Amigos e inimigos – Trino Tumuchy

  1. Amigos e Inimigos

Você vai encontrar muita gente no Vale. A maioria você não conhece mas sempre encontrará alguns que conhece. Pode até encontrar alguns amigos e alguns inimigos. Ou pode acontecer de você antipatizar com alguns ou simpatizar com outros. Bem, isso acontece em qualquer outro lugar da vida, não é verdade? Então, qual é a diferença?

A diferença é que no Vale do Amanhecer só existem dois tipos de pessoas: Médiuns e Pacientes! O Vale só reconhece duas qualidades: a Mediunidade ou a necessidade.

Sabedor disso você terá que se educar para agir de acordo. Tanto o desenvolvimento mediúnico como a busca de lenitivo para na dor são feitos no Vale como a última esperança da pessoa. Logo a probabilidade é que as que chegam ao Vale talvez não sejam as melhores pessoas, os mais “bonzinhos” da comunidade. Mas, seja pela Mediunidade do Médium ou o Médium pela sua Mediunidade, todos estão procurando conscientes ou não se integrar na sua Individualidade, no seu mundo espiritual e é isso que as tornam diferentes!

A Doutrina que você está recebendo é de Amor, Tolerância e Humildade, e essas são as únicas coisas que as pessoas estão esperando de você. Não tente ser amigo nem admita ser inimigo de ninguém no recinto do Vale. Seja apenas o Médium e evite ser o cidadão. O Médium não faz negócios, não namora, não discute futebol, nem pede dinheiro emprestado. Isso quem faz é o cidadão. E você só é cidadão depois que atravessou o portão do Vale e entrou na estrada. Quando você atravessou o portão para entrar, você deixou o cidadão lá fora e se tornou o Médium! Especialmente se você estiver nas Cabalas, jamais converse! Jamais conte piadas! Fale mal do próprio irmão… Enfim colocou o uniforme, esta em um trabalho, você deixa de ser o José a Maria ou o João e passa a ser mestre e ninfa, gritarias, brigas…. Tudo isso não leva ninguém a lugar algum, não permita que os Alaruês roube sua energia de um dia inteiro, por um simples descuido de freiar a língua, pendure a sua personalidade no prego mais alto e deixe nossas ferraduras lá… Seja somente mestre e ninfa Salve Deus! | Instruções Prácticas para os Médiuns (fascículo 1)

Trino Tumuchy, Mestre Mário Sassi

Biografia do Doutrinador – Tia Neiva

Meu filho Jaguar, Salve Deus!
O Sol ainda brilhava no poente, e no céu duas aves trançavam em espirais imensa, sempre longe uma da outra. Pensei: “deve ser um casal!… Porém sua realização não consiste tão somente na distância, e sim, na confiança de uma na outra”. Calma, continuei minha viagem. Agora, guiava o meu carro sentindo imensas saudades, e uma insegurança que, até então, nunca tivera. O que me faltava? Asas? Liberdade? Não, tinha tudo! e eu velava lágrimas inoportunas. Não! o pranto não vai atrapalhar este enigma que me vai n’alma – gritava eu de quando em vez. Passou-se algum tempo. Soube então, que havia razão naquelas saudades. O mundo se descortinou à minha frente, o mundo onde as razões se encontram… Isso foi no dia 1º de maio de 1959. Por Deus em uma reunião da UESB, nasceu o DOUTRINADOR. Hoje, tenho que guiar esta imensa nave espacial que é a Doutrina do Amanhecer. Continuo vendo aves no céu a voltear. Seriam as mesmas que vi há vinte e um anos atrás? Mas, que importa? Pelo que me disseram os meus olhos de clarividente, a questão não é somente estar juntos, mas, como aquelas aves; estar em sintonia.
Junto a mim, na longa estrada em direção à porta estreita, está comigo o DOUTRINADOR… Em sintonia! Vinte e um anos se passaram. Legiões de espíritos foram para o céu… Legiões de espíritos trabalharam comigo na Terra…O enigma do mundo tem agora um Farol que brilha: o mundo tem agora, o DOUTRINADOR!
Com carinho, a Mãe em Cristo,
TIA NEIVA
Vale do Amanhecer, 1º/05/1981

