Alerta de ínicio de Ano – Adjunto Adelano

Hoje nesse início de ano que anuncia mudanças as quais podem nos trazer surpresas que poderão não agradar àqueles que pleitearam uma harmonia que não era incondicional. A doutrina prega a incondicionalidade em tudo, não pleitear acordo com espíritos sofredores é uma norma sagrada entre nós.
Muitos espíritos irão propor acordos escusos,e nada tem oferecer, outros passando por Preto Velho, oferecerão ouro para os tolos, que ávidos por reinos sem súbditos aceitarão.
Um números crescente de pseudos mestres como cegos guiando outros cegos em grandes fileiras conduzirão suas ovelhas a beira do precipício.
Seta Branca com seus verdadeiros filhos hastearão a bandeira rósea de Jesus do amor e honra ao compromisso assumidos diante dos olhos de Jesus…
Jaguares, é chegada a hora mais uma vez baixar suas asas e aponta las para si mesmo.
O joio não é o trigo…

Adjunto Adelano – Mestre Gilmar Moreira

Verdadeiros Trino Presidentes Tríada

Esses foram nossos verdadeiros Trinos Presidentes Triada.
Já partiram e deixaram as raízes do amanhecer firmemente estabelecidas, cumprindo dignamente vossas missões.
Qualquer outro q se declare como trino, apresentando registros em cartórios é um mistificador.
E nós não admitimos mistificação.
A doutrina do vale do amanhecer é uma doutrina de verdades, sem nenhum tipo de subterfúgios.
Segundo palavras em áudio de Tia Neiva, o doutrinador q aceita uma mistificação é um falso profeta.
Temos q aprender a distinguir entre o verdadeiro e o falso.
Os fenómenos só voltarão a acontecer quando retornarmos para o caminho do evangelho redivivo desta doutrina universal: HUMILDADE, TOLERÂNCIA E AMOR!

Adjunto Amançuy

Eu sou (fui) um Espartano – Adjunto Adelano

Salve Deus!
O entendimento do que é realmente a Doutrina do Amanhecer só pode alcançado quando o médium tem seus chacras despertados , pois seu coração e sua mente estarão alinhados com sua proposta e seu compromisso assumidos nos planos espirituais e diante dos olhos de Jesus!
Nos foi ensinado que o canto é o registro transcendente do espirito, nele estão contidos os acertos assim como os erros cometidos.
O Missionário Principe Maya tem como ponto referencial Esparta, o melhor o soldado espartano porém, vale ressaltar que os missionários foram espíritos espartanos, mas fracassou, por não saber amar!
O juramento feito por nossos médiuns, diante dos olhos de Jesus, é a certeza de que esses tristes caminhos não mais serão percorridos, somente devemos considerar a “garra” e a força e vontade de vencer nosso maior adversário, esse “nosso Eu”, cuja vaidade obsessiva e desejo de conquista estabeleceu uma conduta que transformaram homens em maquina de matar…
Com certeza ao procedermos no canto dizendo “Sou um espirito espartano”, é apenas naquele momento e numa forma de lamento, pois na continuidade dizemos: “Eu vi a luz da verdade”, todos dias estamos vendo e vivendo essa verdade cristica em nossas vidas e se persistimos nesse espirito de batalha, iremos novamente fracassar, por não saber amar, por não conseguir amar.
E vós outros, Príncipes Mayas do Amanhecer, cujas indumentárias , brilham como o sol, precisam de amar incondicionalmente a seus irmãos e lembrar onde houver um Príncipe Maya ele é teu irmão, muitos foram despojados de suas riquezas, das festas palacianas, de ferir o coração daqueles que te rodeiam e hoje vistes, alguns sem saber sua própria definição sentimental, levanta-te, te ergas, você nasceu só, e só estarás enfrentado teu próprio destino.
Precisas, necessitas de “gritar ao mundo, no calor dessa doutrina”, que te acolheu, que lhe fez sentir importante, primeiramente para ti mesmo, honras esse sol que brilha em teu coração e então saberás perdoar-te…
Gilmar
Primeiro Príncipe Maya dos Templos do Amanhecer
Janeiro 2022

Algo falta… Adjunto Adelano

A verdade é algo que falta em vossas vidas(Seta Branca),estamos perdendo a condição de dirigir,conduzir nossa nave, a doutrina do Amanhecer.
Precisamos buscar a mesma condição que nos foi dada de buscar entendimento que temos com os espíritos sofredores e usar entre nós. Mesmo a doutrina sendo cármica ,não precisamos estar nessa guerra para conquistar o que já nos pertence.
A Doutrina é do Doutrinador, da Ninfa, de todos os filhos de Pai Seta Branca.
Os templos do Amanhecer são unidades voltadas para a cura espiritual e nós somos os agentes de saúde, cujo compromisso foi assumido diante dos olhos de Jesus!
Desta vez,na passagem de ano, Ele veio e nos chamou a razão para o que viemos fazer,mediuns dessa.doutrina…
Será que ouviremos?

