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Cruz de Caminho (Acervo Tumarã)

Quando Pytia saiu de Delfos e foi ao encontro dos reis de Esparta, o fez motivada pela sentença que os soberanos espartanos haviam dado aum casal de reis, subordinados a Esparta, que por não terem filhos, seriam executados para que dessem lugar a outra dinastia.
Pytia, em sua clarividência, viu o quadro e partiu em socorro daquele jovem casal, enfrentando todo um povo, que era o único na Grécia a não aceitar o Deus Apolo.
Chegando a Esparta, onde já eram conhecidos os fenômenos a ela atribuídos, foram- lhe colocadas as atacas. Desafiada pelos reis perante o povo, para que demonstrasse sua força.
Pytia fez com que os tambores da tropa rufassem para espanto geral. E, reconhecendo os poderes da pitonisa, os reis concederam clemência aos condenados, que partiram para o exílio e, localizando-se em um castelo solitário, passaram a se dedicar à cura daqueles muitos necessitados que vagavam pela estrada. Para marcarem o caminho de seu castelo, fincaram uma cruz. Daí a origem Cruz do Caminho.
A Cruz do Caminho é um trabalho altamente iniciático. Há poderosos cruzamentos de forças curadoras, que exigem perfeito ritual e contagem, pois se realizam na presença de Mãe Yemanjá, dos Ministros, Sereias e Magos.
“A Cruz do Caminho emite eflúvios quando estamos no trabalho. Ela gera uma força giradora que sobe e que desce: sobe energia vital e desce energia extra-etérica. Dá forças ao médium por 30 dias, conforme o dia da lua, pois possui a força da lua e também a força do sol, sendo mais intensa a força da lua. A cruz do caminho é um trabalho de energização. Ao participar de um trabalho como esse, você se ilumina interiormente, tem força e prepara o seu sol interior e de uma lua para a outra você continua a receber toda essa força que foi gerada”. (Tia Neiva)

Observações Tumarã – José Silva