Médium desiquilibrado? Kazagrande

Realmente, a “vontade de bater, xingar e às vezes até de voar no pescoço do Doutrinador ou do paciente” é quase incontrolável!
Porém, devemos ter em conta que ela só será externada se encontrar, no próprio aparelho, sentimento semelhante, para criar uma simbiose mental e traduzir em impulso físico e/ou verbal.
Deixar o irmãozinho liberar esta energia, não vai ajudar em nada o Doutrinador, que também possui seus sentimentos próprios e receios naturais, que podem em conjunto mesclarem-se com a energia liberada, colocando a perder todo o trabalho, dando ainda mais força ao sofredor.
A responsabilidade do Doutrinador é de emanar a aura do médium, e do irmãozinho, com sua energia mediúnica vibrante na tônica do amor.
Claro que não podemos criticar quem ainda não compreende, ou não recebeu a orientação necessária sobre como se conduzir nestes momentos delicados. O Apará não pode se render aos sentimentos do irmãozinho, justamente ao contrário! Tem que vibrar para que ele compreenda aquelas palavras e mentalizar (visualizar) a sua Elevação.
Vejo que normalmente os médiuns que mesclam suas energias com a do sofredor, dando vazão aos sentimentos que lhe invadem, são justamente os que saem “passando mal” e com vibrações de todo tipo. Ao passo que os que se controlam e possuem uma incorporação perfeita, saem tranquilos e com a sensação da missão verdadeiramente cumprida.
Também conheço médiuns de todos os tipos, veteranos e “graduados” com os mais diversos comportamentos. Tia nos ensinava que o médium mais sujeito a mistificação é justamente o mais antigo e de maior classificação.
Não falo em “falta de conduta”, mas sim, em falta de conhecimento! A falta de conduta se dá quando o médium tem esclarecimento e não segue as leis que nos regem neste Amanhecer, e uma das Leis que Tia mais primava era justamente a elegância nas incorporações, e o comportamento de cavalheiro do Doutrinador.
Mal formados? Desequilibrados? Talvez… Mas o que realmente pesa é o momento em que o médium atravessa em sua vida e o quanto ele mesmo está precisando externar sua energia. O sofredor, ao encontrar este campo fértil, sente mais facilidade e aí o médium acaba “debaixo dos Tronos”. Por isso a necessidade de total responsabilidade ao ir para os Tronos! Nosso compromisso não é só com o paciente físico, é também com o paciente espiritual! E estes não podem encontrar um lugar para aumentar sua negatividade, e sim, para contê-las! O Apará, médium Iniciado na Corrente Indiana do Espaço, por esta característica, é consciente e pode controlar as reações. Somente não conseguindo, quando sua própria energia está compatível com a do irmãozinho… De modo, que é melhor nem ir para os Tronos, se não puder se controlar. Pois sairá dali pior do que entrou ou terá que contar com o merecimento de ter ao lado um Doutrinador que possa trabalhar dobrado: controlando aparelho e sofredor. De qualquer forma, os dois acabam esgotados.
Em nossa Doutrina, segundo descrito pelo Trino Tumuchy, trabalhamos com a “projeção do Mentor”! Ele não entra e domina o corpo do Apará! Projeta sua energia e intuição para a realização do trabalho. Quando chega o sofredor, o Mentor se afasta (por isso a sensação da voz do Mentor se distanciar) e permite que o irmãozinho, projete. Com a “Puxada”, o Doutrinador abre a aura do Apará para que ele receba a projeção da aura do irmãozinho, que passará a receber a limpeza propiciada pelos movimentos iniciáticos do Doutrinador e sua emissão de ectoplasma através da doutrina verbal.
Quanto ao controle dos movimentos físicos… Salve Deus! O Apará, Iniciado em nossa Corrente, tem o controle de seus movimentos. Obviamente, quando seu nível de mediunização é muito forte, ele sente com maior intensidade os movimentos projetados pela Entidade de Luz. Porém, jamais, repito, porque são palavras de Tia, jamais uma Entidade de Luz viola a vontade de um médium. Ela projeta e o movimento só se realiza com a permissão do médium! Dores não podem provir de uma Entidade de Luz, que nunca força o médium a nada.
Kazagrande
Extraído do livro “Ao Centurião”

