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A Cura Pelo Evangelho – Tia Neiva

“Pensamos naquele homem cuja perna ia perder. Chegou um cientista e, no plano físico, lhe deu um remédio e o libertou. O homem, com suas duas pernas, se pôs a correr e a se chocar, em desafio com outros homens. Voltou à sua dor primária, indo ver-se em seu antigo estado. O cientista, tornando a vê-lo, triste, foi lhe dar o mesmo remédio. Não, ele não precisava mais do cientista! Desta vez sua doença era na alma. Enganou-se: o cientista tirou do bolso o Evangelho e lhe deu sua cura!”
Tia Neiva – 12/12/78

Porque tanto me Perseguem – Adjunto Apurê

Um despertar em Cristo Jesus


A vida crística nos revela o maior conhecimento da vida de Jesus, nosso amado mestre. O amanhecer é o caminho da verdade que Seta Branca recebeu de Jesus para acordar os homens e mulheres desta terra. Foi respeitando estas ordens que o amanhecer cresceu como uma rama selvagem cobrindo vales e colinas despertando ou desabrochando o amor incondicional. Vejam bem, amor incondicional e não amor condicionado.
Amor incondicional é respeitar seu próximo como a si mesmo. Ninguém é igual ao outro, mas podem ser irmãos de missão, ou inimigos de prontidão. Ninguém pede para ser santo, mas pelo menos entender as escrituras sagradas para compreender seus amigos e ou inimigos.
Sobre a passagem de Saulo de Tarso, vejam quantas mortes ele causou pela sua prepotência, perseguindo os seguidores de Jesus, até que um dia ficou cego pela luz que irradiou em sua face. São ricas experiências que o Mestre deixou para mostrar o outro lado.