Adjunto Adelano – Mestre Gilmar Moreira

Estrelas Candentes Naves que viajam pelo Universo – Adjunto Adelano

Aproxima se a data do nascimento de Mestre Gilberto Zelaya,nosso Trino Ajarã, e me faz recordar quando Nair pediu que gravasse a homenagem que iriam fazer ao Trino Ajarã.
No orfanato, pedi que desligassem as luzes e colocamos um foco de luz sobre ele, então ele disse:

  • Meus Irmãos Presidentes, não se espantem se em breve tivermos uma estrela candente nos templos do Amanhecer!
    Ele assim que saiu dali me disse:
    Meu filho olha o que eu disse… Onde estava eu com a cabeça!
    Respondi que ele sabia o que estava dizendo!
    Em uma viagem eu o acompanhei em São Luís do Maranhão, iriamos retornar pelo Piaui e ele novamente me disse:
  • Meu filho recebi um cd onde minha mãe autoriza a construção da estrela e gostaria que vc ouvisse também esse cd.
    Assim no Templo Trópio Teresina, ouvimos esse cd onde Tia Neiva autorizava a construção da estrela candente.
    O tempo passou e novamente ele entra em contato comigo e solicitou que medisse a Estrela candente do Templo Mãe e enviasse a ele em Olinda.
    Pedi ao Mestre Torres e ele fez a planta e enviou ao Trino Ajarã e nasceu a primeira Estrela candente fora do Templo Mãe em Olinda Pe.
    Para participar de um ritual da estrela candente, caravanas andavam mais 2000 km para esse ritual e havia uma alegria e ansiedade por parte dos Médiuns na realização desse ritual.
    Hoje temos varias Estrelas Candentes prontas e algumas outras em construção, e então me leva a pensar na responsabilidade de assumir um compromisso com o Reino Central na manutenção desse ritual três vezes ao dia, durante sete dias da semana.
    Aprendemos que não existe meio ritual, que pode se fazer em um dia e se não der,pula-se aquele dia e quando o numero de médiuns for possível, volta a realizar.
    Nossa doutrina caracteriza-se pela liberdade de escolha de seus médiuns e dirigentes, mas sabemos da seriedade dos compromissos assumidos e fico triste, acredito que o Presidente Adjunto também quando uma pergunta básica ecoa pelas redes sociais:
  • A corrente abriu, ou
    -A estrela hoje funcionou?
    Lembro da carta de Tia Neiva infusão quando diz:
    “Para enfeitar aqueles que passaram o tempo de brincar”
    Como será que fica o compromisso diante dos olhos de Jesus, na doutrina ninguém é obrigado a nada, mas terás que cumprir com o compromisso assumido. Os Guias e Mentores, são individualidades regidos por um código rígido no cumprimento das leis. Não existe senões no cumprimento das leis, a cura desobsessiva é exercida primeiramente pela ciência exata em que cada pessoa é chave importante para sua execução.
    Ainda temos aqueles que brincam com as classificações, e novamente venho citar a frase que Pai Seta Branca disse ao Adjunto Yuricy Mestre Edelves!
    -Irei cumprir essa missão que comprometi junto a Jesus, nem que seja com 7 Mestres”.
    Nossos templos fechados e a céu aberto, são Naves comandadas por capitães cuja evolução ainda não entendemos e compreendemos, mas são Individualidades comprometidas comas leis universais…
    Gilmar
    Adjunto Adelano
    Outubro, mês de nascimento de Tia Neiva e Trino Ajarã.