Vá trabalhar que a vida melhora… Será? Kazagrande

Será que somente precisamos de trabalho espiritual? Seria apenas a fé a nos mover em direção à evolução? Teremos apenas que trabalhar pois a “mesa está posta”? Salve Deus!
Embora a fé seja um fator decisivo para aqueles que desejam contribuir nesta missão, devemos recordar das palavras de Tia Neiva, repetidas deste a palestra inicial: “A fé que nega a ciência é tão inútil quanto a ciência que nega a fé”.
Sim, meus irmãos e irmãs! É preciso mais do que a fé! É preciso o conhecimento, sob pena de nos tornarmos “robôs místicos”, um dos temores de Tia Neiva. É preciso saber o que estamos fazendo, entender, conhecer, saber explicar. Já passamos da fase dos “mistérios da fé”, onde ficávamos sem explicações e somente rezávamos. Atualmente, principalmente para os que chegam na Doutrina agora, cheios de informações e questionando com propriedade às realizações, é preciso esclarecer, ensinar, compartilhar conhecimentos que não sejam apenas embasados na fé e experiência… É preciso coerência, instruções que não agridam a inteligência, sob pena de nos tornarmos uma seita de seguidores robotizados.
Evangelizar é trazer o conhecimento! Jamais será pregar o fanatismo ou a fé pela fé. Evangelizar é trazer os princípios de Jesus que justificam a realização dos trabalhos, mas que devem também trazer o conhecimento que nos liberta e dá a necessária segurança e emoção na realização destes trabalhos.
Por vezes vemos médiuns sedentos de conhecimento perguntando sobre o que se passa no Turigano, por exemplo… Respostas desencontradas, cheias de mistérios e misticismos, para não dizer fanatismo, acabam por desiludir aos que hoje se apresentam na Doutrina com dúvidas que não serão sanadas pelos “mistérios da fé”.
Não basta dizer “vocês precisam trabalhar”! É preciso ensinar sobre o trabalho, esclarecer, explicar o que se passa ali e trazer a correspondência com a missão de cada ato praticado. Antes tínhamos Tia Neiva e os fenômenos de sua clarividência eram incontestáveis, por isso muitos se abstinham de perguntar, pois a simples observação já era a prova necessária. Mas, sabedora que não duraria para sempre neste plano físico, ela registrou na cores de nossa fita a necessidade do conhecimento! A cura e a sabedoria, a fé e a ciência, o conhecimento e o trabalho espiritual.
Claro que muitos não precisam de nada disso. Simplesmente trabalham e se sentem felizes com isso, cumprindo tão somente pela fé. Mas os encarnados nesta Nova Era chegam em busca da compreensão, desejam entender para poder transmitir, não se satisfazem com a indicação do trabalho, querem entender. Não aceitam mais que o Adjunto os mande trabalhar, querem do Adjunto o papel de Instrutor, de pai. Querem sua experiência aliada ao verdadeiro conhecimento.
Temos um grandioso acervo, deixado por Tia Neiva, e o conhecimento não pode ficar velado. Não basta distribuir as cartas marcadas para determinadas aulas, é preciso comentar, explicar cada uma delas, e ir além, trazendo a cada semana, ou a cada reunião, uma nova carta, uma nova explicação, uma nova aula!
O povo já não precisa apenas de trabalho, precisa de conhecimento para trabalhar com esclarecimento e direcionando suas energias por esta compreensão. Imagine se o médium entende o papel que desempenha na posição que assume no Turigano? Se entende o que recebe no momento da invocação das forças? Se sabe do que se trata cada canto específico e que tipo de energia é manipulada naquele momento? Tenho certeza absoluta que já não seria o mesmo! Que a cada novo canto saberia o que mentalizar, teria motivos para manter sua concentração… E, vou mais longe, teria motivos para participar do trabalho além da fé que o conduziu até ali.
Kazagrande
(O Turigano foi usado apenas como exemplo, aplica-se este questionamento a todos os demais trabalhos).