Missionários do 3º Milénio – Pai João de Enoque

Meus filhos, é chegado o momento de estarem prontos para receber os missionários do Terceiro Milénio. Eles já estão chegando, já existem vários deles que estão em nossa Doutrina. Certa vez, na Cachoeira do Jaguar, estava com Zé Pedro divagando sobre o futuro que semeávamos naquele lugar tão abençoado. Tínhamos por fim a sonhada liberdade e vivíamos com dificuldade, pois somente a dificuldade abrandava nossos espíritos e nos mantinha ligado ao espiritual. Um dia, chegou até lá um jovem branco, bonito de feições, com roupas finas, mas bastante desgastadas. Tinha um aspecto sofrido e uma humildade natural dos que passam por grandes dificuldades. Dividimos nosso alimento com aquele jovem, ouvimos suas histórias e ensinamos nossas lições. Em pouco tempo ele já parecia saber tudo como se sempre estivesse entre nós. Muitos não aceitavam que ele estivesse ali e fosse tão útil, pois o ciúme é um triste sentimento que habita os que demoram demais para suas conquistas. Não compreendiam como é que ele, recém-chegado, fazia tudo com tanta perfeição e dedicação. Das tarefas mais simples, até corrigir certas atitudes dos mais velhos. E ele estava certo mesmo. Com sua percepção aguçada, percebeu que não era mais bem vindo e resolveu ir embora. Insisti, junto com Zé Pedro, para que ele ficasse, mas ele disse que não adiantava, que aquele povo ainda não estava pronto para receber a ajuda que ele gostaria de dar. E assim partiu. Alguns anos depois, o reencontramos pelo povoado. Estava a cavalo, elegantemente vestido e tinha uma grande carroça, puxada por quatro cavalos, dirigida por outros dois negros bem vestidos.

-Salve Deus, pai Zé Pedro! Que alegria revê-lo! – ele
cumprimentou.

-Salve Deus, sinhozinho, ainda não esqueceu nosso
cumprimento? – retribuiu Zé Pedro.

Jamais! O quê aprendi naquela Cachoeira ficou para sempre. Pena que não pude ficar com vocês. Segui meu caminho, e encontrou outro grupo que me recebeu igualmente de braços abertos, mas eles entenderam o quanto eu poderia ser útil se não houvesse tantos ciúmes. Depois de um ano com eles, um parente me localizou dando notícias de uma herança. Com ela fundei um povoado onde os negros são respeitados e sua religiosidade traz a cura para muita gente. Meus filhos, os missionários do Terceiro Milênio são espíritos que chegam com um novo preparo, não suportam nossos ciúmes e irão nos deixar se forem mal tratados, levando sua energia e suas heranças para outras correntes.
É preciso que controlem seus impulsos e entendam que nossa Doutrina chegou primeiro aos mais humildes, com maior receptividade para a Clarividente. Mas agora, vocês estão estabelecidos como Ciência Espiritual, respeitados nos Planos Espirituais e recebem missionários que já chegam com instrução! Não vão aceitar tudo que vocês disserem sem que saibam exatamente do que estão falando. Muitos já chegam conhecendo muito sobre a Espiritualidade e sobre a manipulação energética, é preciso ser humilde, ter tolerância e muito amor, para recebe-los. É preciso não ciumar dos conhecimentos que possuem, se fazendo de donos da verdade. Não vão errar como erramos naquela época.

Pai João de Enoque (Pérolas de Pai João – Kazagrande)

Instrutor (Acervo Tumarã)

