente de “horas dentro do Templo”.”
Bem, estes dias comentei que até de vestibular participei… Que chance teria? Mais de trinta anos foragido dos bancos acadêmicos, concorrendo com a juventude e ainda por cima em Universidade Pública… Estudei? Quase nada, três dias antes da prova para dizer a verdade. Pois é… Compartilho com vocês, passei em SEGUNDO LUGAR!!!
Por isso sempre afirmo: Tudo é possível!!! Tem que crer, tentar e executar as ideias com coragem e sem preguiça.
Kazagrande
Tudo é Doutrina, ou nem tudo é Doutrina – Kazagrande
A empolgação inicial dos que encontram a Doutrina do Amanhecer é natural. Descortina-se um véu de explicações que julgavam ocultas e abrem-se oportunidades de praticar o bem além de tudo que se podia imaginar.
Muitos iniciantes perdem-se nesta empolgação e mergulham no fanatismo, julgando que tudo pode ser resolvido com um “Obatalá” ou uma mensagem dos céus. A situação piora quando encontram, e escutam, algum veterano deste fanatismo.
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
Sim, a Doutrina explica e abre nossa mente para verdades espirituais e apresenta a oportunidade de compreender melhor o mundo em que vivemos. A Doutrina nos torna (ou deve tornar-nos) mais tolerantes, mais compreensivos, permitindo olhar a vida além dos aspectos materiais e das necessidades básicas do ser humano.
Porém, cada um é responsável exclusivamente pela sua jornada! Todos temos o livre-arbítrio e podemos decidir que caminhos trilhar, ou quais opções podem ser consideradas. Logo, de nada adianta pensar em consertar o mundo querendo esclarecer os outros da realidade espiritual. É preciso que cada um trilhe seu caminho e encontre a sua verdade, o seu caráter e a sua própria evolução. Nosso papel é encaminhar espíritos! Estes já não possuem mais o corpo físico e suas possibilidades são limitadas à condução do padrão mental que os envolve. Um espírito sempre estará onde seu padrão mental o conduzir. Por este motivo somente chegam ao templo aqueles que demonstram alguma chance de recuperação breve e real.
Interferir na caminhada de outras pessoas, ou mesmo espíritos, é chamar para si uma responsabilidade, um karma, que não temos como mensurar se realmente temos conduções de assumir.
Interferimos na vida das pessoas (encarnadas) quando tentamos forçar uma compreensão, tentamos arrastá-las para o templo, ou quando mergulhamos em discussões improfícuas sobre religião. Não somos religiosos! Somos missionários na condição de cientistas espirituais, ou seja, aqueles que podem explicar para quem vem nos procurar, mas não para sair por aí buscando adeptos. Quem tem que chegar, chegará na hora certa, sempre.
Interferimos na caminhada de um espírito quando, usando nosso conhecimento e a força de nossas consagrações, para trazer “na marra” um espírito que ainda não está preparado, ou que não atingiu o merecimento, alguém que não “estava na fila”. Como assim? Quando decidimos resolver um problema espiritual, nosso ou de alguém, “mandando” nossos Mentores trazerem tal espírito para ser doutrinado, ou encaminhado. Pelas nossas consagrações, ou pelos nossos bônus, os Mentores atendem, mas a responsabilidade do que for acontecer é nossa.
Um pequeno exemplo: Um doutrinador que, ao terminar a doutrina, antes do Obatalá, sempre registrava “você será encaminhado às casas transitórias de São Francisco de Assis”… Certa vez, em um trabalho de tronos, Vovô Indú o alertou:
- Meu filho, este espírito que você com tanta perfeição encaminhou quer ir para onde você prometeu.
- Graças a Deus, Vovô. Então tudo correu bem?
- Mais ou menos, meu filho. Ele não tem bônus para chegar tão longe, tão rápido. Seria encaminhado para os primeiros socorros em tendas formadas no limite da primeira dimensão antes do etérico.
- E ele foi para lá então?
