A palavra mantra é composta pelas sílabas man (mente) e tra (entrega), em sânscrito, antigo idioma da Índia. Tem origem nos Vedas, livros sagrados indianos compilados pela primeira vez em 3000 a.C.
O som exerce um poderoso efeito sobre nosso corpo e nossa mente. E pode acalmar-nos e dar-nos prazer ou ter influência desarmoniosa, gerando uma sensação sutil de irritação. O mantra é ainda mais poderoso do que um som comum: é como uma porta que se abre para a profundidade da experiencia. Visto que os mantras não têm sentido conceitual, não evocam respostas predeterminadas. Quando entoamos um mantra, ficamos livres para transcender os reflexos habituais. O som do mantra pode tranqüilizar a mente e os sentidos, relaxar o corpo e ligar-nos com uma energia natural e curativa. O mantra é uma oração…
Tecnicamente, entramos em maior contato com o hemisfério direito do nosso cérebro, permitindo um estado de consciência e percepção, inatingível no dia a dia, quando nos focamos naturalmente em questões práticas, dominadas pelo hemisfério esquerdo do cérebro.
Espiritualmente, a emissão de ectoplasma, em um Trabalho de Imantração, por exemplo, tem o poder de desalojar espíritos que se “agarraram” às colunas do Templo, ao não completarem sua elevação. Embora seja nosso dever participar sempre dos momentos em que oficialmente se emitem os hinos e mantras (abertura, trabalhos, encerramento, bênção, etc.), no Trabalho de Imantração assumimos uma responsabilidade que pode re-harmonizar todos componentes de um povo que estava a ponto de cair em desequilíbrio:
As falanges de Nityamas, Gregas, Mayas e Magos devem participar sempre do trabalho (embora todas as outras sejam igualmente importantes). Por isso a importância dos Mantras em nosso templo.
Observações Tumarã – José Silva
PALAVRAS TIA NEIVA E mais uma coisa, meus filhos: quando vocês puderem cantar…
O canto se transforma em mantras junto ao seu ectoplasma. É um ectoplasma Crístico que lhe permite fazer seus pedidos enquanto você está cantando os mantras.
Sempre que puderem, cantem!
Nós ionizamos o nosso Templo e deixamos aqui, em haver, quando saímos, tantos mantras do nosso magnético animal extraídos do Sol Interior. Não se esqueçam disto!
Os mantras cantados são como luzes, é um trabalho em louvor à Espiritualidade, é como se vocês abrissem uma conta corrente nos Mundos Encantados!…” Tia Neiva, em 27 de junho de 1976
Hoje completam 25 anos da partida do Trino Tumuchy Mestre Mário Sassi. Este foi o Mestre da Clarividente, o decodificador do Maior Enigma que esta Doutrina já viu.
Devemos muito respeito a este Grande Mestre por sua gigantesca contribuição para que Nossa doutrina chegasse onde chegou em termos de estrutura básica, filosófica e literária.
Interpretar e contextualizar o que Espírito da Verdade nos trazia Sob os Olhos da Clarividente não era tarefa fácil, mas para quem teve sua iniciação Dharman Oxinto numa Casa Transitória a tarefa estava de acordo.
Não foi atoa que este mestre em sua primeira Classificação foi consagrado “Trino Simiromba”. Sua mediunidade ressaltava muito um mecanismo hoje pouco utilizado, mas que deve ser a tônica do Doutrinador, a Intuição.
Há quem julgue suas “falhas”, mas esta tarefa não nos compete. O grande volume de informações que gravou e sistematicamente foram estruturadas em literatura eternizaram o legado desta doutrina por suas mãos, assim como também somou neste sentido o saudoso Adjunto Trino Jaruã Mestre Bálsamo (em memória).
1° Mestre Sol Deste Amanhecer, Trino Tumuchy Mestre Mário Sassi, o Nosso muito obrigado por tudo fizeste ao lado de Nossa Mãe Mentora Tia Neiva. Os meus respeitos com ternura e muita gratidão! Salve Deus!
