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Apará ou Preto Velho – Kazagrande

Quando um paciente, mesmo que seja um médium sem uniforme, ingressa em uma fila de atendimento dos Tronos, todo um preparo espiritual para aquele atendimento é iniciado.
Uma verdadeira Contagem de forças é realizada para que o paciente passe com a Entidade que esteja dentro da sequência de trabalhos que ele necessita para aquele dia. Já repararam como o término de um atendimento é diferente? Como em algumas situações a Entidade se estende com um assunto simples e outras rapidamente encaminha o paciente para outro setor, mesmo parecendo casos “idênticos”? Pois é… Nós não vemos, o Apará normalmente não sabe, mas está ocorrendo uma Contagem para que determinado paciente passe com a Entidade que a ele foi designada naquele dia.
Quando o paciente “quebra” esta Contagem, escolhendo a Entidade, ou melhor dizendo, o Apará com o qual deseja passar, ele está saindo de todo um preparo que estava sendo realizado desde o momento em que decidiu ir ao Templo.
Infelizmente situações como estas são comuns, e se passam exclusivamente pela falta de esclarecimento. Todas as Entidades que se manifestam nos Tronos, para o atendimento e comunicação, são Entidades de Luz! Não é um supermercado onde se escolhe pela “marca do produto”. A afinidade com o Apará não pode ser considerada como fator de confiabilidade, pois quem atende é a Entidade e esta pode estar no “mais perfumado” ou no médium de uniforme mais surrado.
Um paciente “novato” pode querer consultar com a Entidade de seu conhecido, do médium que o trouxe até o Templo, mas isso só deve ocorrer naturalmente, se ao chegar sua vez de ser atendido, seja encaminhado justamente para este Trono… E creiam, isso se passa com frequência e naturalidade. Sem forçar, sem criar situações desagradáveis.
Por outro lado, o Comandante escalado para o setor de Tronos deve ser um médium verdadeiramente preparado. Entenda-se preparado como aquele que tem consciência que rege um trabalho de Luz, e a Humildade, Amor e Tolerância são os pré-requisitos fundamentais! Além é claro da elegância e o fraterno sorriso acolhedor, característico de quem verdadeiramente abandona a personalidade e trabalha na Individualidade dentro do Templo.
Ao deparar-se com pacientes que desejem “escolher” a Entidade, deve ser firme, esclarecer com educação e tranquilidade os motivos pelos quais se deve obedecer a Contagem Espiritual que se faz presente nas filas de espera. Porém, face a insistência daqueles que depositam sua fé nas aparências, não deve se desarmonizar e deixar que se coloquem a mercê dos próprios desejos e não dos caminhos traçados pela Espiritualidade… Salve Deus! O livre-arbítrio é soberano.
Mas Mestre, eu não posso escolher o Preto Velho com quem tenho afinidade de passar então?
Salve Deus! Você tem fé? Se tiver fé, saberá que a Espiritualidade lhe encaminhará exatamente para onde seu merecimento e sintonia permitirem!
Kazagrande

Junção Evangélica – Kazagrande

A Junção Evangélica é, como a Junção, um trabalho magnético em que se manipulam sete forças ectoplasmáticas de diferentes naturezas, projetadas pelo aton dos Doutrinadores, que aplicam os passes nos pacientes e vão atuando nos elítrios com o objetivo de os libertarem de suas ações negativas.

Um Doutrinador ficará com a responsabilidade de fazer uma triagem com os pacientes que vão saindo da Cura, convidando aqueles que foram indicados para passar na Junção para tomares seus lugares na Junção.

O Comandante da Junção, que tem que ser, no mínimo, um Centurião, providencia o maior número de Doutrinadores, que devem ser já Iniciados, e os coloca nas partes laterais, com o mínimo de sete mestres de cada lado.

Se houver impossibilidade de contar com um número maior de Doutrinadores – mestres e ninfas – pode o trabalho ser feito com o mínimo de sete, que aplicarão o passe em todos os pacientes, mesmo que estes estejam ocupando os dois bancos.

