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Guias Missionárias (Acervo Tumarã)

As Guias Missionárias são espíritos de alta hierarquia, vindas do Reino de Zana destacadas para proteger e acompanhar as ninfas do Amanhecer, que as escolhem por afinidade. Realizam grandes trabalhos no espaço, completando os que suas ninfas protegidas fazem na Terra. Em todas as situações, elas estão ajudando e participando da jornada das ninfas, exceto quando alguma ninfa se coloca fora da conduta doutrinária, o que faz com que sua Guia Missionária não tenha condições de se aproximar, por força do padrão vibratório.

As Guias Missionárias são como verdadeiros Anjos da Guarda, manipulando todas as forças que as ninfas emitem ou recebem. Quando uma ninfa está escalada para um trabalho, sua Guia Missionária comparece antes, já tomando todas as providências, no Plano Espiritual, para sua correta participação. Quando a ninfa está escalada e não comparece por motivo de força maior, sua Guia Missionária participa do trabalho e irradia as forças necessárias para ajudar e proteger a ninfa para vencer a dificuldade que a impediu de comparecer. Mas triste é quando uma ninfa deixa de cumprir sua escala por preguiça ou displicência, e fica isolada, abandonada por sua Guia Missionária que parte para fazer o trabalho para o qual foram escaladas, deixando-a sem qualquer proteção e sem receber os benefícios daquele trabalho.
Quando a ninfa desencarna, sua Guia Missionária a recepciona no plano astral, conduzindo-a para Pedra Branca. Zana é o reino das grandes falanges missionárias do Espaço e de lá se projetam as forças para serem manipuladas pelas Guias Missionárias e pelas ninfas nos Sandays que trabalham com as forças das Estrelas. A força de uma ninfa com sua indumentária de missionária, que se soma a todas que já possui, procede diretamente de Zana, através de sua Guia Missionária.

Observações Tumarã – José Silva

Ser Comandante… Kazagrande

Estar no Comando, ou SER Comandante

Para os médiuns que participam de um trabalho coletivo, principalmente os iniciáticos, o Comando tem um valor imensurável! Um comandante pode tanto manter a atenção, e sintonia, dos participantes, como ser o elemento desagregador, que permite os pensamentos “escaparem” da finalidade que os reuniu.

O Comandante deve ter “emanação”! A maneira como conduz o trabalho deverá contagiar aos participantes, que literalmente sentem a energia emanada. Muitos são comandantes “perfeitos” … Emitem e fazem a lei certinho, cumprem todo o ritual com perfeição, mas não trazem a emoção necessária. É preciso vibrar com o comando, sentir-se feliz, motivado e com real intenção de transmitir este sentimento por seus gestos e palavras.

Aprender a fazer tudo certinho é fácil: basta seguir a Lei! Mas muitos não possuem o necessário carisma da condução, e isto não é nenhum demérito! Pois somente é preciso ajustar-se dentro daquilo que pode fazer bem. Recordo sempre o Adjunto Janatã, Mestre José Luiz, que certa vez fez o seguinte comentário: “Tem muito Arcano que deseja comandar a Estrela apenas por ser Arcano sem nunca ter sido um Comandante antes. A Estrela é para os Comandantes”. Para comandar o maior trabalho desobsessivo de nosso Planeta, a Estrela Candente, é preciso SER comandante!

Mas não é apenas na Estrela. Todos os trabalhos requerem uma voz ativa, firme, mas que interprete, vivencie verdadeiramente a Lei e o Ritual! Não tem como comandar nada sem saber o que está acontecendo naquela hora. Tem que saber, e, na vibração da realização, ir esclarecendo aos que são convidados. Sim, pois convidar os participantes de um trabalho que irá comandar é papel do comandante! Chegar de “boneco” com tudo pronto, só para comandar??? Salve Deus! É preciso vibração, antes e durante o trabalho, para que depois do trabalho a vibração permaneça entre os que participaram! Se não… Acabou o trabalho e o médium sai falando do futebol que estava pensando dentro do trabalho e não da grandeza da realização que acabou de fazer.

Salve Deus! O Vale do Amanhecer traz uma Doutrina repleta de opções para todos! Só precisamos “escolher”, sentir, onde nos encaixamos melhor e servimos de maneira mais efetiva. Quem não sente a emoção do Comando, por vezes se realiza plenamente doutrinando espíritos, ou auxiliando em tantos trabalhos disponíveis. Assim como alguns consideram “chata” a função de Devas, e não vão se realizar ali, outros sentem como a função mais importante da Doutrina… Sabem qual a função mais importante da Doutrina que você pode livremente assumir? Aquela que se sente bem fazendo e percebe que faz bem aos outros quando você está ali.

A vaidade em querer comandar apenas para ser o boneco traz prejuízos muito grandes para todos: para o corpo mediúnico onde os pensamentos se dispersam, para a Espiritualidade que prepara todo um ambiente que será pouco aproveitado, para os irmãozinhos que igual aos médiuns se aborrecem, e principalmente para o comandante… Pois assume para seus ombros o custo de tudo isso.

Kazagrande

Escala de Trabalho (Cavaleiro Verde)

Tia disse que um dia ela estava atendendo um paciente ali e viu que enfrente os Tronos tinha um Cavaleiro, um Espírito assim muito alto, muito bonito e aquilo, ela começou a sintonizar com aquele Cavaleiro e ela foi dando uma inquietação nela, começou uma inquietação, inquietação…

E ela veio e perguntou para ele:

  • Ô, Meu Pai, o senhor… Eu posso servir o senhor em alguma coisa?
    Ele disse:
  • Não, é porque o meu Comandante está escalado aqui hoje, mas ele não veio.

Ficou à tarde inteirinha ali em pé na frente daquela primeira fila dos Tronos e ela atendendo ali atrás do Cristo e olhando ele e quando o Comandante se posicionou na Pira ele se posicionou também na Presença Divina para encerrar o trabalho.

São coisas mestres que os senhores não sabem, mas isso é o quê? Aquele Mestre que se escalou, mas não veio, não deu satisfação a ninguém também. Mas o Cavaleiro dele estava lá e cumpriu toda a escala dele. Agora, quando é que ele vai pagar isso no Céu? Pense quanto será tirado dos bônus/horas dele!

Porque muitas vezes ele está em casa e não está preocupado com isso. “Ah, eu estava escalado aí, mas, ah, mas eu não vou não, lá tem mais gente que faz se eu não for.”

Não! Mas a escala tá no nome dele, por que essa escala não é física, ela é espiritual!

Não é uma escala para você capinar ali, pra você remover ali, pra você puxar.
Não!

É uma escala espiritual, um trabalho na linha de Deus Pai Todo Poderoso e isso é chamado de consciência.

Tia Neiva

Vale do Amanhecer 11 de Setembro de 1984

Poder das Escaladas – Tia Neiva

“O dia já estava clareando quando consegui arrastar para a Estrela dois espíritos, ex-obsessores de terríveis vibrações, que já estavam se aninhando no subsolo do Hospital Distrital, se aliando aos cobradores para conturbar os enfermos. Às doze horas fui assistir à primeira consagração. Tudo correu bem, até que, às três horas, uma avalanche de espíritos chegou, com muita fúria, querendo o seu chefe. Fizemos uma escalada ou uma consagração especial, e lá se foram todos… Salve Deus! É o que fazemos nas escaladas. Pense na paz daqueles doentes!”

Tia Neiva, Vale do Amanhecer, 26 de agosto de 1976