Eu nunca pedi para seguirem o que escrevo, eu somente sou um historiador que consegue trazer o outro lado para este. Um dia Tia Neiva me chamou e disse: Meu filho! Muito cuidado com o que escreverá! Muitos não vão lhe entender e compreender! Tenha em mim sempre como base de uma vida revelada e oculta!
Isso aconteceu muito antes de eu começar a fazer meu livro diário. Eu, naquele momento, olhei para ela e sem entender o motivo quedei a pensar. Ela me viu pensativo e somente alguns anos as visões se revelaram com tal intensidade que eu fiquei sem saber por onde começar.
_ Comece pelo começo meu filho!
Foi então que como psicografia meu desejo era mostrar para o mundo as coisas resultantes desta confirmação da nova era. Minha cabeça via e minhas mãos escreviam os relatos que compunham a “minha história”.
Engraçado que teve outros médiuns neste planeta e não foram tão duramente perseguidos a ponto de quererem matar sua fé. Tia Neiva foi considerada doidinha pela medicina da terra e pelos encarnados. Após a confirmação de sua mediunidade passou a ser respeitada. Se eu não sou respeitado ela também não é, pois também sou filho e pai.
Aqui está o exemplo de Saulo. Porque me perseguem tanto. Eu sou irmão e ninguém me chamou para poder mostrar o que acontece dentro de um templo. Se todos ouvissem a voz da razão sobre suas mentes iriam sentir a sua verdadeira obra que é se tornar melhor para sua origem espiritual.
Eu estive esta noite vendo uma energia sendo ativada na aura. Ela é a energia luminosa (fosforescente). Ela desce do reino central e vai se acumulando na aura dos médiuns. São pequenas células cósmicas que só vão ascender quando houver fricção. Geralmente elas ascendem mais nos aparas, porque ao limparem suas auras com as mãos elas são aceleradas e entram em combustão. Ali a aura começa a brilhar e vai sendo transferida também aos doutrinadores. Ninguém a vê porque os olhos estão fechados, mas podem olhar pelos olhos do espirito.
É a coisa mais bacana que acontece, é magia pura, fenomenal. Eis que então muitos só vão conhecer esta realidade tendo alguém que traga para mostrar. Eu trouxe muitas noticias do céu e da terra. Não quero que ninguém me siga ou me torne diferente, sigam suas consciências, sigam Jesus, Seta Branca e seus mentores. Confiem em vocês mesmos para que um dia possam ter este merecimento de entender os mistérios não revelados.
Como disse a clarividente: “tem muita coisa que eu vejo, revelo e não acontece. Tem muita coisa que eu vejo, não revelo e acontece”. Os mistérios da fé. Ela tinha que manter sua missão em favor dos menos esclarecidos. Os esclarecidos já sabem o que querem. Foi para isso que Seta Branca a convidou para executar esta obra na terra. Para trazer a linha cristica do amor que aos poucos está sendo abandonada pela linha da violência moral ou imoral.
Foi então que eu compreendi a energia luminosa. Ela desce pura e aqui nós a moldamos com nossas mediunidades. Diz assim na contagem:
Salve Deus mestres aparas!
Meus respeitos com ternura por tudo que irão transmitir do céu para cultura deste trabalho!
Mantras coloridos medicinais, Prana, eflúvios luminosos, energias cristalinas, mantras coloridos medicinais!
Tudo em beneficio da cura dos cegos, dos surdos e dos incompreendidos!
Ho! Ninfas encantadas pelo reino central, elevem seus pensamentos a plenitude bendita do Reino de Iemanjá!
Neste momento é que acontece a transferência desta energia vital. As células do reino central vão descendo como flocos de neve e vão se acumulando em toda parte. Principalmente nas auras dos médiuns e pacientes. E, também, após a contagem serão remetidas aos hospitais, aos presídios, aos orfanatos e onde houver necessidade que pelo pensamento foram metalizados no canto de Koatay 108.
“Meu filho! Faça sempre o meu canto em sua missão! Este será o seu canto na minha procedência”. Salve Deus.
Muitas coisas eu não posso revelar quando a clarividente nos trouxe a cultura para o templo em formação. Foram quatro anos de dedicação e revelações. Agora, querer desmentir esta passagem seria o mesmo que chamar nossa mãe de mentirosa. Vejam no caso do vale dos deuses, quem fala contra é porque não presenciou o que ela falou. Mesmo ela noticiando em jornal ainda assim muitos desacreditam.
Se eu recebi um dom foi para modificar meu coração e assim revelando eu poderia também mudar outros corações. Não é assim no vale do amanhecer, mestres ensinando mestres. Então porque aprisionar na maldade os que são diferentes. Aprisionar aqui que eu relato é jogar todos contra alguém. Seria como um tribunal de exceção, onde todos se vestem de togas e vão ser juízes de suas vítimas.
A pior derrota para o cristianismo é se intitular julgador, sentenciador, condenador. Onde era para ser libertação passa a ser escravidão. Todos se tornam escravos de suas ilusões e preconceitos. Foram 450 anos de inquisição e parece que trouxeram para dentro desta missão os efeitos desta vida. Todos só estão inquirindo e não libertando.
Como disse Jesus: Dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”.
Eu digo aqui que nada mudou ainda nestes mais de 50 anos de missão doutrinária. Pode ter mudado alguém, mas todos ainda permanecem ligados as velhas tradições, aos velhos papiros, do olho por olho e dente por dente.
Cadê, jaguar, o amor que tanto falam. Cadê o evangelho de Jesus que suas bocas pronunciam e não seguem em suas vidas. Cadê os ensinamentos de Koatay 108 que deu sua vida em prol de todos nós. Eu não sei a quem mais mal fará, a nós ou a ela que trouxe esta abertura espiritual, sim, porque ela também responde por tudo que os mestres fazem nesta contagem.
Seja sincero e olhe para seu reflexo no espelho de sua vida.
Eu vou continuar fazendo minha parte. Quem quiser faça a sua e cumpra com seus mandamentos cármicos.
Jesus, meus irmãos, foi o homem mais perseguido desta terra por falar a verdade.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
08.12.2020

Mensagem do Ministro Ypuena – Kazagrande

A Seguinte mensagem foi gravada na Reunião de Componentes do Adjunto Ypuena em 12 de setembro de 2010. Abaixo republico um texto pertinente a este assunto, que postei no início deste Blog.

“Salve Deus meus filhos Ypuena!

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Durante a minha vinda, a minha descida até a mansão hoje, passei por vários jaguares desencarnados, que gritavam, me pedindo que ensinasse a eles a lei do perdão.

O perdão é uma força desobsessiva, que faz, naquele que a exercita, a cura.

O perdão é o maior de todos os dons que o jaguar pode manipular reencarnado. Por isso, Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha, base da Doutrina Crística, o Pai Nosso, aonde diz: “Perdoa as nossas dívidas se nós soubermos perdoar-lhes os nossos devedores.”

Eu temo meus filhos Ypuena, que alguns Jaguares, por não saber manipular a lei, a força do perdão, possam perder as suas reencarnações.