“É muito grande a responsabilidade de um Mestre Instrutor, uma vez que de sua instrução dependerá a trajetória de muitos espíritos, encarnados e desencarnados, na Corrente. Existem mestres veteranos que acham ter adquirido a condição de instrutor pelo seu tempo na Doutrina. Errado, e a preocupação dos responsáveis pelas instruções, em todos os Templos do Amanhecer, deve ser a de ter mestres capacitados a ensinar, a saber transmitir as coisas básicas de nossa Corrente, com respeito, clareza e dentro de uma mesma linguagem, em perfeita harmonia, pois cada um médium que chega, a qualquer tempo, traz uma bagagem transcendental que, sem a Clarividente, não temos como aferir, e isso não depende de sua personalidade, de sua posição social, de sua formação profissional ou de seu nível cultural. O que está acontecendo, entretanto, é que por consequência da chegada de médiuns com maior capacidade intelectual, está o instrutor sendo exigido mais e mais no nível de suas explanações, a fim de satisfazer dúvidas e questionamentos de mentes mais abertas e trabalhadas pelos diversos ramos do conhecimento humano. Isso gera uma complicada situação, principalmente se o instrutor, acomodado em seu tempo de serviço à Doutrina, não se preocupa com o aprofundamento de seus conhecimentos, nem em fazer uma reciclagem, sem estar consciente de que nossa Doutrina é muito mais Ciência do que Religião.

O verdadeiro instrutor sempre busca aprimorar seus conceitos e sabe que somos “mestres ensinando mestres”, isto é, não existe uma qualquer situação de superioridade. Em cada aula, em cada contato com os médiuns sob sua responsabilidade, o instrutor procura se fazer entender e, com simplicidade, deve estar aberto à recepção de muitas novidades que lhe chegarão daquele grupo. Esta é a correta postura mental do instrutor. Não se envaidecer do que sabe – ou pensa que sabe – e nem se colocar num pedestal se achando superior àqueles que estão chegando, ávidos pelos conhecimentos fundamentais da Doutrina. A outra preocupação do Mestre Instrutor deve ser com sua conduta doutrinária, evitando palavras e gestos não condizentes com a Corrente, além de saber manter à distância, com respeito e carinho, pessoas que se deixam levar por fantasias e entusiasmo – e por ações de irmãozinhos cobradores – e procuram um envolvimento emocional. Muitos Doutrinadores se deixaram conduzir a abismos tenebrosos pelas palavras gentis, sorrisos e manifestações de carinho de jovens bonitas que lhe foram confiadas para receber suas instruções. O melhor é não se arriscar, mantendo-se alerta, sabendo localizar o perigo e cuidando para que aquele olhar ardente não se transforme numa enorme fogueira que irá devorar-lhe a alma e destruir sua vida. A mente do Doutrinador está preparada para tudo, desde que sob a disciplina da conduta doutrinária e perfeita sintonia com seus Mentores. O que fizer fora disso, é por sua própria vontade, por seu livre arbítrio, e terá que prestar contas.”
Observações Tumarã – José Silva

A Fita

A fita usada pelos médiuns da Corrente do Amanhecer é bicolor, apresentando o amarelo da Sabedoria e o lilás da Cura, bem como o símbolo do Apará ou do Doutrinador, e forma uma elipse, um portal de desintegração no corpo do médium, permitindo que ele possa trabalhar sem receio na manipulação das mais pesadas vibrações. Seu uso é obrigatório, exceto para os médiuns prisioneiros. Tia Neiva sempre recomendou que o médium andasse com sua fita junto a si, na carteira ou na bolsa, e a usasse quando sentisse necessidade de enfrentar algum problema sério ou caso fosse fazer um trabalho em que não pudesse estar com uniforme ou indumentária, em casa de alguém ou em um hospital, por exemplo. A fita é uma garantia e uma segurança para o médium.

«Imantrai, filhos, com o vosso trabalho, essa faixa que atravessais no peito. É a candeia viva e resplandecente nos caminhos que tereis de percorrer. Cuidai do vosso padrão vibratório, porque de vossas bocas sairão mantras luminosos, curadores, como ondas sonoras para alcançar a dor. (Pai Seta Branca, 31.12.73)»

Observações Tumarã – José Silva

“A Universidade de Mayante é uma Casa Transitória que tá no 3º Plano, imensa… que é… Ela, nós, nós temos o simbolismo pela nossa fita, nossa fia ela diz: da cura e do conhecimento, a lilás é a casa, a Universidade de Mayante, aonde há os Médicos do Espaço, ali, ela, toda ela, ela é lilás, por isso que nós usamos na nossa cura, a parte lilás da nossa fita simboliza aquela Legião, aquele plano, quer dizer, da Cura… E a outra cor é quando a Legião dos espíritos já de uma certa evolução que nós estamos a caminho… Então, é da Cura e do Conhecimento… É o símbolo da fita.”