” [Trino Tumuchy] – Neiva, de tudo que hoje você está vendo a sua frente, diante de toda essa estrutura, de todo esse crescimento desta obra, qual você sente que foi a sua maior conquista?
E Tia Neiva respondeu:
O Amor Mário, o amor dos meus filhos jaguares, eles me amam, eu fico feliz porque logo vão aprendendo a amar uns aos outros e assim entenderão um dia que só o amor constrói, que a capacidade do amor nem se pode medir de tão grande que é… O Amor é tão bacana sabe…”
As Guias Missionárias são espíritos de alta hierarquia, vindas do Reino de Zana destacadas para proteger e acompanhar as ninfas do Amanhecer, que as escolhem por afinidade. Realizam grandes trabalhos no espaço, completando os que suas ninfas protegidas fazem na Terra. Em todas as situações, elas estão ajudando e participando da jornada das ninfas, exceto quando alguma ninfa se coloca fora da conduta doutrinária, o que faz com que sua Guia Missionária não tenha condições de se aproximar, por força do padrão vibratório.
As Guias Missionárias são como verdadeiros Anjos da Guarda, manipulando todas as forças que as ninfas emitem ou recebem. Quando uma ninfa está escalada para um trabalho, sua Guia Missionária comparece antes, já tomando todas as providências, no Plano Espiritual, para sua correta participação. Quando a ninfa está escalada e não comparece por motivo de força maior, sua Guia Missionária participa do trabalho e irradia as forças necessárias para ajudar e proteger a ninfa para vencer a dificuldade que a impediu de comparecer. Mas triste é quando uma ninfa deixa de cumprir sua escala por preguiça ou displicência, e fica isolada, abandonada por sua Guia Missionária que parte para fazer o trabalho para o qual foram escaladas, deixando-a sem qualquer proteção e sem receber os benefícios daquele trabalho. Quando a ninfa desencarna, sua Guia Missionária a recepciona no plano astral, conduzindo-a para Pedra Branca. Zana é o reino das grandes falanges missionárias do Espaço e de lá se projetam as forças para serem manipuladas pelas Guias Missionárias e pelas ninfas nos Sandays que trabalham com as forças das Estrelas. A força de uma ninfa com sua indumentária de missionária, que se soma a todas que já possui, procede diretamente de Zana, através de sua Guia Missionária.
O Trabalho de Xingu – Xingu é um rio afluente direito do baixo Amazonas. Nasce no Estado de Mato Grosso e sua extensão é de aproximadamente 1.980 quilômetros dos quais somente 180 são navegáveis devido às corredeiras. Seu leito se faz presente além do Estado de Mato Grosso, no Pará e, em sua maior extensão, no Estado do Amazonas. Em algumas regiões compreendidas pelo curso do Xingu, até pouco tempo atrás, havia tribos de indígenas que ainda não tinham mantido contato direto com a civilização e, mesmo nos dias atuais, o relacionamento é cuidadosamente mantido sob o manto da prudência.
Destas tribos, particularmente Tia Neiva nos esclareceu sobre duas que sabemos tratar-se de velhos contemporâneos Jaguares, reencarnados nesta primitiva condição por suas necessidades kármicas na Lei de Causa e Efeito.
Há anos atrás, objetivando uma preparação, a Clarividente começou a promover “visitas” em meio a estas tribos, iniciando um Trabalho doutrinário que culminaria em nosso tempo nos alicerces para a realização do Trabalho de Sessão Branca.