Jesus foi o símbolo, no orbe, nesse plano físico, que o perdão cura, o perdão constrói, o perdão faz curar os transcendentes dos que estão reencarnados sobre a lei física. Por isso meus filhos, Lucas, o apóstolo, descreve a crucificação do Cristo. “E Ele dizia em voz baixa e repetidas vezes: – Pai perdoa, eles não sabem o que fazem.”

Então meus filhos jaguares, meus filhos Ypuena, vamos exercitar o perdão aos nossos familiares, aos seus filhos, aos seus pais, aos seus vizinhos, porque o perdão é antes de qualquer coisa, a força maior que o jaguar pode doar a si mesmo.

E, como o exemplo começa em casa, eu quero que o Lacerda chame a sua ninfa à minha presença. (O Ministro Pede ao mestre Lacerda que peça perdão à ninfa Genis e fala também a ela para pedir perdão ao mestre Lacerda. Em seguida, o Ministro promove o pedido de perdão entre o contingente, que cada um peça perdão para os que estão ao seu lado, em voz alta).

Graças a Deus filhos! Salve Deus! Pai João já nos ensinou, há décadas: “Quando matamos, semelhamos aos animais, quando perdoamos somos a imagem e semelhança do Cristo.” Por isso essa força chamada perdão, está no povo Ypuena para manipular em favor dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos.

Esse Povo Ypuena, dentro da casa do Pai Seta Branca, exercitando o perdão, cura.

Por isso filhos, vim até vós no dia de hoje, para que nós todos pudéssemos usufruir dessa força e manipularmos o perdão ensinado pelo Cristo.

Quero pedir, nessa oportunidade, que vocês mantenham a conduta doutrinária neste fim de ano, sob todas as formas.

Vamos passar por pesadas turbulências até a Benção do Pai Seta Branca e o povo Ypuena, mais uma vez, será a porta aberta para que nela entre o perdão àqueles que nos estenderem as mãos pedindo socorro. (O Ministro pede ao mestre Lacerda que faça a contagem. Após a realização da contagem, volta a falar).

Salve Deus Lacerda! A missão está cumprida! Está consumada! Estou colocando em suas mãos, filhos Ypuena, uma rosa vermelha. Ela vem do jardim do Pai Seta Branca, o Simiromba de Deus! Boa sorte filhos! Salve Deus!” CTPY -12/09/10

Perdão? – Todo mundo erra…

Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: “todo mundo erra!”.

Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito.

A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre.

Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar.

Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição.

Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos.

No entanto, se você admite que “todo mundo erra”, porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias?

Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros?
Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo.

Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado.
Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa.

Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer.

Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes.

O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar.

Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm.

Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros?

Não tenho a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece.

Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão.

E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias.

Ou será que só nós temos o direito a tropeçar?

A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade.

As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.

Por essa razão, vale à pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos.

Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras.

Kazagrande

O Caminho da Nova Estrada – Vale do Jaguar

Talvez o maior exemplo de Jesus afirmar que devemos dar a face é nas situações extremas. Dar a face nesta grande crise doutrinária no plano física é-nos exigido. Também exige trabalho árduo para encaminhar todos aqueles espíritos que por Deus nos foram confiados. Exige o amor que o Divino e Amado Mestre, vibrou no seu coração quando crucificado apenas teve a pureza de compaixão para pensar “pobres eles, que não sabem o que estão fazendo!”.

Quando Jesus subiu à montanha, e deu esse fenomenal sermão ele apelava para o mais profundo perdão. Como poderemos quase exigir o perdão de nossos cobradores, mas não perdoamos o familiar que vive debaixo do nosso próprio tecto? Que contradição…

A vinda do Divino e Amado Mestre é um grande divisor de águas planetário, e até universal. Acabando a lógica do olho por olho e dente por dente, não teríamos construído pela nossa incompreensão humana, esse gigantesco mar de milhões e milhões de sofredores que hoje resgatamos em cada trono, em cada mesa evangélica, em cada estrela candente em que as Amacês pousam, e o ectoplasma dos jaguares encarnados alimenta, com todo o Amor!

Jesus, Divino e Amado Mestre, nos deixou o roteiro mais do que sinalizado para caminharmos até Deus, é esse o maior significado de todo o ritual da Iniciação Dharman-Oxinto: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida, ninguém irá ao Pai senão por mim.” Mas muitos preferem seguir o pastor perdido, o trino inventado, e o presidente fora da contagem. Quando nossa mãe canalizou a ideia do encontro comigo mesmo como está presente no grandioso e emocionante canto do Cavaleiro da Lança Reino Central (e em tantas outras preces e evocações do Acervo e Leis deste Amanhecer) é uma afirmação clara de que só encontraremos o nosso Eu, nossa verdadeira essência através da delapidação da nosso incompreensão, da nossa falta de sensibilidade, da nossa falta de amor.