No Aledá, situado atrás do Comandante, ficam sentados sete Aparás – mestres e ninfas – que devem ser, no mínimo, já iniciados.

Enquanto aguardam o início do trabalho, devem ir emitindo mantras, harmonizando o ambiente.

INDUMENTÁRIAS

O Comandante não precisa usar a capa;

Os mestres e ninfas podem participar com qualquer uniforme: o branco, o marrom ou de indumentária.

A JUNÇÃO EVANGÉLICA

Estando correto o número de médiuns, devidamente posicionados, e com os pacientes distribuídos pelos dois bancos, pode ser iniciado o trabalho. Existe, ainda, a possibilidade de, na formação para o trabalho, haver pequeno número de pacientes, caso em que pode ser ocupado apenas um banco e serem somente sete Doutrinadores para dar os passes.

Acomodados os pacientes e os médiuns, após terminado o mantra que estiver sendo emitido, o Comandante toca levemente a sineta e dá início ao trabalho, abrindo o plexo e dizendo: (TEXTO DA LEI)

Todos os Doutrinadores ficam de pé, abrindo seus plexos (posição de antenas) e aguardam o Comandante fazer o convite às entidades: (TEXTO DA LEI)!

Os Aparás incorporam – podendo permanecer sentados ou ficar de pé – e os Doutrinadores iniciam o Hino da Junção, que deverá ser emitido, no mínimo, duas vezes, e começam a aplicar os passes nos pacientes, a partir dos mais próximos ao Aledá.

Os sete primeiros Doutrinadores vão, sem pressa e sem apertos, aplicando os passes e, havendo mais médiuns, estes vão ocupando harmoniosamente o lugar dos que se deslocaram para dar os passes, sempre com os plexos abertos e emitindo o mantra.

Após terminar o passe no último paciente, o Doutrinador vai até o espaço entre os bancos e faz a reverência na direção do Comandante, e retorna ao seu grupo, sempre emitindo o mantra e com o plexo aberto.

Enquanto os médiuns aplicam os passes, o Comandante emite três vezes a Prece Luz e aguarda o término dos passes e do Hino da Junção para, então, emitir: (…)

O Comandante toca a sineta e agradece às entidades incorporadas. Os Aparás, na medida em que desincorporam, vão ficando de pé.

O Comandante encerra o trabalho:

TERMINO ESTE TRABALHO DE JUNÇÃO EVANGÉLICA, PEDINDO AO SENHOR QUE ILUMINE A MINHA CONSCIÊNCIA PARA QUE SANTIFICADO SEJA O MEU ESPÍRITO ALGUM DIA! SALVE DEUS!

Em seguida, o Comandante agradece a participação dos médiuns e recomenda aos pacientes que sigam as instruções das entidades, informando que estão liberados daquele trabalho.

Os médiuns emitem o Hino do Doutrinador e saem, em harmonia, atrás do último paciente.

Não há chave de encerramento da Junção Evangélica.