Tronos – Betinho Lua

Salve Deus!
No Trono está uma entidade manifestada, está um Doutrinador que é o testemunho, que na iniciação se comprometeu a ser símbolo do silêncio, e muitas vezes este Doutrinador sai falando sobre a verdadeira confissão daquele paciente.
A vinda da entidade é uma grandeza, é um prêmio aqui na Terra, e muitos espíritos de Luz não têm esta oportunidade de trabalhar na Lei do Auxílio. Às vezes eles precisam, porque ainda têm parentes aqui na Terra, às vezes em cavernas, e eles precisam faturar, porque o bônus de uma incorporação, para o espírito de Luz, é muito valioso.
Vamos corrigir o nosso modo de trabalhar. Primeiro passo, pedir o nome da entidade, e, se não estiver dentro dos padrões doutrinários, fazer Obatalá, encaminhando-o para os mundos de Deus. Não se esqueçam de que os convidados de Pai Seta Branca, os Ministros, incorporam no Sandays dos Tronos. Eles podem também incorporar no Oráculo, mas nos Tronos não é permitido, porque ali é lugar dos Pretos Velhos, Pretas Velhas e Caboclos.
Existem trabalhos no Templo que não têm comunicação e onde se manipulam grandes energias, como os Sandays.
Aqui é comum o dia em que o mestre está desequilibrado e vai procurar os Tronos.
É por isso que surgem as interferências.
O mestre têm liberdade de trabalhar em qualquer lugar mas é preciso ter consciência desta liberdade, porque nem todo dia ele está bem e nem todo dia consegue um bom Doutrinador que forme uma sintonia.
Salve Deus!
betinho lua – templo mãe.
30/07/24 – 08:27 hrs.

“A vida honesta é dura”..

Compromissos assumidos na Doutrina do Amanhecer

Salve Deus!
A Doutrina do Amanhecer , no que refere ao seu funcionamento, do mais básico procedimento ao mais complexo e, nisso está incluso a abertura de Templos e também de rituais é uma situação baseada em heranças transcendentais , cujos compromissos, ao que tudo sugere, são compromissos assumidos nos planos etéricos de Deus Pai Todo Poderoso.
O mais interessante, ou decisivo nessa condição, que aquele cuja herança se manifesta em seu desejo de ser um Presidente Adjunto e essa condição é espiritual, elas se conectam entre si, e os auxiliares se apresentam porque quando o Mestre está pronto os discípulos aparecem.
Na verdade, fazendo uma comparação, até um pouco pobre, o Templo é Oráculo do Ministro do Adjunto, e mesmo que leve algum tempo, essa casa vai sendo erguido tijolo a tijolo, se base forem bem fixadas, as colunas serão fortes o suficiente para sustentar a cobertura e assim a medida que os rituais vão chegando esse templo também tem seus médiuns aumentado na mesma proporção.
Assumir o compromisso de ser um Adjunto Presidente é ser e fazer o mesmo que Tia Neiva no inicio de sua missão. Sabe-se que o povo pertence ao Ministro e este, tem a função de conduzir s filhos do Ministro em uma jornada espiritual, cujo maior objetivo , a cura desobsessiva desse povo e a medida que vão se libertando de seus cobradores vão também se evoluindo.
Na evolução do templo, esse Adjunto vai delegando funções especificas a Ninfas e Mestres, o interessante é o poder causado por essas indicações , já que é um compromisso transcendental todos os poderes contidos nessa herança se faz presente.
O Presidente Adjunto, quando faz a implantação de novos rituais, o faz confiando em seus comandados na manutenção dos mesmos. Também sabemos que cada trabalho é na verdade uma ferramenta especializada na cura espiritual e pelo outro lado, é um potencial criador de bônus, cujas células, são enviadas aos Mentores nos planos espirituais e de acordo com as dividas daquele continente mediúnico, vai sendo distribuindo assim, a normalização, reajuste espiritual, que verdade é um ajuste de contas entre cobrado e cobrador.
Importante é que esse compromisso, tem a função de coletar, distribuir esses bônus e isso é feito diariamente nos templos que tem uma corrente mestra iniciática.
Também é sabido que é relativamente fácil construir fisicamente setores de trabalhos e, mesmo a Estrela candente , Sublimação e Turigano são rituais que atuam em faixas de energias diferenciadas e especiais. A Estrela candente tem a função através de processo de desintegração de energias densas. E o crucial; é necessário que haja o número mínimo para que ela funcione adequadamente, já que o recurso do comandante ler a lei é uma exceção não é uma regra geral, só se faz em último caso, e não sabemos se vai alcançar seu objetivo.
O Turigano é responsável por deslocar as energias contidas no antigo Vale dos Reis, e essas são justamente nossas heranças transcendentais.
Uma frase lapidar de Tia Neiva nos chama a consciência : “QUEM PASSA POR ESSE AMANHECER NÃO CUMPRE SUAS LEI E ENSINAMENTOS, NÃO SE CURA, OU CURA COISA ALGUMA”
O Templo não é somente o Presidente Adjunto e sua Ninfa, são todos indistintamente, não aquece que é mais ou menos importante, se somos uma corrente, todos elos são de importância capital na sustentação de um Templo do Amanhecer.
O Trino Araken sempre temia o que ele chamava de PORÃO! Assim como repetia o que Tia Neiva dizia ele; “Meu filho, esse povo não tem coração”
O Trino Ajarâ dizia sua preocupação com anfiteatro!
Ao chegar ao templo e se apresentar a espiritualidade o médium deposita suas heranças na Corrente Mestra, a partir desse momento ele torna-se sua Individualidade, e se bem harmonizado curas milagrosas podem acontecer, pois a divindade lhe acolheu e ele, é o colaborador especial, filho de Seta Branca, que um dia fez um juramento diante dos olhos de Jesus!
Que Jesus me ilumine!
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho 2024