Quando nossa Mãe Clarividente iniciou os primeiros contatos, comentou que estas tribos viviam no sopé de uma montanha, com um detalhe extremamente singular: o de possuir em seu meio, no cimo, um “Espelho D’água” de considerável dimensão. No transcorrer de outros contatos, verificou, também, que as tribos mudavam constantemente de localização embrenhando-se mata adentro, motivadas pelos rumores da aproximação do “Homem Branco”. Outro fato importante a ser registrado, é que as duas tribos aqui mencionadas viviam em guerra entre si e, a partir das “manifestações” da Clarividente a paz entre as mesmas foi conseguida.
GEF Amazons Project #2364
Finalizando este breve histórico, esclarecemos que a Sessão Branca é uma grande bênção de Deus, que permite a manipulação de forças importantíssimas, tanto para os Médiuns da Corrente, como para estes nossos irmãos que vêm portadores de Energia Transcendental, força das matas, recebendo em troca os valores de forças doutrinárias-desobsessivas.
O trabalho de Sessão Branca, ou Xingu, é um trabalho muito importante para o Mestrado, porque tem ele a capacidade de reabastecer o mestre, de renovar suas energias.
É um trabalho onde incorporam índios encarnados, que ainda não tiveram contato com o mundo civilizado. A incorporação dura em média 15 minutos e o Aparás incorporam com as mãos fechadas.
No trabalho de Sessão Branca os índios recebem o nosso ectoplasma iniciático e nós recebemos deles as energias puras das matas frondosas.
Tem a finalidade de trocar ectoplasma e energias. Por isso a necessidade de habilidade do Doutrinador em tentar entabular um diálogo. A energia se desprende pela conversação e pelos “gritos de saudação e despedida” que emitem.
Nesse trabalho o médium se reabastece da força vital, da força do Xingu.
(O Centurião – Pág. 143) Adjunto Anavo Mestre Kazagrande
É comum que os jaguares do Amanhecer ouçam das entidades que, por serem espíritos espartanos, devem saber suportar as dores e as dificuldades que atravessam, por sermos fortes e preparados para a resignação e a vitória no final de uma luta. E, na verdade, para ser um espartano, tudo começava na infância, quando a criança já era segregada quando nascia com alguma anomalia física, sendo condenada à morte, atirada nos despenhadeiros. Tia Neiva explicou a condição de alguns espíritos em grande evolução em Esparta. O famoso rei Leônidas (o 1º Mestre Jaguar, Nestor, Trino Arakém) tinha um irmão (o Trino Tumuchy, Mário Sassi), que pretendia tirá-lo do trono, e foi procurar o rei de uma cidade ao norte de Esparta, que estava reunindo um grande exército para invadir Esparta. Aquele rei é, nesta era, o Trino Sumanã, Michael Hanna. Atacaram Leônidas, e foram derrotados, tendo o irmão de Leônidas recebido a clemência e sido exilado até o final de seus dias.
O Trino Tumarã, Mestre José Carlos do Nascimento, baseado na história e nas explicações de Tia Neiva, define a questão da transcendentalidade: “Uma grande parte dos espíritos que hoje estão no Vale do Amanhecer, como Jaguares, foram espartanos, submetidos, de certa forma, pela Espiritualidade Maior, a uma provação decisiva para a continuidade de suas missões neste planeta”, define. Para José Carlos, “foi o fim de longa escadaria pela qual caímos das nossas posições de Homens-Deuses, quando chegamos de Capela, e nos tornamos homens-feras, impulsionados pelo poder da força física que foi utilizada em todos os momentos de nossas vidas”, conclui. Pesquisa do Mestre José Carlos do Nascimento: Plutarco, historiador grego, em sua obra “A Vida de Licurgo”, relata: Em Esparta, quando nascia uma criança, não era seu pai que decidia se iria criá-la ou não. O recém-nascido era levado ao lugar onde se reuniam os mais velhos, que a examinavam. Se fosse sadio e robusto, podia ser criado pelos pais (…) Se, ao contrário, fosse fraco ou deficiente, era lançado em um precipício. Julgavam que isso era o melhor para a criança e para o governo. Os meninos considerados sadios ficavam sob o cuidado das mães até completarem sete anos. Andavam descalços, para ficarem com os pés calejados, e vestiam leve túnica, para aprenderem a suportar o frio. De 7 a 16 anos, ingressavam em acampamentos governamentais, onde aprendiam a ler, escrever e fazer contas, bem como a cantar músicas tradicionais e a declamar poesias, recitando Homero, juntamente com a prática de esportes e instrução militar, com especial atenção para as aulas de sobrevivência na natureza. Só podiam tomar banho nas águas do rio Eurotas.