Kazagrande

Conquistas no Amanhecer – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Nossa concepção da Doutrina do Amanhecer ainda é vista dentro da visão humana, esperamos por parte de nossos mentores ações que sejam relacionadas com nosso dia a dia onde a saúde, os valores materiais possam nos proporcionar uma vida confortável, sem as adversidades inerentes a nossa existência ou ao plexo físico.
Tia Neiva em seus inúmeros textos nos diz que “Enquanto tiveres um plexo físico, enfrentarás nascimento, crescimento, doenças e a morte” e mais efusivamente nos diz que “Ninguém dá nada para ninguém e ninguém tira nada de ninguém”.
Os Mentores que nos assistem estão em um nível evolutivo que não tem muitos de nossas emoções, mas prevalece o “amor incondicional”. O amor que não exige nada de volta, nada em troca dessa forma, uma das frases lapidares que temos é que “De graça recebestes, de graça darás”, assim, não recebemos nenhum valor pecuniário pelas possíveis curas que são realizadas em nossos templos e tem como uma representação maior o “Cristo caminheiro com as mãos estendidas” bem no centro da nave de nossos templos.
Em nossa doutrina não se faz “acordos” e tão pouco realiza-se demandas, disputas , sejam de elas de qualquer natureza.
Mas, mesmo com tudo isso somos essencialmente movidas por uma lei cristica, onde dado a cada um segundo seu merecimento, traduzindo você conquista tudo aquilo que deseja, no que é feito dentro de uma contabilidade espiritual. Quem rege, comanda, contabiliza seus bônus espirituais os distribui segundo as necessidades mais urgentes na vida do médium e, com certeza, seus cobradores são os primeiros a serem “pagos”, dessa forma a vida do médium vai se equilibrando a medida que ele se envolve na lei do auxílio, energizando seus chacras e plexos através de seu trabalho e suas consagrações.
Ainda nos falta muito a conhecer sobre essa delicada e complexa relação com esse mundo etérico e somente a evolução, a conquista dentro das consagrações honestas suas classificações serão registradas e sua força, sua mediunidade vai sendo aprimorada e sua luz aumentada onde certamente, será um farol que brilha na noite escura.
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho/2020

Mestre Sol e Mestre Luz – Kazagrande

No início de nossa organização do Corpo Mediúnico, com a formação do Mestrado, Tia Neiva trouxe duas classificações diferentes para os Doutrinadores: Mestre Sol e Mestre Luz. O objetivo era que, pela sua Clarividência, já determinasse nos primeiros passos, a disposição transcendental do Mestre para determinados Comandos.

Lembremos que o objetivo de trazer o Mestrado, pela Elevação de Espadas, era a preparação para a Estrela Candente.

Com o descortinar de sua visão, para uma missão ainda maior, trazendo a Centúria e novas classificações, a determinação da primeira classificação, em Mestre Sol ou Mestre Luz, passou diretamente à intuição dos Devas. Assim como as Falanges de Mestrado e Povo.

Nas primeiras classificações realizadas pelos Devas, além da natural intuição dos grandes Mestres Barros, Fróes, Capuchinho e Jorgito, levava-se em conta se o Mestre residia no Vale. Pois um Mestre residente teria mais facilidade para assumir os comandos e escalas, sendo consagrado como Mestre Luz.

Hoje a diferença principal fica pela determinação preservada de que somente um Mestre Luz poderá comandar a Estrela Candente e o Sanday de Indução. Ambos são Doutrinadores e dispõem das mesmas forças.

O Mestre Sol é o Regente da Estrela, obedece a escala do Primeiro Mestre Sol da Estrela Candente, Mestre Nelson Cardoso, Adjunto Janarã. Na Regência, ele ocupa o projetor de destaque e tem a missão de reger no trabalho em sua área Cabalística, ao passo que o Mestre Luz, obedecendo a escala de Comandantes Janatã, exerce o Comando verbal ativo. São apenas missões diferentes, ninguém é mais que ninguém!

Kazagrande

Trabalho de Contagem – Jairo Zelaya

O trabalho de Contagem foi trazido para a manipulação de correntes negativas mais pesadas, que muitas vezes atrapalham os trabalhos. As primeiras Contagens ocorriam sempre que nossa Mãe sentia o Templo pesado, com prejuízo para os médiuns e pacientes. Na época, o Comandante do Dia suspendia tudo e fazia uma Contagem, a qualquer momento, depois os trabalhos eram continuados.

Nossa Mãe explicava que, quando o comandante faz a harmonização, emissão e canto, é formada uma “redoma” em volta do Templo ou do lugar onde é realizada a Contagem, motivo pelo qual ninguém pode entrar nem sair do ambiente até o término desse trabalho.

Dentro dessa redoma, o comandante convida os médiuns a mentalizarem as forças da natureza – as matas, os mares, as cachoeiras, etc, fazendo com que a força nativa seja atraída para dentro.