Cumprimento da Lei – Betinho Lua

Salve Deus!
Vejam bem, o mundo evoluído é o mundo da razão, a nossa lei do Céu.
Porque os Pretos Velhos viriam aqui nos desafiar no cumprimento da lei por eles trazida?
Pai João de Enoque nos trouxe o Doutrinador, seu ensinamentos e o Obatalá. Às vezes uma comunicação pode destruir a encarnação de um aparelho.
Por isso, a entidade te agradecerá duas vezes.
Mestres, se estes espíritos não chegarem à nós, não serão doutrinados, mas precisamos estar preparados para recebê-los com amor. Em Cristo Jesus, todos eles são bem-vindos aqui. Às vezes as mensagens são tão bonitas que, se estivermos realmente na sintonia do trabalho, nós vamos receber muitos ensinamentos. Nesta Doutrina, médium incorporado não dá ordens: ele segue as ordens do Amanhecer.
Entidade incorporada é amor e razão.
Não se impressionem pela aparência dos aparelhos nem pelos nomes das entidades, mas observem a sua mensagem. Uma mistificação nunca poderá dar uma mensagem de um Preto Velho.
Por mais que ela tente, acabará escorregando, porque ela é um sofredor.
É por isso que Pai João diz que “um centurião bem preparado vale por cem”, e todos nós somos centuriões. Todos que aqui estamos, em Cristo Jesus, temos capacidade de desenvolver esta Doutrina com perfeição humana, porque somos humanos.
Salve Deus!
betinho lua – templo mãe.
29/07/24 – 08:47 hrs.
Obrigado a vida por ensinar-me o bê-a-bá…

Manipulas as Forças – Betinho Lua

Salve Deus!
Às vezes vemos mestres desanimados, caindo, porque receberam as forças e não souberam manipular. Estas forças que recebemos são para serem manipuladas na Lei do Auxílio, em benefício dos outros.
Temos nossas forças recebidas nas consagrações mas é preciso manipula-las para não nos desequilibrarmos. Não basta só ter amor, é preciso suar o escudo na Lei do Auxílio, na proporção em que cada um recebeu.
Ninguém lhe exigiu que fizesse o curso de Sétimo, nem que o mestre participe dos trabalhos. Está na responsabilidade de cada um.
É ficar sentado olhando o que os outros fazem, verem os outros caírem, só que aquele que participa, hoje ele pode errar, mas amanhã ele fará certo.
Aquele que não participa, nunca fará certo nem errado.
Salve Deus!
betinho lua – templo mãe.
28/07/24 – 08:29 hrs.
“Mestres, busquem dentro de sua individualidade, porque ninguém se evolui por outro e ninguém paga a divida dos outros. Cada um de nós é um universo, um filho de Deus Pai Todo Poderoso, um Ser inteligente que tem uma capacidade ilimitada na evolução. Basta que se conscientize, dê uma oportunidade à sua alma, ao seu espírito que é transcendental “, (Tia Neiva).