Dos 16 aos 20 anos, o jovem espartano iniciava seu aprendizado prático de ações violentas, sendo a maior prova a críptia, quando formavam diversos grupos que acordavam de madrugada e, armados de punhais, atacavam as residências dos hilotas e matavam toda sua família. Estas ações tinham por objetivo eliminar os hilotas, que estavam em maioria crescente na população, uma vez que os espartanos morriam nos constantes combates. Em sua descrição da batalha de Platéias, Heródoto relata que nela tomaram parte 5 mil espartanos, 5 mil periecos e 35 mil hilotas, demonstrando a superioridade numérica dos escravos, o que representava séria ameaça ao governo. Tinham que obter seu alimento por conta própria e por isso roubavam, geralmente para comer, chegando a roubar queijos que eram ofertados no santuário da deusa Ártemis Órtia. Se fossem apanhados em um roubo, mesmo que fosse por força da fome, eram castigados cruelmente, em público. Dormiam em leitos toscos de junco, a alimentação era escassa e aprendiam a controlar a dor. Passavam entre duas grandes alas de homens fortes, e eram chicoteados cruelmente, enquanto pudessem agüentar. Muitos morriam nesse teste. Ao atingir 20 anos, ingressava no exército e recebia sua armadura e armas. O escudo era entregue sob o juramento de voltar com ele ou sobre ele, isto é, morto. Estava pronto para todos os tipos de combates e violências, e se dedicava à vida militar até os 30 anos, quando podiam começar uma vida civil, casando-se e recebendo uma área de terra do governo e alguns hilotas para cuidar dela. Eram considerados cidadãos, podendo votar e ocupar cargos públicos. Todavia, até aos 60 anos era componente do exército. Nessas atividades civis eram incluídas as refeições coletivas diárias, compostas por pão de cevada e bolinhos recheados, bebendo pequena dose de vinho, tendo como sobremesa reduzidas porções de queijo ou figos, consolidando o companheirismo entre os espartanos. As mulheres tinham, como principal função, gerar filhos saudáveis, para isso tendo uma vida de intensos exercícios físicos, lutavam e praticavam esportes. Em 555 a.C., Esparta firmou um tratado de amizade com Creso, rei da Lídia, grande inimigo dos persas. Foi o desafio dos gregos ao crescente domínio persa na região. Esparta se consolidou como poderosa cidade grega, principalmente quando, com o ataque dos persas, liderados por Dario I, em 490 a.C., que já havia conquistado as colônias gregas da Ásia Menor, se lançou à luta contra a Grécia continental, baseando-se no possível enfraquecimento das cidades esgotadas por lutas internas. O sentimento de amor à Grécia se traduziu na união das cidades gregas, que se juntaram em valores humanos e materiais, sendo lideradas por Atenas, que possuía a melhor frota marítima, e por Esparta, que tinha o exército terrestre mais aguerrido. Leônidas, rei de Esparta, obteve significativas vitórias nas Termópilas; Pausânias, em Platéias; e Leotíquides, em Micale. Com a vitória dos gregos, os persas desistiram da guerra e retornaram à Pérsia. Sob o pretexto de evitar novas tentativas de invasão, Atenas promoveu a Confederação de Delos, aliança entre cidades gregas que cooperaram com soldados, navios e valores, liderada por Atenas e sediada na ilha de Delos. Todavia, Péricles, rei de Atenas, começou a desviar os valores remetidos por outras aliadas, para levantar a cidade de forma suntuosa, com palácios e templos que, até hoje, comprovam sua grandeza. Em Atenas, destruída pelos persas, surge a grande figura de Péricles (495 a 430 a.C.), cuja missão era reunir aquela plêiade de espíritos vindos da Egea, estabelecendo os caminhos para o Deus Único, invisível e indivisível, desconhecido. Aceitando as divindades do Olimpo, reconstruiu Atenas, de forma até hoje admirada por todos, não só na parte material como, também, nas raízes que deixou. Ergueu o principal templo da cidade dedicado a Atena e, com sua visão e inteligência, dedicou-se à política voltada para a comunidade, prestigiando as Artes e as Letras em tal dimensão que sua época ficou conhecida como “o Século de Péricles”. Cercada por muralhas, Atenas se concentrava em torno do Acrópole e dispunha de locais preparados para as reuniões com os grandes mestres que ali iniciavam a Era da Razão, como a Assembléia – Pnix –, o teatro de Dionísio e, fora dos muros, a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles”.