Adjunto Yumatã – Mestre Caldeira

Sombra (Acervo Tumarã)

“Sombra é qualquer espaço onde a luz não penetra, e, sob a visão espiritual, designa os planos onde, pelas baixas vibrações de ódios, rancores, sentimentos de vingança e apego à matéria, espíritos desencarnados sofrem suas incompreensões (veja Vale das Sombras). Mas recebeu a denominação de sombra, em Psicologia, o conjunto de aspectos obscuros ou desfavoráveis do indivíduo que, na estruturação de sua personalidade, ficam relegados a um segundo plano, representando as tendências débeis e menos adaptadas do “eu”, sufocadas pela necessidade de a pessoa se harmonizar com seu ambiente de vida e com suas obrigações psicológicas e sociais. O ser humano, por força de sua personalidade, vai, desde tenra idade, colocando uma máscara para esconder suas emoções e seus sentimentos negativos – inveja, cobiça, falsidade, raiva, ressentimentos, cobiça, etc. – a fim de satisfazer a necessidade de, da melhor forma possível, parecer ser ajustado e agradável, polido e generoso, àqueles que o cercam. Assim, desde criança começa o Homem a criar sua sombra, seu lado negativo oculto, por sua escala de valores, pela qual determina o que pode e o que não pode exprimir, liberar. Esta seleção vai determinar o poder oculto do lado negativo, onde colocamos nossas experiências infantis, nossas ocorrências sentimentais, apegos emocionais, rejeições, talentos e dons não desenvolvidos. Para mantermos nossa conduta doutrinária, temos que aprender a lidar com nossa sombra. Temos que ficar alertas com nossas reações com as qualidades ou deficiências das outras pessoas. Quando temos uma grande aversão – preguiça, sensualidade, estupidez – ou uma grande admiração – cultura, inteligência, espiritualidade – pode ser que tais sentimentos estejam sendo projetados por nossa sombra. Outras projeções podem fazer com que, repentinamente, fazemos ou falamos algo diferente do nosso estado comum, dando vazão à nossa parte oculta, às nossas emoções inferiores ou temidas, através de atos exagerados, impulsivos e não intencionais, de explosões de raiva e nas reações que temos ao nos sentir humilhados ou ameaçados. Por isso, temos que buscar entender as mensagens do Evangelho e dos Mentores do Amanhecer, para que possamos receber as forças cósmicas em toda a sua plenitude, e, por ação delas, de forma cruzada com nossas forças mentais e vitais, manter a nossa sombra sob controle, evitando emissões de cargas negativas que alteram todo o nosso padrão vibratório e, na maioria dos casos, atinge os que estão ao nosso redor.

Casos de comportamentos indistintos, sentimentos e ações intensamente negativos, sofrimento de aspecto neurótico, doenças psicossomáticas, depressão e abuso das próprias forças, são exemplos frequentes de atuação da sombra. Com equilíbrio e conhecimento, o Jaguar vai aprendendo a lidar com sua sombra, chegando ao ponto bem definido de identificação das suas atitudes conscientes e da sua profundeza inconsciente, resultando em uma aceitação mais autêntica de sua missão, controlando as repentinas emoções negativas, sentindo-se mais livre de culpas ou pecados ligados aos sentimentos e atos negativos, podendo, assim, dosar suas vibrações e refazer a sua escala de valores, evitando estado vibracional que facilitaria a ação de espíritos obsessores e cobradores, que iriam agravar todo o quadro pelo qual estivesse passando. Enfrentar, conhecer e dominar nossa sombra é fator muito importante para que possamos estabelecer nossa efetiva conduta doutrinária.”