Doutrina do Amanhecer e protecção dos seus médiuns – Adjunto Adelano

Salve Deus!
Existe um consenso entre o corpo mediúnico sob a proteção que a corrente e consecutivamente dos Guias e Mentores sobre seus médiuns porém, é necessário analisar essa situação sob a ótica exclusivamente doutrinária para que não caiamos na decepção de não ser correspondido ou atendido em nossas necessidades físicas e espirituais.
O ponto de partida para essa nossa viagem são duas frases de Pai Seta Branca amplamente divulgadas que são:
“Pai Seta Branca estende sua proteção até a nossa quinta geração”
“Pai Seta Branca não abre mão da lei do karma em seus filhos”
Também nos é dito que a proteção da corrente tem uma ação bem maior quando o médium não foge de sua conduta doutrinária, nessa condição há uma condição interessante, o carma entre nós não pode ser anulado, mas sim recartilhado, o que dizer isso…
A programação para essa encarnação foi definida e escolhida por cada espirito dessa tribo portanto, o espirito já sabe das expiações que ele terá que viver enquanto encarnado, mas as vezes durante o sono cultural, essas condições podem ser reprogramadas, porque pode haver uma junção de sua missão doutrinaria que gera bônus que por sua vez vai amenizando seu carma.
No desenvolvimento existe uma exposição um pouco exagerada sobre os benefícios de ser um médium de doutrina. Mas cada espirito que vem na condição de missionário trás consigo um carma definido assim como sua personalidade foi moldada para auxilia-lo em sua missão doutrinaria.
Na verdade o desenvolvimento age também na preparação da assimilação das técnicas de manipulação de sua mediunidade, como também, agir num processo de cura física e espiritual.
Contam que Tia Neiva muito doente, com febre alta, foi direcionar para o banho, apanhou seu roupão , só que havia um escorpião nesse roupão. O resultado foi que ela foi picada, piorando ainda mais suas dores.
O Mestre Raul Zelaya em vídeo, nos conta que nos momentos críticos em que as dificuldades estavam presentes em sua vida, houve um silêncio total por parte dos Mentores em relação as suas dificuldades, nem mesmo com sua clarividente Tia Neiva teve qualquer facilidade quanto ao aspecto cármico de sua vida.
Também passei por uma experiencia interessante:
Após uma série de exames cardiológicos fui indicado a uma revascularização miocárdica (ponte de safena). Quando fui avisado que iria passar por essa cirurgia, entrei em pânico e o medo tomou conta de mim…
Clamei por todos os Guias e Mentores que conhecia, e nenhuma resposta, um silencio imenso…
Mas, assim que foi se aproximando o dia da cirurgia uma paz e uma serenidade tomou conta de mim e tudo foi um sucesso, assim também na recuperação.
E a conclusão que cheguei foi que eles se fazem presente em nós, em nosso íntimo , lhe dando forças e serenidade para enfrentar todas as dificuldades que enfretamos, mas para isso alguns elementos são requisitos são importantes:
-Equilibrar nosso sol interior
-Ter, mesmo que seja uma certa quantidade de bônus.
-Contar com os poderes que nos foram confiados.

  • Não culpar a doutrina, seu adjunto ou quem quer que seja por suas dores e dificuldades.
    Os Mentores não vão lhe dar nada que você por seu trabalho não tenha conquistado, a doutrina lhe favorece todas as ferramentas que você precisa para você se conduzir razoavelmente nesse terceiro plano.
    Não se esqueça nada é de graça…
    Sejas Feliz
    Gilmar
    Adjunto Adelano

Roupagens: Projeções Energéticas

Após o terceiro mês da concepção o espírito se une ao feto. O espírito reencarnante é colocado em torno do corpo, sob a pele, razão pela qual é denominado perispírito, revestindo-se da mesma substância da alma, dela se diferenciando por ter uma herança transcendental, enquanto a alma manterá apenas a herança desta encarnação.
O plexo físico é que traz a vibração, une-se ao charme e liga o espírito ao feto. O plexo físico é formado por energias do próprio planeta Terra. O Charme, Fagulha Divina ou Centelha Divina é a nossa herança transcendental.
A aderência do espírito ao corpo é mantida pelo perispírito, pela energia da fagulha divina impregnada pelas características da vida, que foi levada por aquele ser, enquanto encarnado em outras passagens. Somos a centelha divina do Verbo encarnado… Verbo encarnado, verbo luminoso!… Tia Neiva – Caminhando no Espaço, 11 de junho de 1984
Nas diversas encarnações que tivemos registramos um charme local. Pontos magnéticos de nossas passagens, de nossas roupagens anteriores ficaram definidos e isso reflete-se me nosso espírito. A cada oitenta dias, aproximadamente, mudamos nossa roupagem. Recebemos a projeção energética de uma determinada passagem anterior por este plano físico. Vivemos outras eras, em condições determinadas pelos charmes correspondentes que deixamos. É pelo charme que os nossos cobradores nos descobrem e nos identificam.
Kazagrande
Extraído do livro “Ao Centurião”

Equitumans (Acervo Tumarã)

Há cerca de trinta mil anos antes de Cristo, chegou à Terra um grupo de espíritos missionários com corpos diferentes dos nossos, com estatura entre três e quatro metros, tendo uma fisiologia que os tornava quase indestrutíveis na Terra. Estavam plenos de Deus e da Eternidade, pois sua constituição era de pura luz e sua individualidade era conhecida apenas de Deus e dos Grandes Mestres. Para poderem cumprir sua missão, passaram a habitar corpos densos e, para operá-los, tiveram necessidade de criar corpos intermediários – as almas.