Resumo do Livro por: Jose Nunez Num livro relativamente curto, Cartledge agrupa uma variedade de informações sobre Esparta e seu povo. Como Professor de História Grega na Universidade de Cambridge, sua paixão e interese por esta clássica história Grega aparece nesta peça muito acessível. O livro se divide em três partes. A parte introdutiva, “Vá, Diga aos Espartanos”, discute a evolução de Esparta, de um simples conjunto de aldeias, até se tornar a mais poderosa força de combate da antiga Grécia. Sua expansão começou com a conquista do povo vizinho da Lacônia (Hilotas – cativos) e da Messênia (Periecos – estrangeiros) e, eventualmente, a criação da maior cidade-estado do mundo Grego, sem dúvida. Isto deu a Esparta uma posição de segurança, controle das férteis planícies agrículas e da riqueza mineral. Sua localização segura, contribuiu para que Esparta dispensasse muralhas. Os Espartanos também preferiam confiar em sua força militar de defesa, considerando as muralhas como algo afeminado. A força e a riqueza de sua localização também ajudava Esparta a manter um exército profissional, ao invés de uma força de cidadãos convocados quando necessário. A força militar de Esparta estava baseada num superbo treinamento de infantaria hoplita. Ainda muito jovens, os meninos eram tirados de suas famílias e introduzidos nos quartéis de treinamento militar. Armamentos típicos incluíam um escudo largo de madeira, coberto de bronze, um capacete batido a partir de uma única peça de bronze, peitoral, caneleiras, lança longa e uma curta espada de ferro. Eles eram instruídos e treinados com seus equipamentos desde cedo, produzindo “firme coordenação, rígida disciplina e uma elevada moral”. Seu poder, como uma força de combate, foi demonstrado, particularmente, durante as guerras com a Pérsia. Cartledge analisa os eventos em geral, mas se concentra em quatro grandes batalhas – Termópilas, Artemisia, Platea e Micala. Foi a defesa do desfiladeiro de Termópilas, por Leônidas, com apenas uma força símbolica, que mostrou o valor dos Espartanos como homens de combate. A segunda parte considera “O Mito Espartano”, principalmente, cobrindo o período de quase 30 anos de conflito com os atenienses. Comumente conhecido como a Guerra do Peloponeso, Cartledge refere-se a estes como as Guerras de Atenas, como ele é descrito do ponto de vista Espartano. O conflito entre Esparta e Atenas foi, de certa forma, inevitável, já que representavam dois conjuntos diferentes de valores e cultura. Um terremoto de grandes proporções atingiu Esparta em 464 AC, causando muitos danos e perda de cidadãos espartanos, o que incentivou uma revolta entre os Hilotas. Esparta pediu ajuda aos aliados. Eles também procuraram ajuda dos atenienses, com base num tratado anterior contra os persas. Atenas forneceu uma força significativa, apesar de ter interesses em outra parte, naquele momento. O relacionamento entre as forças de Esparta e Atenas era pobre e, finalmente, Esparta acusou o comportamento de Atenas, de revolução. Atenas, mais tarde, deu ajuda para os sobreviventes Hilotas, arruinando ainda mais as relações com Esparta. Depois que a Guerra Ateniense começou, durou mais de uma década, até que a própria Atenas enfrentou uma revolta interna, assim como aconteceu com Esparta. Depois que Esparta avançou fundo, dentro do território Ateniense, com uma força aliada, os dois lados negociaram um tratado de paz, chamado de 30 Anos de Paz, que foi o tempo que estava previsto