Buscando, evocando e transmutando as nossas heranças transcendentais – e mais ninguém, além de nós mesmos poderá realizar esse processo interior, que é essencial para que cada jaguar possa voltar para a ansiada origem capelina – a nossa verdadeira casa do Pai e morada espiritual! Lembremos sempre: nosso espíritos milenares possuem toda a sabedoria, evolução e preparação para perdoar!

Vale do Jaguar

O Tibet e a Doutrina do Amanhecer – Numanto

Nesta nota iremos apontar alguns traços sacros trazidos do Oriente Maior, mais especificadamente do Tibet, local onde segundo nossa Mãe Clarividente houve o acolhimento do jovem Jesus, que foi levado até o mosteiro de Lhasa, por José de Arimatéia, para receber aculturamento monástico, bem como ter consagrada sua Iniciação na força dos Dalai-Lama, a mesma hoje trazida em Dharman-Oxinto no Vale do Amanhecer. O Mestre foi levado nesta jornada cultural e iniciática com a permissão de seus pais, José e Maria a fim de que bem preparado fosse para sua missão com os apóstolos e esta peregrinação aconteceu em torno de 18 anos seguidos; sendo este período não relatado na Bíblia.

A cordilheira dos Himalaias

O TIBET
O Planalto do Tibet é tido como o Teto do Mundo, por ser o lugar mais alto da Terra. Sua Majestade já se forma naturalmente com a belíssima e colossal cordilheira dos Himalaias. Acredita-se que a colonização humana do planalto tibetano de alta altitude tenha sido confinada às últimas centenas de anos do Holoceno. Uma investigação do sítio arqueológico de Nwya Devu no Tibete central, 4600 metros acima do nível do mar, com ocupação paleolítica de 40 a 30 mil anos atrás. Grandes são as chances de aqui ter sido o primeiro lugar de desembarque dos antigos “Equitumans”, quando chegados de Capella. Sua força é usada até hoje, e com grande influência espiritual em nossa doutrina temos a certeza desta afirmação quando menciona-se o “Mundo Encantado dos Himalaias” ou o “Grande Oriente de Oxalá” no Mantra à Simiromba.

Thubten Gyatso, o 13.º Dalai-Lama do Tibete, em 1932.

O KHATA, KHATAG ou HADA
É o nosso manto branco usado na Consagração de Enlevo. No Oriente é um cachecol de uso cerimonial no tengriismo e no budismo tibetano. Originou-se na cultura tibetana e é comum em culturas ou em países onde o budismo tibetano é praticado ou exerce influência.
O khata simboliza pureza e compaixão sendo usado ou apresentado conjuntamente com incenso em muitas ocasiões cerimoniais, entre elas ocasiões de nascimentos, casamentos, funeirais, graduações, na chegada e na partida de convidados. Geralmente tecidos em pura seda, normalmente, os khatas tibetanos são brancos, simbolizando o coração puro de quem oferece, embora seja comum encontrar khatas na cor amarelo-ouro. Os khatas tibetanos, nepalis e butaneses contém o ashtamangala. Também há khatas multicoloridos especiais.

Os khatas mongóis geralmente são azuis, simbolizando o azul do céu. Na Mongólia, khatas normalmente são amarrados a ovoos, estupas ou árvores e rochas especiais. Ao serem elevados em direção ao céu, ao divino aquele que o oferece roga sua energização, consagração em favor do recebedor e ao ser delicadamente colocado em seu pescoço, as mãos exercem puxões para baixo registrando os votos. Em nossa doutrina esta ritualística permaneça conservada e no ato de sua colocação os 3 (três) puxões registram em favor do missionário os votos de: AMOR, HUMILDADE e TOLERÂNCIA, em sua jornada. O filme “Sete Anos no Tibet”, protagonizado por Brad Pitt tem este item registrado em suas cenas de grande beleza.