Depois, o comandante pede a mentalização dos problemas, dos hospitais, presídios, dos que sofrem, atraindo as correntes negativas que atrapalham os que estão sendo vibrados, assim como as que se fazem presentes no ambiente, e enviando as energias positivas para os que são vibrados, fortalecendo e iluminando seus caminhos.

Em seguida o Comandante faz sua evocação, pedindo ao Mestre Jesus e ao Divino Arakém a iluminação da Contagem com a presença do Povo de Cachoeira e das Sereias de Iemanjá, que vem justamente manipular e preparar as correntes e espíritos negativos ali contidos para a elevação. Após a vinda do povo das águas, todos ficam de pé, emitem o mantra Simiromba para a impregnação fluídica e três elevações, pelos Doutrinadores.

Nossa Mãe disse que, durante a elevação, a “redoma” explode em luz, e o trabalho é encerrado, deixando apenas a emanação suave do povo das águas.

Jairo Zelaya

Conhecendo nossa emissão!

A emissão é o canto de nossa procedência, nossa apresentação individualizada, um código hierárquico contendo tudo o que foi conseguido por nossos trabalhos e por nossas consagrações, para ser ouvido em outros planos, em outra dimensão, formando uma força giradora vertical que faz com que possamos mergulhar em nossa individualidade para melhor nos ligarmos à Espiritualidade Maior.

É a linguagem das Legiões, do médium desenvolvido, que está “a caminho de Deus”, na jornada para a vida eterna. É o canto universal dos mundos onde não há inércia!

É sempre bom que, mentalmente, aqueles que vão participar do trabalho façam suas emissões, em silêncio, buscando as forças cósmicas, junto com o Comandante.

Em muitos trabalhos, por questão prática de tempo, as emissões são feitas em conjunto.

A emissão abre um canal, que atravessa o neutrom, pelo qual flui a força de que um médium dispõe naquele momento, e é captada pelo Eixo Solar.

Já vimos o que é a Emissão, agora vamos intercalar e perceber as suas palavras.

-… Eu Jaguar mestre …( JAGUAR NAS LEGIÕES, QUER DIZER UM MESTRE QUE TEM A CAPACIDADE DE INTEGRAR E DESINTREGAR UMA FORÇA).

Sempre que for abrir um trabalho, é pela emissão que o médium abre o canal de comunicação com os planos superiores, cujo nível de alcance vai depender muito da sintonia e harmonização do médium. Assim, o alcance da emissão é variado e nunca temos como saber ou avaliar até onde chega e, por conseguinte, o que recebemos.

Da emissão constam as características da individualidade do médium: Falange, Povo, Adjunto, Classificação, Cavaleiro ou Guia Missionária, Turno, Estrela e Turno Cabalístico, obedecendo ao modelo que é fornecido, a cada médium, pelos Mestres Devas.

  • Mestre sol/luz…(Mestre Sol ou mestre Luz, são duas forças. E nenhuma é melhor ou pior que a outra, são apenas diferentes. O mestre Sol é um mestre que recebe uma força de harmonia, uma força de mentalização. Já o mestre Luz é um mestre que recebe uma força de comando).
  • …Da Falange…(Refere a falange do mestrado, que recebemos quando fazemos a Elevação de Espadas).

A emissão deve ser feita com firmeza, porém suave, sem pressa, sendo as palavras emitidas clara e pausadamente, sem ser gritada, sem atropelos ou vacilações.

-…Vindo do 7º raio…(Todos nós somos 7º raios. O adjunto é 7º raio do seu ministro. Nossa Mãe era 7º raio de Koatay 108).

Não deve ser precedida a emissão de coisa alguma que não um “Jesus, Divino e Amado Mestre” ou um simples “Salve Deus!”. Muitos usam muitas palavras dispensáveis, que não têm qualquer efeito prático senão o de prolongar suas emissões.

-…Na ordem do ministro…(nome do ministro do nosso Adjunto de povo).

-…Na linha do mestre…(Nome do nosso adjunto).

-…Em missão do adjunto…(Nome do ministro do adjunto, do Templo que estamos trabalhando permanentemente, quando não é o nosso adjunto de raiz).