Até então vivendo sem cuidados pessoais, começaram sua odisséia individual neste planeta, em que o meio físico já estava sedimentado, porém sujeito às variações de busca de equilíbrio em sua órbita ao redor do Sol. Da nebulosa inicial já se haviam passado bilhões de anos, e a energia telúrica, concentrada na pirosfera, emitia poderosos feixes magnéticos e ondas de força que iam plasmando mares e terras, elevando montanhas, formando vales, distribuindo as águas e formando sistemas atmosféricos onde proliferavam as formas de vida vegetal e animal. Os Equitumans vieram em chalanas, desembarcando em sete pontos do nosso planeta, trazendo uma alma singela, obedecendo às
normas espirituais e sabendo utilizar as forças cósmicas, especialmente as do Sol e as da Lua. Foram padronizando a exploração das energias vitais com vistas à energização da Terra, enquanto utilizavam energias das usinas solares contrabalançadas pelas geradas por usinas lunares.

Cada uma das regiões ocupadas tinha seus planos evolutivos, sendo controladas suas alterações na crosta terrestre e dispondo de aparelhos específicos para os trabalhos. Sendo de constituição diferente dos
terráqueos e portando grandes poderes, são lembrados por vestígios desse início civilizatório, principalmente, pela mitologia desses povos, pois eram verdadeiros deuses, portadores de forças prodigiosas e de conhecimentos fantásticos. Para a colonização da região andina, desde o sul da América do Sul até o centro do México, foi enviado um grupo destes que chamamos de Equitumans.
Ocuparam aquela região, mesclando-se com os indígenas e de certa forma se distanciando de suas origens, alterando sua fisiologia e reduzindo seus poderes.

Como simples mortais, após dois mil anos de quedas e provações, foram liquidados por cataclismos que atingiram a Terra, desencadeados por uma nave espacial – a Estrela Candente – que sepultou o núcleo central da civilização dos Equitumans num lago entre o Peru e a Bolívia – o Titicaca. Na nossa Corrente, o lago Titicaca é uma “lágrima da Estrela Candente”, nave que, sob o comando do espírito que chamamos de Pai Seta Branca, transformou a Terra. Um grande tesouro da civilização Equituman está oculto na região do rio Araguaia, na serra do Roncador. Em “2000 – A Conjunção de Dois Planos”, Amanto ensina a Tia Neiva sobre os Equitumans. Mostra-lhe o lago Titicaca e pede que ela force sua visão para ver o que estava sob as águas. Ela começou a perceber formas estranhas de casas, máquinas e corpos físicos desencarnados, de grande estatura, mal se distinguindo do lodo sedimentar. Amanto explicou: “O
que você está vendo é o testemunho físico de um drama sideral, da falência de uma civilização que foi promissora na evolução da Terra. O que você está vendo é o túmulo dos Equitumans, construído
com água e terra pela Estrela Candente! Esses espíritos foram preparados em Capela durante muito tempo.

Neles foi destilado, dia a dia, o anseio evolutivo, o desejo de realização e despertado o desejo de colaboração na obra de Deus. Eles aprenderam a história da Terra, seu papel no conjunto planetário, e se prepararam para o estabelecimento de uma nova civilização deste planeta. A idade
física da Terra se contava em termos de bilhões de anos e muita coisa já havia acontecido antes. Isso, porém, não era de seu domínio mental, pois assim o exigia a didática divina.
Só é dado ao Homem saber aquilo que é necessário a cada etapa de sua trajetória. O impulso criativo e realizador reside exatamente no terreno entre o conhecido e o desconhecido de cada ser. Assim estavam estes espíritos quando vieram à Terra. Isto aconteceu 30 mil anos antes da vinda do Cristo Jesus. Os Mestres haviam preparado o terreno em várias partes do globo. Mediante ações impossíveis de lhe serem descritas, foram alijados da superfície certas espécies de animais e outras foram criadas. Os climas e os regimes atmosféricos foram contrabalançados e o cenário estava preparado. Eles foram trazidos em frotas de astronaves e distribuídos pelo planeta em sete pontos diferentes. Esta região foi um dos pontos de desembarque. Os outros foram onde hoje são o Iraque, o Alasca, a Mongólia, o Egito e a África. Esses locais servem apenas como referência, pois, na verdade, eles tinham o domínio de grandes áreas. Tinham enorme poder de locomoção e de domínio sobre os habitantes decada região. Seu principal poder residia na sua imortalidade, nas suas máquinas e na sua tecnologia.