Escola do Caminho – Trino Tumuchy

A Escola do Caminho, ou seja, os ensinamentos de Jesus Cristo, nos dá todas as indicações para vivermos plenamente a nossa existência atual. Ela explica detalhes do Sistema Crístico como,
por exemplo, o que são as Casas Transitórias do Mundo Etérico, a origem da Humanidade atual, isto é, de onde viemos, para onde vamos e o porquê de nossa existência.
Desde a vinda de Jesus ao Planeta até nossos dias, essa Escola
vem atuando e encaminhando a evolução dos bilhões de espíritos que nela se matricularam encarnando e reencarnando na Terra. Ela é uma Escola de âmbito planetário e sua influência se faz sentir com os aspectos mais variados no tempo e no espaço. Os resultados aparecem em todos os seres humanos e não somente naqueles que se identificam como religiosos.
Este é o grande segredo da Escola do Caminho. Ela não pertence a grupo nenhum, não é privativa de apenas alguns seres
humanos, mas é de toda a Humanidade em todos os tempos.
Nesse sentido, toda a Humanidade é cristã, isto é, está incluída no Sistema Crístico do qual a Escola do Caminho é a executora, nestes dois Milênios para esta parcela da humanidade.
O Vale do Amanhecer
É uma das escolas da Escola do Caminho, um foco, um ponto de irradiação de seus ensinamentos. Ele foi organizado por um
discípulo do Cristo Jesus, um Mestre Planetário que se apresenta sob a roupagem de Seta Branca e cujo polo oposto é conhecido
como Mãe Yara. Esses dois espíritos excelsos chefiam uma falange de 3.000 espíritos mais ou menos, que se especializaram dentro do Sistema Crístico e vêm executando missões há mais de 30.000 anos neste Planeta. Como espíritos e senhores do seu livre arbítrio eles têm passado por todas as provas e reveses do
Planeta Terra. Alguns se evoluíram e subiram, outros ainda estão
a caminho. A sua linha de trabalho tem sido de uma relativa inde- pendência e num posicionamento de liderança dos povos, sempre estiveram nas posições de comando dos movimentos huma-
nos. Eles, na maioria de suas encarnações, ou eram fidalgos ou viviam nas imediações dos nobres, dos guerreiros, dos reis e dos governos. No passado se chamaram Equitumans, Tumuchys e
Jaguares.
No período do Cristo Jesus eles foram tocados pela Lei do Perdão, da Humildade e do Amor. Alguns encarnaram e viveram notempo de Jesus; outros depois mergulharam nos azares cármicos que seu livre arbítrio lhes permitiu. Próximo ao fim do Primeiro Milênio, eles estavam tão embaraçados nas suas tramas que a Lei Crística os recolheu ao Etérico. Eles então passaram por um Sono Cultural de muitos Séculos e foram sendo preparados para a missão do advento do Terceiro Milênio.
No início do Segundo Milênio vamos encontrá-los, em sua
maioria, encarnados como Ciganos da Idade Média. Coerentes com seus hábitos espirituais, esses espíritos reencarnavam sempre em meio aos centros de decisões do Planeta, os reinados, os impérios e os governos. Por fim, chegou o Século XX, o último Século do Período do Cristo Jesus, e a Falange de Seta Branca veio para a última etapa da Escola do Caminho. O espírito escolhido
para atuar na Terra, nessa fase foi o da Clarividente Neiva, devido ao seu preparo milenar. Ela sempre nas suas várias encarnações demonstrou seus poderes de Profetisa e Clarividente. Ela reen-
carnou em 1925 e desde o princípio foi preparada para esta Missão. Mais ou menos no mesmo período reencarnaram outros espíritos da Falange e desde 1957 eles começaram a se reunir em torno de Neiva. Em 1968, ao ter início as atividades neste local,
batizado de Vale do Amanhecer, começou também o prenúncio
do Terceiro Sétimo da missão. Em 1971, com o início da construção do primeiro Templo circular, a missão começou realmente a se efetivar. Em 1976, quando o primeiro Fascículo como este estava sendo escrito, o Vale do Amanhecer despertara para a plenitude da sua missão.

Fonte (Instruções Práticas) Trino Tumuchy Mestre Mário Sassi

Em tempos de políticas – Adjunto Otalevo

Há alguns dias atrás recebi um email, de um Mestre, que amigavelmente solicitava a divulgação de um candidato vinculado à “Doutrina do Amanhecer”. Cordialmente, respondi que iria refletir sobre o assunto, pois já abandonei o risco do impulso em agir de acordo com meus primeiros pensamentos. Já paguei muito caro pela minha impulsividade de tempos atrás…

Respondi assim porque tenho particular apreço pelo cidadão, e acredito em suas boas intenções. Preferi consultar minha intuição e não me deixar levar pelo impulso imediato.

No dia seguinte, navegando pelos sites e blogs de nossa Doutrina, verdadeiramente “garimpando” e filtrando tudo que é publicado, encontrei um texto que se referia a política, em um relato pessoal sobre a opinião de Tia Neiva. Li de forma desatenta, mas salvei o texto para analisar com calma, e conferir sua fidelidade e origem, hábito que mantenho diante de tudo que encontro pela internet.