- Não, ele foi para onde você registrou e ele cobrou.
- Mas ele não tinha bônus, como foi isso então, vovô?
- Oras… Ele usou seus bônus, foi você que prometeu.
Salve Deus!
Kazagrande
Minha “Doutrina” – Kazagrande
A doutrina que eu sigo chama-se “Doutrina do Amanhecer”. É auspiciada pela Corrente Indiana do Espaço e foi trazida diretamente dos Planos Espirituais pela Clarividente Tia Neiva, em conjunto com Pai Seta Branca!
Pai Seta Branca é um espírito de Alta Hierarquia espiritual. Comprovadamente foi São Francisco de Assis e um Cacique Tupinambá que viveu na região onde hoje está o oriente boliviano, e semeou a paz entre invasores e invadidos.
Tia Neiva entregou seus olhos à verdade e renovava todos os dias seu juramento, pedindo a Jesus que os arrancasse se estivesse fora de suas Leis. Trouxe à luz do conhecimento humano a mediunidade do Doutrinador, que até então sofria por não ter sua compreensão.
Sou um Doutrinador! Fiz um juramento também! Meu juramento, no Castelo de Iniciação, foi perante Pai Seta Branca. Houve homens como testemunhas, mas eram apenas testemunhas.
Jurei: “O gume desta espada apontada a meu peito é a demonstração viva do que te posso dar! Fira-me se meu pensamento afastar-se de Ti”.
Sim, já errei, bastante! Também demorei bastante para entender a essência desta Doutrina que salvou minha encarnação!
Por isso sempre lutei pelo esclarecimento, semeei o conhecimento que posso ter adquirido e que demorei para poder compreender. Por isso escrevo de maneira mais simples e sem o tradicional linguajar culto das escritas espiritualistas.
Está é a minha Doutrina, esta é a minha jornada!
Escrever é a pequena missão que por ora me é confiada e com isso sou feliz! Não preciso do poder temporal. Aprendi duramente que o orgulho e a vaidade são irmãos do poder.
Embora a Doutrina não apresente um “código moral” que interfira em sua vida pessoal, o conhecimento dos princípios Crísticos nos dá um norte traduzido em três palavras: Amor, Humildade e Tolerância.
Amor: Amor incondicional! Que determina nossa capacidade de amar sem cobranças, sem impor condições para que nosso amor seja distribuído pela humanidade. “Amar ao anjo e ao demônio, porém sabendo distinguir as duas forças”. “Ser manso como a pomba e sagaz como a serpente”.
Humildade: Humildade de tratamento! Conquistar pelo comportamento e não pelas imposições. Jamais humilhar a ninguém, e tão pouco permitir ser humilhado. Ser humilde é saber tratar o próximo.
Tolerância: Tolerância de convivência! Convivência! Não conivência!
Nossas reações à injustiça, aos desmandos, às humilhações, deverão sempre estar pautadas pela análise dos segredos que desvendamos no convívio com a Espiritualidade. Observamos sempre os dois lados: físico e espiritual! Somente com a precisão do conhecimento dos planos que interagem nos Karmas é que podemos ter a medida certa de nossas reações.
Kazagrande
“Nada do que provém da luz é inútil!” Kazagrande
Sempre insisto muito com esta frase pelo fato de ser uma verdadeira “chave” para desmistificação. Uma entidade, uma intuição, uma comunicação, somente será proveniente da Luz, se efetivamente trouxer algo bom e produtivo.
Infelizmente existem os médiuns que levam os desejos de sua personalidade para um trabalho espiritual, onde somente a Individualidade deveria permanecer, e com isso apresentam perguntas desprovidas de real valor espiritual para um missionário interessado em cumprir sua missão de auxiliar aos menos esclarecidos e encaminhar nossos irmãozinhos.
Vamos refletir com clareza sobre a necessidade de interrogar uma Entidade sobre encarnações passadas, por exemplo. Primeiramente, sabemos que tivemos a bênção do esquecimento, provida por Deus, pela necessidade de estarmos livres de preconceitos, em uma nova jornada e para não nos prendermos às tristes lembranças de um passado onde falhamos por não saber amar.