Observações Tumarã – José Silva

Jornada para o 3º Milênio

Vejo que as coisas que hoje desperdiçamos nos faltarão amanhã.
Sem saber que já amanheceu, o homem chorará a falta do céu azul, do sol, da lua e das campinas verdejantes. Sem saber onde pisar ele estará correndo o grande perigo da desintegração. Enquanto isso, filho, o homem que já adquiriu as suas asas, esse estará provido da candeia viva e resplandecente, na sua jornada missionária para alimentar e reintegrar os que perderam a sua rota. “Será então, a escuridão de que falam as profecias?” Sim filho, a escuridão é a falta de visão, do conhecimento das coisas do céu, do homem que é conduzido pela sua mente sem Deus, e que por isso poderá perder a sua rota e entrar no processo de desintegração. Eis o perigo dos que levam a vida na inconsciência, sem saber o que está acontecendo acima ou abaixo de sua cabeça. É triste, muito triste. Filho,
como era triste a vida sem o Doutrinador. Pense na falta de luz, tendo os pés na beira dos pântanos. Entretanto, Deus, o Grande Deus, o imenso farol deste universo, que nos deu Jesus seu filho, que tanto sofreu por nós, e cujo grandioso exemplo de amor continua a emitir do céu luzes para quem precisa, ou para quem já passou o tempo de brincar, e está consciência de sua jornada evangélica.

A esse homem nada lhe falta, pois ele sabe que a hora é chegada pela presença do Verbo que segue a luz evangélica de Nosso Senhor Jesus Cristo, servindo de uma vida para outra, desintegrando e reintegrando na força absoluta de Deus Pai todo poderoso. E isso é que representam as Divinas Estrelas do Sétimo Verbo, da origem do Santo Verbo Encarnado, Deus, Pai e Filho. São elas, Acelos do 2º Verbo, Ceanes do 2º Verbo, Geiras do 3º Verbo, Gestas do 3º Verbo, Gertais do 2º Verbo, Xênios do 2º Verbo. Vanulos do 3º Verbo, Mântios do 2º Verbo, Taíses do 3º Verbo. São as estrelas que trazem a faixa evangélica e iniciática da vida e da morte. Nesse ponto a noite já se alongava silenciosa e o Solar dos Mestres, como era também chamada a Estrela Candente, se fazia silencioso, ouvindo-se apenas o chiar do Nêutron, a chamada voz do Silêncio. Nestor ajudou-a se erguer e a foi conduzindo lentamente para o carro. O Jaguar Executivo procurava memorizar o mundo de coisas que acabara de ouvir. Neiva lendo seu pensamento parou ofegante e sorriu. Não se preocupe Nestor que vou lhe dar tudo isso escrito.

Minha vida, meus amores – Tia Neiva

Mensagem de Pai Seta Branca (31/12/2018)

Templo Jurumê do Amanhecer Areia Branca - Salvador/BA

Salve Deus!

Graças a Deus, filhos queridos do meu coração!

Quis a vontade de Deus Pai todo poderoso e o nosso Senhor Jesus Cristo, que mais uma vez, queridos filhos, este, o menor dos Pais, pudesse, mais uma vez, estar diante de cada um de vocês.

Filhos queridos do meu coração, encerra o ano de 2018, um ano de grandes provações. Começa o ano de 2019, um ano de grandes transformações, de grandes decisões, no mundo físico e também no mundo espiritual.

Filhos queridos do meu coração. Vós outros foram preparados para esta grande transformação que o planeta viverá. Em 2019 começa, meus filhos, o início de uma transição. Sim, filhos. Mas não há o que vocês temerem se estiverem, realmente, compenetrados e compromissados com vossos sacerdócios.

Lembrem meus filhos queridos do meu coração, cada um de vocês recebeu em vosso plexo uma força iniciática. São mestres evangelizados que trazem consigo o compromisso de uma nova era. Por isso, meus filhos queridos, quero vos pedir que não temam diante das grandes transformações. Lembrem, meus filhos, que cada um de vocês foi preparado para o socorro final. Mas é preciso, meus filhos, que vocês, neste momento preciso, no raiar de mais um ano que se inicia, façam um momento de reflexão e busquem, queridos filhos, busquem dentro de cada um, as razões que trouxeram vocês até este sacerdócio. Busque dentro do vosso íntimo a vossa fé. Porque somente o homem dentro da sua fé é capaz de passar por estas transformações, sem que nada o atinja.

É preciso, queridos filhos, que enverguem as vossas armas e parem de olhar e de queixar as vossas dores, e comecem a pensar nos vossos queridos e necessários bônus-hora. Sim, filhos, vossos bônus-hora, porque somente os vossos bônus-hora lhes darão condição de pagar centil por centil os vossos restos cármicos.