Ontem é que fui parar para reler com calma… É um texto do Adjunto Otalevo, e sua origem é totalmente fidedigna. O relato das lágrimas de Tia Neiva, quase me leva às lágrimas também. Não há mais nada para acrescentar, e faço minhas as palavras deste grande instrutor, ao qual tive a felicidade de acompanhar em várias aulas de Centúria, e que só guardo boas lembranças, embora nosso contato tenha se restringido praticamente às aulas que vi e revi, dentro do curso citado.

Abaixo, o texto na íntegra, para que analisem e reflitam. Salve Deus!

Kazagrande

OS REENCONTROS E AS LEMBRANÇAS QUE SÓ O DIA DO DOUTRINADOR PROPORCIONA

Adoro o 1º de maio. Aqui, no Templo Mãe, ficamos muito tempo sem nos encontrarmos com alguns médiuns dos quais gostamos, simplesmente, por estarmos freqüentando os trabalhos em dias diferentes. Interessante como iniciamos uma conversa com um médium hoje, paramos no meio, e só a continuamos meses, às vezes anos, depois, exatamente de onde a deixamos, quando nos reencontramos. Com os mestres concentrados nos demais templos do Amanhecer isso, de ficar tempos sem ver, se agrava, dá saudades, ainda mais quando já vivemos momentos interessantes e inesquecíveis ao lado daquele mestre ou ninfa. Ficamos torcendo para eles não faltarem ao ritual do Dia do Doutrinador. Ultimamente, andava me lembrando do mestre Tavares direto, É típico dos anos eleitorais. Sabe por qual motivo?

Certa feita estava eu sentado no Radar, naquele intervalo entre o primeiro e o segundo intercâmbio, e Tavares, hoje presidente do Templo do Amanhecer de Crato – CE, encostou para uma prosa ligeira, já que ali não é lugar para se ficar de papo comprido. Eis que chega um adjunto maior (nós ainda éramos adjuntos regentes) e, prontamente, respeitando a hierarquia, lhe perguntei o que “mandava”.

Ele vinha nos convidar para participarmos da inauguração do “diretório” de um certo partido político, em sua casa, situada na rua principal do Vale, a ocorrer mais tarde. Eu e Tavares nos olhamos desconfiados, mas não polemizamos. Apenas agradecemos o convite e, após tecer alguns comentários sobre as hipotéticas vantagens de termos um núcleo partidário no Vale, o nosso politizado irmão foi embora.

O meu companheiro de Radar vinha chegando e eu e Tavares fomos relatar o convite para Tia. Quando soube, ela abaixou a cabeça e começou a chorar. Chegava a tremer. Entre grossas lágrimas, disse: – Eles estão me envergonhando perante Pai Seta Branca!

O espartano em mim logo quis se manifestar: – Deixa, Tia, que vou lá e dou um jeito nisso! Acabo com essa história rapidinho.

Ela, ainda chorando, não permitiu: – Não, meu filho. Você está no Radar e não pode se desequilibrar. Deixa que o Tavares vai, como quem não quer nada, vê o que está acontecendo e vem me contar. Mas esses homens não sabem que eu não aceito dinheiro do Governo, não deixo fazer comício aqui dentro, nem carro-de-som com propaganda de político deixo rodar aqui? Parece até que fazem só para me chatear…

Tia se referia aos avisos que nos dava sobre o envolvimento dos jaguares com a política. Tivemos muitas encarnações no poder material. Aliás, o jaguar vem à Terra, costumeiramente, em momentos relevantes do planeta, em grandes transições, e, geralmente, alguns de nós são colocados em pontos estratégicos, nos governos, donos de grandes fortunas, líderes populares, em condições de auxiliarmos a espiritualidade nos seus projetos.

Foi assim com a passagem de Jesus pelo plano físico. Encarnamos antes, durante e depois, com a missão de favorecermos o trabalho do Grande Mestre. Em vez de fazê-lo, todavia, nos encantamos com a riqueza, com o poder, com as vantagens e os prazeres que trazem, e acabamos, isso sim, atrapalhando os mentores e perseguindo os cristãos, atirando aos leões aqueles mártires que tínhamos vindo proteger.