-…Koatay 108 mestre…(Nome do adjunto).

-…Com os poderes de Olorum…(Olorum é um oráculo que rege o mestre e a ninfa Lua).

-…Tenho meu Deus e ministro Obatalá…(Obatalá é um oráculo que rege o doutrinador).

-…Das três forças ligadas aos poderes deste amanhecer…(As três forças são Pai, Filho e Espirito Santo).

Quando errar a emissão, o médium não deverá perder o controle e nem se desarmonizar, podendo corrigi-la, sem necessidade de recomeçá-la. Caso dê um branco e não haja como se recuperar, calmamente emite: “Eu, mestre …. (ou ninfa), parto com -0-// em Cristo Jesus!”, e pode estar certo de que abriu um canal de emissão com a Espiritualidade.

A emissão deve ser feita sempre de pé, para que as forças projetadas pelos planos espirituais sejam recebidas pelas mãos do médium, penetrem em sua aura e se irradiem para os chakras, energizando-os, enquanto ele fala, plenamente consciente do que está emitindo. Aquele que não de posiciona corretamente ou não se concentra na sua emissão, nada recebe, porque não abre qualquer canal.
Quando houver uma situação em que um médium do Amanhecer se veja envolvido por vibrações pesadas, desequilíbrios em que perceba a necessidade de buscar suas forças extrasensoriais, em qualquer hora e em qualquer lugar, pode ele fazer sua emissão e seu canto. Caso não haja um lugar discreto onde possa fazê-la como recomendado, pode fazer uma rápida mentalização, vendo-se de pé diante de Pai Seta Branca, fazendo sua emissão e canto, também mentalmente. Dessa forma, estará abrindo seu canal da mesma maneira.

Em sua “Partida Evangélica”, o Mestre Tumuchy nos disse que: “Quando emitimos, estamos falando de uma coisa que está dentro de nós e que está fora de nós. É um perfeito contato com o Universo. É a integração no Universo pelo mergulho na individualidade!”

O médium deve treinar muito sua emissão, para que possa fazê-la corretamente. Pode fazer lendo, até que consiga memorizá-la. É melhor agir assim do que se perder em meio à emissão.

“O médium desenvolvido recebe a sua emissão. Emissão é um canal na linha horizontal que capta as forças que atravessam o neutrom.
O médium desenvolvido é responsável por dois canais de emissão, que se cruzam e são ligados no seu interoceptível, formando seu equilíbrio na conduta doutrinária, donde se vê o poder que se levanta em um Mestre Lunar.
Observe, também, que o simples Apará, em força ou emissão menor, também tem suas emissões diretas.
Sem mestres iniciados, o médium que não tem suas emissões em heranças transcendentais está sempre em desequilíbrio.
Sim, o interoceptível é como uma balança, onde nossa cabeça é o fiel desta balança. Pesando só terra, entra em desequilíbrio.”

(Tia Neiva, 8.4.79)
POR QUE SE FAZ UMA EMISSÃO? A emissão é o canto de sua procedência. É um código hierárquico do Amanhecer a outros planos, para se ouvir nos receptores de outros planos, em outra dimensão. É, também, a linguagem das Legiões, dos Homens que se encontram a caminho da vida eterna. É o canto universal dos mundos onde não há inércia.
Se estou com -0- é evidente que já sei subir para trabalhar.

  • BARRA SIGNIFICA “ATENÇÃO (ALERTA)” QUANDO VEM ANTES DE UM ZERO

BARRA: DEPOIS DE UM ZERO –SIGNIFICA “ESTOU CONSCIENTE”.

// BARRA BARRA – SIGNIFICA QUE O MESTRE ESTÁ EM FAVOR DO SEU CAVALEIRO, DO POVO DA LEGIÃO.

-0-0-// BARRA ZERO, BARRA ZERO BARRA, BARRA BARRA – SIGNIFICA ESTOU ALERTA, COM ESCRAVA E EQUIPAMENTO (INDUMENTÁRIA, LANÇA) E EM FAVOR.