Especular sobre este assunto é uma grande falta de preparo para quem assume uma missão a ser cumprida na Individualidade. É mais do que isso, é uma total insensatez! Querer saber se foi rei ou rainha, comandante ou princesa, se teve riquezas, reajustes com histórias dignas de virar filmes… Salve Deus!
Qual a utilidade? Se houver alguma, a informação chegará em uma hora precisa e sem a necessidade de qualquer pergunta a respeito. Por vezes, em um reajuste pesado, nossos Mentores consideram que poderá ser de valia se você tiver consciência que passa pela situação, em função de um passado vivido e que pode lhe ajudar a aceitar o presente. Mas, isso chega naturalmente, sem perguntas, sem forçar!
Insistir com questionamentos infantis é buscar a mistificação! Pensemos em como fica o médium incorporado ao “ouvir” este tipo de questionamento. Por vezes a Entidade até “vislumbra” o passado do inquiridor, mas sabe que de nada valerá expor a situação de um passado esquecido pelo amor de Deus! E o médium, acuado pela insistência das perguntas, por vezes acaba “soltando” o quê não deve, ou até mesmo mistificando uma comunicação.
Não posso crer que seja tão difícil compreender que ao entrarmos no Templo uniformizados, não somos mais o José, ou a Maria! Somos “o nosso espírito”, dotado de uma experiência transcendental e que está ali somente para servir! Para se doar!
Do contrário, será apenas um paciente de uniforme! Paciente pode tudo, pode perguntar o que quiser, chorar todas as suas mazelas e receber o consolo e apoio pela emanação das Entidades. Sabemos que JAMAIS uma Entidade de Luz proverá o que não seja verdadeiramente útil.
Impensados doutrinadores com perguntas pessoais, tomando o tempo de atendimento dos necessitados, ou vaidosos aparás com “historinhas” de encarnação e vidências sem qualquer aproveitamento útil, não passam de pacientes de uniforme!
É hora de avaliar nossa conduta! De sentir nossa missão! É hora de compreender que quando vamos ao Templo, vamos para servir, e não para ser servidos ou manifestar nossos pensamentos pessoais. Do contrário, é melhor continuar como paciente. O médium que assume sua missão, é aquele que compreende que tem o quê fazer pelos outros, e coloca sua missão acima de seus desejos pessoais. Coloca seu uniforme para abandonar a personalidade e identificar-se perante a Espiritualidade como Servidor da Luz.
Havendo necessidade, a mensagem chegará! Nos Tronos, em um Alabá, em um Angical… Sem precisar perguntar, sem forçar, apenas porque nossos Mentores sabem nossas reais necessidades, e, no momento em que estivermos preparados, e houver utilidade, tomaremos conhecimento do que nos é proveitoso.
Kazagrande
Aduladores – Kazagrande
A Luz, lançada por Tia Neiva para o esclarecimento das mediunidades, devidamente sintetizada por Mário Sassi, não deve ficar circunscrita aos veteranos, ou aos que se dizem veteranos, pois “tempo de doutrina” nunca caracterizou evolução e conhecimento.
É preciso expandir o conhecimento, aprender a explicar de maneira simples, sem ser simplificada, a beleza da compreensão dos fatores energéticos que nos envolvem. Entender sobre as reais diferenças fisio-bio-espirituais de cada mediunidade; as características e usos da mão de força; as possiblidades de progresso real na caminhada física pelo simples entendimento, e aplicação, dos comportamentos necessários para atrair o bom e produtivo para nossas vidas.
Alguns, ainda perdidos em suas vaidades, mergulham nas frustrações e acabam se dedicando a colecionar títulos dados fisicamente, que raramente são “avinhados” no plano espiritual. Dezenas de irmãos nossos relatam suas decepções ao desencarnar e perceber que mal possuem o direito de carregar um jaleco branco.