Arrumamos carma pesado em Roma, por exemplo, por causa dessas perseguições. Os desencarnes brutais em Angical foram reajustes oriundos daquela época. Pai João, que lá tombou, junto com Mãe Tildes, Pai Zé Pedro, Mãe Zefa e outros, tinha sido o sanguinário imperador Tibério e, por sinal, acabara perseguindo e mandando matar Veleda, espírito que, séculos depois, teve a missão de proteger e orientar como um mentor, quando encarnada como Neiva Chaves Zelaya. A ataca dos prisioneiros é igual àquela usada pelos gladiadores, nos tristes momentos no Circulo Máximo do Coliseu. Mas ainda tem a história da Queda da Bastilha e tantas outras encrencas políticas na nossa velha estrada.

Como nós, os jaguares ainda encarnados, somos os mais enrolados carmicamente (os que se desenrolaram já são caboclos, pretos-velhos, e nós ainda por aqui, marcando passo e dando trabalho), entrar no padrão vibratório dos políticos representa se expor aos cobradores daquelas épocas e, pior, abrir a guarda para os falcões, uma terrível falange negra, surgida no Império Romano e “especializada” em atuar na área política. Ficamos no dizer de Tia, “sem moral para doutrinarmos aqueles espíritos”.

Ainda tem a questão do atendimento. Tia atendia a todos os políticos que a procuravam, não sendo raro ver um carro com a “chapa branca” estacionado diante da Casa Grande, altas horas, naquelas noites em que não havia Trabalho Oficial e o movimento era menor. Eles chegavam, o mais discretamente possível (até porque ela não lhes permitia o espalhafato), contavam as suas angústias e anseios, se consultavam, riam, choravam, tomavam um cafezinho, às vezes até jantavam aquela comidinha simples, mas tão gostosa, da Casa Grande, e iam embora. Dependendo do político, saia com um pedido de Tia, para arranjar um emprego para um de nós. Mas ficava nisso. Nossa mãe nos ensinou que, se tomarmos um partido, os do outro partido não virão nos procurar e falharemos com a lei-de-auxílio incondicional, que é fundamental para a nossa missão.

Não é que não possamos trabalhar para os políticos, mas mantendo a relação no campo profissional, sem nos empolgarmos demais, sem entrarmos no campo vibracional deles. Também não quer dizer que não possamos nos candidatar e, vencendo no pleito, cumprirmos mandatos, mas temos de ter a consciência do que isso, carmicamente, irá representar, dos problemas pessoais, como na saúde, na família etc., que podem surgir, como um efeito colateral, pelas nossas dívidas do passado. Simplesmente, para nós, isso é velha estrada, não é mais a nossa missão. O custo/benefício, muito provavelmente, não compensará.

Por todos esses motivos, Tia nunca permitiu, enquanto encarnada, manifestações políticas no Vale do Amanhecer. Com a Constituição de 1988 (Tia desencarnou em 1985) e o regime democrático imperando, não há como impedir o livre exercício do pluripartidarismo, da liberdade de reunião etc. Mas não há como esquecer as lições da Clarividente. Não há como ver um jaguar envolvido com a política sem sentir um aperto no coração, uma preocupação com o nosso irmão. Especialmente, não há como esquecer das lágrimas da nossa mãe. Eu e Tavares, ontem, quinta-feira, momentos antes de participarmos da terceira consagração do dia 29 de abril de 2006, na Estrela Candente do Templo Mãe do Amanhecer, nos lembramos daquela tarde quente, de um domingo tão antigo, em que tivemos que nos controlar muito, para não chorarmos também.

Espero que essa mensagem não seja interpretada como uma crítica àqueles que pensam diferentemente, ou uma afronta aos direitos fundamentais constitucionais de ninguém, algo inconcebível para um professor de Direito Constitucional, como eu. São só fatos, só emoções. Conviver com a Clarividente nem sempre era o mesmo que ouvir o que se queria, o que se esperava, o que se pretendia, sequer o que se acreditava.

Como Tia perguntava: – Caiu a carapuça?

