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Porquê o Médium não deve Beber álcool? Trino Tumuchy

O sistema nervoso é o mecanismo intermediário entre o corpo físico, o mundo externo e o campo consciencional. O campo consciencional é a sede do “eu”, esse algo individualizado e portador da centelha divina. A centelha divina é a parte do mecanismo do Homem que lhe possibilita a existência. Ela proporciona a encarnação e a sustenta. Sem ela não existe a ligação entre o espírito transcendental, a alma e o corpo.

Rudimentarmente o sistema nervoso pode ser comparado com uma rede de distribuição de eletricidade, com seus fios, transformadores, subestações e uma de suas peculiaridades é dar passagem a energias por indução. Isso significa que a corrente nervosa “salta” de um ponto para o seguinte, não é contínua.

Esse e outros fatores básicos do sistema nervoso caracterizam a célula nervosa como incapaz de se reconstituir. Com isso não existe a regeneração do tecido nervoso.

O álcool, a heroína e seus derivados têm a capacidade de destruir a célula nervosa. Célula nervosa destruída significa perda de capacidade consciencional, diminuição do alerta mental, lerdeza do raciocínio, etc. isso tudo resulta na gradual irresponsabilidade do Ser Humano.

Esse fenômeno acontece quer se beba pouco ou muito álcool. Um pouco de álcool todos os dias causa efeitos mais danosos porque os resultados só aparecem lentamente.

Essa é a razão fundamental pela qual o Médium não deve tomar álcool, é que a Corrente do Amanhecer mobiliza e atrai energias extra-etéricas, cuja força só pode ser controlada por mentes equilibradas. Por isso é preferível que o Médium não ingresse na Corrente se não puder deixar o hábito de beber, pois ele se prejudicará mais se tentar pertencer à Corrente e tomar álcool.”

Instruções Práticas – Fascículo 04
Sob os Olhos da Clarividente
Trino Tumuchy Mestre Mário Sássi