Lembrem, queridos filhos, ninguém, ninguém é culpado pelos vossos infortúnios ou pelas vossas conquistas. Somente você, meu filho, somente você na sua individualidade é capaz de buscar a sua própria evolução e a sua felicidade.

Lembrem, queridos filhos, neste ano de 2019 começa a grande transição planetária que vossa Mãe, há muito e muito tempo, vos alertou. Não é momento, meus filhos, de entrarem em desatinos, nem mesmo se desesperarem, porque vocês são jaguares.

É o ano em que todo ser encarnado na Terra vai ter que se voltar para dentro de si mesmo. Mexerá com todas as vossas emoções, para que vocês possam, meus filhos, realmente, se encontrarem consigo mesmos. Por isso, meus filhos, nessa hora bendita, vosso Pai, vosso Pai Seta Branca que está a vos falar, vos pede: arregacem as vossas mangas e trabalhem espiritual.

Vocês já tiveram tudo nesta Terra, meus filhos, de 19 a 21 reencarnações. Vocês tiveram tudo, meus filhos, tudo que vossos olhos não conseguem alcançar. E nada fizeram a não ser um rastro de destruição e de dor.
Por isso, queridos filhos, aceitem em nosso Senhor Jesus Cristo, o que lhes foi entregue com amor que é a vossa família, que é o vosso sacerdócio. Tenham amor para com os outros. Somente o amor, meus filhos, é capaz de vencer todas as batalhas.

Cuidado, meus filhos, cuidado nesse momento de transição onde tudo se aflora e nada ficará escondido. Nada, meus filhos.
Por isso vos peço: conduta doutrinária. Conduta doutrinária, meus filhos, não diante dos meus olhos, nem mesmo diante dos olhos dos vossos irmãos. Mas conduta doutrinária perante o vosso sacerdócio, perante os vossos mentores.

Lembrem, meus filhos, que tudo que lhes foi dado, também lhes será cobrado. Por isso, meus filhos, vos peço como um Pai, como um Pai que ama a cada um de vocês, como um Pai que não separa um só filho do outro, eu vos peço, meus filhos, amem uns aos outros. Amem uns aos outros, meus filhos, porque nessa transição planetária não haverá o rico nem o pobre, não haverá o branco nem o preto, não haverá diferenças. Haverá o homem evangelizado, haverá o homem crente na sua fé, acreditando em si mesmo para essa grande transição.
Sim, meus filhos, nada poderei fazer, se faltar a fé nos seus corações, mesmo amando a cada um de vocês.

Por isso peço, queridos filhos, olhem as filas que vão chegar. Ajudem, meus filhos, aqueles que ainda não encontraram a sua compreensão. Ajudem o homem a encontrar Deus no seu coração. Vocês são responsáveis por esta grande jornada. São jaguares, ninfas, mestres, com plexo consagrado, que trazem uma iniciação Dharman-oxinto. E esta Iniciação, meu filho, permanecerá em vosso plexo durante toda a vossa existência, física e espiritual. Onde você chegar, o seu espírito chegar, será reconhecido pelas sua Iniciação.
Por isso, meus filhos, respeitem o que Deus lhes deu. Respeitem, meus filhos. Cuidado com a espada que está a mirar ao vosso próprio peito. Cuidado, meus filhos, não precisa ninguém, ninguém, apontar a espada contra vocês, porque vocês já tem ela apontada contra si mesmos.
Por isso, meus filhos, eu lhes peço, conduta doutrinária. Conduta doutrinária, meus filhos, conduta doutrinária. É a única forma de vocês aliviarem as vossas dores e se protegerem contra tudo o que vai chegar.

Salve Deus!
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! (3X)

Lembrem, meus filhos, tudo está diante de vós, tudo está diante de vós. Tenham fé, meus filhos, e nada vai lhes faltar. Eu, o menor de todos os Pais, mais uma vez vos digo, meus filhos – eu vos amo. A cada um, a cada um de vocês, com suas particularidades.

Fiquem com a minha bênção e com a minha proteção!
Graças a Deus!

Pai Seta Branca

Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!

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