Salve Deus!
Adjunto Otalevo

Evangelização dos Médiuns – Adjunto Adelano

EVANGELIZAÇÃO CAPITULO 5
Salve Deus!
Em um posto hoje no Facebok , o Trino Ajarã nos fala da necessidade de evangelização, esse tema conversei muito com ele quando esteve pela ultima vez em Teresina. Que aqui replico:
No ponto que chegamos, vejo que o jaguar não precisa mais de uma formação somente técnica. Nestor, meu irmão, foi perfeito em seu trabalho. E vejo que avançamos muito meus irmãos. Hoje eu, Trino Ajarã, vejo que nosso povo precisa se evangelizar. Evangelização é o que precisamos. O Evangelho de Jesus em nossas vidas”
Já venho discutindo e tentando definir o que seria para nós outros, Jaguares, essa evangelização, fizemos algumas considerações:
-Ler o evangelho tradicional e buscar entendimento em capítulos e versículos, já foi tentado e não surtiu o efeito desejado.
Ler as cartas de Tia Neiva e tentar encontrar em suas entrelinhas o sentido real e verdadeiro delas, acredito eu, que não estamos prontos,falta nos o encanto, a busca do sagrado e a percepção extremamente complexa que as cartas de Tia Neiva tenta nos passar.
O Jaguar não teve uma cultura voltada para buscar ensinamentos filosóficos , e esotéricos, dado que lhe passado os ensinamentos práticos, tanto que em sete aulas nossos médiuns estão prontos para atender pacientes.
Também temos que considerar que falta o entendimento ou compreensão de sua própria mediunidade e isso tem gerado uma certa dificuldade em conciliar os fenômenos físicos da parte psíquica ou psicológica.
Nosso povo está vivendo as influências do efeito evolutivo que a humanidade está passando e que temos que admitir que ao entrar para o desenvolvimento, além de suas técnicas, o médium passa por uma espécie de cura e equilíbrio mental e psicológico, mas ele ainda acaba deixando que as mazelas vividas em sua vida diária interfira em seu dia a dia, e no final esses sintomas acabam sendo absorvidos pela mediunidade causando uma desordem estrutural em sua personalidade.
Ato continuo, ele baixa seu padrão vibratório, vai ao Templo, de certa forma, trabalhar com objetivos definidos, não sendo atendido, chega a ponto de entregar suas armas.
Talvez evangelizar, comece pelos Adjuntos Presidentes que comece a entender essa mecânica espiritual, e o desenvolvimento sem perder sua essência, trate o homem total, corpo, mente espirito. Que lhe dê entendimento do que é realmente essa doutrina, que saiba utilizar as ferramentas deixadas pela clarividente para melhorar sua mente e coração assim, esse homem conhecido a si mesmo, abra seus canais energéticos e receba do céu tudo que aquele é oferecido em detrimento da cura desobsessiva.
Espero sempre que Jesus e ilumine, minha mente e coração
Gilmar
Adjunto Adelano
Julho 2024

História de Severino


Havia no Templo Mãe um mendigo que dormia pelas marquises do Orfanato. Severino, assim era seu nome, tinha a cara de um Preto Velho.
Somente destoava uma enorme verruga em sua face.
Era uma figura interessante, de poucas palavras, não incomodava ninguém.
A maioria das vezes almoçava com os meninos do Orfanato e ninguém se incomodava, pois sua atitude era de total educação e respeito.
Ficava vagando pelo Vale, ganhando um café aqui e ali.
Não perdia uma única reunião de Arcanos e Presidentes.
Sentava-se no fundo, calado e assistia a tudo, como se compreendesse cada palavra.
Mas se alguém lhe perguntasse algo, ele respondia como se nada houvesse visto ou ouvido.
Certa vez um Adjunto Maior resolveu leva-lo para sua casa, arrumando um quartinho para ele.
Cama limpa, roupas, um pouco de conforto enfim.
No dia seguinte lá estava Severino dormindo de novo no chão, pelas marquises do Orfanato!
Foram diversas tentativas, e todas em vão.
Certa vez, em um Angical, perguntei a Pai Joaquim quem era o Severino:
Meu filho, você lembra-se do Velho Coronel, história contada por Tia Neiva?
Severino é o Velho Coronel, um grande espírito, mas carrega uma grande culpa e veio cumprir sua jornada exatamente desta forma.
Nunca vai adiantar tentar dar algo a ele.
Pois somente pode ser feliz assim: sem ter nada nesta vida.
Seu espírito evoluído entende e ele escuta a voz do próprio espírito.
Ele foi, na época do Angical, um grande senhor de terras, com muitos escravos.
Foi um homem bom e que resgatou quase todas as suas dívidas nesta encarnação.
Porém, cometeu uma grave injustiça e para reequilibrar a energia e cumprir seu carma, voltou como negro e mendigo.
Por sua própria opção.
E continuou:
Para fazer a caridade é necessário que sempre se use o bom senso.
Não se pode sair por aí oferecendo ajuda a quem não está pedindo.
Quem não está pedindo ajuda, muitas vezes não precisa dela, ou ainda não adquiriu a humildade suficiente para pedir.
Sempre existe um motivo que justifica os problemas que a pessoa passa.

Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!

Design a site like this with WordPress.com
Iniciar