Eram quase imortais. Não tinham a mesma organização molecular dos seres que aqui já se encontravam. Seus corpos tinham sido preparados em Capela e traziam em si dispositivos naturais de sobrevivência. Eles só corriam o perigo de afogamentos ou destruição física. Seus maiores
inimigos eram os grandes animais e os acidentes. Eles eram normais em tudo. Sua língua, a princípio, era a mesma, mas, aos poucos, ela foi se diferenciando, conforme os grupos com que foram convivendo. Em algumas regiões da Terra ainda se fala a língua original dos Equitumans,
inclusive em algumas tribos de índios brasileiros. Mas, além da linguagem articulada, eles usavam a telepatia entre si. Isso, aliás, foi o que causou a degenerescência da língua inicial. Para se entender com os outros eles adaptavam sua linguagem ao meio. Eles se tornavam mais velhos pela passagem do tempo, mas sem degenerescência. Suas células traziam em si princípios diferentes das células dos seres comuns. Na verdade, os mais velhos eram apenas mais experientes, mais adaptados nas
tarefas. Eles amadureciam na sua alma, mas não no seu corpo. Eles contavam ainda, para a conservação de seus corpos, com a assistência dos Mestres, com quem mantinham contatos permanentes. Às vezes acontecia de um Equituman não evoluir de acordo com a tarefa e ceder seu corpo a outro que sofrera um acidente. Neste caso, o espírito do cedente simplesmente era recolhido ao planeta de origem.

Em Capela, eles eram organizados em casais afins, almas gêmeas, e não
havia reprodução como aqui na Terra. Mas aqui, eles foram submetidos ao processo sexual normal e tiveram filhos. Só que seus filhos nasciam com um organismo comum, igual ao dos mortais. Assim, foram nascendo outros Equitumans mais preparados para a Terra, como iam se desenvolvendo. Suas mentes ágeis permitiam a constituição de organismos adaptados às regiões onde nasciam. Daí os tipos diferenciados que deram origem às raças modernas, como contam precariamente seus historiadores e antropólogos. O principal estímulo dos Equitumans era seu livre arbítrio. Eles eram pequenos deuses a quem estava entregue a tarefa de civilizar um planeta e dispunham de ampla liberdade para isso. Seu único compromisso era o de observar os propósitos civilizatórios apreendidos nas escolas de Capela. A idéia fundamental era o estabelecimento de condições ecológicas que permitissem a vinda de novos imigrantes. Famílias espirituais inteiras sonhavam com a oportunidade de colonizar, colaborar com a obra de Deus na Terra. Mas, se dispunham das grandes vantagens de seres extraterrenos, eles tinham as desvantagens do terráqueo na sua
animalidade física. Cedo se manifestou a velha luta entre suas almas e os seus espíritos. Não tinham religião. Tinham um conjunto doutrinário, cujas coordenadas eram formadas pela hierarquia planetária, cujo centro era o Sol. Com isso, não tinham a preocupação com a busca de Deus, pois
tinham um universo amplo e objetivo, suficientemente dimensionados para não necessitar a busca deuma finalidade. Mais tarde, no declínio de sua sintonia com os planos iniciais, essa doutrina derivouna religião do Sol.

Durante mil anos os planos seguiram sua trajetória prevista. Os núcleos foram se expandindo e muitas maravilhas foram se concretizando na Terra. Basta que se observem alguns resíduos monumentais na sua superfície para se ter idéia. Verdade é que essas ruínas são de difícil interpretação pelo Homem atual. Uma coisa, porém, elas evidenciam: as ciências e as artes que permitiram sua elaboração estão fora do alcance do Homem de hoje. Até hoje os cientistas não conseguiram explicar, por exemplo, o porquê e como foram feitas as estátuas da Ilha da Páscoa ou
as pirâmides. A partir de agora, uma parte destes mistérios será desvendada. Dois fatos contribuirão para isso: a curiosidade científica despertada para fatos estranhos e as convulsões que a Terra irá
sofrer. Os Equitumans se comunicavam de várias maneiras. Dispunham de forças psíquicas e de aparelhos que lhes permitiam a troca de experiências. Isso explica, em parte, as semelhanças arqueológicas que estão sendo encontradas em lugares distantes e aparentemente sem
possibilidades, naquele tempo, de comunicação entre si. Também viajaram entre planetas e chegaram não só à Lua, como a Marte e a outros lugares do nosso sistema. Essas viagens, porém, só foram feitas no segundo milênio, com o começo da hipertrofia de seus egos, à semelhança do que está acontecendo agora. A partir do segundo milênio, eles começaram a se distanciar de seus Mestres e dos planos originais.