O mesmo “lençol” usado em vários rituais do Vale como a Cruz de Caminho e na Centúria

O 108
O número 108 é considerado sagrado pelas religiões dharmicas, como hinduísmo, budismo e jainismo. Na tradição hindu, os Mukhya Shivaganas (atendentes de Shiva) são 108 em número e, portanto, as religiões Shaiva, principalmente os Lingayats, usam malas de 108 contas para oração e meditação. Da mesma forma, no Gaudiya Vaishnavism, o Senhor Krishna em Brindavan tinha 108 seguidores conhecidos como gopis. O recital de seus nomes, muitas vezes acompanhado pela contagem de uma mala de 108 contas, costuma ser feito durante cerimônias religiosas. A Tradição Sri Vaishnavita possui 108 Divya Desams (Templos de Vishnu) que são reverenciados pelos 12 Álvares no Divya Prabandha, uma coleção de 4.000 versos tâmeis. No jainismo, o número total de maneiras de influxo de karma (Aasrav). 4 Kashays (raiva, orgulho, vaidade, ganância) x 3 karanas (mente, fala, ação corporal) x 3 estágios de planejamento (planejamento, compras, início) x 3 formas de execução (ação própria, realização, apoio ou aprovação) de ação) = 108. No budismo, de acordo com Bhante Gunaratana, esse número é atingido multiplicando os sentidos cheiro, toque, paladar, audição, visão e consciência por serem dolorosos, agradáveis ​​ou neutros e, novamente, por serem gerados internamente ou ocorrendo externamente, e mais uma vez pelo passado, presente e futuro, finalmente obtemos 108 sentimentos. (6 × 3 × 2 × 3 = 108). Os malas ou rosários budistas tibetanos (Tib. Yl བ Wyl. Phreng ba, “Trengwa”) são geralmente 108 contas; às vezes 111, incluindo as contas do guru, refletindo as palavras do Buda chamadas em tibetano o Kangyur (Wylie: Bka ‘-‘ gyur) em 108 volumes. Os sacerdotes zen usam juzu (um anel de contas de oração) ao redor dos pulsos, que consiste em 108 contas. Japa mala, ou contas de japa, feitas de madeira tulasi, composta por 108 contas mais a conta da cabeça. O Sutra Lankavatara tem uma seção em que o Bodhisattva Mahamati faz 108 perguntas a Buda e outra seção em que Buda lista 108 declarações de negação na forma de “Uma declaração sobre X não é uma declaração sobre X”. Em uma nota de rodapé, DT Suzuki explica que a palavra sânscrita traduzida como “declaração” é pada, o que também pode significar “passo de pé” ou “uma posição”. Essa confusão sobre a palavra “pada” explica por que alguns afirmaram erroneamente que a referência a 108 declarações no Lankavatara se refere aos 108 passos que muitos Templos têm.
No Japão, no final do ano, um sino é tocado 108 vezes nos Templos budistas para terminar o ano antigo e dar as boas-vindas ao novo. Cada anel representa uma das 108 tentações terrenas (Bonnõ) que uma pessoa deve vencer para alcançar o nirvana. O prefixo espiritual conquistado por Natachan em sua última encarnação como Tia Neiva foi de Agla – Koatay 108, Salve Deus! Adjunto Numanto Mestre Juliano Leite

Japa Mala com suas 108 contas

Ser Agla

Ser uma AGLA significa estar no Segundo Verbo. Na Cabala Hebraica, Agla é uma palavra à qual se atribuem poderes para expulsar os maus espíritos. É formada pelas iniciais das palavras Athat, Gabor, Leolam e Adonai, tendo como significado “Poderoso e Eterno Senhor”. ADONAI é um dos 72 nomes que os antigos Magos davam ao autor da criação e, especialmente, invocavam este para determinadas operações da Magia. Em Hebraico, quer dizer “Meu Senhor”, sendo usado para designar Deus, Soberano Absoluto. No Antigo Testamento foi usado para substituir Yavé, pelos Judeus.
Por exemplo: estou no Segundo Verbo sou uma AGLA! Só podemos nos dar ao luxo de ser uma Agla quando temos consciência de todas as coisas e passamos pelas dores da Terra.Salve Deus!
Robertinho – Raio Lunar

A grandeza espiritual da Mesa Evangélica (Vale do Jaguar)

Quando participámos numa mesa evangélica, a cada doutrina cheia de amor, compreensão e compaixão o doutrinador eleva seu espírito, a cada elevação cabalística, ao exemplo do Evangelho Redivivo que Jesus registou com seu exemplo de vida. A cada entrega com leveza e elegância que o apara faz de um sofredor, esse espírito se liberta do sofrimento e nunca mais esquecerá a luz que o sol interior desse aparelho doou, como exemplo físico do amor incondicional com que Jesus curou e emanou há 2 mil anos atrás. A mesa evangélica é exemplo da emanação curadora nesta doutrina, que Jesus exemplificou com as suas mãos curadoras. Hoje o doutrinador cura e emana com essas mãos divinas, porque elas são projeção da Infinita bondade e misericórdia de Deus. O centro coronário do apara amoroso e esclarecido, elevará para Deus até aquele espírito que mais nenhuma corrente espiritual acreditava, porque a missão do Vale é levar a luz aqueles espíritos que até de si próprios entraram em Absoluto descrédito – isso é um perfeito exemplo prático do Evangelho Redivivo que o Amanhecer prega e impregna nos seus rituais belos e divinos!
Vale do Jaguar