Na verdade, o entendimento e aplicação do conhecimento é que nos liberta e evolui. Não basta escrever textos adorando encarnados com a vaidade travestida de sabedoria. É preciso escrever sobre essências. Não basta escrever memórias de um passado que foi, é preciso semear um futuro de despertar de consciências para os que chegam até nós e igualmente, com o mesmo amor, para aqueles que nos deixam! Pois se levarem alguma pequena semente de sua passagem pelo Vale, já existirá a chance dela um dia germinar… E quantos eu conheci assim.
Nossa maior força deve residir nos exemplos de nossa caminhada. “Adulações” eloquentes em nada contribuem. Tenho certeza absoluta de que nossos Mentores se sentem muito mais gratificados ao perceber alguma atitude de verdadeira caridade, do que quando os elogiamos. Enaltecer a “parte boa” da jornada dos outros é semear vaidades. O enaltecimento de encarnados, ou de recém-desencarnados, não serve a nada e nem a ninguém. Enaltecimento é diferente de reconhecimento, que pode ser sincero e contido.
Por isso sempre peço que deixem os agradecimentos para nossos Mentores, sem eles nada faria. Sem eles não poderia refletir sobre a necessidade em abandonar o comodismo e dedicar horas ao esclarecimento dos que me procuram. Por isso o mérito caberá sempre a eles.
Kazagrande
*ADULADORES – Aqueles que, de modo servil, elogiam em excesso; bajuladores, que gostam de lisonjear.
Ser ou possuir, haverá equilíbrio? Kazagrande
Muitas vezes escrevi sobre prosperidade, sempre com o intuito de dividir experiências que permitiram que eu vivesse esta prosperidade, entendendo que Deus é a fonte universal e que tudo, absolutamente tudo, nos conecta, fazendo com que nossas vibrações atraiam o que temos e o que somos.
Tia Neiva, na vanguarda das descobertas quânticas, alertava que “nosso padrão vibratório é nossa sentença”. O dia em que verdadeiramente entendi o sentido da atração vibracional, nunca, nunca nada mais me faltou. Vou mais longe: Nunca deixei de fazer o que desejava.
Claro que passei dificuldades, inerentes ao karma pessoal, ou a alguns pensamentos estúpidos que, sem perceber, acabamos dando alguma força e que interrompem o fluxo energético. Porém, ao perceber os bloqueios, pude seguir em frente na busca de novas conquistas.
Vejo alguns, que até gostaria de nominar, que entenderam a mesma essência universal e seguem progredindo, mas, infelizmente, a imensa maioria ainda se debate entre o que são e o que possuem.
Vivemos em um mundo onde o “possuir” é altamente valorizado. A maioria das pessoas valoriza, ou não valoriza, umas às outras, com base no que a outra possui, sem perceber a essência de sua existência. Em um mundo dominado por governos materialistas, o espírito ainda não foi suficientemente desenvolvido, e a maioria das pessoas dedicou suas vidas inteiras para acumular dinheiro e riqueza material.
Desde muito cedo, as crianças estão acostumadas a ter o que desejam. Eles começaram a valorizar a aparência de seus amigos. O que aconteceu é que, sem reserva moral suficiente, muitas pessoas se tornam verdadeiros escravos da posse material e muitas vezes escravizam outros para alcançar seus objetivos, tornando a riqueza material a grande conquista da humanidade em suas inúmeras viagens pela Terra.
Não há dúvidas de que o desenvolvimento material da sociedade é importante, pois melhora a qualidade de vida e incentiva o desenvolvimento da indústria, do comércio, das ciências e das artes. Todas essas conquistas permitem que a humanidade supere os obstáculos básicos à sobrevivência, possibilitando o desenvolvimento de seus aspectos espirituais e morais. A realização é responsabilidade de todos!
O próprio desenvolvimento da família depende de recursos materiais e da sociedade. Porém, a conquista alcançada nunca deve ser mais importante do que a conquista dos valores morais, que orienta o indivíduo a se elevar ao espírito. O risco de possuir, ou adquirir um imóvel, não reside no fato em si, mas na forma como ocorre, e no seu desempenho emocional.