Seguros na sua imortalidade e intoxicados pela volúpia de encarnados, eles começaram a ser dominados pela sede de poder. Depois de muitas advertências, seus Mestres tiveram que agir. Ao findar o segundo milênio de suas vidas, eles foram eliminados da face da Terra. A Estrela Candente foi uma nave gigantesca que percorreu os céus da Terra, executando a sentença divina. Em cada um dos núcleos Equitumans, a Terra se abriu e eles foram absorvidos, triturados e desintegrados. Aqui é um túmulo deles, e como este existem outros túmulos. Agora, com o próximo degelo dos pólos, muita coisa virá para a luz do Sol! O plano não falhou: só
não se cumpriu em toda a plenitude. Muita coisa foi feita que permitiu a evolução da Terra. Já os grandes animais haviam sido afastados, tornando habitáveis as principais porções de terra. Os princípios da tecnologia e as sementes da vida social formavam um lastro imperecível na mente de muitos habitantes. O padrão espiritual então existente foi permitindo a materialização da natureza e tudo foi se modificando. Os imortais Equitumans foram se transformando em lendas e deuses e o Homem foi construindo suas cidades e suas religiões.

A partir daí, os grandes missionários começaram a vir à Terra e os Equitumans, recolhidos no Planeta Mãe, começaram a reencarnar nos
descendentes de seus antigos corpos. Aí então teve início outro tipo de luta: alguns desses espíritos, saudosos de seu antigo poder, começaram a se organizar no etérico da Terra e a formar falanges. Os antigos poderes psíquicos foram sendo sedimentados em manipulações mediúnicas e os dois planos: o físico e o etérico – intensificaram seu intercâmbio. Um grande missionário, que hoje, para nós, se chama Seta Branca, responsável pela Estrela Candente, reuniu os remanescentes mais puros e os dividiu em sete tribos, que foram distribuídas nos antigos pontos focais dos Equitumans. A eles coube recomeçar a tarefa interrompida. Cada tribo compunha-se de mil espíritos. Foi aí que foram criadas
as hierarquias dos Orixás, os grandes chefes que tinham a virtude de se comunicar com os Mestres. O processo civilizatório dos descendentes dos Equitumans se foi realizando nos milênios subsequentes, principalmente pelos Tumuchys . Duas dessas tribos deixaram caracteres mais marcantes: os que mais tarde se chamaram Incas e os posteriormente conhecidos como Hititas. Outra tribo que também teve muita importância nos acontecimentos foi a dos Índios, cujo núcleo foi
iniciado aqui, nas margens deste lago. Cedo eles adentraram para Leste, em direção ao Atlântico, e para o Norte, na rota do Amazonas. (…)

Ao desencarnarem de suas agora curtas vidas, eles se recusavam seguir os rumos normais de Capela e preferiam perseguir suas próprias quimeras nos planos etéricos. Juntaram-se, assim, em falanges e, graças ao conhecimento adquirido, procuraram sempre reproduzir a situação inicial. Esqueceram-se eles de que, desta vez, não tinham a bênção de
Deus e nem o auxílio precioso dos Mestres, suas máquinas e seus corpos imperecíveis. Eram imperecíveis, mas no sentido inverso do que foram na Terra física. Nos seus corpos iniciais, os princípios vitais lhes permitiam viver, como aconteceu com quase todos, até a destruição externa,
propositada. Suas mentes, porém, através de suas almas, se evoluíam e progrediam sem parar. Na economia sideral dos planos da época, a indestrutibilidade dos corpos atuava como fator de segurança que permitia a esses seres enfrentar as tarefas ciclópicas sem titubear, além do respeito que impunham a seus descendentes, as vantagens da memória física milenar e outras. Já no plano etérico, sem as vantagens do plano físico, sem a contínua assistência dos Mestres e sem os planos
da Engenharia Sideral, suas mentes foram se degenerando na atrofia inexorável desse plano. Isso é um círculo vicioso, em que o ser cada vez mais perde as perspectivas e se ilude com as próprias sensações. Grande parte de sua atividade se concentra na alimentação de seus corpos etéricos, cuja maior fonte de energia é o ectoplasma da Terra, dos seres vivos. Em vez de terem suas cabeças erguidas para o Céu, para as fontes puras de energia divina, são obrigados a tê-las voltadas para baixo, para os seres encarnados, de onde parte sua alimentação energética. E o coração do Homem está onde estão seus interesses. Tudo o que acontece com os seres humanos lhes interessa. Tendo uma falsa noção de poder, reminiscência dos poderes que possuíam, eles sempre pretenderam influir nos acontecimentos humanos e, em parte, o conseguem. Sua confusão mental, entretanto, os faz crer ser possível a retomada da antiga posição de 300 séculos antes. E assim podemos juntar duas épocas distantes e entender os enredos tenebrosos dos dias atuais.