Evangelho de Jesus – Adjunto Yumatã

“Neste Amanhecer ninguém precisa ser letrado, estudado, qualquer pessoa, qualquer ser humano que tenha condições de tomar conta de si, ele é capaz de desenvolver nessa corrente e trabalhar, trabalhar, produzir, ganhar bônus e evoluir, né? O nosso ensinamento, ele não é com base em estudos profundos, nada disso. Tia recebeu do mundo espiritual e trouxe para nós e eu quero dizer a vocês que ela nunca filosofou, nunca falou que o conhecimento lá era, nada disso.
Então, nós exercemos o Evangelho de Jesus todos os dias, agora, é claro, a evolução é na individualidade, é na individualidade, você é que sabe o seu grau, a sua condição, é você que sabe a necessidade que você tem de trabalhar mais ou menos, né? Eu jamais posso dizer pra alguém que ele tá trabalhando pouco ou trabalhando muito. Por quê? Porque quem, quando ele sente a necessidade busca, ele vai de encontro, quando ele está bem, melhor, ou não precisa tanto, ele diminui o ritmo, é assim que as coisas funcionam.”

Transcrição de aula retirada do livro aulas dos Sectores 
Adjunto Yumatã – Mestre Caldeira

Mensagem de Pai Seta Branca (1980/1981)

Meus filhos, Salve Deus!
As Ciências Sociais de hoje apresentam semelhantes princípios como novidades. No entanto, são antigos, porque o mundo, filhos, não foi feito só para um, no trato vulgar da vida.
Deus já lhes concedeu mil luzes na sua santa bênção. Porém, filhos, o ser vivo, condicionado, se esqueceu de seu relacionamento eterno. O Homem é uma entidade espiritual que só pode ser feliz conhecendo o caminho de volta ao seu lar espiritual, de sua origem, do seu reino, à personalidade em Deus. O processo para se voltar ao Supremo é um ramo do conhecimento diferente, e é preciso aprendê-lo no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Sim, filhos, o assim chamado avanço de conhecimentos não oferece imunidade contra a morte, a velhice ou a doença. O Homem cientista descobriu uma bomba nuclear que vai acelerar o processo de sua própria morte. No entanto, filhos, a Natureza maravilhosa não precisaria do cientista defensor, porque nela existem o nascimento, o crescimento, a manutenção, a transformação. Porque só sabe amar quem encontra a paz em Deus Pai Todo Poderoso.
1984!
Ciclo iniciático! Data natalícia do triste naufrágio de poderosas civilizações. Santuário perfeito onde galáxias de todo o Universo se comunicavam, e o Homem, dando vazão ao centro nervoso do seu terceiro plexo, recebeu o que era seu e foi levado pelo seu próprio crepúsculo.
Novamente as grandes metrópoles e o Homem desenvolvendo os átomos, a sua própria destruição.
Jaguar, meu filho, meu mestre, alertai!
Poderás caminhar em praias desertas, sem encontrar-se com um irmão. Poderás atravessar um castelo, sem se encontrar com o dono que lhe deu o endereço.
Sim, filhos, a desintegração, as grandes dores dos Mayas. Ao contrário dos demais, predominam influências positivas. Sim, filhos, no momento atual existem muitos intérpretes. Sendo a alma a raiz, vocês, filhos, serão os únicos que, imunes de qualquer desintegração, poderão proceder na Lei do Auxílio e proteger povo e povos que Deus, por missão, vos entregou. Lembrareis de tuas asas quando chegar a hora.
Sei, filho, da tua sede, acorrentado cinco ciclos sem subir a Capela. Sim, por Deus, toda a tua família sanguínea receberá a proteção da sua conduta doutrinária.
Filhos: sois a esperança de uma Nova Era, e tudo vos virá por acréscimo.
Salve Deus, filhos queridos do meu coração! A minha bênção.
Teu Pai, SETA BRANCA

Vale do Amanhecer, 31 de dezembro de 1980