para durar. No entanto, por volta de 432, Esparta temia o poder e a influência de Atenas, e declarou que Atenas tinha quebrado o tratado, que foi, portanto, terminado. Táticas inadequadas e falta de equipamento de cerco, prejudicou as tentativas de Esparta de forçar Atenas ao combate, como se pretendia, com Atenas retaliando tanto por mar, quanto por terra. Os atenienses, eventualmente, avançaram, montando uma base dentro do território espartano. Em 423, um armistício foi acordado, apesar de partidos, de ambos os lados, procurassem retomar a luta. No ano seguinte, um outro tratado de paz foi assinado, juntamente com o pacto de não agressão por 50 anos. Crescentes conflitos entre outras cidades-estado, com linhas anti-esparta persuadindo Atenas a retomar as hostilidades, levaram à Terceira Guerra. Ao longo dos anos desse conflito, Atenas alcançou um expressivo número de vitórias; porém, uma série de revoltas e deserções entre os seus aliados, reduziu bastante o poder naval ateniense. As forças navais de Esparta, impulsionadas pelo apoio financeiro persa, finalmente conseguiu forçar uma total vitória Espartana em 404, acabando com quase 30 anos de guerra. Apesar da vitória final contra Atenas, o poder espartano estava em declínio, como aponta a parte final do trabalho de Cartledge. A contínua diminuição do número de cidadãos espartanos, em comparação com uma Atenas em crescimento, e mudanças nas condições sociais, contribuíram significativamente para este declínio. Ao longo dos 70 anos seguintes, Esparta perdeu muito de sua antiga glória. Durante os tumultos que se seguiram à morte de Alexandre, o Grande, em 323 AC, Esparta se manteve, em grande parte, à margem do conflito. Em vez disso, abasteceu mercenários e proporcionou um grande centro de recrutamento para ainda mais. Esses mercenários lutaram em vários lados desse conflito, pela sucessão de Alexandre. Uma fascinante história de uma cidade-estado grega, que dispunha de grande poder e sucesso no seu auge, mas que acabou por ser a maior responsável por sua própria queda, devido a um sistema social que, em grande parte, foi incapaz de, ou não quis, aceitar as mudanças naturais do mundo ao seu redor.
Quando o médium de incorporação não está equilibrado ou quando o Doutrinador não está em sintonia com o trabalho, pode ocorrer a interferência na comunicação, normalmente por ação de um obsessor – ou do Apará, ou do Doutrinador ou do próprio paciente, no caso dos Tronos, onde mais acontece. Interferindo quase insensivelmente, o espírito cobrador ou obsessor age em lugar do Mentor, falando e manipulando como se fosse ele, porém transmitindo uma mensagem que irá criar desarmonia, através de palavras falsas e situações fictícias, gerando impactos e sofrimento a quem a recebe. O sofredor é um espírito doente, desequilibrado, que nos responsabiliza por sua situação. Com a permissão da Espiritualidade Maior, age dessa forma, provocando uma interferência, possível de se apresentar por culpa dos médiuns mal preparados ou desatentos, que terão sua responsabilidade no acontecimento. O Doutrinador atento, sente quando muda a vibração, mesmo que, aparentemente, pareça que nada mudou na incorporação. O Apará também tem seu autocontrole, mas a responsabilidade maior é a do Doutrinador. Por isso, antes de ir para os Tronos, os médiuns devem passar pela Mesa Evangélica ou, caso não seja possível, fazer pelo menos cinco minutos de concentração e harmonização no Castelo do Silêncio.