X (XIX) QUER DIZER POVO, FORÇA DESCRECENTE.

Pensamos naquele homem que, apesar de sua força, só sabia dizer: Senhor, Senhor, pelo amor de Deus!. Sim, filho, este homem recebia na Linha Mater do homem piedoso. Cansado de pedir, subiu às Legiões e partiu com -0-0- em Cristo Jesus. Salve Deus!

Dimensão espiritual da Mesa Evangélica

A Mesa Evangélica se compõem por três planos independentes e correlacionados, apenas, pela própria Espiritualidade, que trabalha cada plano de acordo com suas necessidades. Não existe corrente circulando na Mesa Evangélica, mas, sim, uma projeção da Corrente Mestra, que
proporciona aos médiuns condições para realizarem seu trabalho. Cada lado do triângulo da mesa representa um plano, para onde são conduzidos grupos de espíritos – exus, sofredores, espíritos
saídos de Pedra Branca e obsessores retirados de suas vítimas ,sendo difícil serem conduzidos espíritos da mesma categoria aos três planos. Cada categoria é reunida e trabalhada em um plano em uma lateral do triângulo. Pela concentração do Doutrinador que está no farol se torna mais fácil a chegada dos espíritos à Mesa Evangélica. Autor desconhecido

[Livro » Baixar] O Centurião – Kazagrande

Sinopse/Resumo: Livro do Adjunto Anavo, administrador do blogue “Exílio do Jaguar” que traz a maior parte do conhecimento doutrinário que o médium que consagra a Centúria deve possuir! A centúria é o compromisso em saber, conhecer e estudar boa parte do Acervo de Luz, estar preparado para emanar, esclarecer, comandar e ser comandado… Há que ter conhecimento doutrinário para isso! Vale do Jaguar

A Contagem de Arakém – Tia Neiva

“Eu preciso lhes explicar uma coisa, filhos, apesar de saber que isso é do conhecimento de vocês.

O trabalho de Contagem é um canal de emissão que é aberto do Reino Central até a Terra.

É um túnel energético onde algumas centenas de Cavaleiros da Legião de Mestre Lázaro, o Cavaleiro da Lança Vermelha, o Cavaleiro da Lança Rósea e o próprio Mestre Lázaro, guardião dessa Contagem, estão alertas.

Nenhum segundo da Contagem de vocês pode ser perdido, pois este é um dos trabalhos mais preciosos na Contagem do Mestre Jaguar.

O Grande Arakém, mentor da Contagem, muitas vezes tem que intervir pessoalmente para que ela siga até o fim, pelo descuido de um mestre, pelo pensamento errado, pela vibração fora de hora.

O trabalho de Contagem é uma transmutação de forças capaz de retirar um câncer de um doente, capaz de trazer à vida um morto, capaz de fazer andar um aleijado, de um cego ver e de falar um mudo.

Talvez vocês não soubessem disso..!

Portanto, filhos, quando vocês ouvirem a chamada para a Contagem e quiserem realmente participar desta Cabala Divina, façam-no com equilíbrio e amor.

Pois se não estiverem preparados, não poderão fazer. É preferível se retirar da fila, entrar num dos Castelos ou, simplesmente, não participar.

Salve Deus,

Meus filhos..!

Espero ter podido contribuir para o conhecimento de vocês.

Então, filhos, uma Contagem é um trabalho cabalístico dos mais refinados que existem.

São como fios de ouro tão tênues que basta um movimento errado e tudo estará perdido.

Mesmo o mestre que conversa lá fora é capaz de quebrar todo o encanto que foi realizado.

Agora que vocês sabem, transmitam para os outros, pois Pai Seta Branca perdoa quem não conhece, mas jamais perdoará quem conhece.

Salve Deus, meus filhos..!

Vou-me daqui na certeza de que deixo em seus corações uma fagulha do meu amor, que não é pequeno, filhos.

Que vocês tenham um mês repleto de realizações e de grandezas.

Salve Deus!”
Tia Neiva