Equitumans encarnados
Equitumans no invisível etérico e Equitumans nos planos mais evoluídos – esses são os elementos das lutas atuais no Brasil. Hoje, esses espíritos nem sabem mais que foram os poderosos Equitumans que foram à Lua e a Marte. Os que estão encarnados têm menos noção ainda.
Acrescente-se que esses encarnados, presos aos círculos cármicos, vêm se endividando e pagando dívidas num círculo quase vicioso. Muitos dos atuais políticos passaram pelas lutas dos dois ou três mil anos, talvez mesmo anteriores. E agora, no fim de mais um Ciclo, quando o planeta urge passar a categorias melhores, fazem-se necessários o reajuste e o reequilíbrio. Por isso, os inocentes de hoje não o foram ontem. É preciso ter compaixão e ajudá-los, mas isso deve ser feito com a serenidade
que o Cristo nos proporciona, com a justiça Evangélica de as árvores serem reconhecidas por seus
frutos.”
Os espíritos que se mantinham puros naquela fase civilizatória do planeta e, portanto, tinham condições de retornar a Capela, eram recolhidos e recebiam instruções dos Grandes Mestres, reencarnando, em seguida, para cumprir novos planos na Terra. Assim foram formados os Tumuchys, os Jaguares e os Mussuman. Esses eram antigos Equitumans que voltavam com liderança e em condições superiores aos demais habitantes, bem como em corpos preparados para
maior tempo de vida terrestre e para ações determinadas, vedadas aos demais. Em lugar da evolução marcada pelo espírito, com o poder da criação e características próximas de Deus, pois está mais próximo da eternidade, a mudança fundamental da Terra foi sendo realizada com base na alma, o que significa conflitos, relacionamento pelas diferenças, ações desencadeadas por fatores positivos ou negativos, marcada do já criado, do transitório, da elaboração transformista. Houve momentos em que, por consequência de movimentos telúricos, com cataclismos e movimentação das placas terrestres, predominava o plano puramente físico; outras fases, em que predominavam as lutas entre as civilizações mais avançadas e outras menos evoluídas, predominava o plano psíquico.

Com isso, o espírito só conseguia predominar em pontos restritos e herméticos, atravessando os séculos em segredos profundamente guardados na tradição oral e escrita das doutrinas secretas, no
segredo das iniciações, do ocultismo e do esoterismo, evoluindo e se revestindo de características próprias, adequadas à região ou à missão envolvida nos diversos grupos.