A aquisição de riqueza material não deve ser baseada na ganância ou com o propósito de alcançar status social. A realização material deve ser o resultado de um trabalho decente e contínuo, geralmente baseado em aprendizagem e treinamento.
A conquista material deve proporcionar conforto e equilíbrio para quem a possui, mas nunca deve levar ao desequilíbrio do excesso de propriedade e a um estilo de vida de ostentação e prazer sem fim. Aqueles que acumularam mais riqueza material do que sua dignidade, ou das reais necessidades familiares, têm uma obrigação moral: distribuir sua riqueza de maneira sábia e produtiva.
Compartilhar com os necessitados é nobre, mas, relembrando Tia Neiva, dividir o pão, qualquer um pode fazer em algum momento, é humano! Mas alimentar almas, é Divino, e somente para quem conseguiu suplantar os desejos da matéria.
Tal sobriedade somente o indivíduo, que buscou uma evolução espiritual maior, pode perceber que a riqueza acumulada nas instituições financeiras só se converte em mercadoria para seu próprio uso.
É preciso ter equilíbrio para entender que não são apenas as posses que trazem a dita felicidade aqui na Terra. A felicidade não depende do que a pessoa possui, mas é cultivada internamente por uma pessoa em amor sincero, infinito e simples.
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As preferência dos outros – Kazagrande
Uma das grandes dificuldades que encontramos para exercitar nossa tolerância é compreender as preferências dos outros.
As pessoas ao nosso redor, por mais próximas que sejam, possuem suas próprias prioridades e não temos o direito de julgar fúteis ou tentar “enfiar” em suas cabeças as nossas preferências, por mais que pareça claro, aos nossos olhos, que deveriam ter uma atitude diferente.
Não podemos avaliar seus pensamentos, devemos apenas aceitar o nível de compreensão que cada um possui. Claro que ACEITAR, ou apenas COMPREENDER, ainda É MUITO DIFERENTE DE CONCORDAR!
Podemos discordar, considerar que tudo poderia ser diferente, mas temos, pela nossa consciência, a obrigação de compreender as diferenças nas preferências de cada um. Aquilo considerado fútil para nós, pode ser verdadeiramente importante para o outro, e ponto! Se é importante para a pessoa?! Devemos respeitar!
Às vezes isso é muito difícil… Pois agiríamos de maneira completamente diferente, falaríamos, sentiríamos…, mas, cada um é cada um, e sequer podemos exigir que sejamos compreendidos. Compreender antes de ser compreendido! Esta é a máxima.
Evolução não é algo que podemos impor aos outros com nossas palavras e justificativas. Não mudaremos seus pensamentos e convicções por conta de nossos discursos e justificativas. A evolução é muito individual, e tão particular que sequer podemos avaliar quem é mais evoluído: se nós com nossas certezas e boas intenções, ou o outro com seus rompantes, que também são certezas pessoais.
Nos magoamos inutilmente por acreditar que os outros poderiam pensar ou agir de maneira diferente, principalmente quando estamos diretamente envolvidos. A grande verdade é que não podemos exigir que compreendam nossas mágoas… Não podemos querer mudar os outros, mas sempre podemos avaliar se somos nós os que podem ser mudados!
Recordemos sempre que o sofrimento é uma escolha e que qualquer mágoa inicial pode ser manipulada com a tolerância e a compreensão.
Nem sempre conversar adianta! Pois na maioria das discussões um dos lados tenta prevalecer, e quando existe mágoa, esta mágoa não poderá ser sanada com a imposição das ideias ou justificativas dos fatos. Mágoa é sentimento, e sentimento não some por conta de um bom discurso.
Respeitemos os outros! Vamos procurar nos magoar menos, e principalmente buscar a compreensão (mesmo sem a concordância) para não mantermos a mágoa e transformá-la em ressentimento.
Kazagrande