“Salve Deus! Meu filho Jaguar, Aqui estão as normas para o cumprimento do ritual da Bênção de Pai Seta Branca, que sempre será realizada no primeiro domingo de cada mês, no Templo do Vale do Amanhecer. É um trabalho diferente do que se realiza nos Templos Externos, mas somente na parte ritualística, uma vez que a presença de nosso Pai Seta Branca e todos os espíritos iluminados que compõem sua côrte é altamente benéfica a todos, realizando-se grandes fenômenos pela força bendita que trazem até nós, principalmente para aqueles que participam do ritual. Como responsáveis pela Bênção de Pai Seta Branca indico os seguintes:
Mestre José Carlos, Trino Triada Tumarã
Mestre Lisboa, Trino Regente Amaruã
Estes serão os dirigentes do trabalho, que, de acordo com as normas do ritual, receberão as ninfas preparadas, pelo Adjunto Yuricy, mestre Edelves, para a incorporação, bem como os ajanãs, que irão incorporar os Ministros dos Adjuntos.
A partir de setembro de 1984, organizarão um revezamento com os seguintes Trinos Especiais Ajouros:
Mestre Antônio de Oliveira e sua ninfa;
Mestre Luzimar e sua ninfa;
Mestre Waldeck e sua ninfa;
Mestre Chilon e sua ninfa;
Mestre Paulo Antunes e sua ninfa.
Sob sua supervisão, esses mestres devem procurar atender ao que preceitua a presente norma.” Tia Neiva, sem data. (Vide Livro de Leis – Lei do Ritual)
Além da presença luminosa de nosso Pai Seta Branca, fica patente que um dos grandes benefícios desta realização está diretamente ligada a presença dos Ministros de Povos (Raízes) na côrte, os quais operam um revezamento juntos aos ajanãs para deixarem também suas mensagens aos respectivos Adjuntos e seus componentes (continente). Outras entidades de altíssima hierarquia tais como, Mãe Yara, Mãe Calaça, Guias de Falanges Missionárias, entre outras, também se manifestam junto às ninfas.
Em se tratando de um ritual na sede física do nosso sistema que é o TEMPLO MÃE, cogita-se também que este manancial de forças trazidas por esta colossal côrte e seu comando, atue principalmente na manutenção do ambiente energético e espiritual da casa, onde existe além da limpeza o fator renovação e de relevante importância para o ciclo mensal que se inicia.
Não seria absurda a manifestação de AGLA KOATAY 108, dentro desta côrte após o desenlace da personalidade Tia Neiva, até porque todos desta corrente que conquistarem méritos com nossos “superiores” mentores, de certo serão escalados para a necessária e prevista continuidade deste Amanhecer; Inclusive tal manifestação seria absurdamente alvo de descrença nos dias atuais quando ocorrida fora de um ritual desta magnitude.
Se calarmos a ESPIRITUALIDADE LUZ que sempre nos orientou bem, corremos sério risco de ficar ouvindo e crendo apenas nos homens que por sua vez ficaram surdos com tanta gritaria. Se nossa SEDE vai bem, os Templos do Amanhecer tudo tem para fazer o melhor. Quanto ao contrário desta sentença nem precisamos citar os resultados, lembrando que nossa primeira SEDE, somos nós mesmos, Salve Deus!
Mestre Numanto
Seja bem-vindo! Divulgação do Vale do Amanhecer e do seu Acervo Doutrinário. A resplandecer desde Dezembro de 2018!