Observações Tumarã – José Silva

Ordens Direta – Adjunto Apurê

Aquele que não seguir as ordens de Seta Branca poderá ficar sem sua contagem.
Quando vou seguir um novo rumo dentro desta missão eu vou até o Pai Seta Branca e converso com ele. Se ele disser sim, eu toco o barco, mas se ele disser não, eu acalmo meu coração. Sabe, a gente fica eletrizante quando quer fazer algo. Quer pôr todo custo colocar em pratica os seus desejos. É o chamado pecado capital.
É isso que está faltando nesta origem espiritual. Saber ouvir e saber se conduzir. Não é porque tenha uma certa graduação física que tem que sair por aí a deus dará como se fosse dono da verdade. A verdade, a sua verdade, até você não a conhece. Quem disse que ao receber uma comenda (ordem dos cavaleiros) pode sair por aí gritando e batendo no peito. Respeitar para ser respeitado.
Eu vejo os muitos desistentes em suas novas campanhas para arrebanhar seus seguidores. É como na política, as promessas que nunca se cumprem. Entram em uma casa para receberem a luz do esclarecimento e tão logo se escurecem dividindo aquele pedaço de chão.
Eu tenho uma meta, uma missão, que já trago no bojo do espirito. Ela não nasceu na terra, não foi criada ao leu, ela veio comigo dentro do coração. Ser missionário do acaso só porque achou lindo e maravilhoso a riqueza de detalhes e das cores não o torna diferente aos demais. Mesmo que tenha mil seguidores se não estiver na reta da consciência extrafísica poderá perder e se perder.
O templo Mãe, jaguares do sol e da lua, foi o que Tia Neiva deixou registrado perante a suprema corte espiritual. Primeiro temos um comando superior que ninguém o está ouvindo. Estão tomando as decisões por conta e risco. Eu acho que os jaguares ficaram surdos e cegos pela vaidade do poder.
Quem aqui foi consultar Seta Branca se poderia abrir um novo caminho, uma nova ordem, um destino. Todos foram tomados pelo impulso, outros pela decepção, outros pelo carma, mas ninguém sentou aos pés do mentor responsável e pediu permissão. “Pai eu devo”.
Quando eu vou partir para uma batalha, primeiro vou até onde estão assentados os opostos e vejo as suas pretensões. Minha lança não pode mais ficar ao relento sob a tempestade das decisões errôneas. A lança pode voltar, mas eu posso ficar ali estendido ao luar dos coiotes.
Vejam como foi a missão do Arakén, Nestor, primeiro ele dizia não, depois ele orientava o jaguar em sua cultura e conduta. Vejam também que ele teve seus altos e baixos e ao ver que esta missão estava perdendo seus valores espirituais preferiu sair desta terra para não perder sua reencarnação. Ele foi muito sábio, pois o desenrolar deste caminho oferece muitas possibilidades de se perder nesta encruzilhada do destino cármico.
Esta noite não foi diferente. Fui até o Oráculo de Simiromba e lá me foi mostrado os caminhos desta tribo. São 800 guerreiros e alguns se afastaram do comando geral. Se desunificaram por decisões sem sustentação da força decrescente. Vejam, jaguares, são 800 guerreiros de Seta Branca que vieram com ele para edificar esta obra. O grande chamado despertou em cada sol interior a necessidade de ampliar o horizonte.
Se você faz parte desta chamada deve primeiro orientar sua bussola e seguir as recomendações do Pai Maior, do Grande Orixá, e voltar a sua origem missionária. Os rebeldes espíritos que não escutavam o Cacique Seta Branca culminando com a morte de sua filha queimada viva pelos seus guerreiros. É o que está acontecendo novamente nesta terra, os soldados se rebelaram contra a ordem superior.
800 templos é a programação para que cada guerreiro possa tomar conta do seu povo, digo, pagar por suas rebeldias. O que passar disso pode ser por merecimento ou vaidade. Mas a grande árvore não pode ser escurecida. Ela tem que brilhar dia e noite para assegurar a proteção aos demais viajantes deste mundo.
Sei que muitos odeiam falar em voltar a sua origem decrescente, mas vejam, não precisa olhar para a cara e sim para a missão. Não precisa estar no julgamento e sim libertar o eu interior das mazelas das cobranças.
O Grande Simiromba fez uma chamada em favor desta terra. Poucos ouviram as trombetas anunciando o despertar da verdade. Quem ouviu colocou sua tropa para seguir em busca do sol simétrico. Quem não ouviu ainda está preso a dimensão do orgulho e do desprezo.
Quando tocou as trombetas os filhos desta tribo pararam para ouvir. Baixaram suas cabeças em respeito aos sinais do céu. Somente dos céus ouvireis, disse nosso Pai. Nós somos uma força dentro de um poder. A terra jamais deveria interferir no comando desta nave. Não se usa força física para combater uma força espiritual. Não se oprime um soldado que está carregando sua espada porque ele pode se voltar contra seu comandante. Para ser líder tem que saber distinguir os valores que a clarividente deixou registrado na Lei do Adjunto Koatay 108.
Do Grande Oráculo, um silencio indescritível, ouvia a propagação do eu na sua verdade. Ali não tem como enganar ou se enganar, o oráculo sabe tudo e de tudo sabe. A verdade é algo que buscamos nesta compreensão animal. Os conflitos destes 800 deverão se findar e novas ordens deverão recompor as células perdidas. Ouçam o Cacique antes de pegar em suas armas novamente.
Não sigam a mesma estrada dos ventos uivantes que marcou a ferro em brasa seus espíritos.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
06.02.2021

Dia de Yemanjá

DIA DE YEMANJÁ – HISTÓRIA DO LAGO DE YEMANJA 1978
Com relação à construção do Lago de Yemanjá, é importante o registro de uma história:
Pai Seta Branca pediu a Mãe Yemanjá as forças necessárias para construir o lago. Porém, ela disse “não”, alegando que Tia Neiva era física e não sustentaria a manutenção do trabalho. Diante disso, Pai Seta Branca afirmou que se responsabilizaria por Tia Neiva. Com este “aval” Tia partiu para buscar no mar as forças de Yemanjá.
Em janeiro de 1978, Tia Neiva, acompanhada de vários mestres e ninfas, levando consigo ainda, a pedido de Mãe Tildes, as 220 crianças do Orfanato, em 4 ônibus e 36 carros, dirigiu-se à cidade de Prado, na Bahia, visando trazer as forças necessárias para a implementação de mais um trabalho a ser manipulado pelo corpo mediúnico.
Em Prado, é realizado o ritual da Estrela Candente em plena praia! Nessa ocasião, lembram com saudades os veteranos, a Clarividente incorporou o espírito de Mãe Yemanjá.
Tia Neiva pretendia ficar em Prado por 15 dias. Porém, com o desencarne de sua mãe, ela antecipa seu retorno, juntamente com Seu Mário, Gilberto e Raul, deixando as crianças sob os cuidados de Albuquerque, Jairo, Carmem Lúcia, Vera Lúcia e Gertrudes. Porém o lago só começou a ser construído com o retorno de todos que foram à praia de Prado. Em pouco tempo tudo ficou pronto.
O Lago de Yemanjá foi inaugurado no dia 1º de maio de 1978, ano da Consagração dos Adjuntos Rama e Raja, quando estes, de joelhos, pronunciaram seus juramentos. Em 1981, Tia Neiva voltou à praia de Prado, com as crianças e mestres, para agradecer as conquistas alcançadas, realizando uma vez mais o ritual na areia.

Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!

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